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Presidente norte-americano anuncia medida de prevenção contra o surto do novo coronavírus.
Source: SIC Notícias | Trump suspende voos da Europa para os EUA durante 30 dias
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Presidente norte-americano anuncia medida de prevenção contra o surto do novo coronavírus.
Source: SIC Notícias | Trump suspende voos da Europa para os EUA durante 30 dias
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“Façam quarentena aos turistas e portugueses oriundos das zonas de risco. Cortem as ligações entre Portugal e outros países onde a incidência de casos é elevada. Fechem as escolas de todo o país. Conduzam as aulas via internet. Fechem todos os locais públicos ou privados durante pelo menos 14 dias. Cortem com as visitas dos familiares aos hospitais e aos lares. Suspendam as consultas no hospital e façam via telefone e, em caso de necessidade, por videoconferência. O momento não é propício para ir ao café, ao futebol, ao cinema, aos centros comerciais, à praia, fazer turismo. Estamos numa situação de pandemia. É preferível parar agora. E não quando for demasiado tarde. Podemos perder turistas e dinheiro, mas ganhamos vidas e um futuro melhor. Um doente quando precisa de ser tratado , deve ser medicado no mesmo dia. Se for no dia seguinte pode morrer ou ficar com sequelas. Se cumprimos as recomendações, não contagiamos os outros: não seremos culpados de ter provocado a morte a um nosso familiar , ao vizinho ou até a um desconhecido. O tempo é de guerra e o inimigo não é um outro país. É invisível, mas mata. É necessário agir rápido. É necessário agir HOJE! Amanhã poderá ser tarde de mais.”

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Se activássemos o plano de contingência com o bloqueio total da entrada e saída de pessoas de e para a Região, e submetessemos todos os residentes a quarentena, em 15 dias poderíamos voltar a ter uma vida normal. Isolados mas com tudo a funcionar na normalidade e com o serviço regional de saúde pronto para intervir e isolar qualquer caso suspeito. Pelo contrário, se surgir o primeiro caso, a possibilidade de controlar a propagação do vírus será muito remota e não teremos a resposta, na dimensão adequada, dos serviços de saúde. Neste caso, controlar a situação será muito mais dispendioso, demorado, com muitas incertezas e variáveis como por exemplo o desespero. Em Itália, em apenas 24 horas morreram 200 pessoas. Estamos todos em risco, especialmente os mais velhos. A capacidade de propagação do corona é brutal e as consequências são as que se vê.
A redução do risco através do bloqueio de entradas na região é o caminho para: 1º verificar se o vírus já entrou ou não 2º montar um plano no serviço regional de saúde para reagir de forma eficiente 3º preparar a população para lidar com esta situação de forma informada e responsável. Com o vírus cá dentro a propagar-se será muito mais difícil e desesperante. Não queremos a região a reagir, queremos a região a prevenir! Até ao momento ainda não se registaram mortes, mas quando isso acontecer consegue-se imaginar qual vai ser o desespero. Na minha opinião o caminho mais seguro é evitar a chegada do vírus à região a todo o custo. Se já chegou, o mesmo plano de bloqueio servirá para conte-lo.
Aquilo que refiro nesta publicação é uma medida para evitar um problema sério de contágio que pode levar à morte. Trata-se de um problema de saúde pública que carece de uma actuação urgente e eficaz. Com um plano adequado e com as intervenções necessárias é possível garantir serviços mínimos. Nós beneficiamos de uma fronteira natural que é o mar, que nos permite, caso haja esse entendimento, lidar com esta situação de uma forma bem mais eficaz. Enquanto que, por um lado, essa fronteira nos protege do vírus, por outro intensifica a nossa vulnerabilidade associada à dependência externa no que se refere aos bens de consumo. Impedir a entrada de pessoas não é impedir a entrada de bens de consumo. Oxalá é que lá fora consigam manter sempre o fornecimento.
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Uma palavra de conforto e de apoio não custa nada
Penso que o povo português, mais uma vez, na sua História de séculos, vai ser posto à prova, na sua capacidade de resistência, no seu estoicismo e na sua coragem, face à pandemia, que também nos atingiu, do coronavírus.
Parece claro que muitos portugueses vão ser afectados, muitas famílias vão sofrer e muitas empresas de vários sectores vão registar prejuízos num quadro crescente de dificuldades de vária ordem.
O Estado – através do Governo central principalmente, mas também dos Governos Regionais, nos casos dos Açores e da Madeira – terá que, cumprindo o que lhe compete, zelar por todos nós, utilizando para o efeito, acima de tudo, o Serviço Nacional de Saúde, agora tão necessário como nunca e tão nosso amigo como nunca, no plano nacional, assim como os Serviços Regionais de Saúde, nas Regiões Autónomas portuguesas.
Mas tudo isso não vai ser suficiente! Mais uma vez, penso que os portugueses vão ter de se ajudar uns aos outros, das formas que considerarem mais eficazes e solidárias. Peditórios não, porque depois o dinheiro oferecido fica em parte pelo caminho…Isso não!
Já existem no nosso país pessoas em aflição, a pensar na sua saúde, mas principalmente na saúde de filhos e netos. Já há pessoas que não querem sair de casa, com receio. Há pessoas que se encontram um chinês num passeio na rua fogem logo para o passeio contrário. Em resumo, em bom português, já há pânico. Justificado ou não, existe. Pode estar mais ou menos escondido ou dissimulado, mas existe, de facto. Não vale a pena disfarçar! E não é para menos, porque todos os dias surgem mais casos de pessoas contaminadas em Portugal.
Há um desafio colocado a todos nós, individualmente e colectivamente. Que temos que assumir nesta fase difícil!
As pessoas mais idosas, principalmente estas, estão alarmadas. Ouvem as autoridades de Saúde falar na televisão e não entendem bem o que dizem, até porque, por vezes, também não se fazem entender bem.
Ainda hoje assisti num supermercado uma senhora idosa, talvez com uns 80 anos, no momento de pagar as suas compras, dizer, emocionada: “Estava tão feliz com o meu bisneto e agora o que vai ser dele?”. Dirigi-me a ela e disse-lhe: “A senhora tenha calma! Há motivos de alguma preocupação, mas temos que ser fortes perante esta adversidade, que vai passar, com certeza”. Foi o que me ocorreu dizer-lhe.
Uma palavra de conforto e de apoio não custa nada e não tem preço. É o que se espera de todos os portugueses, nesta fase difícil da vida nacional. Pelo menos!
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Corrupção, violência contra as mulheres e trabalho infantil forçado foram os “problemas significativos” em matéria de direitos humanos em Timor-Leste, em 2019, segundo um relatório publicado hoje pelo Governo dos Estados Unidos da América (EUA).
Source: Timor-Leste tem problemas de corrupção, violência e trabalho infantil
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Vários portugueses a residir em Macau estão preocupados com a forma como as autoridades portuguesas estão a combater a Covid-19 e há quem esteja a planear levar familiares para o território, que está sem novos casos de infecção há 35 dias. Nas redes sociais, espalham-se os avisos para que em Portugal se comece a usar máscara, à semelhança do que acontece em Macau
Source: Covid-19 | Actuação das autoridades portuguesas provoca receios em Macau – Hoje Macau