SE OS CTT FALHARAM CANCELEM A PRIVATIZAÇÃO

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“Os CTT informam que, como antecipado desde a primeira hora, não conseguiram alcançar os objetivos de qualidade de serviço definidos pela ANACOM, ainda que na sua larga maioria os resultados se aproximem ou sejam superiores a 90%”, informou a empresa numa nota enviada ao Jornal Económico.

REINO UNIDO 40 MIL MORTOS?

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This estimate, published by the Financial Times, takes into account the number of victims estimated out of hospital since the start of the pandemic.

SÁBADO: os milhões da incineração em S Miguel

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Destaque do dia!

De lembrar que a incineração tem sido, desde sempre, a solução pretendida pela AMISM / MUSAMI para o tratamento de resíduos urbanos na ilha de São Miguel. Na última década foram apresentados três projetos com capacidades distintas, o primeiro projeto previa queimar 130.000 toneladas / ano, tendo o concurso público correspondente sido anulado em 2014 por erros na sua formulação (culpa da MUSAMI). O segundo projeto com data de 2016, previa queimar 70.000 a 100.000 toneladas / ano, tendo o concurso público correspondente sido anulado pelo Tribunal Administrativo de Ponta Delgada por ilegalidades, violações e interferência do Júri do concurso (culpa da MUSAMI). O actual projeto visa a construção de uma incineradora com capacidade para queimar 56.000 toneladas / ano apesar de, na ilha Terceira, haver capacidade para recepcionar todo o refugo do pré-tratamento de resíduos da ilha de São Miguel e das restantes ilhas dos Açores. (teimosia da MUSAMI)

Todo o processo conduzido pela AMISM / MUSAMI está envolto em falsos pressupostos, ideias enganadoras, falta de evidencia e argumentação sustentada, inexistência de estudos isentos e sérios e falta de decoro na gestão do dinheiro público… O estudo de impacto ambiental que sustenta o projeto data de 2011.

O projeto da AMISM / MUSAMI viola os princípios da hierarquia da gestão de resíduos, irá inviabilizar o cumprimento das metas de reciclagem comunitárias na ilha Terceira, em São Miguel e nos Açores- O projeto vai contra os princípios fundamentais da gestão sustentável de resíduos, estabelecida em toda a legislação comunitária, nacional e regional. O projeto da AMISM / MUSAMI é uma afronta à política de sustentabilidade defendida pela Região Autónoma dos Açores e irá inviabilizar a transição para o modelo de Economia Circular defendido a nível global e amplamente financiado pela União Europeia desde 2015.

(imagem da Revista Sábado)

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Comments
  • Rui Anjos 58M para uma coisa destas nos dias de hoje é um devaneio com uma responsabilidade acrescida. Já nem interessa que se discute a sua utilidade.

     

    Rui CorreiaRui Correia replied

    3 replies 33m

  • Nuno Branco Quando vejo os 58 milhões, tudo o resto é tão, mas tão insignificante…
  • João Alberto Medeiros Para além de ter sido um processo conduzido à revelia da opinião pública, quando todos preocupados com a covid-19
    View 7 more replies
    • Nuno Barata Almeida Sousa João Alberto Medeiros e vamos ficar pior num futuro muito próximo, pois o sector económico que mais vai sofrer com a crise económica que se avizinha causada pelas medidas de contenção da crise sanitária, vai ser o pequeno comercio, restauração e bebidas, e alojamento, que eram os sectores mais autónomos da nossa parca economia “doméstica”.

Visão | Os 10 erros que o mundo não pode voltar a cometer

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Se em Março vestia a pele de um alarmista (autoritário para alguns), se pedia isso e aquilo porque não via acontecer, não foi por falta de confiança nas entidades, autoridades ou nos comandantes disto tudo, foi por constatar que estavam atrasados, desorganizados, com falta de visão e muito pouco proativos! Tivemos muito tempo para nos prepararmos. Agora, só nos resta gerir a crise, da melhor forma que conseguirmos, e já não me interessam as novelas de circunstância: quem fez isto e aquilo, quando, como, porquê, e se!? Temos de dominar a situação e estar juntos na construção de uma sociedade maior. Não compactuo com grupos de fãs porque o assunto é sério e o “exército” de heróis é enorme e não apenas um, que também falha como qualquer outro ser humano. Apesar de tudo, temos gerido esta crise pandémica relativamente bem. Independentemente das trapalhadas que por vezes parecem esconder, também há muitos casos de sucesso, solidariedade e dedicação. E se há algo que marca o nosso Povo, é a vontade de ajudar, que vai sobrevivendo a todas as diferenças individuais que se evidenciam entre nós. A República ficará na memória por nos ter negado aquilo que considero ser um direito “visceral” dos açorianos, o isolamento, tão necessário para protegermos as nossas ilhas frágeis, com alta incidência de doenças crónicas e onde o sistema de saúde trabalha ao limite e debruçado sobre a cura ao invés da prevenção. Ao lado da incapacidade, insegurança, desnorte e falta de brio de alguns, tem estado a valentia, sabedoria e dedicação de tantos outros profissionais de saúde, forças de segurança, governantes ou trabalhadores de outras áreas tão importantes neste momento avassalador. É tempo de revermos o nosso percurso com seriedade, investirmos na retoma económica possível e entrarmos numa nova realidade onde a prudência e a proteção individual deverão prevalecer. Temos de olhar para esta crise pandémica como como uma oportunidade de mudança, temos de refletir sobre o mundo que queremos daqui em diante. Temos de apostar na proteção e recuperação da biodiversidade, na melhoria da qualidade de vida, temos de mudar de paradigma no que ao consumismo e crescimento económico diz respeito. Menos posse e mais partilha, mais Humanidade. A ameaça deste e de outros vírus irá continuar. Saibamos viver com a responsabilidade e prudência que estes momentos exigem, sobretudo, tentemos não repetir os mesmos erros. Temos de ser melhores. Numa outra perspectiva, a Terra está ameaçada por um vírus chamado humanos. Neste momento, o planeta, encontra-se numa fase de tratamento, uma pausa necessária que lhe permite respirar e recuperar forças. Deixemos de ser o vírus que destrói e passemos a ser a espécie que preserva. Sejamos a CURA do nosso PLANETA! Proteja-se!

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O médico Jorge Sales Marques, que está a exercer em Macau, avisa que nos próximos anos vão surgir outros vírus e explica, uma a uma, as falhas que foram feitas nesta pandemia e que não podem voltar a repetir-se

 

O médico Jorge Sales Marques, que está a exercer em Macau, avisa que nos próximos anos vão surgir outros vírus e explica, uma a uma, as falhas que foram feitas nesta pandemia e que não podem voltar a repetir-se

situação dramática em Manaus

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CORONAVÍRUS – SITUAÇÃO DRAMÁTICA EM MANAUS

Foto – cemitério improvisado para as vítimas da pandemia

Concentrada em Manaus, a rede hospitalar do Amazonas foi a primeira do Brasil a colapsar por causa do surto de coronavírus. O estado registra a maior taxa de mortalidade do país: 45 óbitos por 1 milhão de habitantes. É quase o dobro dos segundos colocados, Pernambuco e Rio de Janeiro, com 24 por 1 milhão de pessoas. Os números são do Ministério da Saúde.

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O REGRESSO ÀS AULAS

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Lourdes Alves Moura
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Contei 40 alunos e a imagem não mostra todos. Por isso podemos estar perante uma sala de aula com cerca de 50 alunos. Logo por aqui constatamos que tal não será possível em Portugal, não só pela li…

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