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Querem de facto ser esclarecidos sobre o uso das máscaras?
Então está aqui o artigo 13ºB do decreto Lei 20/2020, todo o resto é lixo administrativo.
(…) Artigo 13.º-B
Uso de máscaras e viseiras
1 – É obrigatório o uso de máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência nos espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, nos serviços e edifícios de atendimento ao público e nos estabelecimentos de ensino e creches pelos funcionários docentes e não docentes e pelos alunos maiores de seis anos.
2 – A obrigatoriedade referida no número anterior é dispensada quando, em função da natureza das atividades, o seu uso seja impraticável.
3 – É obrigatório o uso de máscaras ou viseiras na utilização de transportes coletivos de passageiros.
4 – Para efeitos do disposto no número anterior, a utilização de transportes coletivos de passageiros inicia-se nos termos do n.º 2 do artigo 2.º da Lei n.º 28/2006, de 4 de julho, na sua redação atual.
5 – Incumbe às pessoas ou entidades, públicas ou privadas, que sejam responsáveis pelos respetivos espaços ou estabelecimentos, serviços e edifícios públicos ou meios de transporte, a promoção do cumprimento do disposto no presente artigo.
6 – Sem prejuízo do número seguinte, em caso de incumprimento, as pessoas ou entidades referidas no número anterior devem informar os utilizadores não portadores de máscara que não podem aceder, permanecer ou utilizar os espaços, estabelecimentos ou transportes coletivos de passageiros e informar as autoridades e forças de segurança desse facto caso os utilizadores insistam em não cumprir aquela obrigatoriedade.
7 – O incumprimento do disposto no n.º 3 constitui contraordenação, punida com coima de valor mínimo correspondente a (euro) 120 e valor máximo de (euro) 350.(…)

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TIVE DE SAIR para ir à farmácia na vizinha Maia S Mig Açores, cruzei-me com várias viaturas, apenas na da Santa Casa da Maia a condutora e pendura usavam máscara, na rua cruzei-me com cerca de 3 dezenas de pessoas, das quais, além de mim, apenas 2 usavam máscara, das restantes nem distanciamento nem nada…afinal andei estas semanas todas a viver noutro planeta, la fora a vida continua na mesma como se nada se passasse.. e mais vi um grupo de cantoneiros da Junta de Freguesia na Lombinha… da Maia todos juntos, nem uma máscara…enquanto roçavam mato… obviamente esta gente não assiste aos comunicados do Tiaguim nem vê TV….e como o covid é invisível estão todas a salvo??? VEJAM COMO É O VENTILADOR E USEM M+ASCARA QUANDO SAÍREM DE CASA

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Mau! Muito má notícia. Esperemos que esta ameaça possa ser contida.

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Tomás Quental
1t SSSnlponhSsorredS ·
“Despacho” ou “despachado”?
Indignado com a situação, enviei por email no dia 17 de Abril deste ano uma reclamação à Direção Regional da Cultura do Governo da Região Autónoma dos Açores, com o seguinte teor: “A obra em curso no Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, é uma vergonha, um escândalo e um crime contra o património!!! Fica patente que os responsáveis da Direção Regional da Cultura não estão à altura das responsabilidades em que foram instituídos!!! Lamentável a todos os títulos!!!”.
Quando eu pensava que não teria qualquer resposta, fui obsequiado com um email daquela entidade governamental açoriana, a mencionar o seguinte: “Em referência ao assunto mencionado em epígrafe, e por despacho da Senhora Diretora Regional da Cultura datado a 21 de abril de 2020, informa-se que se tomou conhecimento do seu email remetido a 17 de abril de 2020”. Este email é subscrito por uma “Assistente Técnico”, tal e qual, cujo nome entendo não divulgar, porque, obviamente, só faz o que a mandam fazer.
A minha dúvida é se houve um “despacho” por causa da minha crítica ou se fui mesmo “despachado”…
Do belo Palacete Silveira e Paulo, na Rua da Conceição, na simpática cidade de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, certamente que devem sair “despachos” bem mais consentâneos com a defesa do património nos Açores, porque, de facto, o que está a acontecer no espaço envolvente do igualmente belo Convento de Santo André, em Ponta Delgada, onde está instalado o Museu Carlos Machado, é tudo quanto não seria de esperar de uma Direção Regional da Cultura digna desse nome.
Arrasar um belo jardim centenário para construir um edifício subterrâneo para alegadamente aumentar a capacidade expositiva do Museu Carlos Machado é uma ideia que só podia sair da cabeça de gente impreparada. Repito: lamentável a todos os títulos!!! Tanto mais que existiam outras soluções alternativas, como adquirir algum edifício na zona – e existem vários, até devolutos -, para aumentar a capacidade expositiva do Museu Carlos Machado.
16You, Maria Das Neves Baptista, Berta Bento and 13 others
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Augusto Athayde
Augusto Athayde Tem toda a razão caríssimo amigo.
O meu bisavô Luís Bernardo , deve dar voltas de horror na campa!!
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Augusto Athayde
Augusto Athayde Grande abraço
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Maria Stuart
Maria Stuart Caro Tomás, mais grave ainda é que muitos destes “responsáveis” também não concordam com esta obra e foram “obrigados” a avançar com este projecto “horrível”… Por vezes as decisões são tomadas a outros níveis, e nós nem imaginamos as razões…
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Chrys Chrystello
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Hoje temos no país mais 242 infetados por SARS-CoV-2, um número cerca de 2,6 vezes superior ao de ontem (valor anormalmente baixo), mas que corresponde a um crescimento do acumulado de apenas 0,95%).
O número total de infetados em Portugal até hoje corresponde a 25 524 casos, menos 50 do que o estimado, só que ultimamente tem havido alguma inconstância nas atualizações e recontagens, pelo que se torna mais dificil perceber as tendências, se bem que em média temos estado a decrescer nos casos de infeção na última semana.
O número de óbitos de hoje (20), faz subir o número total de óbitos para os 1063, o mesmo número do que ontem, ou seja, menos dois óbitos dos que os previstos.
A mortalidade está a ter um comportamento muito consentâneo com os modelos matemáticos, mas a infeção, ou a sua contabilização, não produz valores tão precisos.
Nos Açores não existem novos casos nem óbitos.
Poder-se-ia perguntar para que serve uma previsão precisa? Ela é extremamente importante para a gestão de recursos hospitalares, organização de serviços e recrutamento ou não de pessoal. São as falhas de gestão dos sistemas de saúde, ou de meios alternativos, as principais causas do aumento da mortalidade na maioria dos países. Quanto mais cedo nos preparamos, mais vidas poupamos, todavia há questões ou visões que também são responsáveis por essa mortalidade, como por exemplo, pretender-se criar ou não uma imunidade de grupo.
Ontem, um estudo referiu que isso é impossível de consegui-lo este ano nos Estados Unidos, sem que se tenham pelo menos 3,3 milhões de vítimas mortais.
Essa visão de “imunidade de grupo”, está a ter um preço muito alto no Reino Unido, já com 28 520 óbitos, que ultrapassará brevemente o número de óbitos de Itália (neste momento estão contabilizados um total de 28 884 óbitos).
Tais visões, que ainda estão em discussão em países como os Estados Unidos da América, já produziram, só na cidade de Nova Iorque, 18 925 mortes, neste último mês.
Deixa-se aqui um gráfico do excesso de mortalidade verificada semanalmente em Nova Iorque.

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