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Ary Dos Santos Soneto Presente – YouTube
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NINHOS DE VÍBORAS
por Carlos Matos Gomes
Os ninhos de víboras.
Antes do 25 de Abril de 1974, o regime do Estado Novo era um ninho de víboras.
O general Kaúlza, demitido por Marcelo Caetano do comando de Moçambique, conspirava com Américo Tomaz, Presidente da República para demitir Caetano, Américo Tomaz conspirava com os ministros militares e comandante da Legião, contra Caetano e Spínola. Spínola conspirava com liberais do regime, velhos republicanos, maçons e com capitães, Costa Gomes conspirava com Spínola e os capitães, a PIDE da Guiné conspirava com Spinola, a de Angola com Costa Gomes, a de Lisboa com os dois e com os serviços secretos franceses, pelo menos. Marcelo Caetano conspirava com Santos e Castro, governador-geral de Angola para uma independência branca de Angola, e dava corda ao engenheiro Jardim para negociar em Lusaka, com Kaunda, um acordo com a Frelimo e ao mesmo tempo negociava em Londres com o PAIGC e em Pretória com os sul-africanos uma aliança política e militar – Alcora. Os capitães conspiravam entre si e com os generais Spinola e Costa Gomes, Os deputados da ANP discutiam o emparcelamento rural e o plantio da vinha, parte da Igreja Católica conspirava contra o regime e contra a parte que o apoiava. A guerra na Guiné estava à mercê dos misseis Strela do PAIGC, em Moçambique a Frelimo atacava o centro, a ligação entre Tete e a Beira, cortando o território, em Angola o comandante chefe, Luz Cunha, pedia auxílio à força Aérea da África do Sul para fazer frente a uma ameaça credível de ataque de forças convencionais do Congo e da Nigéria, o que trouxe aviões Mirage para Luanda…a capital do tal teatro onde reinava a paz e o progresso!
O regime era, desde o Verão de 1973, um ninho de víboras.
Já agora, o que oficialmente parece ainda ser um governo no Brasil está na mesma situação do Estado Novo em Lisboa há 46 anos – de cada um aos seus e de facas nos dentes, mas sem guerra, apenas punhaladas. Coisa de jagunços.

Os ninhos de víboras.
Antes do 25 de Abril de 1974, o regime do Estado Novo era um ninho de víboras.
O general Kaúlza, demitido por Marcelo Caetano do comando de Moçambique, conspirava com Américo Tomaz, Presidente da República para demitir Caetano, Américo Tomaz conspirava com os ministros militares e comandante da Legião, contra Caetano e Spínola. Spínola conspirava com liberais do regime, velhos republicanos, maçons e com capitães, Costa Gomes conspirava com Spínola e os capitães, a PIDE da Guiné conspirava com Spinola, a de Angola com Costa Gomes, a de Lisboa com os dois e com os serviços secretos franceses, pelo menos. Marcelo Caetano conspirava com Santos e Castro, governador-geral de Angola para uma independência branca de Angola, e dava corda ao engenheiro Jardim para negociar em Lusaka, com Kaunda, um acordo com a Frelimo e ao mesmo tempo negociava em Londres com o PAIGC e em Pretória com os sul-africanos uma aliança política e militar – Alcora. Os capitães conspiravam entre si e com os generais Spinola e Costa Gomes, Os deputados da ANP discutiam o emparcelamento rural e o plantio da vinha, parte da Igreja Católica conspirava contra o regime e contra a parte que o apoiava. A guerra na Guiné estava à mercê dos misseis Strela do PAIGC, em Moçambique a Frelimo atacava o centro, a ligação entre Tete e a Beira, cortando o território, em Angola o comandante chefe, Luz Cunha, pedia auxílio à força Aérea da África do Sul para fazer frente a uma ameaça credível de ataque de forças convencionais do Congo e da Nigéria, o que trouxe aviões Mirage para Luanda…a capital do tal teatro onde reinava a paz e o progresso!
O regime era, desde o Verão de 1973, um ninho de víboras.
Já agora, o que oficialmente parece ainda ser um governo no Brasil está na mesma situação do Estado Novo em Lisboa há 46 anos – de cada um aos seus e de facas nos dentes, mas sem guerra, apenas punhaladas. Coisa de jagunços.
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O número de municípios com um número de doentes infetados com o novo coronavírus acima da média nacional subiu de 34 para 47. – Coronavírus , Sábado.
Source: Covid-19: Casos em Portugal sobem de 12,8 para 21,7 por 10 mil habitantes – Ciência & Saúde – SÁBADO
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HOJE VÉSPERA DO 25 DE ABRIL
De cada vez que olho as fotos que chegam e as notícias sobre os tremores de terra à volta do Jardim do Museu Carlos Machado a minha angústia cresce. Que tristeza !
Li há pouco um artigo de opinião do Sr. Jornalista Tomás Quental que se admirava por não haver entre os jornalistas de Ponta Delgada quem questionasse o Governo Regional sobre esta infeliz obra uma vez que tem tão grande contestação.
Uma questão pertinente a que vou acrescentar mais algumas:
1ª- Quantos moradores e habitantes de P. Delgada, tiveram conhecimento deste projecto?
2ª Por que de uma forma inesperada e sem que desse tempo para pronunciar as palavras – isto o que é ? assistimos a uma quase acção terrorista, um verdadeiro e rápido ataque terrestre sobre um jardim Património da cidade?
3ª Quem explica a forma nebulosa em que este concurso foi feito e aceite?
4ª Onde estão os outros vários projectos se é que eles existem?
5ª Quem são os elementos do júri, e qual a sua competência para a decisão?
6ªSendo a obra da responsabilidade da Secretaria da Educação e Cultura, porquê esta prioridade:- destruir um Jardim Património da cidade para construir um subterrâneo para guardar o acervo do mesmo?
Qual o significado de Património ?
Qual o significado de Acervo?
7ª Por que durante 10 anos esteve o edifício principal junto ao Jardim fechado e hoje ainda não completamente operante; não foi o local escolhido para que nele devidamente modernizado se pudesse guardar o acervo do Museu evitando estes riscos para a segurança dos moradores e deixando intacto o Jardim? evitando estes supérfluos gastos que infelizmente serão suportados por nós e os nossos impostos..
8ª Porque não se canalizou parte desta verba para o restauro de outras obras (por explo O tecto da Biblioteca da Escola Secundária Antero de Quental que continua fechada com enorme prejuízo para alunos e professores) Património classificado da cidade ou entao porque de Educação se trata não apetrechar escolas com material informático tão necessário em nossos tempos
9ª Como é possível que o Governo Regional não tenha a consciência que é com estes espectáculos de desperdício, com estes desígnios de « quero posso e mando » tal como se fossem os ” Boys de Chicago” estão a dar cabo do que a minha geração trabalhou no 25 de Abril ?
10ª Será que sem uma reflexão Séria e Sóbria não estaremos a caminhar para os valores de um passado autoritário a que não queremos voltar.
11ª Será que estamos a assistir ao murchar da Democracia ?
12ª Será que vai mesmo desaparecer do nosso Vocabulário a palavra MERITOCRACIA que a meu ver não está espelhada nos responsáveis ligados a este processo da Destruicão do Jardim .
13ª Será que com exemplos como este » não ouvir o clamor dos moradores dos munícipes e dos amantes do Património da nossa terra, não estarão abertas as portas a Populismos
14ª Será que a Região Autónoma dos Açores vai ser a primeira a abandonar os valores de Abril ?
Hoje é Véspera do 25 de Abril Que valores ainda nos restam?
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Isabel Ferreira é professora de epidemiologia na Faculdade de medicina da Universidade de Wollongong, na Austrália. Em entrevista ao site da RTP, diz que é possível estimar uma data para o regresso das pessoas à vida pré-Covid com base em critérios científicos. Mas quando isso acontecer terá que ser de forma gradual e eventualmente até por regiões e setor de atividade. Sobre o uso de máscaras, Isabel Ferreira considera que “só por si” não são uma medida “suficiente”. E alerta para as comparações entre países com gráficos simplificados que são “giros”, mas que não devem ser usados para classificar a prestação nesta batalha contra a epidemia. A realidade é bem mais complexa.
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China will build more than 500,000 5G base stations this year and 198,000 have already been built as of the end of March, according to the Ministry of Industry and Information Technology (MIIT). At…
Source: China to build 500,000 5G base stations – Asia Times
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Source: 5G private licences spectrum in Europe – 5G Observatory
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ATUALIZAÇÃO
COVID-19 AÇORES
24 de abril de 2020
2º DIA CONSECUTIVO SEM CASOS POSITIVOS
138 casos confirmados desde o início do surto na Região (+ 0.00% em relação a ontem):
– 646 análises realizadas nas últimas 24 horas
+ 0 casos positivos
Totalizam-se:
– 9 óbitos (todos em SMi) | taxa de letalidade de 6.52%
– 20 recuperados (9 SMi, 6 Ter, 4 SJ, 1 Pic) | taxa de recuperação de 14.49%
Mantém-se nos 109 os casos ativos positivos na região, distribuídos da seguinte forma:
82 SMi, 5 Ter, 5 Gra, 3 SJ, 9 Pic, 5 Fai
Comunicado ASR: http://www.azores.gov.pt/…/Comunicado+da+Autoridade+de+Sa%c…
Informações atualizadas às 16 horas, em conferência de imprensa da ASR.
As medidas de prevenção e contenção da pandemia devem ser mantidas e reforçadas, sempre que possível, por cidadãos e organizações públicas, privadas e do setor social.





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Nos Açores o número de casos confirmados de Covid-19 manteve-se durante três dias consecutivos com um total acumulado de 138, tendo-se registado ontem a nona morte e um total de 20 casos recuperados. Das 646 análises realizadas, de ontem para hoje, não há nenhum caso positivo a registar, apesar disso, a letalidade está elevada (6,5%) quando comparada com a média do país (3,7%).
Hoje no país o número de mortes atingiu um total de 854 óbitos, mais 34 óbitos a acrescer aos de ontem, num número superior ao esperado. São mais dez casos do que o esperado se atendermos à tendência dos últimos dias, mas mantem-se a taxa de letalidade por Covid-19 nos 3,7%.
No que se refere ao número de infectados (hoje mais 444 casos), o número também sobe em relação a ontem (mais 19,7%) no mesmo sentido que a mortalidade. A subida no total acumulado é pequena, representando apenas 1,95%. Nesta semana os valores diários têm estado a oscilar constantemente acima e abaixo dos verificados nos dias anteriores. Isso pode dever-se à baixa velocidade de crescimento da infeção neste momento.
Relativamente aos valores esperados, o número de infectados desvia-se para menos 100 casos no modelo que tenho produzido e para menos 77 casos no modelo Gompertz do Professor Joao Cabral. O modelo Gomperz apresenta-se mais robusto do que o modelo logístico adaptado às novas tendências, o que significa que ainda não atingimos o patamar de estabilidade que se apregoa. De qualquer forma, continuamos a evitar infeção com o confinamento social.
Da China chegam-nos notícias (Observador) de haver doentes, que depois de terem sido dados como curados — com testes negativos — voltam a testar positivo, alguns até 70 dias depois desses resultados negativos. Continuam sem sintomas, e sem que haja registo de que tenham infetado outras pessoas.
Na Coreia do Sul também nos chegam relatos de que cerca de mil pessoas testaram positivo durante quatro ou mais semanas após a cura, e relato semelhante é produzido por médicos italianos.
Isso significa pelo menos três coisas:
a) Ainda não conseguimos perceber o comportamento do vírus ou os efeitos da doença;
b) O vírus sofre mutações tão rápidas que os anticorpos produzidos pela infeção da primeira estirpe não detectam a “camuflagem das próximas estirpes”, ou;
c) Há substâncias que se produzem e mantêm no organismo de doentes, que interferem com os reagentes do teste (solução tampão, os catiões bipositivos ou monopositivos).
Sem se perceber se os doentes que voltam a testar positivo são ou não capazes de contagiar outras pessoas, é precipitado andarmos a conjeturar acerca de novas vagas de infecção. O problema é sério para que não se investigue isso profundamente.
Por outro lado, são já recorrentes as infeções de gatos e felinos (tigres) por SARS-CoV-2. Não nos passe sequer pela cabeça começar abandonar esses animais ou a entregá-los aos municípios, pois isso equivale-se a não cumprir quarentena. Tentem evitar que os vossos gatos saiam à rua sem qualquer controle.
O número de casos de infecção a nível mundial continua a subir exponencialmente, e os dados das 12:50H (hora dos Açores) de hoje (24/4/2020) revelam que os Estados Unidos lideram dramaticamente a tabela dos países mais infectados do mundo.
A letalidade mundial situa-se nos 7%.
Aparece mais um estudo norte-americano que indica que o calor pode enfraquecer o vírus. Esperamos que não seja dos mesmos autores ou hipotéticos autores que aconselharam, ou não, o presidente Trump a querer injetar lixívia nos pacientes de Covid-19.
