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Adail Sobral shared a post.

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Em Díli, como em qualquer outro local, também existem novos ricos de gosto mais que duvidoso.

Em Díli, como em qualquer outro local, também existem novos ricos de gosto mais que duvidoso.

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De entre os monumentos destacamos: os diversos dólmenes e antas, já assinalados. Estes monumentos tumulares de pedra foram construídos, entre nós, no período que se situa nos fins do Neolítico, com prolongamento pela Idade do Bronze; os castros são povoações fortificadas, localizadas em colinas de difícil acesso e, de preferência, junto a cursos de água, onde os povos viviam em relativa tranquilidade e se poderiam defender de outras tribos. A cultura castreja teve larga difusão no Barroso, como já vimos; as estradas romanas que atravessavam a região do Barroso, fazem a ligação entre Braga e Chaves e Astorga com variantes e itinerários diferentes; os marcos miliários, monolitos que se fixavam ao longo das vias romanas, por vezes, com indicação de nomes e títulos honoríficos. assinalavam as distâncias de 1.000 em 1.000 passos. Dos muitos existentes ainda se conservam os que se encontraram em Vilarinho dos Padrões, Sanguinhedo, Codeçoso do Arco, Lama do Carvalhal e Cruz do Leiranco. Como património medieval construído temos: os castelos medievais, o de Montalegre, o do Portelo e o da Piconha, (hoje em ruínas, conservando se, apenas, a cisterna, no alto do morro, dois lanços de escada e os rasgos de uma rocha, que serviram de alicerces); o Convento de Santa Maria das Júnias de Pitões, dos monges de Cister; a igreja de S. Vicente da Chã, que, segundo a tradição, foi parte de um convento da Ordem dos Templários e que denuncia na parte inferior o estilo românico do século X. São de registar igualmente como locais de grande destaque a Ponte de Misarela sobre o rio Rabagão, entre as povoações de Ferral e Ruivães; as casas solarengas como o Solar dos “Queridos” em Viade e a Casa do Cerrado, residência dos últimos alcaides, de que apenas resta o portal heráldico; São ainda de assinalar alguns achados históricos como um machado de talão, duas pontas de lança e um instrumento garfiforme na freguesia de Solveira, diversos machados de bronze; três torques de ouro da civilização castreja, de fabrico céltico; moedas romanas pertencentes ao tesouro dos “Antonianos” (cerca de 3.000 encontradas em Salto e 15 em Penedones). Também podem ser visitados locais de interesse como os fornos comunitários, as aldeias tradicionais, os coutos mistos, as piscinas naturais do Cabril, os “Cornos das Alturas”, as albufeiras e barragens, a cascata de Pitões das Júnias.
Escrito por:
Paulo Dias




Barroso Paraíso Maravilhoso added 15 new photos to the album Monumentos e Achados Históricos de Interesse — in Vilar De Perdizes, Vila Real, Portugal.
De entre os monumentos destacamos: os diversos dólmenes e antas, já assinalados. Estes monumentos tumulares de pedra foram construídos, entre nós, no período que se situa nos fins do Neolítico, com prolongamento pela Idade do Bronze; os castros são povoações fortificadas, localizadas em colinas de difícil acesso e, de preferência, junto a cursos de água, onde os povos viviam em relativa tranquilidade e se poderiam defender de outras tribos. A cultura castreja teve larga difusão no Barroso, como já vimos; as estradas romanas que atravessavam a região do Barroso, fazem a ligação entre Braga e Chaves e Astorga com variantes e itinerários diferentes; os marcos miliários, monolitos que se fixavam ao longo das vias romanas, por vezes, com indicação de nomes e títulos honoríficos. assinalavam as distâncias de 1.000 em 1.000 passos. Dos muitos existentes ainda se conservam os que se encontraram em Vilarinho dos Padrões, Sanguinhedo, Codeçoso do Arco, Lama do Carvalhal e Cruz do Leiranco. Como património medieval construído temos: os castelos medievais, o de Montalegre, o do Portelo e o da Piconha, (hoje em ruínas, conservando se, apenas, a cisterna, no alto do morro, dois lanços de escada e os rasgos de uma rocha, que serviram de alicerces); o Convento de Santa Maria das Júnias de Pitões, dos monges de Cister; a igreja de S. Vicente da Chã, que, segundo a tradição, foi parte de um convento da Ordem dos Templários e que denuncia na parte inferior o estilo românico do século X. São de registar igualmente como locais de grande destaque a Ponte de Misarela sobre o rio Rabagão, entre as povoações de Ferral e Ruivães; as casas solarengas como o Solar dos “Queridos” em Viade e a Casa do Cerrado, residência dos últimos alcaides, de que apenas resta o portal heráldico; São ainda de assinalar alguns achados históricos como um machado de talão, duas pontas de lança e um instrumento garfiforme na freguesia de Solveira, diversos machados de bronze; três torques de ouro da civilização castreja, de fabrico céltico; moedas romanas pertencentes ao tesouro dos “Antonianos” (cerca de 3.000 encontradas em Salto e 15 em Penedones). Também podem ser visitados locais de interesse como os fornos comunitários, as aldeias tradicionais, os coutos mistos, as piscinas naturais do Cabril, os “Cornos das Alturas”, as albufeiras e barragens, a cascata de Pitões das Júnias.
Escrito por:
Paulo Dias
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Em uma época sombria nos EUA, com o aumento dos casos de racismo, é reconfortante ouvir uma história que começou triste, mas que teve um final feliz.
Source: Mulher é vítima de racismo em voo mas recebe apoio de passageiros
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Há gente que difama outros, impunemente, em nome do que consideram ser uma verdade científica: A opinião deles.
Entrámos num período de “cruzadas” porque pelos vistos há gente que vê buracos em pedras, e outra gente, autodenominada entendida, que considera ser isso o diabo. Foram certamente influenciados pelo Harry Potter e esses buracos é o ” the one who shall not be named”.
Pelos vistos cego é aquele que trabalha para verificar as suas hipóteses e testar as suas “visões” e os iluminados, aqueles que são inspirados pelo divino da sombra da noite a partir do fantasma do conhecimento do século passado.
Se aqui só veem buracos naturais, metam mãos à obra e provem que são naturais, pois isso dá um artigo científico fabuloso na área da geologia, química e física.
Se são pias de engodo, metam mãos à obra e descubram quem as fez e porquê, porque isso tem interesse na área da antropologia cultural.
Facto é facto e a interpretação é ciência, mas ciência não é opinião de perito seja em que área for quando não acerta na explicação, muito menos será de alguém que nem percebe geologia, química ou física para querer explicar isso como sendo natural.
Aqui aceita-se qualquer opinião desde que tenha um artigo científico publicado que a justifique. Também se aceitam outros factos ou hipóteses.
Vou acrescentar ainda uma explicação “nonsense”:
Fui ao mar às laranjas,
Coisa que no mar não há,
Levanta-se uma lapa de diz:
Tens aí uma ceara,
Podes ali fazer farinha.
Localização: ilha Terceira.

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Localizada no lado sul da ilha de São Jorge, na freguesia das Manadas, concelho de Velas, a Fajã das Almas é também conhecida como Fajã do Calhau.
Em 1871 tinha 78 residentes, mas ao longo dos anos esse número reduziu tendo atualmente cerca de cinco moradores permanentes.
Tem duas ermidas, a de Nossa Senhora das Almas, situada no lugar dos Barbós, e a de Santo Cristo, construída em 1876. A 9 de Setembro de 1880, a de Santo Cristo sofreu um incendio, sendo a sua reconstrução promovida pelo Barão do Ribeiro e benzida a 14 de Janeiro de 1882.
http://siaram.azores.gov.pt/…/Faja-das-Almas-SJ/_intro.html…




