Manobra de piloto português torna-se viral na Internet. Reveja as imagens da aterragem arrepiante – Mundo – Correio da Manhã

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Piloto tem 36 anos e é um dos poucos pilotos de nacionalidade portuguesa que está certificado no maior avião de transporte de passageiros do mundo.

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Pepetela vence prémio literário Correntes d’Escritas 2020

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O escritor angolano Pepetela venceu hoje o Prémio Literário Casino da Póvoa 2020, com o livro “Sua Excelência de Corpo Presente”, atribuído no âmbito do encontro literário Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, anunciou a organização.

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o branqueamento da velha história

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Mário Abrantes

O Salazarismo foi uma desgraça para Portugal

Com o passar dos anos, a consciência mais diluída das novas gerações sobre os tempos difíceis que se viveram em Portugal durante décadas no século passado, de braços dados com o interesse dos grupos económicos e financeiros que buscam hoje maior liberdade de movimentos no cenário político português, proporcionam em conjunto o aparecimento de mandaretes que tendem a infiltrar-se no seio da democracia, a questioná-la até se necessário, para restaurar como positivos os valores antigos da ditadura salazarista, em comparação demagógica com os atuais.

E a demagogia começa logo quando dizem que antigamente não havia corrupção nem promiscuidade na política, mas por exemplo em 1958 mais de 42 ministros e ex-ministros e 8 altos funcionários salazaristas ocupavam 116 lugares na administração das principais empresas em Portugal e nas colónias, e a ditadura assegurava o domínio económico do país por 6 grupos (Mello, Champalimaud, Espírito Santo, Borges e Irmão, Banco Português do Atlântico e Banco Nacional Ultramarino).

Dizem que Salazar era honesto, mas ele era profundamente corrupto e corruptor, ele alimentava elites restritas enriquecendo-as à custa do que tirava aos pobres, e eram essas elites, com a ajuda da alta taxa de analfabetismo, da censura do regime e da ignorância popular, que o mantinham à frente do país. Enquanto o povo sofria a fome e a miséria dos tempos da grande guerra, uma corte de gente “fina” e corrupta, à sombra do ditador, dava largas à luxúria, à ostentação e à promiscuidade, e os seus filhos, depois, não tiveram de ir para a guerra colonial onde, só do lado português, perderam a vida 10.000 jovens e 30.000 ficaram feridos, para não falar dos milhares de traumatizados e famílias destroçadas. Enquanto uns ostentavam as suas riquezas e poder, outros, com a quarta classe ou menos do que isso, convidados pelo regime à resignação à pobreza e ao conformismo, eram atirados para as praças de jorna, para o mundo do trabalho desregrado e da exploração até serem chamados para combater nas colónias.

A família tradicional modelada por Salazar e pela hierarquia religiosa não passava de uma farsa onde muitos filhos não sobreviviam, muitos outros sofriam de desnutrição, raquitismo e poliomielite. Mais de metade das casas não tinham água canalizada, luz ou saneamento básico. As mulheres não tinham quaisquer direitos e a violência doméstica era quase uma constante no lar. A violação, a prostituição e a pedofilia eram comuns, envolvendo parentes próximos e até favores prestados a patrões.

A falta de trabalho, a agricultura de subsistência e a guerra colonial fizeram sair do país, desde 1961, um milhão e meio de portugueses.

Os desvios à política oficial da ditadura salazarista, a luta por melhores condições de trabalho e de vida e a oposição ao regime eram punidos com cargas de cavalaria ou de infantaria a sabre e à coronhada, com a prisão política em curros (Aljube), campos de morte (Tarrafal) ou em Caxias ou Peniche, com a tortura e mesmo com o assassínio. Havia cinemas encerrados e livrarias assaltadas pela polícia política. Escritores, jornalistas e outros homens da cultura eram perseguidos e obrigados ao exílio. As universidades foram guardadas por “gorilas”, os informadores da PIDE pululavam no seu seio e os dirigentes associativos estudantis eram perseguidos e presos.

Os Açores e a Madeira não passavam de arquipélagos condenados ao isolamento e ao esquecimento pelo poder central.

Ignorar ou subvalorizar tudo isto pode ser seriamente comprometedor do nosso futuro. Alguns sobreviventes, filhos, netos ou enteados das elites protegidas por Salazar estão por aí, fiados na falta de memória, tentando branquear a história do fascismo português. E têm ambições políticas…

Pintor açoriano inspira-se na fantasia das ilhas e leva quadros ao Louvre e a Nova Iorque – I Love Azores

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Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.

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Canadá vive onda de frio extremo, e sensação térmica chega a -50ºC

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Meteorologistas disseram que a onda de frio foi provocada por uma massa de ar polar vinda da Sibéria e frio deve seguir na região até o fim de semana

Passageiros de cruzeiros gastam menos de 20 euros por dia em Lisboa mas deixam lixo muito maior

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Lisboa recebeu o Óscar para melhor porto de cruzeiros dos World Travel Awards, mas ainda assim, a sua utilização está aquém das suas capacidades.

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tragam os gémeos dos property bros aos açores

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Dúvida existencial…?
Como é que os property brothers conseguem renovar uma casa na totalidade em apenas quatro semanas, quando… Eu preciso desse mesmo tempo para que o mestre me atenda o telemóvel e obras nem vê-las 🧐🙄😶

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OSVALDO JOSÉ VIEIRA CABRAL · Adeus GNL, adeus EUA

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Adeus GNL, adeus EUA

No início de 2017 vaticinei aqui que os Açores iriam perder a batalha do gás natural.
Era mais do que evidente que havia um forte lóbi em Lisboa, a nível político e industrial, para apostar tudo no porto de Sines.
Em 2018 voltei ao tema, com novo artigo que intitulei “A morte do porto da Praia e a oportunidade perdida dos Açores”, porque já tínhamos sido ultrapassados por Sines, com o anúncio dos fortes investimentos declarados pelo governo de António Costa, onde existia uma Ministra do Mar que era, declaradamente, contra qualquer investimento nos portos dos Açores, a mesma que se insurgiu agora no parlamento nacional contra a gestão partilhada dos recursos do mar, documento que ela “engavetou” durante o cargo de ministra, sob o silêncio cúmplice do Governo Regional.
O GNL nunca poderia avançar primeiro no porto da Praia da Vitória, não só por incapacidade dos nossos governantes e deputados (que até para legislar contratam advogados em Lisboa), mas sobretudo porque a aposta nacional, com recursos comunitários, nunca esteve virada para aí.
A confirmação veio há poucos dias, de forma directa e clara, pela responsável da associação dos distribuidores de gás, quando denunciou que o Governo de António Costa desviou os 200 milhões de investimento previsto para os Açores para entregá-los à ferrovia.
A incapacidade e incompetência regionais é tão clara, que até um famoso estudo sobre o assunto, anunciado pelo governo açoriano para terminar em 2019, ainda não viu a luz do dia.
Podem os senhores deputados e governantes dizerem o contrário, que o processo não morreu, que vai haver investimento e mais profissões de fé, mas já não vamos a tempo de liderar coisa nenhuma nesta área, porque os próprios investidores há muito que disseram adeus à incapacidade regional.
Até podem vir a construir algum depósito de gás natural – porque será inevitável no futuro próximo -, mas nunca mais seremos o tal prometido grande ‘hub’ de abastecimento no Atlântico, como entrada na Europa.
Este papel já está destinado a Sines e os EUA, que podiam ser o nosso principal parceiro, vão lá estar em força, porque o lóbi político de Lisboa trabalhou para isso.
Já em Junho do ano passado o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, tinha desafiado os EUA a concorrerem com a sua presença no porto de Sines, defendendo que seria importante estrategicamente como porta de entrada para a Europa.
Nestes últimos dias veio a resposta.
O Secretário de Estado da Energia dos EUA, Dan Brouillette, esteve no porto de Sines e disse claramente: “Como sabem, os Estados Unidos tornaram-se num exportador de petróleo e gás, e o Gás Natural Liquefeito é um combustível de transição importante em muitos casos e para muitos países europeus. Nós pensamos que este porto, em particular, serve como uma importante porta de entrada para a Europa.”
O ministro português das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, o tal que desviou o investimento dos Açores para a ferrovia, também foi claro: “Esta visita sinaliza o interesse dos Estados Unidos na possibilidade do porto de Sines ser usado como porta de entrada da energia, nomeadamente do gás, em toda a Europa.”
António Costa veio depois benzer os investimentos dos EUA, esquecendo-se, certamente, do que disse na Paria da Vitória quando visitou a Terceira, com promessas de grandes investimentos envolvendo financiamento do Plano Junker e do BEI.
Portanto, senhores políticos regionais, podem escrever cartas a pedir explicações aos ministros de Lisboa, fazendo de conta de que não sabiam de nada, podem contratar os escritórios de advogados e encomendar os estudos que entenderem, podem estrebuchar no parlamento: os Açores perderam a batalha do GNL, perderam a guerra da grande porta oceânica para a Europa, perderam investimento de peso para o nosso arquipélago, perderam o apoio dos EUA nesta área.
Perdemos todos .
Mas todos sabemos quem são os culpados.

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PLANO INQUINADO – Mais uma deste governo, que mesmo em final de mandato não acerta o passo.
Ficamos a saber que o Governo Regional se recusa a divulgar o famoso “Plano de Negócios” que a anterior administração da SATA apresentou.
Não é coisa para maçar os cidadãos. Estas coisas devem ficar nas gavetas dos gabinetes aveludados de suas excelências.
Não temos Plano, mas o governo prendou-nos com as indicações que deu à administração: conta de salários não superior a 18% das vendas; ACMIs não superiores a 3,5 milhões de euros; FSE não superiores a 75% das vendas; lucros na Air Açores; uma nova empresa para agrupar as actividades de “handling”; produção de informação de rentabilidade rota a rota; etc., etc.
Afinal, no governo accionista, há quem sabe da poda para estar a mandar tantas indicações de gestão (não necessariamente de estratégia) para dentro da empresa.
Por uma questão de eficiência, este alguém que sabe disto tudo devia ter sido o presidente da SATA e não membro do governo.
E, se calhar, o governo ainda afirma a pés juntos que não interferiu com a gestão e que deu total liberdade à administração para propor o que entendesse necessário para recuperar a empresa.
Isso diz muito do que vem aí no novo Plano.
Não foi preciso contratar um escritório em Lisboa.
Veio um escritório inteiro.

Fevereiro de 2020
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)

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