Para os judeus sefarditas, a terra prometida nunca foi Israel. É Portugal e Espanha″

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AFINAL, ONDE É A TERRA PROMETIDA?

orçamento de estado governo alivia carga fiscal

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ORÇAMENTO – GOVERNO ALIVIA A CARGA
Governo corrige números do Orçamento. Carga fiscal já não sobe e despesa aumenta

No novo quadro do Orçamento em contabilidade nacional, o peso dos impostos no PIB já não cresce em 2020. Mas a carga fiscal e contributiva continua a agravar-se. E o peso da despesa afinal vai aumentar
João Silvestre

O ministério das Finanças já corrigiu o quadro do Orçamento do Estado que indicava uma subida da carga fiscal no próximo ano. Na versão que ontem foi entregue no Parlamento, a receita de impostos crescia de 25% do PIB este ano para 25,2% em 2020. Agora, na nova versão, mantém-se inalterada em 25,1% nos dois anos. No entanto, a carga fiscal e contributiva, que inclui também as contribuições sociais, irá agravar-se no próximo ano de 37,1% para 37,2% do PIB ou de 34,9% para 35,1% do PIB, consoante se considerem as contribuições totais ou apenas as efetivas.

Para que o saldo seja idêntico e o Orçamento tenha uma meta de excedente de 0,2% do PIB, há outras alterações nos números. Nomeadamente, uma revisão em alta das Outras Receitas Correntes que passam a crescer três décimas do PIB. Na despesa, em vez de uma manutenção do valor em 43,3% do PIB, há agora uma subida de uma décima de 43,4% para 43,5%.

Na conferência de imprensa de apresentação do Orçamento do Estado para 2020, na manhã desta terça-feira, quando questionado pelos jornalistas sobre o agravamento da carga fiscal, Mário Centeno garantiu que não haveria qualquer subida do peso dos impostos no PIB no próximo ano. No entanto, o documento das Finanças tinha inscrito um agravamento de 25% para 25,2% do PIB.

Centeno disse então que a carga fiscal é um mau indicador para avaliar a pressão fiscal e referiu que as famílias vão pagar menos 100 milhões de euros em IRS do que pagariam, com iguais rendimentos, caso não houvesse pequenas alterações no imposto relacionadas com as deduções dos filhos, os benefícios para os jovens ou o mínimo de existência.

O novo quadro do Orçamento em contabilidade nacional, a metodologia relevante para Bruxelas e que segue uma lógica de compromissos, altera praticamente todos os valores em euros de receita e despesa do quadro anterior, ainda que em muitos casos o percentual do PIB se mantenha idêntico.

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It’s so hot in Australia that a guy cooked pork in his car

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It’s so hot in Australia that a man actually cooked meat in his car — and ate it, too.Stu Pengelly, of Perth, left about 3.3 pounds of pork inside his old burnt orange-colored Datsun Sunny

Source: It’s so hot in Australia that a guy cooked pork in his car

TERREIRO DO PAÇO, FADO, SEXO E BACALHAU

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https://youtu.be/Yb0AjTdv7SU
Rafael Pinto Borges

O Bacalhau Story Centre, ou o país submetido à tirania de saloios

Quando a Nova Portugalidade pediu à câmara de Lisboa que cuidasse e mantivesse a Praça do Império, cujos jardins o vereador Sá Fernandes queria matar por indisfarçável ódio ao significado da praça, disseram-nos que não havia dinheiro. Quando fomos à Assembleia Municipal em defesa do Museu dos Descobrimentos, ideia proposta pelo próprio PS em campanha eleitoral, o argumento foi igual: não havia dinheiro. Claro que haverá dinheiro para o “Bacalhau Story Centre” que a Câmara quer instalar no torreão leste do Terreiro do Paço. Para lá do resto – que o problema deles não era de dinheiro, mas de vontade, já todos sabíamos – o que salta à vista é o provincianismo atroz desta gente a quem o poder caiu nas mãos. O Terreiro do Paço não é um sítio qualquer: a actual Praça do Comércio foi construída explicitamente como centro do poder nacional onde, até ao Terramoto, ficou o Paço da Ribeira. Onde foi a sede da monarquia portuguesa e do Império – onde Dom Manuel supervisionou a criação do nosso império asiático e lia as cartas de Afonso de Albuquerque, Dom João III fez o Brasil, esteve outrora um das maiores colecções de arte da Europa, uma das mais completas bibliotecas e onde se fez a Restauração da Independência – fica agora uma discoteca (torreão ocidental) e, em breve, no torreão oriental, um centro de estudo do bacalhau. É um pouco como se viesse a ser instalado um “Fish and Chips Story Centre” numa ala de Buckingham ou uma fundação da paella frente ao Palácio Real de Madrid. Esta gentinha pequenina não descansará enquanto não reduzir o país inteiro à sua própria escala. Para nosso bem e nossa honra, há que libertar Lisboa deles.

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