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Singapore News -Prime Minister Lee Hsien Loong’s gave a speech on the coronavirus situation in Singapore on Thursday (March 12).. Read more at straitstimes.com.
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Aqui fica um apelo ao GRA, em relação às pessoas e às empresas que até ao final do mês não vão ter condições de sobreviver.
Como todos sabem existem empresas a faturar ZERO e com trabalhadores a trabalhar dia após dia, empresas que ainda não fecharam porque estão a contar as migalhas que estão caindo para tentar minimizar o descalabro, trabalhadores que continuam a trabalhar na esperança que essas migalhas possam valer algum rendimento no final do mês para que possam sobreviver!
GRA o que deveria ser feito para ajudar a essas pessoas e a essas empresas sobreviver?
Ficam aqui as minhas sugestões:
– Isenção de pagamento a todas as pessoas e empresas de luz e água.
– Para os trabalhadores das empresas que têm de fechar por não terem sustentabilidade, governo garantir pagamento do vencimento, nem que o mesmo tivesse de reduzir para 50%.
– Mas para uma pessoa conseguir viver com 50% do salário, além da isenção de luz e água é preciso “congelar” todos os créditos bancários até que seja retomada a normalidade e não estou falar de perdão, apenas adiar essas prestações para mais tarde, a mesma medida teria de ser tomada também para as empresas que estarão fechadas.
– Para as empresas fechadas, isenção de pagamento de IVA e Segurança Social durante esse período e outras despesas fixas
Acho que só com essas medidas é que é possível muitas famílias e empresas sobreviverem nesse período tão difícil.
Espero que esse apelo chegue a quem de direito!
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Há quase 20 anos que só aconselhamos a sair de casa, é o nosso trabalho. Hoje dizemos-lhe que o melhor é não o fazer a não ser que seja essencial.
Source: Os dias difíceis. Na Fugas aconselhamos: fique em casa | Crónica | PÚBLICO
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Não, não bati palmas, não assobiei, não cantei…
Não, não baterei palmas, não assobiarei, não cantarei…
As manifestações emotivas são importantes para a exaltação e para o ego.
Este vírus, como qualquer outro que virá a seguir, será combatido e erradicado com mais ou menos danos colaterais.
Não esqueçamos o ontem para preparamos o depois.
Palmas e outros afetos para os profissionais da saúde, das forças militarizadas e outras áreas, são o cúmulo da hipocrisia humana que alimenta a nossa indiferença.
Basta de indiferença para com os professores, médicos, forças policiais e vítimas de violência doméstica.
Basta de tudo querermos sem nada darmos em troca.
Basta de indiferença para com os miseráveis orçamentos que dão à educação, à cultura, à saúde uma parte ínfima que estrangula, desmotiva e paralisa profissionais, investigação e ciência.
Basta de indiferença perante a fome, os muros, as guerras e a sua indústria que leva a fatia de leão dos orçamentos.
Basta de indiferença e de individualismo.
E não vale cantar a canção “Hoje não porque joga o Benfica”!
Não, o Benfica não joga hoje nem se sabe quando jogará. Nem ele nem os outros.
Temos que preparar o amanhã.
Têm todos aqueles a quem damos o nosso voto de 4 em 4 anos a responsabilidade de trabalhar o futuro.
Têm todos a responsabilidade de consensualizar medidas urgentes que evitem:
Fecho de empresas, despedimentos, incumprimentos de trabalhadores e empregadores.
Tem o governo e a banca a responsabilidade de ajudar as pessoas já que foram as pessoas que permitiram e pagaram a crise financeira.
Não, não bato palmas, todos somos importantes para ultrapassar a situação. Setor público, privado e assistencial, entidades patronais, sindicais e partidos.
Não, não bato palmas pois vejo com preocupação que os gabinetes de comunicação continuam com a mesma intensidade a promover a imagem dos seus a todo o custo.
Não, não bato palmas, porque sei que passando mais esta crise voltaremos ao registo anterior.
Estaremos cá quase todos para contarmos os dias desta crise apesar de sabermos que os mais vulneráveis poderão não ouvir as nossas histórias.
Haja saúde e responsabilidade para hoje e para todos os dias das nossas vidas.
Fico com o “pó dos livros” enquanto me deixarem andar no meu habitat.
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Coronavirus’s economic danger is exponentially greater than its health risks to the public.
Source: Coronavirus will bankrupt more people than it kills — and that’s the real global emergency
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Sir Patrick Vallance said millions fighting off the virus that has killed ten in Britain and almost 5,000 worldwide will ‘help’ in the long run because it is likely to become an ‘annual virus’.
Source: Coronavirus UK: Chief scientific adviser wants 60% to get virus | Daily Mail Online
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Scott Morrison has announced strict new measures to curb the spread of Covid-19.
Source: All overseas arrivals into Australia must self-isolate for two weeks
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»»Não se deixem enganar, por RTPs, SICs, TVIs, CNNs, e afins…««

Não se deixem enganar, por RTPs, SICs, TVIs, CNNs, e afins…
Atentem bem no seguinte.
Kristian Andersen é uma bióloga evolucionária do Scripps Research Institute que analisou sequências do 2019-nCoV para tentar esclarecer sua origem. Ele disse que o cenário é “inteiramente plausível” de pessoas infectadas trazendo o vírus para o mercado de frutos do mar de algum lugar externo. De acordo com o artigo da Science:
“Andersen publicou sua análise de 27 genomas disponíveis do 2019-nCoV em 25 de Janeiro em um site de pesquisa em virologia. Ele sugere que eles tinham um “ancestral comum mais recente” – o que significa uma fonte comum – desde 1 de Outubro de 2019 “.
Foi interessante notar que Lucey também observou que o MERS originalmente era proveniente de um paciente na Arábia Saudita em Junho de 2012, mas estudos posteriores e mais detalhados o rastrearam até um surto hospitalar de pneumonia inexplicável na Jordânia em Abril daquele ano. . Lucey disse que, a partir de amostras armazenadas de pessoas que morreram na Jordânia, as autoridades médicas confirmaram que foram infectadas pelo vírus MERS. (10)
Isso daria impulso à cautela do público em aceitar a “narrativa oficial” que os meios de comunicação ocidentais sempre estão tão ansiosos em fornecer – como fizeram com SARS, MERS e ZIKA. Todas as ‘narrativas oficiais’ foram comprovadas mais tarde. como, completamente erradas.
Nesse caso, os meios de comunicação ocidentais inundaram as suas páginas por meses sobre o vírus COVID-19 originário do mercado de frutos do mar de Wuhan, causado por pessoas que comem morcegos e animais selvagens. Tudo isso foi provado errado.
Não só o vírus não se originou no mercado de frutos do mar, como não se originou em Wuhan, e agora ficou provado que não se originou na China, mas foi trazido para a China a partir de outro país. Parte da prova dessa afirmação é que as variedades genómicas do vírus no Irão e na Itália foram sequenciadas e declaradas, como não pertencendo à variedade que infectou a China e, por definição, se deveram ter originado em outros locais.
Parece que a única possibilidade de originação são os EUA, porque somente esse país tem o “tronco de árvore” de todas as variedades. E, portanto, pode ser verdade que a fonte original do vírus COVID-19 foi o laboratório militar de bio-guerra dos EUA em Fort Detrick. Isso não seria uma surpresa, já que o CDC desligou completamente Fort Detrick, mas também porque, como relatado num passado recente, entre 2005 e 2012, os EUA haviam passado por 1.059 eventos em que patógenos haviam sido roubados ou escapado da biografia americana. – laboratórios durante os dez anos anteriores – uma média de um a cada três dias.
Não se assustem porque a verdade limpa a alma.
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Sinceramente não entendo. Ou melhor, entendo mas preferia não entender. É que para a grunharia qualquer coisa que o Governo português faça, está mal feita, enquanto os traques deste e do Trompas cheiram a bolinhos de canela. O costume.
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Ontem, a CMTV passou a preocupante reportagem que se pode ver na imagem, sobre uma suposta fuga hospitalar de duas pacientes suspeitas de estarem infectadas pelo novo Coronavírus.
A reportagem tinha todos os elementos que habitualmente agradam ao público da CMTV: pessoas em fuga da polícia, o potencial perigo para terceiros e o agravamento do alarme social. Com todos os ingredientes com que a CMTV preenche os seus espaços de notícias, era uma história bombástica demais para não ser exibida.
Só que tinha um problema fundamental: a notícia era falsa.
À hora que a CMTV passou a reportagem, já era sabido que a situação tinha sido um mero mal-entendido e que não havia mulheres suspeitas de estarem infectadas em fuga. Não obstante, a CMTV decidiu transmitir a notícia falsa, o que indica que ou o fizeram com dolo, sabendo que estavam deliberadamente a difundir uma falsidade que agravaria o ambiente de alarme social, ou fizeram-no por incompetência, falhando na responsabilidade jornalística de confirmar as histórias antes da transmissão.
O alerta foi dado pelo jornalista Filipe Caetano, no Twitter, que denunciou a mentira difundida pela CMTV, acrescentando que a TVI24 tinha feito o seu devido trabalho de verificação – ou seja, contactar as entidades responsáveis envolvidas na história – e tinha averiguado a verdade. E a verdade era diferente da alarmante história passada na CMTV.
Não sabemos se a decisão da CMTV de manter esta peça no alinhamento do seu jornal da noite se deveu a malícia ou a incompetência, mas sabemos que a malícia e a incompetência são características que habitualmente definem o trabalho desenvolvido pelos dois principais serviços do grupo Cofina, a CMTV e o Correio da Manhã.
Numa época em que todos os serviços informativos devem ter cuidados redobrados para transmitirem notícias rigorosas e esclarecedoras, a CMTV continua a pautar a sua actuação pelo exacto oposto, com um tipo de jornalismo sensacionalista e irresponsável que explora o medo, a insegurança e a miséria para aumentar os ratings e a venda de jornais.
Desde peças a sugerirem que o papa estaria infectado com o novo Coronavírus até jornalistas da CMTV a ocuparem a linha SNS24 para fins de reportagem, e não com uma emergência médica real, a CMTV tem sido o exemplo de tudo o que não se deve fazer no jornalismo. No momento excepcional que vivemos agora, ese tipo de prática é especialmente grave.
A situação da jornalista da CMTV a ocupar a linha SNS24 mereceu, aliás, duras críticas do Sindicato de Jornalistas.
Reforçamos o alerta que temos vindo a fazer: se procuram informações de natureza médica, laboral ou de segurança, recorram aos canais oficiais, através dos sites da DGS, do Ministério da Administração Interna, da Segurança Social ou das forças de segurança.
Se procuram informação sobre a actualidade nacional e internacional, recorram a jornais com um histórico sólido de profissionalismo, rigor e isenção.
Acima de tudo, não recorram à CMTV ou ao Correio da Manhã para terem actualizações sobre a pandemia do novo Coronavírus. As notícias falsas e o sensacionalismo que se praticam no grupo Cofina são precisamente o tipo de conteúdos que se devem evitar durante esta crise de saúde pública.
Uma Página Numa Rede Social
https://twitter.com/UmaPaginaSocial
Fontes e referências:
https://jornalistas.eu/nota-do-conselho-deontologico-sobre…/
Os tweets de Filipe Caetano, o jornalista da TVI:
https://twitter.com/filicaetano/status/1238945451451318273
https://twitter.com/filicaetano/status/1238968911762079744
https://twitter.com/filicaetano/status/1238944185018957826
O esclarecimento sobre a falsa fuga das mulheres suspeitas de terem coronavírus:
https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1331281747260201&id=737720606616321
https://observador.pt/…/psp-nega-fuga-de-duas-mulheres-sus…/

Ontem, a CMTV passou a preocupante reportagem que se pode ver na imagem, sobre uma suposta fuga hospitalar de duas pacientes suspeitas de estarem infectadas pelo novo Coronavírus.
A reportagem tinha todos os elementos que habitualmente agradam ao público da CMTV: pessoas em fuga da polícia, o potencial perigo para terceiros e o agravamento do alarme social. Com todos os ingredientes com que a CMTV preenche os seus espaços de notícias, era uma história bombástica demais para não ser exibida.
Só que tinha um problema fundamental: a notícia era falsa.
À hora que a CMTV passou a reportagem, já era sabido que a situação tinha sido um mero mal-entendido e que não havia mulheres suspeitas de estarem infectadas em fuga. Não obstante, a CMTV decidiu transmitir a notícia falsa, o que indica que ou o fizeram com dolo, sabendo que estavam deliberadamente a difundir uma falsidade que agravaria o ambiente de alarme social, ou fizeram-no por incompetência, falhando na responsabilidade jornalística de confirmar as histórias antes da transmissão.
O alerta foi dado pelo jornalista Filipe Caetano, no Twitter, que denunciou a mentira difundida pela CMTV, acrescentando que a TVI24 tinha feito o seu devido trabalho de verificação – ou seja, contactar as entidades responsáveis envolvidas na história – e tinha averiguado a verdade. E a verdade era diferente da alarmante história passada na CMTV.
Não sabemos se a decisão da CMTV de manter esta peça no alinhamento do seu jornal da noite se deveu a malícia ou a incompetência, mas sabemos que a malícia e a incompetência são características que habitualmente definem o trabalho desenvolvido pelos dois principais serviços do grupo Cofina, a CMTV e o Correio da Manhã.
Numa época em que todos os serviços informativos devem ter cuidados redobrados para transmitirem notícias rigorosas e esclarecedoras, a CMTV continua a pautar a sua actuação pelo exacto oposto, com um tipo de jornalismo sensacionalista e irresponsável que explora o medo, a insegurança e a miséria para aumentar os ratings e a venda de jornais.
Desde peças a sugerirem que o papa estaria infectado com o novo Coronavírus até jornalistas da CMTV a ocuparem a linha Saúde 24 para fins de reportagem, e não com uma emergência médica real, a CMTV tem sido o exemplo de tudo o que não se deve fazer no jornalismo. No momento excepcional que vivemos, esse tipo de prática é especialmente grave.
A situação da jornalista da CMTV a ocupar a linha Saúde 24 mereceu, aliás, duras críticas do Sindicato de Jornalistas.
Reforçamos o alerta que temos vindo a fazer: se procuram informações de natureza médica, laboral ou de segurança, recorram aos canais oficiais, através dos sites da DGS, do Ministério da Administração Interna, da Segurança Social ou das forças de segurança.
Se procuram informação sobre a actualidade nacional e internacional, recorram a jornais com um histórico sólido de profissionalismo, rigor e isenção.
Acima de tudo, não recorram à CMTV ou ao Correio da Manhã para terem actualizações sobre a pandemia do novo Coronavírus. As notícias falsas e o sensacionalismo que se praticam no grupo Cofina são precisamente o tipo de conteúdos que se devem evitar durante esta crise de saúde pública.
Uma Página Numa Rede Social
https://twitter.com/UmaPaginaSocial
Fontes e referências:
https://jornalistas.eu/nota-do-conselho-deontologico-sobre…/
Os tweets de Filipe Caetano, o jornalista da TVI:
https://twitter.com/filicaetano/status/1238945451451318273
https://twitter.com/filicaetano/status/1238968911762079744
https://twitter.com/filicaetano/status/1238944185018957826
O esclarecimento sobre a falsa fuga das mulheres suspeitas de terem coronavírus:
https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1331281747260201&id=737720606616321
https://observador.pt/…/psp-nega-fuga-de-duas-mulheres-sus…