Estrategizando | Número de mortos por Covid-19 entre Portugal e os EUA

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Agora é Trump que recua e reconhece a crise numa carta que está a enviar aos Americanos com uma data duvidosa face aos seus discursos anteriores, 16 de março

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Coronavírus: Vítimas de violência doméstica podem pedir apoio via SMS – Portugal – SÁBADO

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O Governo está preocupado que o isolamento social aumente o número de vítimas de violência doméstica e por isso criou uma nova linha para as apoiar. – Coronavírus , Sábado.

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O animal mais perigoso do mundo

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O animal mais perigoso do mundo

Fotografia em 1963 do zoológico de Nova York. Um sinal indicava “O animal mais perigoso do mundo”, junto a uma pequena explicação:

” Você está vendo o animal mais perigoso do mundo. É o único de todos os animais que viveram que pode exterminar espécies inteiras de animais. Agora tem o poder de acabar com toda a vida na terra “.

Tratava-se de um espelho com grades, onde os visitantes paravam para observar o seu próprio reflexo.

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O VÍRUS, O ESTADO SOCIAL E O NOSSO MODO DE VIDA

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Jorge Bettencourt

3 hrs

O VÍRUS, O ESTADO SOCIAL E O NOSSO MODO DE VIDA

Por Isabel do Carmo, Jaime Teixeira Mendes, João Durão Carvalho, Martins Guerreiro*

Médicos, um engenheiro hospitalar e um militar, integrados em respectivas associações, entendem juntar-se para em conjunto exprimir que esta pandemia nos coloca problemas políticos que dizem respeito ao Estado em geral e ao Estado social em particular, ao desempenho dos vários actores políticos nesta crise e ao nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS). Colocam-se também questões sociais e até filosóficas mais latas, relativas ao ser humano no ecossistema e no modo de vida.

Vários pensamentos esperam do Estado coisas diferentes. Alguns esperam segurança e voz de comando. Outros, como nós, esperam, para além disso, o funcionamento do Estado social. O que é que este significou e significa. Foi a seguir à Segunda Guerra que o Estado Social se corporizou. As decisões dos governos das democracias foram tomadas após grandes movimentos das massas trabalhadoras em geral e dos sindicatos em particular. Portugal, Espanha e Grécia ficaram debaixo do tapete das democracias e bem sabemos as consequências. O espírito que atravessou as democracias, com liderança do Reino Unido e dos países escandinavos, consistiu na nacionalização das grandes indústrias e do caminho-de-ferro. Num levantamento de estruturas de habitação, de saúde e de educação a partir do Orçamento Geral do Estado. Constituído este a partir de impostos progressivos de acordo com o rendimento. Foi um grande salto para diminuir a desigualdade entre as pessoas, com a qual elas nascem. Foram precisos 30 anos para Portugal, após Abril de 1974, adoptar a mesma estrutura, estabelecendo-se informalmente após a revolução, mas só se tornando lei em 1978. O SNS estabeleceu-se e a sua concepção é idêntica à do Reino Unido e dos países escandinavos. Chama-se beveridgiana porque o seu legislador em Inglaterra foi Beveridge. Os outros países da Comunidade Europeia também têm cobertura universal mas na base de seguros obrigatórios ou segurança social.

O problema é que a nossa legislação foi na contra-onda que entretanto se estabelecia na Europa e nos EUA em 1979/80, com R. Reagan e M. Thatcher. Para esta última, segundo as suas palavras, não havia “sociedade”, só havia “indivíduos”. A partir daí o pensamento progressivamente hegemónico foram as privatizações das fontes de rendimento do Estado e a redução progressiva dos serviços públicos a favor da “concorrência” com os privados. Porque o espírito foi e é: mercado, concorrência, individualismo. Está expresso na Lei de Bases da Saúde de 1993, aprovada por um parlamento com maioria de direita.

O nosso medíocre cavaquismo foi o thatcherismo luso, inspiração para uma grande parte da direita portuguesa. Liberais, com várias designações, que falam contra a “carga fiscal” (ressalva-se as dificuldades das pequenas e médias empresas), sabendo que é daí que vem dinheiro para a educação e a saúde, falam contra as “taxas e taxinhas”, quando são aplicadas às bebidas açucaradas, são os que falam em “menos Estado, melhor Estado” (mas qual é que escolhem?). Infelizmente, a pandemia veio demonstrar o que é ter ainda algum Estado social ou não ter nenhum, como acontece nos EUA.

A resposta da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Ministério da Saúde (MS) foi adequada, serena e resistente ao desgaste do trabalho exaustivo, e dos ataques directos ou enviesados. Duas mulheres sem experiência de uma pandemia, porque ninguém a tem, enfrentaram a crise com inteligência e coragem, tomando medidas proporcionais. O primeiro-ministro tem a liderança necessária com a mesma sabedoria. Realce-se o conhecimento transmitido por cientistas portugueses, virologistas, infecciologistas, pneumologistas, epidemiologistas ao nível do melhor pensamento internacional. Não é por acaso. Tiveram formação e experiência no SNS. Os profissionais de saúde têm feito um trabalho extraordinário com risco de vida, como se constata pelo número de infectados em percentagem superior ao da população em geral. Continuem nesse caminho de generosidade e profissionalismo.

Não é de estranhar, mas é de denunciar o aproveitamento político daqueles que acham o momento bom para atacar a DGS e o MS, evidenciando carências que existem e outras que poderão vir a existir. Mais não fazem do que alarmar, lançando o pânico. Não é boa altura para guerrilhas. É igualmente de denunciar todos os aproveitamentos comerciais de grandes empresas fornecedoras.

Nós sabemos que há muitas questões a colocar no futuro relativamente ao SNS: orçamentação, estrutura hospitalocêntrica, necessidade de auto-suficiência em grande parte dos meios auxiliares de diagnóstico nos Cuidados Primários e articulação destes com os centros hospitalares, retenção dos jovens especialistas no serviço público através de estímulo material (muitos estão agora nas urgências dos privados e bastante falta nos fazem no SNS), substituição e atualização tecnológica de equipamento. Destacamos a perda de 4000 camas de agudos no SNS desde 1995 (de 25.000 para 21.000), agora com 2,1 camas por mil habitantes, macas nos corredores e taxas de ocupação superiores a 90% em vez dos normais 85%. Camas públicas e privadas, temos 3,3 camas por mil habitantes, a França tem 6,2 e a Alemanha 8,2 (Fonte: Eurostat, 2017). Consequência de muitos anos de politica neoliberal com enorme investimento e crescimento dos serviços privados. Para que servem agora? Seria interessante perguntar porque só a 23 de Março os hospitais privados, Luz e Lusíadas, admitem doentes com covid-19 . O que é que têm feito aos doentes com covid que lhes aparecem? E os ventiladores da CUF vieram sozinhos ou com doentes? É certo que a CUF no Porto e na Infante Santo ofereceram-se para entrar na rede. Mas a que preço? E qual é o preço dos testes que fazem? Os serviços privados ofereceram-se também para receber doentes não contaminados para libertar camas do público. A que preço? E qual é o jogo do mercado no fornecimento de materiais de defesa da desinfecção? Tudo isto devia ser transparente.

Verifica-se também que a União Europeia só serve para regular mercados financeiros. Não tem nenhum mecanismo para actuar em casos de pandemia ou catástrofe humanitária. Acentuam-se já as assimetrias dos países do sul da Europa em relação aos do norte. A falta de solidariedade europeia contrasta com a solidariedade da China e Cuba. O tempo é de solidariedade e não de egoísmos nacionais ou de grupo.

No meio do infortúnio torna-se dia-a-dia evidente, através dos contactos à distância, que as pessoas estão a gostar de se sentir no colectivo, que encontraram tempo e paciência para a família, que os sentimentos bons ressurgiram, o desfrute da arte erudita e popular aconteceu. Fomos obrigados a deixar a “fast-vida”, a correria, o massacre da competição e do tempo sem tempo. Com burnout, agora, só os profissionais de saúde.

E se pudéssemos aproveitar para mudar?

É também altura para lembrar que não vivemos sozinhos na terra. Não somos os reis do Universo, nem este é humanocêntrico. Os vírus e muitos outros seres vivos coexistem connosco num ecossistema. Não é Satanás, nem uma conspiração. É o acaso ou é aquilo que cabe no nosso enorme desconhecimento. Mas será a ciência, a divulgação, a paixão de saber que, tal como o vírus, não podem ter preço nem fronteiras, a permitir que se vença este inimigo, tal como já foram vencidas muitas bactérias e como foi prolongada a esperança de vida nos países desenvolvidos.

*Isabel do Carmo, médica, professora da Faculdade de Medicina de Lisboa, associada da Associação de Médicos Portugueses em Defesa da Saúde (AMPDS); Jaime Teixeira Mendes, médico, presidente da AMPDS; João Durão Carvalho, Engenheiro, membro da direcção da Associação de Técnicos de Engenharia Hospitalar Portuguesa; Martins Guerreiro, almirante, militar de Abril)

(Publicado no Público em 27.03.2020)

até listerine ajuda

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Great Information!!

Worth a read……The following is forwarded from infectious diseases at Johns Hopkins University, they sent this excellent summary to avoid contagion 👾.

* The virus is not a living organism, but a protein molecule (DNA) covered by a protective layer of lipid (fat), which, when absorbed by the cells of the ocular, nasal or buccal mucosa, changes their genetic code. (mutation) and convert them into aggressor and multiplier cells.
* Since the virus is not a living organism but a protein molecule, it is not killed, but decays on its own. The disintegration time depends on the temperature, humidity and type of material where it lies.
* The virus is very fragile; the only thing that protects it is a thin outer layer of fat. That is why any soap or detergent is the best remedy, because the foam CUTS the FAT (that is why you have to rub so much: for 20 seconds or more, to make a lot of foam). By dissolving the fat layer, the protein molecule disperses and breaks down on its own.
* HEAT melts fat; this is why it is so good to use water above 25 degrees Celsius for washing hands, clothes and everything. In addition, hot water makes more foam and that makes it even more useful.
* Alcohol or any mixture with alcohol over 65% DISSOLVES ANY FAT, especially the external lipid layer of the virus.
* Any mix with 1 part bleach and 5 parts water directly dissolves the protein, breaks it down from the inside.
* Oxygenated water helps long after soap, alcohol and chlorine, because peroxide dissolves the virus protein, but you have to use it pure and it hurts your skin.
* NO BACTERICIDE SERVES. The virus is not a living organism like bacteria; they cannot kill what is not alive with anthobiotics, but quickly disintegrate its structure with everything said.
* NEVER shake used or unused clothing, sheets or cloth. While it is glued to a porous surface, it is very inert and disintegrates only between 3 hours (fabric and porous), 4 hours (copper, because it is naturally antiseptic; and wood, be
cause it removes all the moisture and does not let it peel off and disintegrates). ), 24 hours (cardboard), 42 hours (metal) and 72 hours (plastic). But if you shake it or use a feather duster, the virus molecules float in the air for up to 3 hours, and can lodge in your nose.
* The virus molecules remain very stable in external cold, or artificial as air conditioners in houses and cars. They also need moisture to stay stable, and especially darkness. Therefore, dehumidified, dry, warm and bright environments will degrade it faster.
* UV LIGHT on any object that may contain it breaks down the virus protein. For example, to disinfect and reuse a mask is perfect. Be careful, it also breaks down collagen (which is protein) in the skin, eventually causing wrinkles and skin cancer.
* The virus CANNOT go through healthy skin.
* Vinegar is NOT useful because it does not break down the protective layer of fat.
* NO SPIRITS, NOR VODKA, serve. The strongest vodka is 40% alcohol, and you need 65%.
* LISTERINE IF IT SERVES! It is 65% alcohol.
* The more confined the space, the more concentration of the virus there can be. The more open or naturally ventilated, the less.
* This is super said, but you have to wash your hands before and after touching mucosa, food, locks, knobs, switches, remote control, cell phone, watches, computers, desks, TV, etc. And when using the bathroom.
* You have to HUMIDIFY HANDS DRY from so much washing them, because the molecules can hide in the micro cracks. The thicker the moisturizer, the better. * Also keep your NAILS SHORT so that the virus does not hide there.

rtp em linha sobre o covid19

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RTP Notícias is live now.
https://www.facebook.com/rtpnoticias/videos/667816720647012/
1 hr

O governo aprovou um pacote de medidas para ajudar as famílias e as empresas mais afetadas pela pandemia do Covid-19, agora que Portugal se encontra na terceira fase de resposta à infeção pelo novo coronavírus. O objetivo destas medidas visa assegurar rendimento às pessoas e liquidez às empresas protegendo o emprego, quando ainda não há um acordo europeu para fazer face ao problema. O pacote de medidas de apoio social e económico vai estar em debate no especial da RTP3 Covid-19 \ Linha Direta, hoje às 4 da tarde. O jornalista Pedro Sousa Carvalho vai estar em estúdio para ajudar a responder às perguntas dos telespetadores. Inscreva-se e participe através do número 21 794 61 19.

57:25

LIVE
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RTP Notícias A RTP Notícias agradece a sua preferência. Continue a acompanhar ao minuto todas as informações sobre o surto da Covid-19 em https://www.rtp.pt/…/covid-19-a-situacao-ao-minuto-do…
Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo
RTP.PT
Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

RTP Notícias Dados atuais DGS\Caracterização Clinica dos casos confirmados:
– Febre 51%
– Tosse 62%
– Dificuldade respiratória 19%
– Cefaleia 28%
– Dores musculares 35%
– Fraqueza generalizada 24%.

COVID19, VACINAS E TRATAMENTOS

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Com declarações da Dra. Mónica Pon, médica em Macau. 🇲🇴 🥰

Médicos focados nas pessoas. Vacina vai ter de esperar.

A China parece ter tomado a dianteira.

Já decorrem en­saios clínicos de uma vaci­na contra a COVID-19 em huma­nos.

Na Europa, a alemã CureVac fala em testes, mas só em junho ou julho.

Já a norte-americana Moderna diz estar também a testar em voluntários.

Canadá e Israel também estão na corrida à vacina.

Médicos ouvidos pelo PLATAFORMA têm esperança, mas prevêem que o caminho será longo.

Para a médica de Macau Mónica Pon, há duas “armas determinantes” na “guerra ao vírus”: tempo e cura.

“Luta-se contra o tempo na descoberta de medicação para o tratamento da COVID-19, sendo que a hidroxicloroquina (um antimaláti­co) e o Resemivir (usado no Ébola) têm-se revelado eficazes.

Ao mesmo tempo trabalha-se na investigação de uma vacina que permita imunizar o maior número de pessoas, cerceando a propa­gação a doença”, explica a especialista em Medicina Interna.

Há poucas dúvidas de que “a descoberta de uma vacina e a respetiva disponibili­dade levaria habitualmente vários anos a ser concretizada”, considerando que, apesar de “a descodificação da sequên­cia genética do SARS-COV2“ ter sido realizada com “uma celeridade sem precedentes”, os passos que se seguem “exigem tempo”, enfatiza Monica Pun.

“Pior do que um vírus mau, seria uma má vacina”, conclui em resposta ao PLA­TAFORMA.

A médica lembra que “especialistas na matéria consideraram que, na melhor das hipóteses, uma vacina só estaria pronta daqui a um ano”, lembrando que a China já iniciou “um ensaio clínico com 108 voluntários”.

“O mundo aguarda com expectativa.

As dificuldades não se esgotam na des­coberta da vacina”, avisa Mónica Pon, citando uma declaração do médico Mi­chael J Ryan da OMS:

“A acessibilidade à vacina tem que ser Universal; o mun­do não estará protegido enquanto todos não estiverem protegidos”.

Já para a médica virologista brasileira Marilda Siqueira a solução imediata passa por uma “ordem clara de reclusão social”.

A chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, lem­bra em resposta ao PLATAFORMA que na América do Sul os profissionais de saúde estão habituados a várias epide­mias:

“Não podemos comparar com o Covid-19, mas vírus como Zika e Chi­kungunya dão-nos alguns ensinamen­tos, aqui no Brasil”.

Por isso, salienta, conhece “vários co­legas que foram a Itália ajudar” porque estão “preparados para este tipo de epi­demias”.

Para a especialista, a guerra pela vacina está longe de ser a priori­dade.

“Ela vai chegar, mas até lá temos de salvar pessoas e isso passa pelo iso­lamento social.

É preciso ser claro nesta mensagem”, remata.

Já Mário Freitas, médico e delegado de saúde pública em Braga, Portugal, tem uma certeza: “Teremos muitas mais pandemias pela frente”.

Por isso, a decisão certa, agora, é “testar, testar, isolar, isolar”.

O clínico assegura ao PLATAFORMA que não espera “por notícias de vacinas”, antes focando-se naquilo que classifica como um teste “fulcral à sociedade…

É um apelo à nossa disciplina”.

Quebrar a cadeia de transmissão é “a obrigação maior de todos: pessoas, governos, pro­fissionais de saúde, cientistas…”, defende.

“Vivemos num planeta com 7,5 biliões de seres humanos e, portanto, temos 7,5 biliões de potenciais reservatórios.

Em qualquer um de nós o vírus pode fazer a mudança que o torna altamente con­tagioso -e descambar noutra pandemia”, alerta o médico, terminando com uma previsão:

“Há um mundo antes e depois do 11 de Setembro; como há um mundo antes e outro depois do Covid-19.

Não tenho qualquer dúvida nisso”.

Luís Bernardino, professor jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto, considera que “o grande progresso tecnológico cria expetativas no controlo de grandes calamidades, mas também desperta enormes ansie­dades – às vezes até atitudes e medidas ‘de pânico’ – na população e em muitos profissionais”.

“Não aceitamos tantas mortes e tomam-se medidas que vão perturbar o ritmo frenético do desenvolvimento.

Talvez seja bom…”, desabafa o médico angola­no, em declarações ao PLATAFORMA.

Bernardino admite que a preocupação é crescente.

À semelhança do restante continente africano, Angola é muito vul­nerável: “Pela fraqueza do sistema de Saúde na deteção e contenção do vírus”.

Acredita, todavia, que estes territórios sejam poupados a uma catástrofe, devido “às temperaturas nas áreas tropicais, que não são favoráveis à progressão do vírus”.

CORRIDA LANÇADA

O anúncio espalhou-se rapidamente no passado fim-de semana: investigadores liderados pela epidemiologista Chen Wei, da Academia de Ciências Médicas Militares chinesa, recebeu luz-verde para avançar com ensaios clínicos em humanos de uma vacina contra a Co­vid-19.

Wei foi a primeira a submeter-se ao teste, segundo avançou a televisão estatal CCTV.

Nas palavras da Major-general, também membro da Academia de Engenharia Chinesa, a potencial vacina foi desenvol­vida seguindo “padrões internacionais e regulamentos nacionais”, garantindo que a produção será “segura, eficaz, de qualidade controlada e em massa”.

Segundo diário britânico The Guardian há nesta altura 35 empresas e institui­ções académicas a testarem uma possí­vel vacina contra a Covid-19.

Aguardemos…até lá continuamos re­féns do vírus, de medidas de exceção, e da frente médica na luta para salvar vidas.

António Bilrero, Fernanda Mira e Gonçalo Lopes.
Plataforma Macau, 27 de Março de 2020.

https://www.plataformamacau.com/…/medicos-focados-nas-pess…/

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