ano zero da nova era

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O grito de Munch
Quando é que as pessoas se convencem de que todo um tempo acabou e que estamos a começar uma NOVA ERA? Que este é o ANO I da era C., não de Cristo, mas de Covid-19? 2019 foi o ANO ZERO, só revelado a alguns, na China, em Novembro-Dezembro. Vamos a meio do ano I. 2018 foi o ano I a.C.
O mundo mental, como o conhecemos, acabou. Ainda sobrevive, em estertor, a soberba, a jactância, a crença em que o dinheiro tudo compra; e que tudo voltará a ser como era, desde as unhas pintadas ao futebol de massas, desde as velhas máfias aos jovens jagunços em formação partidária, desde a caridadezinha às poderosas Igrejas, desde a estupidez de governos à cegueira dos eleitores onde eleições se fazem.
O que vai sobrar, para além da aflição de todos os que agora se atropelam no afã de preciosíssimas migalhas? O que será de nós, passarinhos em deserto, sedentos e tremendamente sós em bandos esfomeados que se desconhecem uns aos outros?
Uns dizem que é verdade, que o Corona Vírus mata milhões, democraticamente, sem respeito por ninguém a não ser, até nova ordem, pelas criancinhas. Valha-nos isso. Outros dizem que não é mais que uma ficção ou que é coisa de nada, que anda todo o mundo enganado, isto passa como passam as pestes, as cóleras, as ébolas, as SIDAS, as sífilis, os sarampos e as comichões.
ISTO PASSA? O mundo paralisado… as pessoas mais do que confinadas, que pura e simplesmente se estão a FINAR se não do vírus, de certeza de fome e de milhões de dores ignoradas?
Quem é que vai salvar o mundo da fome? A Segurança Social? O FMI? a ONU? A Cruz Vermelha? As Misericórdias?
Não. Apenas o Trabalho. Escravo. Que as crianças têm de crescer. E precisam de ser alimentadas.
Um milhão de beijos para vós, amig@s, como Lewis Carol mandava à Alice.
!!! Imaginação, precisa-se !!!!
Manuela Barros Ferreira, 1º de Maio de 2020
https://www.facebook.com/notes/manuela-barros-ferreira/o-grito-de-munch/10219064365695087/

Sem condições de segurança, directores não reabrirão escolas | Coronavírus | PÚBLICO

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O regresso às aulas presenciais também vai abranger os alunos dos dois últimos anos dos cursos profissionais. Serão mais 70 mil a voltar às escolas. Directores estão confiantes que serão encontradas soluções para garantir este regresso. Mas garantem

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FÉLIX RODRIGUES ANALISA DADOS DE 30.4.

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Onde estamos e para onde vamos. Estamos com risco muito elevado de propagação de SARS-CoV-2 nos grandes concelhos do país. Saímos da Emergência e vamos para o Estado de Calamidade, ou seja, um estado em que a responsabilidade de cada um de nós será posta à prova, não do ponto de vista legal, mas do ponto de vista ético.
Cada um de nós será individualmente responsável por propagar a doença ou evitar contraí-la. É um Estado que acredita em todos e cada um e nas suas ações conscientes e informadas.
Hoje temos em Portugal mais 306 casos de Covid-19 (menos 61 do que o estimado, casos esses que provavelmente aparecerão mais adiante), totalizando os 25 168 casos de infeção no país, com um crescimento de 1,2% relativamente ao acumulado. Hoje são menos casos do que ontem (540), mas ontem foram mais do que anteontem (295). Se parece que a infeção anda ao sabor do vento, desenganemo-nos, pois é um pouco ao sabor do vento que as decisões de “contar e informar” ou “contar e não informar” andam.
Temos hoje a lamentar mais 18 mortes, menos uma do que aquelas que se esperavam e ultrapassando a marca do milhar (1007 óbitos). A taxa de letalidade está hoje no valor quase exato dos 4%.
Temos que ler números e avaliar riscos: o nosso risco e o risco a que submetemos todos os outros cada vez que saímos à rua, vamos trabalhar ou saímos para nos divertir. Muito poucos são aqueles que aprenderam a divertir-se sozinhos: Ler e informar-se são boas estratégias para ser feliz.
Este é o mapa de risco dos concelhos de Portugal mais afetados e mostra como a pandemia tem aí evoluído ao longo do tempo.

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Comments
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  • Maria Martins Às vezes penso que o governo quer tapar osol com a peneira, pois continuamos a ter a nivel País ainda muitos numeros de infetados. Não entendo porquê arriscar certas medidas a tomar apartir do levantamento do estado de Emergência. Bem sei que as pessSee more
    • Félix Rodrigues Desde que se vá acompanhando o evoluir da situação e percebendo muito bem com quem nos relacionamos no nosso meio, o risco é controlável na maiorias dos espaços rurais do país.
    • José Santos Os políticos sabem que quando a responsabilidade é de todos, não é de ninguém. É o mais fácil de fazer, quem morrer, morreu. Triste.
    Write a reply…
  • Luisa Ourique Obrigada pelo texto
    Mais preocupada com o estado de calamidade do que o anterior…
    Não confio na “consciência” de uma parte da população

1º de maio poesia de chrys chrystello

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578. eu canto do maio, maio 1, 2013

eu canto do maio as mortes inúteis

os deportados para timor

o sangue derramado

tudo o que se pedia eram 8 horas

de trabalho, 8 de descanso e 8 de recreação

eu canto do maio a memória de 1886

do degredo, do cárcere, das torturas

das manifes proibidas, das bandeiras

vermelhas do sangue inocente

sem olhar a partidos nem a pessoas

apenas o direito inalienável

ao trabalho, ao descanso, à recreação

para que os novos fascistas de hoje

não roubem essas memórias

esses direitos, essas lutas

eu canto do maio o dia do trabalhador

hoje desempregado, sem-abrigo, doente

nos novos gulags e campos de concentração

sem grades nem gás mortal

Sete gráficos com a evolução da covid-19 em Portugal. Doentes internados nos hospitais voltaram a baixar – coronavirus – Jornal de Negócios

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Veja como está a evoluir a covid-19 em Portugal em sete gráficos que mostram a evolução dos casos confirmados, óbitos e internados e respetivas taxas de crescimento diárias. Este conteúdo vai ser atualizado todo os dias com os novos dados divulgados pela DGS. – Economia , Jornal de Negócios.

Source: Sete gráficos com a evolução da covid-19 em Portugal. Doentes internados nos hospitais voltaram a baixar – coronavirus – Jornal de Negócios