enlouqueceram: mais 1 hotel na ribª grande????

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Antena 1 Açores – “Novo resort de cinco estrelas na Ribeira Grande recebe luz verde do Governo.
Trata-se de um investimento de 42 milhões de euros, um empreendimento de luxo com hotel, apartamentos e várias villas.
O projecto foi apresentado à Câamara da Ribeira Grande em Dezembro do ano passado e agora recebeu luz verde do Governo.
Está publicada em Jornal Oficial de hoje, a autorização da Secretaria do Turismo para o promotor realizar todas todas as operaçoes urbanísticas com vista à construção do emprendimento.
Ao fim de um ano, se o investidor não iniciar a obra, a autorização do Governo caduca.
O investimento de 42 milhões de euros é promovido pela Nomadscorpion, na freguesia da Ribeira Seca da Ribeira Grande, frente ao mar e junto à praia de Santa Bárbara.
É considerado pela Autarquia como o maior investimento em curso nos Açores.
O projecto é do Grupo Reformosa, que tem investimentos em Lisboa, Cascais e Setubal. Prevê a construção de um hotel com 68 quartos, 30 bungalows e dez villas. Vai permitir a criação de 120 postos de trabalho.
O grupo de investidores, liderado pelo conhecido empresário Tim Vieira, aposta no conceito de férias em família e no mercado ligado aos desportos de mar.” (CV)
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poesia do dia

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ora buldá nerkitá
estamos todos hipnotizados
subidos ou descidos de orações
os dias arrancam-se do corpo fechado
com as mesmas palavras
repetições
orá buldá nerkitá
esmaga o lagar esmaga o lagar
até que o infinito te saia das veias
como um outro
abismo
orá buldá nerkitá
que os corpos se invertam
crepitem como fogueiras
abram a corrente das águas
a electricidade indefinida é uma prensa
orá buldá nerkitá
fátima vale [Via de Circulação do Espírito Invertido]
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ELEIÇÕES AÇORIANAS NEGOCIAR SIM, MAS… J G AVILA

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“Negociar sim, sem colocar em causa vontade da maioria do eleitorado”
José Gabriel Ávila, jornalista
Como analisa, em síntese, os resultados eleitorais?
A vitória do PS nas regionais de 2020 em número de deputados (25) e em 7 das nove ilhas, quando traduzida em acentos na Assembleia Legislativa Regional que aprova o programa do Governo e os instrumentos necessários à governação autonómica, apresenta uma série de cenários de duvidosa exequibilidade.
Numa leitura imediata, somos levados a concluir que o eleitorado açoriano que maioritariamente (54%) não votou, pretendeu dizer aos partidos políticos que a solução governativa estável deve ser construída com base no PS e no PSD – o chamado Bloco Central.
De contrário, um governo do PS sozinho não conseguirá aprovar o seu programa, pois, à esquerda, os dois deputados do BE e o deputado do PAN não totalizarão os 29 votos necessários.
Do outro lado do hemiciclo, não me parece que o PSD pretenda fazer um governo apoiado pelo CDS (3), pelo Chega (2), pelo PPM (2) e pela Iniciativa Liberal (1), partidos que não permitiriam que J.M.Boleeiro levasse por diante o seu ideário social-democrata.
Seria uma dificuldade permanente conviver com a serenidade dos lideres do PSD e do CDS e o “barulho parlamentar” tão apregoado por A.Ventura.
Não é de somenos importância quer num, quer noutro cenário, verificar que Nuno Barata só concorreu em São Miguel e Terceira.
A sua representatividade regional pode, pois, ser questionada quando, por exemplo, as suas controversas propostas sobre os transportes marítimos de passageiros inter-ilhas forem apresentadas. Também não estou a ver como responderão quer o PS quer o PSD ao seu ultrapassado ideário liberal/neoliberal que contradiz o programa dos dois maiores partidos.
Temo, todavia, que o PS e o PSD para manter ou conquistar o poder executivo, caiam na tentação de abdicar dos seus paradigmas sociais e económicos, muito semelhantes entre si.
Se tal acontecer, o eleitorado não deixará de os penalizar em futuros actos eleitorais -, e com razão!- bem como regime político que fundaram.
A nossa identidade cultural preserva, maioritariamente, princípios sociais e culturais que não se revêem nem em populismos, nem em discursos enganosos que conduzem, habitualmente, à restrição de direitos autonómicos, a ditaduras centralistas, ao favorecimento de classes sociais dominantes, enfim, a restrições de direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. É a História que o ensina.
O que acha que vai acontecer nos próximos 4 anos?
O diálogo democrático não obriga a que, quem governa, tenha necessariamente de aceitar as propostas de forças políticas com representatividade reduzida, que o que pretendem é “fazer barulho” no Parlamento, ou ser “fiel da balança”. Isso dá-lhes um poder desmedido que atenta contra a vontade da maioria.
Negociar, sim, desde que não se coloque em causa princípios, valores e a vontade da maioria do eleitorado.
Temo que nos próximos quatro anos, face ao espectro eleitoral, outros propósitos partidários, publicamente anunciados, condicionem o exercício dos Poderes Autonómicos e a resolução dos problemas socioeconómicos que a pandemia agravou.
O pior que poderia acontecer é que as principais forças políticas, em troca da manutenção ou conquista do poder, não tivessem a coragem necessária para fortalecer a unidade dos açorianos, levando à prática os princípios fundadores da Autonomia: o desenvolvimento equitativo do arquipélago e a liberdade democrática. Espero que os principais líderes políticos tenham isto em mente, e não abdiquem da defesa da Autonomia e do serviço ao Povo Açoriano, em troca de um prato de lentilhas oferecido por um qualquer vendilhão do templo…
jornal@diariodosacores.pt
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BANGLA DESH and now for something completely different

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A beautiful child sings a
Traditional song from Bangladesh
2:12 / 4:35
https://www.facebook.com/100008403787871/videos/2543842262572542/
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Friends, I have shared a popular song among you. I hope you will like it. Everyone please bless my student.

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magia, o covid matou a gripe

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O ‘Daily Mail’ faz a ‘pergunta mágica’:
“O covid-19 ‘matou’ a gripe? Os especialistas colocam essa intrigante questão confrontados com a queda de 98% dos casos de gripe em todo o mundo.”
O ‘milagre’ continua.
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morte por poluição

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A CAUSA DAS COISAS
A exposição de longo prazo de humanos à poluição do ar aumenta o risco de doenças cardiovasculares e respiratórias. Um novo Modelo Global de Mortalidade por Exposição (GEMM) foi derivado de muitos estudos de coorte, fornecendo uma cobertura muito melhorada da exposição a partículas finas (PM 2,5 ). Aplicamos o GEMM para avaliar o excesso de mortalidade atribuível à poluição do ar ambiente em uma escala global e comparar com outros fatores de risco.
Utilizado um modelo atmosférico informado por dados para calcular a exposição mundial ao PM 2,5e poluição por ozônio, que foi combinada com o GEMM para estimar o excesso de mortalidade específica por doença e perda de expectativa de vida (LLE) em 2015. Usando este modelo, investigamos os efeitos de diferentes fontes de poluição, distinguindo entre naturais (incêndios florestais, poeira eólica) e emissões antropogênicas, incluindo o uso de combustível fóssil. O excesso de mortalidade global de toda a poluição do ar ambiente é estimado em 8,8 (7,11–10,41) milhões / ano, com um LLE de 2,9 (2,3–3,5) anos, sendo um fator de dois maior do que as estimativas anteriores, e excedendo o tabagismo. A taxa de mortalidade média global de cerca de 120 por 100.000 pessoas / ano é muito excedida no Leste Asiático (196 por 100.000 / ano) e na Europa (133 por 100.000 / ano). Sem as emissões de combustíveis fósseis, a expectativa de vida média global aumentaria 1,1 (0,9-1,2) anos e 1,7 (1,4-2. 0) anos, removendo todas as emissões antropogênicas potencialmente controláveis. Como o controle da emissão de poeira e incêndios florestais eólicos é impraticável, um LLE significativo é inevitável.
A poluição do ar ambiente é um dos principais riscos globais à saúde, causando significativo excesso de mortalidade e LLE, especialmente por doenças cardiovasculares. Ele causa um LLE que rivaliza com o fumo do tabaco. A média global LLE da poluição do ar excede fortemente a da violência (todas as formas juntas), ou seja, por uma ordem de magnitude (LLE sendo 2,9 e 0,3 anos, respectivamente).
Loss of life expectancy from air pollution compared to other risk factors: a worldwide perspective
ACADEMIC.OUP.COM
Loss of life expectancy from air pollution compared to other risk factors: a worldwide perspective
AbstractAims. Long-term exposure of humans to air pollution enhances the risk of cardiovascular and respiratory diseases. A novel Global Exposure Mortality Mod
Artur Arêde