The end of exponential growth: The decline in the spread of coronavirus | The Times of Israel

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A similar pattern – rapid increase in infections to a peak in the sixth week, and decline from the eighth week – is common everywhere, regardless of response policies

Source: The end of exponential growth: The decline in the spread of coronavirus | The Times of Israel

A EUROPA, Pedro Santos Guerreiro

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O QUE SOMOS E O QUE QUEREMOS DA EUROPA?
í é ã ?
Pedro Santos Guerreiro
Expresso, 25.04.2020
Nem mais nem menos Europa, nem ruturas nem renascimentos — a Europa desenha a resposta à pandemia para continuar a ser o que é. Não parecemos muito incomodados, no fundo queremos mesmo é mais dinheiro, nesta fantasia também portuguesa de que a UE é “o dinheiro de Bruxelas” em vez de um projeto político. Estamos bem um para os outros: mal uns com os outros.
A resposta da UE está a ser o que aqui supus há três semanas, com o otimismo de quem anseia alívio e sem a euforia de quem espera transformação: vamos salvar-nos da crise com medidas complexas que assim enganem as opiniões públicas quanto ao que verdadeiramente são e quanto à pulsão nacional de chamar vitórias ao que não são derrotas.
De zero a cinco, em que zero seria cada um por si e a destruição da União e cinco os eurobonds e a refundação da Europa, a resposta está hoje entre o 2 e 4: o estaleiro naval irá construir o maior cargueiro de sempre para biliões de euros, que mais não é do que a emissão conjunta de dívida que se reclamava mas como tal não é nomeada. Falta decidir o tamanho da carga, o custo de transporte, a rota, a duração da viagem. Mas o mais importante é se os Estados terão acesso a dinheiro sob a forma de empréstimos (mais baratos do que em mercado mas sobrecarregando a dívida pública), se como subvenções (a fundo perdido), ou se com as duas componentes (como parece provável).
Já temos mutualização do risco, portanto. Agora decide-se quem paga. Só que toda esta conversa sobre dinheiro ignora o mais importante, as opções políticas que lhe subjazem. Cuidado com o que desejas: queríamos eurobonds, por exemplo, sem perceber que isso implicaria na prática que a Alemanha assumisse o controlo da UE. Queremos subvenções em vez de empréstimos, e portanto um orçamento europeu maior do que este mindinho do pé, sem exigir que isso se transforme numa oportunidade para políticas económicas abrangentes e para impostos mais justos sobre grandes empresas, multinacionais, indústrias poluentes ou grandes fortunas que hoje se evadem facilmente para paraísos fiscais ou praças financeiras “ótimas” dentro da própria UE, na Holanda ou no Luxemburgo.
A Europa vai sobreviver à crise económica com uma “resposta conjunta”, com suporte no BCE, medidas do Eurogrupo (Mário Centeno teve uma vitória esta semana com a aprovação do seu plano), com reequilíbrios políticos (não é indiferente o Reino Unido estar agora de fora, assim deixando a Alemanha sem aliado poderoso contra a pressão da França, Itália e Espanha) e tratando os eleitores nacionais como tolos.
O que incomoda é continuarmos a pensar a UE como se fosse apenas a UEM, moeda comum em vez de política franca, como se ser europeu fosse disputar milhões e quinhões, desde que enviem envelopes nós construiremos e destruiremos as estratégias que o seu fastio decidir.
No poema ‘Morte ao Meio Dia’, sobre o português que “vende a vida e verga sob a enxada”, Ruy Belo conclui que “o meu país é o que o mar não quer”. Cinquenta anos depois desse poema em ditadura, pergunto-me perguntando-lhe se nesta vida à meia-noite somos o país que arrendou o desenho de futuro à UE sem sequer o influenciarmos ou nos encontrarmos nele, sem reivindicar mais do que dinheiro, sem oferecer menos do que a decisão do que seremos.
Somos melhores como povo do que fortes como sociedade. E a política, que é só todo o futuro, afadigou-se em ser suserana boa aluna da lição apressada que nem nos querem empenhadamente dar. Pergunto-me perguntando-lhe, pois, se o seu país é o que a Europa quer — ou pior, se o seu país é o que a Europa não quer.

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VAI DISPARAR A VENDA DE SEPARADORES ACRÍLICOS

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Rosely Forganes
46 mins

Libération

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As the lockdown is just starting to relax in Spain, entrepreneurs are entering the business of transparent walls to separate customers and cameras that detect their fever.

Alors que le confinement commence à peine à s’assouplir dans la péninsule, des entrepreneurs se lancent dans le business des parois transparents pour séparer les clien…

Paris : ils s’auto-déconfinent au son de Dalida – Le Parisien

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https://www.youtube.com/watch?v=wN7Pts3zTig

Scène surréaliste ce samedi soir à Montmartre (18e) : une trentaine de personnes se sont déhanchées au son de « Laissez-moi danser » de Dali

Source: Paris : ils s’auto-déconfinent au son de Dalida – Le Parisien

COREIA DO N. irmã de Kim dioz que vai assumir o poder

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“Supreme Leader Kim Jong Un died today (saturday) of complications from heart surgery that lead to cardiac arrest. Effective at 12:00 PM today I will assume the office of Supreme Leader and Chairman of the Workers’ Party of Korea”. Tweet colocado em nome de Kim Yo-jong. Uma verdade ou uma campanha de desinformação? Fake news?

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O SOBRINHO DE KIM COM NACIONALIDADE PORTUGUESA

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Kim Han-sol, de 24 anos, sobrinho e um dos putativos herdeiros de Kim Jong-un, tem nacionalidade norte-coreana e portuguesa. Estudou em Macau, Mostar (Bósnia) e Le Havre (França).

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Jorge Máximo Heitor Seu pai, Kim Jong-nam, morreu há três anos na Malásia, depois de um ataque no aeroporto. Era o filho mais velho de Kim Jong-il.
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TAP SALVA PELA R P CHINA

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Não queremos?
Aqui talvez não fosse má ideia refletir.

Superpacote de apoio ao sector da aviação poderá chegar a valores perto dos €1000 milhões. Mais de 100 mil postos de trabalho sob pressão

25 ABRIL, DO EFÉMERO E DO PERENE…

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DO EFÉMERO E DO PERENE…

O efémero vírus SARS Cov2 já anda por cá desde inícios de março e parece que irá ficar, pelo menos, mais um ano a infetar muita gente…

O efémero SARS Cov2 já matou mais de 200 mil pessoas em todo mundo.

O efémero SARS Cov2 já matou 903 portugueses.

O efémero SARS Cov2 obriga a um confinamento social de cidadãos em todo o mundo sem precedentes.

O efémero SARS Cov2 leva ao confinamento de todos os portugueses.

O efémero SARS Cov2 já redundou em cerca cerca de 83 mil empresas portuguesas em escassos 2 meses.

O efémero SARS Cov2 tira mais dois pontos no PIB português por cada mês de bloqueio.

O efémero SARS Cov2 já levou a uma contração brutal da Economia portuguesa.

O efémero SARS Cov2 já redundou numa subida de desemprego para os 10,4%.

O efémero SARS Cov19 já obrigou o Governo português a gastar mais de 10 milhões de euros a combatê-lo.

Na verdade a perenidade do 25 de Abril está no investimento no SNS (o sucessivo desinvestimento de que tem vindo a ser alvo tenderá a transformá-lo numa resposta circunscrita a pobrezinhos e indigentes).

A perenidade do 25 de Abril está em melhorar as condições da Escola Pública, onde os professores são maltratados, onde não há meios digitais acessíveis a todos os alunos e onde se passa um frio de rachar que dificulta todo o processo de ensino/aprendizagem.

A perenidade do 25 de Abril está na sustentabilidade do sistema de Segurança Social, cujos meios têm vindo a ser desbaratados por má gestão política do erário público.

A perenidade do 25 de Abril passa por um combate sem tréguas à corrupção.

A perenidade do 25 de Abril passa por uma Justiça célere e justa, que seja tão forte com os fracos como com os fortes.

Na verdade, a perenidade do 25 de Abril não tem nada a ver com os efémeros discursos anuais estafados dos políticos de sempre na AR.

A perenidade do 25 de Abril está na criatividade e na capacidade de este país se reinventar perante os desafios do presente e as exigências do futuro.

Já Torga se insurgia contra uma certa forma de fazer política ao sabor dos humores pessoais e coletivos:

“Bem quero, mas não consigo alhear-me da comédia democrática que substituiu a tragédia autocrática no palco do país. Só nós! Dá vontade de chorar, ver tanta irreflexão. Não aprendemos nenhuma lição política, por mais eloquente que seja. Cinquenta anos a suspirar sem glória pelo fim de um jugo humilhante, e quando temos a oportunidade de ser verdadeiramente livres escravizamo-nos às nossas obsessões. Ninguém aqui entende outra voz que não seja a dos seus humores.”

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