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Entretanto país pobre que somos ( não sabiam? Lembram-se que assim dizia o passospórtismo para degradar o SNS?) o Serviço Nacional de Saúde tem, neste mome
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Eu explico, sua minúscula idiota inútil.
Sim…assumo frontalmente.
Pela milionésima vez chamo minúscula idiota inútil à pessoa que recebe o vencimento ( e as regalias conhecidas e as não conhecidas) de Ministra da Saúde.
.
Num País normal funcionam as cadeias hierárquicas.
Porque para isso existem, também, os ordenados. E os cartões de crédito. E os complementos remuneratórios. E os carros com motorista. E as residências oficiais. Semi-oficiais. e as não oficiais…mas igualmente subsidiadas. E todas as outras regalias “oficiosas”…
Para isto existe, também, toda a ulterior cadeia hierárquica de responsáveis e de competências.
Para Governar!
Tudo isto para dizer que, num País normal, o/a (i)responsável por uma pasta governamental, com a sua equipa, produz legislação.
Sobre um qualquer tema da sua competência.
Chamemos, no caso em epígrafe, Planos de Contingência. Por exemplo, para Lares de Idosos.
A equipa do sector produz a legislação. Ouvidos os Especialistas.
A legislação é discutida e depois apresentada. E é aprovada.
A legislação entra em vigor.
A legislação é enviada para todas as instituições a que se refere.
É dado um prazo às instituições para adaptarem e colocarem o referido Plano de Contingência em acção.
Em prazo posterior são enviadas equipas de inspeção a todas as instituições para ser verificado se o Plano está a ser aplicado e se de forma correcta.
Posteriormente é dado às instituições que não o puseram em acção correctamente um prazo, curto, para serem executadas as devidas correções.
Mas Marta Temido nem sequer sabia o que era uma epidemia. Nem uma pandemia. Nem sequer que o corona virus existia.
A um Governo e a todos os seus Ministros integrantes compete Agir…
E não, apenas, Reagir.
É a abismal diferença entre governar e…apenas gerir.
E onde está o mais Alto Magistrado da Nação a quem compete, também, vigiar a Governação?…
De novo em quarentena?…
Ou finalmente a preparar aquilo de que não vai poder fugir?…
…
Mais do que nunca Portugal precisa de Lideres!
Que ousem Agir!
“Fora da caixa” cinzenta dos habituais modelos de Governação…
Porque esta crise económica global a isso o vai obrigar.
Uma ultima observação…
Eu reparei que, no meio de toda esta crise, foram libertados todos os suspeitos do Caso de Tancos.
Apenas para que fique escrito.
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Sem arredondamentos:
– China: 81 093 infectados / 4,03% mortalidade em função dos infectados
– Itália: 59 139, 9,25%
– EUA: 35 230; 1,30%
– Espanha: 33 089; 6,66%
– Alemanha: 27 289; 0,42%
– Irão: 23 049; 7,86%
– França: 16 689; 4,03%
– Coreia do Sul: 8 961; 1,23%
– Suiça: 8547; 1,38%
– Reino Unido: 5 683; 5,08%
– Holanda: 4 749; 4,48%
– Áustria: 4 018; 0,52%
– Bélgica: 3 743; 2,35%
– Noruega: 2 547; 0,39%
– Portugal: 2 060; 1,11%.
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Boa notícia para os Açores. Parabéns ao SEBMO!

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COMISSÃO EUROPEIA, 23/03/2020: Coronavírus: a Comissão apresenta orientações práticas para assegurar a continuidade do fluxo de mercadorias na UE através de vias reservadas, os «corredores verdes»
A Comissão publicou hoje novos conselhos práticos sobre as modalidades de aplicação das suas orientações para a gestão das fronteiras, a fim de salvaguardar a continuidade do transporte de mercadorias em toda a UE durante a atual pandemia. Para garantir que as cadeias de abastecimen…

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A 20 de março havia 5 médicos infetados e um enfermeiro. Na semana passada, o número passou para 13. O número está a aumentar, mas trabalhadores não têm dados concretos. Direção decidiu encerrar o hospital em Lisboa e clínicas de atendimento. Lay Off para todos os funcionários a partir de amanhã e durante um mês.
Source: SAMS encerra hospital e despede funcionários durante um mês – DN
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Alguns timorenses acusam os docentes de serem responsáveis pela chegada do novo coronovírus ao país.
Source: Professores portugueses agredidos em Timor por causa da covid-19 | Coronavírus | PÚBLICO
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****Um vergonhoso silêncio em jeito de refúgio cómodo e subserviente?
Apenas ontem, Domingo, tive possibilidade de ler o Diário Insular de Sábado. Na página 2 sob o título “Trabalhadores das Lajes temem infectar a ilha”, fazem-se considerações perturbadoras. A vários títulos. A Base Aérea das Lajes continua a ser escala de trânsito e de pernoita de militares italianos e espanhóis que se dirigem aos EUA para exercícios militares. Imagino que será coisa de magna importância e urgência. Entretanto, dada a proveniência, se o facto já não fosse razão para fundados receios, a circunstância dos voos militares serem assistidos pelos trabalhadores portugueses da Base bastaria para fazer soar os alarmes. Mas interrogo-me. Como se explica que países como Itália e Espanha mergulhados numa situação dramática, mais os EUA do outro lado também a braços com problemas graves (casos por exemplo da Califórnia e New York), se preocupem com a realização conjunta de exercícios militares? A par da verdadeira Guerra Mundial que nos foi imposta pelo COVID-19 será que anda por aí, sem nos apercebermos, uma outra guerra que justifique este desconchavo de países entulhados de problemas entretidos a brincar à tropa e que, irresponsavelmente, invadem terra alheia colocando em risco vidas? E como se compreende que o Ministério da Defesa de Portugal se reduza a um inexplicável e inaceitável silêncio sem dar resposta às perguntas que o DI lhe dirigiu? Como se compreende que um país como Portugal nos mande a todos – e muito bem! – a permanecer em casa e que gente estranha com origem em países assolados pelo Coronavírus nos invada, nas barbas da Força Aérea Portuguesa, com total desprezo pelos nossos direitos e pela nossa segurança? E que sentido faz impor-se nos Açores a quarentena – e muito bem, já que o Sr. Primeiro-Ministro está tão sensível à “continuidade territorial” que até foi de carreirinha à TAP pedir para esta continuar a voar para os Açores – e entretanto os militares estrangeiros que transitam pela Base das Lajes se comportem como quem está em terra de ninguém? Qual é o ataque que os países da NATO pensam estar na iminência de ocorrer que torna tão relevante e premente esta palhaçada de exercícios militares com tropas a cruzar o Atlântico em trânsito pelos Açores, em momento tão crítico, usando de forma arbitrária território estrangeiro e colocando vidas em perigo? Será que é preciso lembrar a quem está a consentir esta ultrajante situação, que os 11 casos confirmados nos Açores, de pessoas infectadas pelo coronavírus, são todos – todos! – importados? Ou seja, para ficar explicadinho – nenhum resultou de contágio interno. Não é nada original o que o título de uma caixa em destaque no artigo do DI que suscitou este post, deixa impresso: “Carne para canhão… ou vírus”. Mas para melhor se perceber o sentido do texto que vem depois, cito o último parágrafo que julgo ser do Chefe de Redacção: “A Base das Lajes sempre foi um enorme problema, sobretudo por Portugal se comportar como um Estado vassalo no sistema internacional em que vivemos (que ainda existe). E nós somos carne para canhão. Ou corpo para vírus”.
Partilhado com a devida autorização do autor, Dr. Ricardo Costa.
