viva o rsi…trabalhar não compensa

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André Silveira to Info Açores
7 mins

No país da esquerda pós geringonça isto faz sentido. O pessoal do RSI recebe mais do que estes. Recebe mais, tem casa quase de graça, tem prioridade nas creches, são a nova classe média.
Sempre fui um defensor do RSI como princípio Humano e até de progresso. O RSI melhorou a vida de centenas de milhares de Portugueses. A sua aplicação é uma vergonha nacional e enquanto existirem injustiças como a da notícia ninguém pode aceitar que esses tenham zero perda de rendimento quando outros, além de estarem a ganhar zero, ainda vão ter de pagar a SS.

Mesmo com adiamentos, pouco fica para sobreviver, queixam-se os independentes. Só quem declara mais de 2820 euros mensais recebe ajuda máxima de 438,81 euros.

suécia velhos e doentes são para descartar

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Sei que a Joana Lopes escreveu que acompanhava, com interesse, a teoria sueca sobre o não confinamento como forma de criar imunidade ao Covid 19.
Também o faço e não há momento em que não me lembre que a comunidade científica ainda não comprovou que a imunidade seja efectiva. Entretanto a Suécia reporta 16.000 casos positivos e 1930 mortos, o que é uma limpeza selectiva dos seus encargos sociais com pensões e doentes crónicos.
A lei da selva onde a economia prevalece sobre a vida e se descartam os mais frágeis.
Volto a publicar o LIVE Coronavirus Pandemic Real Time Counter, World Map para se ver a “inteligência” Sueca, Holandesa, Inglesa, Russa, Americana, Brasileira, etc. ) e aproveito para relembrar que a Suécia tem uma população semelhante à portuguesa (onde registamos 21.600 infectados e 780 mortos).
Acompanhemos. As contas só se farão no fim.

Coronavirus Live Streaming: Breaking news, world Map and live counter on confirmed cases and recovered cases. I started this live stream on Jan 26th. Many pe…

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  • Luis Novaes Tito Em comentário a este post diz a Malou Delgado Raínho:
    Um comentário do médico que está a dirigir a Urgência COVID no HSJ:
    “a imunidade de grupo não é o que pensam, e sem vacina irá seguramente demorar largos anos a ser estabelecida. Não há imunidade de grupo durante epidemias! É conhecido há anos que os coronavirus deixam pouca, e por pouco tempo, imunidade. Por isso, falar agora em imunidade de grupo é absolutamente insano e claramente uma questão política. Ora pensem lá, porque é que a Europa perdeu um terço da sua população com a peste? Onde é que estava a imunidade de grupo? Só falta dizer que ainda não tinha sido inventada…”

    Vera Tormenta SantanaVera Tormenta Santana replied

    2 replies 10h

  • Paulo Barral A Suécia já iniciou medidas relativas ao encerramento das escolas.
    • Luis Novaes Tito Paulo Barral parece tardio. Possivelmente começaram a perceber que os mais novos não morrem mas ficam com lesões para o resto da vida, o que os começa a assustar
    Write a reply…
  • Pedro Sá Eles têm muito menos casos do que nós. A questão aqui será outra. E tem a ver com aquilo que sabemos que os idosos do Norte da Europa dizem do nosso SNS, maravilhados.

    A Suécia ter menos 25% de infectados mas 3 vezes mais mortos apenas se pode explicar por a cultura deles simplesmente seja a de desistir de tratar dos mais velhos quando doentes.

    • Luis Novaes Tito Pedro Sá não sei bem se têm menos infectados do que nós ou se pura e simplesmente nem os testam. Quanto às mortes parece claro que se trata de uma limpeza. Chamam a isto civilização

Estrategizando | China aumenta contribuição para a OMSaude e isola Trump

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A China vai entregar mais 28 milhões de dólares de contribuição para a OMS perante a suspensão de pagamento dos EUA para a mesma Organização da ONU “Este

Source: Estrategizando | China aumenta contribuição para a OMSaude e isola Trump

enigma das relheiras em todo o mundo

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Mario Jorge Costa

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Rilheiras de todo o mundo:
Todas elas com milhares de anos.
Muito sementantes encontradas por Félix Rodrigues e Mario Jorge Costa Clique para ver o vídeo.

Exploration et mise en perspective de l’énigme archéologique des ornières ‘Cart Ruts’ au niveau mondial. Première partie: – Introduction au phénomène archéol…

Exploration et mise en perspective de l’énigme archéologique des ornières ‘Cart Ruts’ au niveau mondial. Première partie: – Introduction au phénomène archéol…

vem mais fome para o mundo

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As deaths caused by coronavirus around the world continue to rise, the World Food Programme (WFP) has warned that the world faces a possible “hunger pandemic” as the number of people most in need of food could almost double this year.

At the end of 2019, 135 million people were living with “acute hunger”. But with many countries around the world enforcing quarantine, that number is likely to rise to 265 million, the WFP says.

“Before the coronavirus even became an issue, I wa

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  • Jorge Máximo Heitor Even before the war in Yemen began, the country was the poorest in the Arab world.
    But since a Saudi-led coalition intervened in the conflict against Yemen’s Houthi rebels in 2015, the country’s humanitarian situation has deteriorated still further.
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  • Jorge Máximo Heitor After more than a quarter of a century of armed conflict in parts of the country, the Democratic Republic of Congo is the world’s second-largest hunger crisis, according to the WFP.
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25 abril 2012 já eu me queixava

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14.12. VIVA O 24 DE abril que este sim deveria ser feriado, não é? CRÓNICA 114 -24 abril 2012

Viva o 24 de abril que este sim deveria ser feriado, ainda não se lê nos jornais todos, mas ouve-se nas esquinas das ruas e nas mesas do café. Depois da censura económica, da autocensura e de todas as formas dissimuladas de censura, vão-se fazendo inquéritos, elege-se Salazar como a personalidade do século passado, mandam-se emigrar os jovens, promove-se o cinzentismo salazarista e tentam calar-se as vozes diferentes. Mais ano menos ano acaba-se com o feriado de 25 de abril que nada tem a ver já com o clima que se vive.

A revolução continua por fazer, a liberdade de expressão corre sérios riscos, agora que as outras liberdades se foram por causa da crise, o respeito pela diferença esbateu-se mais ainda, vamos tornar as massas ainda mais acinzentadas, uniformes e carneirenta por entre saudosismos (dantes era o sebastianismo, agora será o salazarismo salazarento.

Por entre uma telenovela, Fátima e futebol o povo nem dá conta de como o levam para novo redil. Há 38 anos deram a liberdade a Portugal e hoje no-la tiram.

Eu continuarei (quase sozinho) um homem do 25 de abril até que me calem, mas somos já muito poucos e menos ainda podem usar a voz. Hoje ainda me deixam escrever isto, mas por quanto tempo mais? Há seis anos publiquei no ChrónicAçores umas linhas em que prevenia e previa este status quo (ler crónica 87) Incrível é que após mais de cem anos dessa lição, ainda nos encontremos tão desamparados, inermes e submetidos aos caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e deixam aos cidadãos os ossos roídos e o direito ao silêncio: porque a palavra, há muito se tornou inútil!

Agora, o politicamente correto ameaça o humor. A crise fará o resto e aí – sim – estarei definitivamente calado se não morrer antes. Só tivemos 38 anos de liberdade comparados com 48 de ditadura obscurantista, mas pouco temos a celebrar neste ano de 2012 em que nos querem fazer recuar aos anos 50 ou 60 do século passado, a História em marcha à ré. Este ano vou gritar que o 25 de abril devolveu um direito fundamental: o direito à livre expressão e esse é o último que ainda posso celebrar nesta data.

“Não demorou 24 horas até o ministro ser desmentido pela realidade”

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Ao Notícias ao Minuto, o presidente do Sindicato do Ensino Superior (SNESup) deixou várias críticas às últimas declarações prestadas pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e insistiu que a resposta da tutela para as universidades e politénicos, para o regresso às aulas em maio, peca por falta de coordenação a nível nacional.

Source: “Não demorou 24 horas até o ministro ser desmentido pela realidade”

A saúde mental para lá da pandemia | Megafone | PÚBLICO

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Espera-se que a luta pela saúde mental não seja efémera e que se prolongue para lá desta pandemia. Mas esta luta tem de envolver obrigatoriamente o combate ao estigma e ser transversal a toda a sociedade, desde a nível estrutural, na educação e alte

Source: A saúde mental para lá da pandemia | Megafone | PÚBLICO