Professores portugueses para escolas timorenses começam a chegar no final do mês

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Os 140 professores portugueses destacados, este ano, em escolas timorenses, vão começar a chegar a Díli no final deste mês, faltando concluir os seguros necessários, disse hoje à Lusa a coordenadora do projeto.

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COMENTÁRIO Acácio Coixão Duarte Sempre as mesmas desculpas… ano após ano acontece sempre o mesmo e as desculpas não mudam… vamos ver como é o novo seguro

EXPOSIÇÃO SOBRE OS JUDEUS DE BELMONTE

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Visit Belmonte added 17 new photos to the album Exposição Heranças e Vivências Judaicas em Portugal.

A exposição «Heranças e Vivências Judaicas em Portugal» tem como objetivo apresentar ao público em geral uma visão diacrónica das principais linhas, momentos e temáticas em que os sefarditas portugueses foram centrais na História de Portugal.

A inauguração, decorreu a 30 de janeiro na Sala de Exposições Junto à Estátua Pedro Álvares Cabral.

Está patente até 31 de julho de 2020, não deixe de visitar!

CORONA VIRUS EM PERSPETIVA E NÚMEROS

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Comments
  • Hector Hill except that.. as it was pointed out to me, when I posted this same infographic… H1N1 first appeared in Mexico (not the USA, though there are papers that describe its combined origins (ancestry from several re-combined antecedent strains) as being from the USA and Europe… must have been those Mexican cartels….
  • Djafar Bin Amude Alkatiri We must proud to the efforts of China’s Gov. to contain the Wuhan Coronavirus…
  • Colin Trainor …an also…this is the start, not the end… “it is difficult to predict, especially the future…”

OSVALDO CABRAL NEGLIGÊNCIA E DESINFORMAÇÃO

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Negligência e desinformação

Quando a negligência dos poderes públicos e a desinformação que circula na esfera pública se juntam, temos uma combinação explosiva para o alarmismo.
Foi o que aconteceu com esta história do avião privado que aterrou no fim de semana em Ponta Delgada.
Bastou uma informação a circular nas redes sociais, que se tornou viral, para, a partir daí, se gerar uma série de especulações e desinformação.
Às tantas já se dizia que havia um passageiro de Wuhan, que tinha febre, que estava contaminado e que alguns tinham embarcado na SATA para Lisboa.
Perante o alarme social que se gerou, o governo regional emitiu uma nota, através da autoridade de saúde pública, muito mal redigida e que adensou ainda mais as dúvidas devido à data em que os passageiros já viajavam, que não coincidia com a data de saída do avião de Hong Kong.
Já ontem as autoridades sanitárias viram-se obrigadas a emitir mais um comunicado, desta vez muito mais explícito e esclarecendo as dúvidas anteriores.
A negligência na informação clara foi fatal, porque nos dois dias anteriores as autoridades de saúde e o governo já tinham sido crucificados na esfera pública.
Este é um bom exemplo de como se tem de lidar com informação sensível.
Não há outra forma: há que ser mais transparente, claro e rápido nas respostas a todas as dúvidas, sem qualquer espaço para o alarmismo.
Situações como estas vão acontecer nos próximos tempos, como, aliás, se assistiu ontem com a chegada de um navio de cruzeiros.
Alguns passageiros, que se sentiram mal, foram assistidos no Hospital de Ponta Delgada e chegaram de máscara.
Imaginem o que se ouviu…
As autoridades têm de ser mais rápidas no esclarecimento e na informação a transmitir ao público, sem esconder nada e sem criar ainda mais dúvidas. E dar o rosto para humanizar a mensagem, em vez de se esconderem em papéis.
Já todos percebemos que a porta de entrada de gente do exterior, nas nossas ilhas, é bastante vulnerável e passa muito a ideia de que não estamos preparados para responder a casos como o coronavírus.
A desconfiança é o pior que se pode gerar na sociedade. É o principal motor para o alarmismo social.
E é aqui que entra o papel, importantíssimo, da comunicação social, a única que poderá combater a imensa desinformação que circula nas redes.
Negligenciar isso é outro erro.

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 04/02/2020)

— with Osvaldo José Vieira Cabral.

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SANTO AMARO DO PICO TERRA DE CONSTRUÇÃO BARCOS

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Marina Neves is feeling thankful with Cesar Dias and 4 others at Santo Amaro Do Pico, Açores.

Estamos a “limpar” este espaço onde o meu pai fazia os seus trabalhos e reparações nos barquinhos de pesca.
Este cantinho não servia só para trabalhar pois acabou por se tornar num “centro de convívio” onde todos entravam para dois dedos de conversa; É verdade, o meu pai era um exímio contador de histórias, já para não falar das agendas que são um diário da família, do seu trabalho, de Santo Amaro, da Urzelina, dos Açores, de Portugal e até do mundo.
Queremos transformá-lo numa espécie de museu para que toda a gente de Santo Amaro e fora de Santo Amaro possam visitar, para assim conhecerem um pouco da vida e obra do que todos conheciam por “Mestre” João Alberto.
Da parte que me toca foi um privilégio ter-te como pai

jihadismo e morte católicos moçambique

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«Os ataques jihadistas no norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado, já fizeram pelo menos 500 mortos, denuncia o bispo de Pemba, D. Luiz Fernando Lisboa.
Em declarações à fundação Ajuda à Igreja que Sofre, o bispo – de origem brasileira – diz que as forças de segurança moçambicanas não estão a ser capazes de conter a violência.
Só na última semana, diz o bispo, seis ataques na província de Cabo Delgado provocaram uma fuga em massa das populações e destruição generalizada numa série de aldeias, a cerca de 120 quilómetros de Pemba. “Uma tragédia”, lamenta o bispo, que admite que o próprio poderá vir a estar na mira dos terroristas.
“Soube que a escola foi queimada, e depois eles destruíram outras casas de comércio [situadas] ali por perto”, disse D. Luiz Fernando Lisboa, referindo-se a uma escola agrícola onde estudam 500 alunos.
“É uma realidade muito triste, que as forças de defesa e de segurança não estão a conseguir conter se não houver uma ajuda internacional.”
Fontes moçambicanas dizem à Renascença que o Governo chegou a contratar mercenários russos do grupo Wagner para ajudar a fazer face aos insurgentes, mas que ainda assim a situação piorou e está agora descontrolada.
“As aldeias estão a ficar vazias, as pessoas não estão a plantar, então isso significa que haverá fome, e nós temos milhares de deslocados internos”, diz o bispo, sublinhando o perigo de uma crise humanitária por causa desta insurgência que dura há mais de dois anos e três meses. A ONU fala já em cerca de 60 mil deslocados internos no norte de Moçambique por causa dos ataques, mas o bispo acredita que o número pode chegar já aos 100 mil.

Cristãos com medo

Por enquanto não há indícios claros de que os grupos estejam a atacar especificamente cristãos. Os alvos tendem a ser instituições civis e governamentais. Mas ainda assim, a comunidade cristã está particularmente apreensiva.
O próprio D. Luiz Fernando diz ter consciência de que poderá ser alvo dos terroristas. “Estou consciente de que isso pode acontecer. Mas, sinceramente, não tenho medo. Não tenho medo. Estou a tentar cumprir o meu papel, tenho procurado dar apoio aos missionários que estão lá, na linha da frente, que estão nesses distritos onde há ataques, e eles têm sido missionários e missionárias muito corajosos porque muitas vezes são aquele oásis que o povo precisa, para ir lá chorar, para reclamar, para contar o seu problema, para buscar algum tipo de ajuda.”
“Então, eu louvo a Deus, agradeço pela coragem que eles têm tido. Nenhum deles abandonou o posto, estão lá e eu não posso nem tenho o direito de ter medo, justamente para os apoiar e para que eles continuem a cumprir a sua missão. E eu tento fazer a minha da melhor maneira possível”, afirma, nas declarações à AIS.

Tópicos:
moçambique
terrorismo»

O bispo da diocese de Pemba fala em “tragédia” e fontes da Renascença no país dizem que a situação em Cabo Delgado está fora de controlo.

O bispo da diocese de Pemba fala em “tragédia” e fontes da Renascença no país dizem que a situação em Cabo Delgado está fora de controlo.