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O primeiro caso de suspeita de infeção pelo novo coronavírus (Covid-19) nos Açores teve resultado negativo, revelou hoje o Governo
Source: Caso suspeito nos Açores com resultado negativo – Jornal Açores 9
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O primeiro caso de suspeita de infeção pelo novo coronavírus (Covid-19) nos Açores teve resultado negativo, revelou hoje o Governo
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O presidente da Comissão Política de Ilha de São Jorge do PSD denunciou hoje que as repartições de finanças de Velas e Calheta deixaram de aceitar pagamentos em dinheiro, o que vai “condicionar a vida dos contribuintes, sobretudo os mais idosos”. “Desde o início de fevereiro que os serviços de finanças de Velas e Calheta […]
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Empresários do Turismo Rural pedem orientações sobre coronavírus
Na reunião da Assembleia Geral das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, com vista à eleição e tomada de posse dos órgãos sociais desta associação, não passou despercebido a doença infecciosa causada pelo Coronavírus (covid 19).
Depois de algum debate sobre estas preocupações, entendeu a Assembleia Geral desta associação, recomendar a o órgão directivo para “envidar as melhores diligências para junto da Direcção Regional de Saúde, recolher informações de como lidar para proteger as suas unidades e os seus clientes, perante a ameaça desta epidemia”.
“No pressuposto que estes estabelecimentos de alojamento recebem turistas de todos os continentes, nomeadamente o Asiático e Europeu”, argumentam os empresários do turismo rural.
“Sabemos que somos uma região isolada do espaço continental, mas porque a preservação deve ser a medida que urge a implementar”, concluem.
Na sequência de eleições estatutárias, a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, tomou posse.
Gilberto Vieira mantém-se como Presidente
Gilberto Vieira chamou a si gente dinâmica com peso na actividade, desde logo o Presidente do Conselho Fiscal, Manuel Bem, das Casas da Fajã , da ilha do Faial, que é contabilista certificado tendo como secretários Maria Salomé Medeiros da Quinta da Ribeira da Urze e Mónica Goulart da Adega do Canto, associados da ilha do Pico, lê-se no comunicado.
Como Secretário Geral tomou posse António Gomes, da Casa dos Vimes da ilha de São Jorge.
Conhecedor da actividade turística por diversas funções exercidas neste sector, o micaelense Rodrigo Rodrigues, é o Presidente da Assembleia – Geral, proprietário da Casa dos Barcos, localizada na margem sul da Lagoa das Furnas, tendo como secretários Alexandra Vieira da Casa da Igreja Velha e Aurélio Martins do Moinho das Feteiras.
“Outros dinâmicos elementos fazem parte da Direcção nomeadamente Ana Catarina Rodrigues da Quinta do Paraízo e Esmeralda Moreira da Quinta Nossa Senhora de Lurdes, da ilha de São Miguel”, anuncia a associação.
Consolidar a marca Casas Açorianas
Consolidar a credibilidade da marca Casas Açorianas é um dos objectivos da nova equipa, que engloba pessoas “que acrescentam uma nova energia à Associação de Turismo em Espaço Rural”.
Gilberto Vieira reafirma que “os objectivos da lista agora eleita passam pela continuação de um trabalho que nunca se pode dar por concluído, face aos constantes novos desafios que se vão colocando na vida de uma associação. Acresce que a equipa eleita engloba um conjunto de pessoas que acrescentam uma nova energia às Casas Açorianas e esse é um capital que nenhuma associação pode desperdiçar. É baseado num conjunto de ideias que sintetizamos no nosso programa de acção, proveniente de muitos contributos, que acreditamos estar perante um entusiasmante novo fôlego na vida da nossa instituição”.
Plano de Acção para 2020/23
Ainda com muita margem de afirmação, Gilberto Vieira esclarece que “é neste contexto, que esta nova Direcção propõe-se desenvolver um plano de acção para o triénio 2020/2023 alicerçado num conjunto de linhas orientadoras tendentes ao desenvolvimento da Associação e consequentemente, acrescentar mais-valias para os associados.
Esse trabalho implica, necessariamente, a consolidação de parcerias e a busca de outras, condição primordial para potenciar a visibilidade e eficácia das Casas Açorianas, em prol do desenvolvimento do Turismo Rural e do êxito dos empreendimentos que compõem a Associação”.
(Diário dos Açores de 29.02.2020)

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Diretora-Geral da Saúde explicou o que deve ser o “distanciamento social” recomendado como uma das medidas de prevenção do Covid-19 e anunciou que ainda não há casos positivos em Portugal, mas “há sete ou oito casos à espera de resultados”
Source: Graça Freitas: ″Não nos devemos beijar todos os dias e a toda a hora″ – DN
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https://sicnoticias.pt/especiais/coronavirus/2020-02-28-DGS-visita-lojas-chinesas-do-Martim-Moniz-para-afastar-receios-sobre-o-coronavirus?fbclid=IwAR28X131A82r2KgfQxeQnthgqVuY74kPnU067eLZpdtM-fSMT3NchABG2zc
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Coronavírus – um plano cheio de contingências…
“O aumento das escalas de navios de cruzeiro da mais variada proveniência de passageiros e portos, pode trazer-nos transtornos imprevisíveis.
A meu ver, deverá fazer-se um controlo sanitário muito apertado, mesmo que isso gere constrangimentos aos visitantes, às empresas locais e, eventualmente, cancelamentos. O mais importante é a salvaguarda dos residentes.”
1. O coronavírus/COVID-19 continua a sua caminhada imparável, instalando-se aqui e ali, fazendo suas vítimas dentre os mais vulneráveis. Instala-se, sem apelo nem agravo, gera instabilidade pessoal, familiar, social e económica e nem mesmo os serviços de saúde mais preparados estão imunes aos seus malefícios.
Pode mesmo dizer-se que o coronavírus, transformando-se em pandemia, é – mutatis mutandis – a peste negra da Idade Média, a febre hemorrágica viral que tantos países ainda afeta, a lepra dos nossos dias.
Nestes pedaços da Europa banhados pelo Atlântico, não estamos imunes – Deus queira que sim! – a essa detestável maleita. Se aqui vier parar, poderá ter sido trazido por hospedeiro chegado via marítima, ou por via aérea. A nossa permeabilidade é de tal ordem que as nossas fronteiras marítimas, mesmo se encerradas a esse vírus terão muitas dificuldades em suster tal inimigo público.
O assunto tem sido sobejamente abordado nos media, sobretudo nas TV’s.
Especialistas da área, quando interrogados sobre se o país está preparado para uma pandemia, respondem, imediatamente que não. E justificam com os cortes na saúde, a falta de profissionais e de equipamentos adequados e as dificuldades no tratamento das populações do interior e das ilhas, quando o vírus atacar em força.
2. Com três hospitais centrais, (só o de Angra está integrado na rede nacional de diagnóstico de segunda linha) os serviços de saúde parecem impotentes, por comprovada e pública falta de meios humanos para responder satisfatoriamente e em circunstâncias excecionais, se a pandemia for declarada.
A notória incapacidade de instalações adequadas ao tratamento de doentes afetados; uma população envelhecida residente em seis ilhas, onde só existem centros de saúde, e não há meios humanos e técnicos adequados; os constrangimentos em instalar de quarentena idosos acamados e com difícil mobilidade… como vai ser possível diagnosticar o vírus em tempo útil e tratá-lo, se todos estes problemas existem? Com que rapidez serão transportados para os hospitais os pacientes afetados?
Estas são questões que ainda não vi respondidas satisfatoriamente.
Longe vão os anos em que famílias inteiras foram devastadas pela lepra. Nesses tempos, de que tanto ouvi falar meu pai que os guardava bem presentes, casas e famílias ficaram completamente isoladas para impedir o contágio, num abandono terrível. Muitas pessoas morreram devido à carência médica e de medicamentos.
Dessas tragédias por que passaram populações isoladas, a história açoriana quase nada relata. E seria importante, para que pudéssemos compreender melhor a luta de tanta gente que então viveu e cresceu sem o essencial e que só se resgatou com a emigração.
3. Agora que os Açores dispõem de administração autónoma exige-se que o anunciado plano de contingência para fazer face à eventualidade de um surto epidémico, seja adequado às conhecidas carências e especificidades e que, os diversos locais de tratamento funcionem bem.
Não podemos aceitar, nem esperar que sejam outros a definir o modo como devemos organizar-nos para responder a esta gripe. Precisamos de apoio e da solidariedade nacional e europeia, sim!, mas temos a noção de que quem não experienciou o viver em ilhas, dificilmente nos compreende.
A União Europeia anunciou há dias uma dotação orçamental importante destinada ao combate ao coronavírus e à investigação científica associada à descoberta da vacina.
As dificuldades decorrentes da ultraperiferia, aconselham que as autoridades regionais sejam corajosas e determinadas e, secundando este anúncio, solicitem às instâncias europeias, com projetos bem elaborados e fundamentados, apoios para prevenir e conter a propagação do vírus, que facilitem a mobilidade dos doentes em meios aéreos adequados à sua debilidade e reforcem a capacidade de resposta dos cuidados de saúde em todas as ilhas.
4. O aumento das escalas de navios de cruzeiro da mais variada proveniência de passageiros e portos, pode trazer-nos transtornos imprevisíveis.
A meu ver, deverá fazer-se um controlo sanitário muito apertado, mesmo que isso gere constrangimentos aos visitantes, às empresas locais e, eventualmente, cancelamentos. O mais importante é a salvaguarda dos residentes.
Sem serviços de saúde eficazes, competentes e rápidos – muito mais agora -, operadores e turistas dificilmente confiarão na qualidade das respostas que encontrarão nos portos de escala.
Prestes a entrar a época alta do turismo, espera-se que tudo seja feito para prevenir e cuidar de eventuais doentes afetados pelo COVID/19, para que esta indústria continue em franco crescimento.
Prevê, é certo, uma diminuição do número de turistas a nível mundial. Todavia, a saúde é um bem prioritário que anda de braço dado com qualquer destino turístico.
Façamos tudo o que está ao nosso alcance para promovê-la, sem nos esquecermos dos açorianos mais vulneráveis e com menores acessos aos cuidados médicos e hospitalares.
(José Gabriel Ávila – jgazores@gmail.com – jornalista c.p. 239 A – escritemdia.blogspot.com in Jornal Diário dos Açores de 29.02.2020)

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