coreia do norte a saúde de Kim em estado vegetativo

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North Korean dictator Kim Jong Un is in a “vegetative state” after he underwent heart surgery earlier this month, a Japanese magazine says.
The weekly Shukan Gendai reported Friday that a Chinese medic sent to North Korea as part of a team to treat Kim believed a delay in a simple procedure left the leader severely ill, Reuters reported.
North Korean media hasn’t mentioned Kim’s health or whereabouts, even though reports by other media have sparked international speculation about his well-being.

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  • Normano Gonçalves Costuma dizer-se que não há fumo sem fogo, mas no caso das notícias sobre a Coreia isso acontece com frequeência..

açores + 2 recuperados

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ATUALIZAÇÃO
COVID-19 AÇORES
25 de abril de 2020

2 RECUPERADOS E 3º DIA CONSECUTIVO SEM CASOS POSITIVOS

138 casos confirmados desde o início do surto na Região (+ 0.00% em relação a ontem):

– 228 análises realizadas nas últimas 24 horas
+ 0 casos positivos
+ 2 recuperados (homem de 64 anos de São Miguel e mulher de 50 anos da Terceira

Totalizam-se:
– 9 óbitos (todos em SMi) | taxa de letalidade de 6.52%
– 27 recuperados (15 SMi, 7 Ter, 4 SJ, 1 Pic) | taxa de recuperação de 19.57%

Desce para 102 os casos ativos positivos na região, distribuídos da seguinte forma:
76 SMi, 4 Ter, 5 Gra, 3 SJ, 9 Pic, 5 Fai

Comunicado ASR: http://www.azores.gov.pt/…/Comunicado+da+Autoridade+de+Sa%c…

Informações atualizadas às 16 horas, em conferência de imprensa da ASR.

As medidas de prevenção e contenção da pandemia devem ser mantidas e reforçadas, sempre que possível, por cidadãos e organizações públicas, privadas e do setor social.

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ISABEL REI, GUITARRA DA GALIZA E O 25 ABRIL

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Isabel Rei Samartim
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Para celebrarmos o #25deabrilsempre. #Coronavídeo8 A chamada de manhã fazia-se antigamente ao convocar as pessoas para algum trabalho coletivo. O nosso trabalho coletivo hoje pode ser passar um dia de confinamento na consciência da nossa cultura que quebra fronteiras estatais e mentais.

A família Valladares entesourou um fundo de partituras e instrumentos musicais desde os finais do s. XVIII e ao longo do XIX. Perto de 700 obras para diferentes instrumentos, das quais 130 são

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A família Valladares entesourou um fundo de partituras e instrumentos musicais desde os finais do s. XVIII e ao longo do XIX. Perto de 700 obras para diferentes…

IGREJA SARL? OU COMPANHIA LDA? VAI DESPEDIR…

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E quando julgamos que já tinhamos visto e lido tudo …aqui fica esta…🙏🙏🙏🙏🙏😂

Com as igrejas fechadas há mais de um mês e com as celebrações comunitárias suspensas, a Diocese de Angra decidiu avançar com um processo inédito de lay-off, que irá abranger funcionários paroquiais de praticamente todas as ilhas e até alguns padres que dependam exclusivamente dos rendimen…

ACORIANOORIENTAL.PT
Com as igrejas fechadas há mais de um mês e com as celebrações comunitárias suspensas, a Diocese de Angra decidiu avançar com um processo inédito de lay-off, que irá abranger funcionários paroquiais de praticamente todas as ilhas e até alguns padres que dependam exclusivamente dos rendimen…
Com as igrejas fechadas há mais de um mês e com as celebrações comunitárias suspensas, a Diocese de Angra decidiu avançar com um processo inédito de lay-off, que irá abranger funcionários paroquiais de praticamente todas as ilhas e até alguns padres que dependam exclusivamente dos rendimen…

Um sinal negativo nas mortes Leonel Morgado

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Leonel Morgado

Um sinal negativo nas mortes. Para quem o escutar.

Já é tarde, mas vim dar a atualização dos meus gráficos.
Como se previa, foi a previsão otimista que teve de mudar (sigmóide simétrica, verde). Está tudo em linha com o crescimento atenuado da sigmóide assimétrica, azul. Mantém-se o ritmo de decréscimo lento em tudo… menos nas mortes.
As mortes deviam estar a ficar abaixo da sigmóide assimétrica delas (amarelo torrado). Até porque não a refiz há dias, como com a de casos. Ou seja, ainda reflete o ritmo de há 12 dias. Mas passada uma semana, seria de esperar que as mortes estivessem a seguir o ritmo dos casos. Que abrandassem em relação ao ritmo a que estavam. Não é isso que está a acontecer. Estão há 12 dias a afastar-se desse ritmo… para mais rápido. A taxa de mortalidade então estava nos 3%. Nunca deixou de aumentar. 3-3,2-3,2-3,3-3,3-3,5-3,5-3,5-3,5-3,6-3,6…;Agora está nos 3,7.
O destino de casos não mudou. Está estável. Espero que o aumento da nossa atividade na rua (é a olhos vistos!) seja compensado pelo aumento do uso de máscaras (é a olhos vistos!).
Mas a que se deve o aumento da taxa de mortalidade, quando as camas em cuidados intensivo diminuem? Mortes fora dos hospitais? Alguém sabe?

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    • Leonel Morgado Joana Canhoto Brás sim, mas porquê agora. Como indiquei acima ao Ricardo Bento: “Foi o que pensei. Mas mudou o padrão de % de mortes em lares nos últimos 12 dias? Ou passaram a testar esses óbitos e antes não eram testados para COVID-19 na autópsia? Realmente temos mais 600-700 mortes por explicar, bem acima da média do mês, entre março e início de abril, além das do COVID-19 oficiais.”
  • Alexandra Gomes Guedes Também aposto nos lares.
    • Leonel Morgado Alexandra Gomes Guedes mas o que mudou nos lares nos últimos 12 dias. Ou nas últimas três semanas, para se considerar o tempo de surgimento de sintomas? Morreram mais ou passaram a testar os óbitos nos lares?
    • Alexandra Gomes Guedes Leonel Morgado tenho uma tia avó que faleceu recentemente num lar e penso que, como assumiram que era não-COVID, não testaram. Confesso que não te sei responder… Acho que vamos ter de aguardar mais uns dias para se perceber melhor a causa. Eu volto ao trabalho em Maio. Talvez aí consiga perceber melhor o que se passa, já que vou voltar para o centro da ação (tenho o gabinete de crise regional ao lado do meu).
    • Leonel Morgado Alexandra Gomes Guedes sentimentos e boa sorte! Este tipo de pormenores são muito significativos.
    Write a reply…
  • Paula Catarino Muito obrigada pelas tuas análises.
tS12 pgonhrafasorensada

Já é tarde, mas vim dar a atualização dos meus gráficos.
Como se previa, foi a previsão otimista que teve de mudar (sigmóide simétrica, verde). Está tudo em linha com o crescimento atenuado da sigmóide assimétrica, azul. Mantém-se o ritmo de decréscimo lento em tudo… menos nas mortes.
As mortes deviam estar a ficar abaixo da sigmóide assimétrica delas (amarelo torrado). Até porque não a refiz há dias, como com a de casos. Ou seja, ainda reflete o ritmo de há 12 dias. Mas passada uma semana, seria de esperar que as mortes estivessem a seguir o ritmo dos casos. Que abrandassem em relação ao ritmo a que estavam. Não é isso que está a acontecer. Estão há 12 dias a afastar-se desse ritmo… para mais rápido. A taxa de mortalidade então estava nos 3%. Nunca deixou de aumentar. 3-3,2-3,2-3,3-3,3-3,5-3,5-3,5-3,5-3,6-3,6…;Agora está nos 3,7.
O destino de casos não mudou. Está estável. Espero que o aumento da nossa atividade na rua (é a olhos vistos!) seja compensado pelo aumento do uso de máscaras (é a olhos vistos!).
Mas a que se deve o aumento da taxa de mortalidade, quando as camas em cuidados intensivo diminuem? Mortes fora dos hospitais? Alguém sabe?

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Um sinal negativo nas mortes. Para quem
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    • Leonel Morgado Joana Canhoto Brás sim, mas porquê agora. Como indiquei acima ao Ricardo Bento: “Foi o que pensei. Mas mudou o padrão de % de mortes em lares nos últimos 12 dias? Ou passaram a testar esses óbitos e antes não eram testados para COVID-19 na autópsia? Realmente temos mais 600-700 mortes por explicar, bem acima da média do mês, entre março e início de abril, além das do COVID-19 oficiais.”
  • Alexandra Gomes Guedes Também aposto nos lares.
    • Leonel Morgado Alexandra Gomes Guedes mas o que mudou nos lares nos últimos 12 dias. Ou nas últimas três semanas, para se considerar o tempo de surgimento de sintomas? Morreram mais ou passaram a testar os óbitos nos lares?
    • Alexandra Gomes Guedes Leonel Morgado tenho uma tia avó que faleceu recentemente num lar e penso que, como assumiram que era não-COVID, não testaram. Confesso que não te sei responder… Acho que vamos ter de aguardar mais uns dias para se perceber melhor a causa. Eu volto ao trabalho em Maio. Talvez aí consiga perceber melhor o que se passa, já que vou voltar para o centro da ação (tenho o gabinete de crise regional ao lado do meu).
    • Leonel Morgado Alexandra Gomes Guedes sentimentos e boa sorte! Este tipo de pormenores são muito significativos.
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  • Paula Catarino Muito obrigada pelas tuas análises.

Descoberta no Vale do Côa uma das maiores figuras de arte rupestre do mundo – Renascença

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Painel gravado tem mais de seis metros. Foram descobertas várias figuras com destaque para um grande auroque (boi selvagem), com mais de 3,5 metros de comprimento. De acordo com a Fundação Côa Parque, trata-se da maior figura da arte do Vale do Côa e da toda a Península Ibérica e uma das maiores do mundo, apenas comparável com os auroques da gruta de Lascaux.

Source: Descoberta no Vale do Côa uma das maiores figuras de arte rupestre do mundo – Renascença

António Justo 25 DE ABRIL “A BEM DA NAÇÃO”

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25 DE ABRIL “A BEM DA NAÇÃO”

Viva tudo e todos e os outros 25 também

António Justo

A revolução de abril tem sido uma História mal contada (1). A celebração não é para consagrar nenhum enterro, sirva ele a quem servir, nem tão pouco para oferecer novos coveiros ou mesmo consagrar um novo sacerdócio por muito bem aparamentado que esteja em torno da mesa do Estado e com o novo ritual do pensamento politicamente correto.

Se há algo a enterrar é a prepotência e o poder totalitário antigo e novo, direito e torto, independentemente de se tratar da ditadura de uma minoria ou de uma ditadura de maioria por mais louvada que esta seja pela piedosa vontade de votantes. Já seria chegada a hora de abandonarmos aquela pieguice lusa bem cuidada pelos homens do avental na república ou pelos nobres da corte real. Nem a aventura fanática nem as aspersões da água benta do poder político nos tiram da posição económica em que nos encontramos no mercado do Euro. Se a nossa elite portuguesa passasse a ser menos ideológica e mais pragmática; se fomentasse o respeito pelo trabalho, por patrões, trabalhadores e empregados certamente que hoje poderíamos ser um país ao nível da Suiça ou de países nórdicos e não na cauda da Europa, economicamente, tal como o éramos no tempo de Salazar. A sangria a que assistimos dos nossos emigrantes para o Estrangeiro no velho e no novo regime continuam a ser um testemunho da nossa ineficiência política a nível de produção e distribuição de riqueza. Defender um regime ou outro torna-se comprometedor. O que importa superar são os erros de um e do outro.

Heróis do povo são os que se sacrificam ou são sacrificados por defenderem os direitos humanos. Vítimas há-as nos dois regimes! Os lutadores por poderes não merecem tal epíteto porque o poder ou se constrói à custa do povo ou à custa do mais fraco. A revolução tem estado para os aquistastes do poder político como o capital para os capitalistas. Tudo passa a ser simbólico/metafórico e como tal só a ser percebido por iniciados, os tais que o poder cultiva. Não seria útil para o povo continuar a apostar tudo em orgasmos do momento sejam eles sexuais ou intelectuais.

Um testemunho do tempo

Nós os mais velhos fomos os construtores da sociedade portuguesa de hoje. Fomos nós que assistimos ao regime de Salazar e que ajudamos a construir a democracia em via; sentíamos correr em nossas veias aquela esperança que tanto num regime como no outro corria nas veias de um Francisco Sã Carneiro e noutros do género.

Sentimo-nos todos empenhados em desenvolver um “25” de Abril digno e temos a vantagem de não necessitarmos de amarrar a História de Portugal a uma só época, nem tão pouco de nos fixarmos num ou noutro regime, num ou noutro período, como pretendem alguns dançarinos do poder; sim, até porque na realidade, assistimos ao bem e ao mal de um e do outro regime político, o que nos poderá possibilitar maior capacidade de discernimento e a certeza de que não há carne sem espinhas! Como tais somos livres e reconhecemos com tolerância que haverá espaço para todos; espaço também para amigos e adversários, para o povo rogado a festejar e para os festejados ou que se festejam! Também em democracia isto é natural pois também ela usa e abusa do palco e já a existência deste pressupõe teatro para a assistência, como a história confirma na sua constante existencial dos de baixo e dos de cima!

Estou convencido que tal como se não pode justificar o regime de abril atirando pedras contra a bandeira do Estado Novo também não se constrói a democracia atual atirando pedras contra a bandeira que a revolução foi possibilitando. Uma coisa boa, no sentido da poesia, seria juntarmos as pedras de um lado e do outro e com elas construirmos o prédio da democracia. Condição para isso seria considerarmo-nos povo!

Uma coisa de que poderemos estar certos é que a qualidade de vida que temos hoje não é tão reluzente como parece. Uma coisa é certa: em toda a Europa, a geração dos nossos filhos não tem o futuro que nós temos e terá mais dificuldades que nós tivemos em organizar e administrar a sua vida; se o nosso futuro era esperançoso, o que lhe deixaremos já se encontra empenhado.

Seria arriscado partir-se do princípio que tudo o que a História Portuguesa teve de bom, depois da demissão do Governo de Marcelo Caetano, se deve ao 25 ou a um grupo político; isto pressuporia partir-se do princípio que o desenvolvimento da História de Portugal e da Europa tivesse acabado em Marcelo Caetano e apenas começado com o golpe de Estado do 25 de Abril; uma tal argumentação em via na sociedade portuguesa, só poderia ter como fim estupidificar o povo português, como se a revolução de Abril não tivesse sido o fruto do desenrolar de todo um processo de desenvolvimento de todas as forças vivas de Portugal e das influências da Europa, entre elas o Concílio Vaticano II, a revolução cultural 68 (que a nossa geração seguiu com tanto entusiasmo!) e de forma especial também os interesses estratégicos ideológicos e económicas de forças internacionais nas colónias portuguesas.

Os heróis de um regime não são os que levantam a bandeira nem os que a calcam aos pés! Herói é o povo que tudo suporta com o seu trabalho humildade e sofrimento; aquele que deste modo tem possibilitado a vanglória e o triunfo dos que se encontram na ribalta da sociedade. Se neste momento de pandemia há algo a celebrar seria o povo que possibilita aos dançarinos do poder o palco das suas costas!

Por mal dos nossos pecados, hoje como ontem eles fazem tudo “a bem da nação”!

Liberdade e Responsabilidade Sim, mas só 25 de Abril Não

O 25 de abril de 74 queria instituir um regime ditatorial socialista em Portugal: um regime do tipo da União Soviética com a força militar como íman e doutrinador do sistema político e do povo, pretendendo a nacionalização (PREC) dos bens de produção. O 25 de Novembro de 75 possibilitou o regime democrático pluripartidário que temos e uma economia não coletivista!

Sob o conceito 25 de abril e sua comemoração juntam-se posições contraditórias e interesses que não morreram com o PREC. Ativistas políticos não estão interessados em explicar o verdadeiro significado do 25 de Abril para assim manterem o povo num engodo de palavras que se querem confusas escondendo sob o seu manto estratégias duvidosas.

Quem fala do 25 de abril que tinha como programa a instauração da ditadura socialista sem falar da evolução política até ao 25 de novembro certamente faz uso dos palcos do Estado para a defesa de uma ditadura que com eufemismos poderão querer encobrir. Daí a necessidade de diferenciação!

Uma análise independente da História da “revolução dos cravos vermelhos” em Portugal um dia mostrará como os beneficiados do regime conseguem manipular o povo através do equívoco! A encenação de personalidades de abril que tinham a intenção de implantar a ditadura comunista em Portugal tira muita da inocência à celebração. Muitos deles, que se infiltraram em muitas instituições do Estado e de organismos civis, pretendem celebrar um outro abril que não o democrático! Daí a sua insistência em colocá-lo sobre tudo e sobre todos nesta época de pandemia deixam de lado o bom senso comum. Com os seus festejos vão mantendo no inconsciente do povo o seu verdadeiro intento revolucionário. O povo parece andar equivocado ao querer festejar o seu abril quando muitos da festa querem implantar um outro (não notaram ainda que muitos dos beneficiados do sistema partem do princípio que o festejo pertence à esquerda)!

O 25 de Abril de 1974 foi democratizado pela sociedade portuguesa no 25 de novembro de 1975.

Se é verdade que o 25 Abril de 74 deu início ao processo da democratização, também é preciso não esquecer que ele pretendia instaurar uma ditadura comunista em Portugal; o 25 de novembro possibilitou uma democracia do tipo ocidental (democracia pluripartidária).

Por vezes tem-se a impressão que em tempo de Coronavírus 19 o que estará no programa será a China!

Em tempos de pandemia viral e ideológica, haverá que prestar atenção às nossas certezas e aos créditos que elas nos querem garantir! Isto porque aquela parte da razão que as fundamenta só é possível devido à parte do conhecimento que temos e à outra parte que é o desconhecimento que nos domina; a não ser que seja de interesse servir o preconceito. Assim, uma atitude de honestidade sobre certezas lógicas ou percetuais terá de ser sempre acompanhada pela dúvida (humildade intelectual!). Isso tornará o brilho da festa mais repartido, menos partidarizado e mais democrático (2).

© António da Cunha Duarte Justo

Notas In Pegadas do Tempo, 25.04.2020, https://antonio-justo.eu/?p=5840

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Enviado por: antoniocunhajusto@googlemail.com

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NINHOS DE VÍBORAS por Carlos Matos Gomes

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NINHOS DE VÍBORAS
por Carlos Matos Gomes

Os ninhos de víboras.
Antes do 25 de Abril de 1974, o regime do Estado Novo era um ninho de víboras.
O general Kaúlza, demitido por Marcelo Caetano do comando de Moçambique, conspirava com Américo Tomaz, Presidente da República para demitir Caetano, Américo Tomaz conspirava com os ministros militares e comandante da Legião, contra Caetano e Spínola. Spínola conspirava com liberais do regime, velhos republicanos, maçons e com capitães, Costa Gomes conspirava com Spínola e os capitães, a PIDE da Guiné conspirava com Spinola, a de Angola com Costa Gomes, a de Lisboa com os dois e com os serviços secretos franceses, pelo menos. Marcelo Caetano conspirava com Santos e Castro, governador-geral de Angola para uma independência branca de Angola, e dava corda ao engenheiro Jardim para negociar em Lusaka, com Kaunda, um acordo com a Frelimo e ao mesmo tempo negociava em Londres com o PAIGC e em Pretória com os sul-africanos uma aliança política e militar – Alcora. Os capitães conspiravam entre si e com os generais Spinola e Costa Gomes, Os deputados da ANP discutiam o emparcelamento rural e o plantio da vinha, parte da Igreja Católica conspirava contra o regime e contra a parte que o apoiava. A guerra na Guiné estava à mercê dos misseis Strela do PAIGC, em Moçambique a Frelimo atacava o centro, a ligação entre Tete e a Beira, cortando o território, em Angola o comandante chefe, Luz Cunha, pedia auxílio à força Aérea da África do Sul para fazer frente a uma ameaça credível de ataque de forças convencionais do Congo e da Nigéria, o que trouxe aviões Mirage para Luanda…a capital do tal teatro onde reinava a paz e o progresso!
O regime era, desde o Verão de 1973, um ninho de víboras.

Já agora, o que oficialmente parece ainda ser um governo no Brasil está na mesma situação do Estado Novo em Lisboa há 46 anos – de cada um aos seus e de facas nos dentes, mas sem guerra, apenas punhaladas. Coisa de jagunços.

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Os ninhos de víboras.
Antes do 25 de Abril de 1974, o regime do Estado Novo era um ninho de víboras.
O general Kaúlza, demitido por Marcelo Caetano do comando de Moçambique, conspirava com Américo Tomaz, Presidente da República para demitir Caetano, Américo Tomaz conspirava com os ministros militares e comandante da Legião, contra Caetano e Spínola. Spínola conspirava com liberais do regime, velhos republicanos, maçons e com capitães, Costa Gomes conspirava com Spínola e os capitães, a PIDE da Guiné conspirava com Spinola, a de Angola com Costa Gomes, a de Lisboa com os dois e com os serviços secretos franceses, pelo menos. Marcelo Caetano conspirava com Santos e Castro, governador-geral de Angola para uma independência branca de Angola, e dava corda ao engenheiro Jardim para negociar em Lusaka, com Kaunda, um acordo com a Frelimo e ao mesmo tempo negociava em Londres com o PAIGC e em Pretória com os sul-africanos uma aliança política e militar – Alcora. Os capitães conspiravam entre si e com os generais Spinola e Costa Gomes, Os deputados da ANP discutiam o emparcelamento rural e o plantio da vinha, parte da Igreja Católica conspirava contra o regime e contra a parte que o apoiava. A guerra na Guiné estava à mercê dos misseis Strela do PAIGC, em Moçambique a Frelimo atacava o centro, a ligação entre Tete e a Beira, cortando o território, em Angola o comandante chefe, Luz Cunha, pedia auxílio à força Aérea da África do Sul para fazer frente a uma ameaça credível de ataque de forças convencionais do Congo e da Nigéria, o que trouxe aviões Mirage para Luanda…a capital do tal teatro onde reinava a paz e o progresso!
O regime era, desde o Verão de 1973, um ninho de víboras.

Já agora, o que oficialmente parece ainda ser um governo no Brasil está na mesma situação do Estado Novo em Lisboa há 46 anos – de cada um aos seus e de facas nos dentes, mas sem guerra, apenas punhaladas. Coisa de jagunços.
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