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Alexandre Gaudêncio é suspeito, enquanto presidente da Câmara da Ribeira Brava, de favorecer amigos com contratos públicos.
Source: PJ quis deter líder do PSD/Açores, mas Ministério Público não deixou
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Alexandre Gaudêncio é suspeito, enquanto presidente da Câmara da Ribeira Brava, de favorecer amigos com contratos públicos.
Source: PJ quis deter líder do PSD/Açores, mas Ministério Público não deixou
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Jardim em Faro. Dois turistas a ler livros. Livros mesmo, de papel. Não foi difícil chegar à fala. Um (uma) lia poesia e o outro ficção. E uma estranheza comum – não verem os algarvios a ler. (Acrescento – fotos à mesma hora, no mesmo jardim e há dois dias…)


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Uma Lulik Timur. Casa sagrada do Oriente.
Cabeças de rebeldes expostas em Manatuto numa foto de 1913, durante as Guerras do Manufai 1911-1913. Fotografia do Museu de História Natural da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Nota: Fotografia oculta por imposição do Facebook. Se pretender ver com responsabilidade clique em “mostrar foto”.

Uma Lulik Timur.
Casa sagrada do Oriente.
Cabeças de rebeldes expostas em Manatuto numa foto de 1913.

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carta ao sr presidente do gra sobre abstençao chrys Pages from 2019-07-10-3-2
capa 10julPages from 2019-07-10-3
Caro Presidente do GRA, aquilo que lhe vou propor é a única solução viável para resolver as suas preocupações com a abstenção eleitoral nos Açores.
Não é fácil, nem agradável, mas também não é das mais difíceis de implementar.
Exige muita coragem e comprometimento, e pode mesmo representar o fim das suas aspirações políticas futuras.
É a única solução que resulta, após aturado estudo das circunstâncias socioeconómicas da população açoriana.
Como sabe, a maioria da população destas nove ilhas desenvolveu ao longo destes 44 anos uma complexa teia de subsidiodependência, a todos os níveis da sociedade, quer a nível individual, quer empresarial ou coletivo.
Nada se faz nestas ilhas sem ser à custa de subsídios. Mas a solução para o absurdo elevadíssimo nível de abstenção eleitoral nos Açores tem uma solução que nem é muto incómoda nem muito burocrática. E temos autonomia para o decidir, em vez de esperarmos por Godot, que nunca chegará (isto de esperar que a República o faça, não dará quaisquer resultados, nem ninguém em Portugal está interessado no tema, nem em solucioná-lo).
Nós, açorianos, podemos dar o exemplo, seguir na vanguarda da sua resolução, imediata, com um custo de aplicação infinitesimal, mostrando que o seu discurso do 10 de junho 2019 não foram meras palavras de circunstância, mas sim a determinação de um desiderato açoriano: acabar com a abstenção eleitoral.
Primeiro, deve-se introduzir o voto eletrónico para estudantes, expatriados e outros que estejam longe do seu local de recenseamento eleitoral, seja em Portugal, estrangeiro ou noutras ilhas.
Segundo, deve começar-se já a fazer uma atualização (limpeza) dos cadernos eleitorais, pois estou convicto de lá existirem 10 ou 20% de defuntos, a tecnologia existente permite um parto sem dor para tão urgente atualização.
Terceiro e mais importante a criação de um certificado de voto. Após o ato eleitoral deve ser entregue a cada eleitor um certificado de voto, que passaria a ser mais importante do que o cartão de cidadão ou outro, para a atribuição de qualquer apoio social, cultural ou de desemprego, etc.
Nem é preciso tornar o voto obrigatório, dado muita gente se opor a essa obrigação e às coimas que isso implicaria, bastava tornar obrigatória a apresentação do certificado de voto para receber apoios do estado (a nível regional). Estamos certos de que após a introdução desta medida, a abstenção baixaria para menos de 10%. Claro que haverá sempre uns insatisfeitos a falar de inconstitucionalidade e outras coisas mas a nossa autonomia exige-o.
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😂😂😂
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👅 #SOTAQUES | De cativo Rodrigo reparou en que a lingua que escoitaba na súa casa de México DF non era español, senón galego. Case vinte anos despois, estuda filoloxía galega e é neofalante pola memoria da súa familia e por posicionamento político.
🗣 “O neofalantismo é unha potencia lingüística para a conservación e a práctica do galego.”
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