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cem formas de não abater árvores

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Acertô mizervi!

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DIY Woodwork

16 hrs

How not to cut down a tree. Some people are just pure crazy

tabaco de enrolar, tradição da Maia S Miguel Açores

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Luis Arruda shared a video.

15 hrs

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Visit Maia, São Miguel, Azores

Preparação do Tabaco de Enrolar

Outrora, muitos dos habitantes produziam o seu próprio tabaco, vendendo-o à extinta Fábrica de Tabaco da Maia. Note-se que esses pequenos produtores recorriam a processos de produção diferentes dos adotados pela fábrica. Enquanto que na Fábrica de Tabaco da Maia o tabaco era seco com recurso a tubagem industrial ou por fumagem direta, os pequenos produtores recorriam à luz solar. Ademais, para a obtenção do tabaco de enrolar, aquele era submetido a várias fases. Após semeado, procedia-se à colheita, secagem, cura e preparação do tabaco.

O troço (nervura da folha) era removido e usado para fazer o rapé ou tabaco de cheiro, sendo este tipo de tabaco mais utilizado pelas mulheres.

Além disso, destaca-se que a humidade destrói a qualidade do tabaco, pelo que para o plantio, utilizavam-se terrenos em maior altitude.

De salientar alguns tipos de tabaco tradicionais: o “Virginia”, tabaco mais afamado pela população, mais resistente às intempéries e menos aromático; e o Burley, tabaco menos resistente, muito aromático, usado em charutos ou cachimbo.

Especial agradecimento ao Sr. João Luís, produtor de tabaco há largos anos, que muito amigavelmente nos recebeu, demonstrando e explicando todo o processo.

www.visitmaiazores.com

Production of Rolling Tobacco

In the past, many of the inhabitants produced their own tobacco, selling it to the extinct Maia’s Tobacco Factory. It should be noted that these small producers used tobacco production processes different from those adopted by the factory. While in the Tobacco Factory of Maia tobacco was dried using industrial tubing or bonfires, small producers used direct sunlight. In addition, to obtain rolling tobacco, it was subjected to several phases. After sowing, the tobacco was harvested, dried, cured and prepared.

The “troço” (leaf vein) is removed and used to make snuff or snuff tobacco which is more commonly used by women.

Furthermore, it must be stressed that the humidity destroys the tobacco quality, reason why for the planting, people used lands in greater altitude.

Of note are some traditional tobacco types: “Virginia”, the most popular tobacco in the zone, more resistant to bad weather and less aromatic; And Burley, less resistant tobacco, very aromatic, used in cigars or pipe.

Special thanks to Mr. João Luís, a tobacco producer for many years, who very much welcomed us, demonstrating and explaining the whole process.

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NÃO EXISTEM “TIMORENSES PUROS”

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NÃO EXISTEM “TIMORENSES PUROS”
Cá em Timor, para além das diferentes migrações pré-históricas (os entendidos dizem que os povos que falavam uma língua que veio a dar origem ao fataluco, macassai, macalero e búnac chegaram antes dos que falavam algo que deu origem ao tétum, mambai, tocodede, galole, nauéti, etc), é preciso lembrar a mistura dos chineses hakka que cá andam há gerações, das tropas landins trazidas de Moçambique pelos portugueses, dos mestiços luso-malaios de Malaca e das Flores a que chamavam topázios (com destaque para as famílias Costa e Hornay), dos goeses e cabo-verdianos que trabalhavam na administração colonial, dos cabo-verdianos que andaram a construir o Palácio das Repartições e outros edifícios depois da II Guerra Mundial, da miscigenação com japoneses e indonésios durante as respetivas ocupações, dos “filhos da UNTAET”, dos antigos contactos inter-ilhas entre fatalucos e gente de Kíssar, e entre ataúros, ilimanos e wetarenses, dos que têm algum antepassado português… Só gente burra é que fala em “timorenses puros” – que não existem.

estes evangélicos não vão pegar moda nos açores

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Iolanda Banu Viegas shared a link to the group: Comunidade da Lingua Portuguesa de Wrexham.

10 hrs

A prática começou nos EUA e na Austrália e já chegou ao Brasil. “Jesus estava nu em momentos fundamentais da sua vida”, defendem.

ATUALIDADE

Rezar sem roupa? Vem aí o nudismo evangélico

A prática começou nos EUA e na Austrália e já chegou ao Brasil. “Jesus estava nu em momentos fundamentais da sua vida”, defendem.

Parecem duas imagens inconciliáveis: crentes e pastor completamente nus durante a missa. A prática naturista nas igrejas evangélicas e uma realidade nos EUA e e está a invadir o Brasil.

Depois das praias e eventos organizados, o nudismo chegou à religião e aos cristão evangléicos Autointitulam-se de naturistas cristãos e organizam reuniões de leitura bíblica e oração onde estão completamente nus.

“Somos um grupo de cristãos de diferentes igrejas que descobriram na prática naturista uma forma de desenvolvimento pessoal, de comunhão mais profunda ou, em alguns casos, apenas uma saudável opção de lazer. Apesar do direcionamento predominantemente evangélico estamos abertos a cristãos de todas as correntes, já que não acreditamos na discriminação”, explicam os praticantes, de acordo com o “Gospel Mais”.

O brasileiro Estevão Prestes é um dos cristãos que aderiram ao movimento e revela que foi expulso de uma congregação da Igreja do Evangelho Quadrangular devido aos seus hábitos de orar nu: “Quando os meus hábitos foram descobertos, fui chamado pelos pastores a um conselho. Houve a leitura de acusação formal de comportamento imoral. Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem aceitam-me”. Atualmente, frequenta uma Igreja Presbiteriana.

A maioria dos apoiantes deste novo ramo da Igreja não considera que o ato de orar nu seja imoral ou vá contra os princípios de Deus. Muito pelo contrário. “Encantei-me com o respeito e a pureza. Ser naturista é estar em contacto pleno com o Senhor”, explica uma pastora.

“Assim como o cristianismo, o naturismo também não se restringe a grupos sociais específicos, sendo composto por pessoas das mais diferentes profissões, níveis de escolaridade, faixas etárias e classes sociais. Os naturistas aprendem a ver o outro além dos rótulos”, é a ideia defendida pelos praticantes deste ramo da igreja Evangélica e por Allen Parker, o seu criador norte-americano.

Parker criou a comunidade de Whitetail, em Southampton, EUA, nos anos 80 e, de acordo com o “Gospel Geral”, os seguidores têm vindo a aumentar cada vez mais, sendo uma das mais ativas comunidades da região.

Para aqueles que criticam esta opção religiosa e que até baseiam os seus argumentos em passagens da Bíblia, Allen Parker deixa a sua defesa. “Jesus estava nu em momentos fundamentais da sua vida. Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou as suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez assim, como é que isso pode ser errado?”

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nova edição PEDRO DA SILVEIRA

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Pedro da Silveira, edição do Instituto Açoriano de Cultura. Quem for sócio do Instituto recebê-lo-á em casa. (Ligações para quem desejar tornar-se sócio ou encomendar a obra:https://www.facebook.com/institutoacorianodecultura/ ; https://www.iac-azores.org/ )

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Pedro da Silveira (Fajã Grande, 5 de Setembro de 1922 – Lisboa, 13 de Abril de 2003), poeta e um dos promotores da Enciclopédia Açoriana, publicou “A Ilha e o Mundo” (1952), “Sinais de Oeste” (1962), “Corografias” (1985), “Poemas Ausentes,” (1999) e “Fui ao Mar Buscar Laranjas I” (1999). Este último com intuito de publicar um segundo tomo, que reunisse assim toda a sua obra poética. Faleceu sem o ter visto publicado.
Em breve estará disponível a obra poética completa, que s

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AGUALUSA, conto A melhor cama do mundo

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…O meu conto do mês na revista portuguesa “Visão”, escrito a partir de uma cena roubada ao livro de memórias do meu pai, e com uma ilustração muito bonita de Susa Monteiro…

 

VISAO.SAPO.PT
Lá de cima avistou as luzes de uma casa, e a estradinha de terra batida que a ligava ao mundo. Conseguiu alcançar a picada, e em quinze minutos batia à porta. O proprietário, um homem mirrado, um pouco estrábico, estendeu-lhe uma mão desconfiada, dizendo chamar-se Alípio, e desculpando-se por…