Tribuna Expresso | Sabe mesmo onde morreu o rei D. Sebastião? Em Limoges ou Marrocos

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No dia em que a seleção das quinas joga com a equipa marroquina no Mundial de Futebol, o Expresso conversou com investigadores que defendem que o jovem rei D. Sebastião sobreviveu a Alcácer Quibir e morreu em França perto dos 80 anos

Source: Tribuna Expresso | Sabe mesmo onde morreu o rei D. Sebastião? Em Limoges ou Marrocos

DRSAUDE NA TERCEIRA

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A paciência tem limites!
Gostaria de expor aqui para que todos possam ler e para que todos saibam como funciona a Direção Regional da Saúde na Ilha Terceira.
Tenho uma Clinica de Fisioterapia há 1 ano e meio e durante este tempo todo entreguei todos os documentos necessários para aderir ás convenções com o Centro de Saúde de Ponta Delgada.
Durante meses esperamos por uma resposta, inclusive foram feitos diversos contatos com a Direção Regional ds Saúde na ilha Terceira e como podem calcular processo sempre pendente, até que todos os papéis perderam a validade e tivemos nós gerentes que enviar toda a documentação atualizada.
Contratamos um diretor clinico fizemos tudo consoante as regras impostas.
Depois de falar com a pessoa que criou as convenções esta pessoa diz-nos que não era obrigatório haver um diretor clinico Fisiatra que poderia ser um médico de medicina geral e familiar.
Depois de ler o Jornal Oficial da Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel (convenção n.º 7/2018 de 10 de dezembro de 2018), confirmamos.
Agora aqui a questão é que o Sr. Diretor Tiago Lopes afirma que para adesão ás convenções é mesmo necessário ter como diretor clinico fisiatra.
Agora pergunto este senhor sabe das leis?
Este senhor leu o Jornal Oficial ou ainda está a basear-se no Jornal Oficial do seculo passado????
Repito há 1 ano e meio que estou a aguardar pela aprovação já tendo o Licenciamento!!!!
Cheguei ao limite dos limites…
Trata-se de jovens empreendedoras que é isso que o nosso governo pede para depois nos deixarem nesta posição!
Trata-se de uma empresa recente e de duas pessoas que lutaram muito para chegar a algum lado e só nos querem travar e cortar as pernas.
E mais não digo…
Obrigada pela vossa atenção!
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A paciência tem limites!
Gostaria de expor aqui para que todos possam ler e para que todos saibam como funciona a Direção Regional da Saúde na Ilha Terceira.
Tenho uma Clinica de Fisioterapia há 1 ano e meio e durante este tempo todo entreguei todos os documentos necessários para aderir ás convenções com o Centro de Saúde de Ponta Delgada.
Durante meses esperamos por uma resposta, inclusive foram feitos diversos contatos com a Direção Regional ds Saúde na ilha Terceira e como podem calcular processo sempre pendente, até que todos os papéis perderam a validade e tivemos nós gerentes que enviar toda a documentação atualizada.
Contratamos um diretor clinico fizemos tudo consoante as regras impostas.
Depois de falar com a pessoa que criou as convenções esta pessoa diz-nos que não era obrigatório haver um diretor clinico Fisiatra que poderia ser um médico de medicina geral e familiar.
Depois de ler o Jornal Oficial da Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel (convenção n.º 7/2018 de 10 de dezembro de 2018), confirmamos.
Agora aqui a questão é que o Sr. Diretor Tiago Lopes afirma que para adesão ás convenções é mesmo necessário ter como diretor clinico fisiatra.
Agora pergunto este senhor sabe das leis?
Este senhor leu o Jornal Oficial ou ainda está a basear-se no Jornal Oficial do seculo passado????
Repito há 1 ano e meio que estou a aguardar pela aprovação já tendo o Licenciamento!!!!
Cheguei ao limite dos limites…
Trata-se de jovens empreendedoras que é isso que o nosso governo pede para depois nos deixarem nesta posição!
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A paciência tem limites!
Gostaria de expor aqui para que todos possam ler e para que todos saibam como funciona a Direção Regional da Saúde na Ilha Terceira.
Tenho uma Clinica de Fisioterapia há 1 ano e meio e durante este tempo todo entreguei todos os documentos necessários para aderir ás convenções com o Centro de Saúde de Ponta Delgada.
Durante meses esperamos por uma resposta, inclusive foram feitos diversos contatos com a Direção Regional ds Saúde na ilha Terceira e como podem calcular processo sempre pendente, até que todos os papéis perderam a validade e tivemos nós gerentes que enviar toda a documentação atualizada.
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Depois de falar com a pessoa que criou as convenções esta pessoa diz-nos que não era obrigatório haver um diretor clinico Fisiatra que poderia ser um médico de medicina geral e familiar.
Depois de ler o Jornal Oficial da Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel (convenção n.º 7/2018 de 10 de dezembro de 2018), confirmamos.
Agora aqui a questão é que o Sr. Diretor Tiago Lopes afirma que para adesão ás convenções é mesmo necessário ter como diretor clinico fisiatra.
Agora pergunto este senhor sabe das leis?
Este senhor leu o Jornal Oficial ou ainda está a basear-se no Jornal Oficial do seculo passado????
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O TRIUNFO DOS PORCOS

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O TRIUNFO DOS PORCOS
Não é de admirar o crescimento dos extremismos porque a história viveu ciclicamente de impulsos marginais e de populismos.
A esquerda, com origem na revolução francesa, esteve indiscutivelmente de moda até ao final do século XX, quando apontava o capital como o demónio causador da pobreza, das desigualdades e da escravidão e, ao mesmo tempo, de ser o sustentáculo dos piores regimes ditatoriais do planeta.
O colectivismo sobrepunha-se ao individualismo, a solidariedade ideológica, incluindo a internacional, dava-lhe um cariz altruísta e mesmo romântico e o sacrifício a superioridade moral. A verdade é que tinha em certos pontos a parte da razão, uma vez que nem todos nasciam com as mesmas oportunidades, a diferença económica e social entre classes era atroz e o bem comum, em muitos aspectos e como parte integrante de um contrato social, devia ser de facto prevalente.
Só que, com o andar dos tempos, os não detentores do capital foram tendo cada vez mais direitos e justas ambições e eles próprios deram-se conta que podiam aspirar, por mérito individual, a esse mesmo capital e a história demonstrou que as ditaduras não eram uma característica exclusiva da direita.
A queda do muro de Berlim e tudo o que o precede e antecede deixou muita parte da esquerda, com base marxista-leninista, sem rumo e com necessidade de reformular muitos dos seus ideais. Muitos partidos findaram o seu ciclo e outros conseguiram de facto renascer por esse Mundo fora.
Mudaram os tempos, mudaram-se as vontades e, se à esquerda tradicional ainda lhe resta muitos laivos de razão no que à questão económica e social diz respeito, pois as desigualdades e a má redistribuição da riqueza são temas actuais, outros valores transversais assumiram lugar na ribalta, designadamente a corrupção a todos os níveis, os nacionalismos e com eles a xenofobia, o racismo, a eugenia, o individualismo fruto da reiterada competitividade e com ele o egoísmo, a sociedade de consumo e o mesmo anti-capitalismo (porque soa sempre bem na teoria), o descrédito na justiça, bem como a incapacidade da classe política tradicional em reformar e, pelo contrário, perpetuar o caduco sistema político, tal como, em boa parte, o seu contributo para as crises sociais e económico-financeiras e todas a demais desgraças que nos assolam com alguma frequência, que mais não seja pela sua inércia e submissão a outros poderes. Ora neste saco cabem partidos da direita à esquerda.
Esta proliferação de radicalismos encontrou nos nossos dias uma forma de rápida propagação e mobilização: a internet e as redes sociais. Assim se explicam em grande parte os fenómenos Trump, Bolsonaro, Berlusconi ou mesmo, entre nós, um Ventura.
O discurso anti-sistema e mais radical da ultra-direita mobiliza facilmente os descontentes, revoltados e frustrados, na maioria dos países habitualmente entre classes menos instruídas e economicamente mais vulneráveis, mas, surpreendentemente não em totalmente Portugal, onde parte dos seus seguidores apresentam um perfil académico e económico mais favorável.
Porém, quando exploramos os seus conteúdos programáticos, que ninguém na verdade lê ou pretende saber, fica-se com um punhado de nada e prevalecem os slogans e comunicações mais bombásticas amplamente difundidos pelos novos canais de comunicação. A política de hoje é volátil, pouco honrada, às vezes imoral e com pouco conteúdo ideológico ou filosófico.
Em abono da verdade, os partidos tradicionais também verdadeiramente nada de novo nos trazem e mantêm um discurso e uma prática mais que gastos, minados de gentes de pouco valor, não sendo de estranhar que inclusivamente alguns deles percam progressivamente o protagonismo que outrora tiveram no panorama social.
Ventura é, na minha modesta opinião, um fast food da política moderna, o protótipo de um labrego político, ao jeito de chico-esperto, que percebeu que havia um vazio na política portuguesa, à ultra-direita, e que é precisamente eficaz na generalização, no apelo à indignação, na revolta contra o sistema, nas medidas radicais que despertam e anuem ódios latentes, de certo modo como outrora fez a esquerda, mas com outras bandeiras e outros slogans mais ao estilo de um nacional-socialismo, bastando para tal substituir os alvos e chavões de então de então por novos protagonistas e slogans mais ou menos actuais. Espremido, o Chega chega a nada, bastando para o comprovar ler o seu manifesto nacional ou regional, pois um partido de protesto é um partido sem programa e de medidas avulsas.
O problema é que, tal como no futebol, onde até alguns germinam para a política, há sempre uns hooligans entre a maioria dos assistentes civilizados, em qualquer país haverá também uns quantos boçais a quem este tipo de discurso lhes estimula a líbido e os instintos mais primitivos.
Ora se o sistema democrático não se reforma e não estimula a participação dos cidadãos na coisa pública, o desinteresse significa abstenção, permitindo aos fanáticos uma representatividade expressiva durante os actos eleitorais, mesmo que seja irrelevante no cômputo geral, ao ponto de poderem participar em acordos ou coligações para viabilização de governos.
Isto em si pode ser de espantar, mas mais atónitos ficamos quando, sem pudor ou escrúpulos, vemos partidos aparentemente responsáveis e com história ajoelharem-se e capitularem ante esta panda de extremistas inúteis só para alcançar o almejado poder. Tal é a malta que nos governa.
Na política do vale tudo e, se desse tipo de gentuça já sabemos o que esperar, mais perigosos afinal são aqueles que outorgando-se democráticos e estadistas, no final acabam por lhes dar guarida. Vendem a alma ao diabo. Um dia lamentarão o efeito boomerang por terem dado palco a estes actores rascos nesta comédia melodramática. A memória é curta e esquece-se que muitos partidos marginais chegaram ao poder por eleição.
E se na política já vale mais do que tudo, parafraseando o próprio guru do Chega: isto então é uma vergonha! A traição do idealismo pelo poder não é afinal e apenas a fábula de Orwell, mas sim a realidade dos nossos dias.
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  • Temos que concordar uma coisa, faz falta um partido para agitar as águas, se ele não existisse nem estaríamos agora a ler esta boa resenha histórica, quanto mais a discutir assuntos que nunca seriam chamados à praça pública por serem incómodos aos part…

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campanha eleitoral sim pão por deus não???

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TRADIÇÃO DE PÃO POR DEUS – A Autoridade de Saúde Regional DESACONSELHA o cumprimento da tradição do Pão por Deus.
Para mais informações, consulte o documento ( …

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Ricardo Pinto DeCastro ECésar and 11 others
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  • Engraçado o DRS não ter recomendado que as campanhas políticas não se fizessem porta a porta.🤐
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ps açores e a necessidade de reflexão interna

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Críticos do PS querem reflexão interna
Algumas vozes do PS pretendem que os dirigentes promovam, a seguir a esta fase de formação do governo, uma reflexão interna sobre o que é que se passou para a perda de muitos votos no domingo, sobretudo em S. Miguel e Terceira.
Por enquanto não há nenhuma voz socialista, “dos que frequentam a sede”, que ponha em causa, publicamente, a liderança do partido, esperando apenas pelo desfecho da formação do governo, mas fonte socialista garante que, se Vasco Cordeiro não conseguir formar governo, “vai haver algumas vozes a pedir explicações internas”.
Pedro Arruda, o único socialista que arrasa Vasco Cordeiro
O único socialista que tem sido crítico da governação do PS nos últimos anos é o empresário e comentador Pedro Arruda, que não esconde o seu descontentamento como o partido tem sido liderado nos últimos tempos.
Num texto publicado na sua página das redes sociais, Pedro Arruda, que já foi Delegado de Turismo em S. Miguel, arrasa a estratégia socialista e diz abertamente que “para o PS e para Vasco Cordeiro estas eleições começaram, provavelmente, a ser perdidas em 2012. A verdade é que Vasco Cordeiro nunca conseguiu afirmar plenamente uma identidade própria dentro do projecto socialista, tanto no Governo, como no próprio partido. A herança Cesarista, que no partido nem herança foi, mas antes uma presença e um domínio constante, nunca permitiram que Vasco Cordeiro marcasse uma liderança, uma estratégia e uma personalidade própria que lhe possibilitasse autonomizar a sua governação dos 24 anos de governação socialista. Isto pode parecer incongruente, mas essa ligeira nuance, a governação e o partido de Vasco Cordeiro, teria feito, certamente, toda a diferença”.
Os nomes dos “triturados” no PS e os “protegidos”
Pedro Arruda adianta que “o PS e a governação socialista foram sempre de Carlos César e nunca de Vasco Cordeiro. Isso viu-se na longevidade de Sérgio Ávila, na omnipresença de Carlos César, na incompreensível e absurda telenovela da “Casa da Autonomia” e da sua Estrutura de Missão comandada à tripa forra por Luísa César e na ascensão e autoridade desenfreada de Francisco César. Ao mesmo tempo, causa igual tristeza e estranheza a forma como Vasco Cordeiro foi, sucessivamente, triturando figuras com gabarito, validade intelectual e política, competência e projecção na sociedade açoriana. Desde os Governos, às listas de deputados, às empresas públicas e tantos outros cargos com maior ou menor visibilidade, a fúria autofágica de Vasco Cordeiro criou um imenso exército de descontentes e de ressentimentos”.
Pedro Arruda dá mesmo exemplos: “Assim de cabeça lembro-me de nomes como Fagundes Duarte, Piedade Lalanda, Luís Cabral, Nuno Domingues, Pilar Damião, João Roque Filipe, Nuno Mendes, Miguel Cymbron, António Gomes de Menezes, Fausto Brito e Abreu. E, mais recentemente, os casos de Filipe Macedo ou da limpeza nas listas de deputados, que correu, sem apelo nem agravo, com Renata Botelho, Graça Silva e Sónia Nicolau, sem que se soubesse da mais pálida justificação. Ao mesmo tempo, que uma série de outras figuras eram candidamente protegidas e apaparicadas, fossem quais fossem, e foram muitas, as asneiras, para usar um termo suave, que cometessem. De que, para mim, o caso mais dramático e paradigmático foi a dupla Vitor Fraga e Francisco Coelho. Um mistério que só possivelmente a história elucidará…”.
Chega é de extrema-direita
Pedro Arruda critica ainda a elaboração da lista de deputados por S. Miguel e aponta os erros cometidos pelos socialistas na governação.
Também faz um reparo à direita: “Quanto à suposta maioria de direita a verdade é que ela não existe. O que há, neste novo quadro parlamentar, é uma maioria anti-PS. Sendo que, para além disso, o CHEGA não é de direita. O CHEGA é de extrema direita! E, embora seja aceitável a sua presença no parlamento, é a vontade de 5% dos eleitores, não é já, de forma alguma, admissível que os restantes partidos se aproveitem do CHEGA, legitimando com esse gesto o fascismo latente do partido do Dr. Ventura, para assaltar o poder. Por outro lado, embora muitas das suas principais figuras venham do CDS e do PSD, é um erro pensar que a Iniciativa Liberal encaixa nas visões tradicionais de esquerda e direita. Tal como, também tenha as minhas duvidas, que o PAN possa ser entendido como um partido de esquerda”.
Os sucessores
E conclui: “Quem tem, neste momento, a responsabilidade de fazer as pazes com o seu passado, deixando no passado o que lá deve estar, com o que de bom e de mau as suas lideranças tiveram, é o próprio Partido Socialista. Há uma democracia interna para conquistar dentro do Partido Socialista dos Açores, e essa libertação, se não for iniciada pela liderança tem que o ser pela militância. Figuras como Cristina Calisto, Rodrigo Oliveira, ou mesmo Andreia Cardoso, são hoje esperanças para um futuro PS, que seja mais solidário, mais aberto e mais justo”.
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  • até internamente estão amordaçados… só fazem o que lhes mandam fazer, ainda hoje o artigo de opiniao do sr vitor fraga demonstra isso mesmo. há gente de valor no ps, mas venderam a sua verticalidade quando se deixaram subjugar pelas orientacoes super…

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    • 27 m
  • Mas não tiveram uma vitória clara e inequívoca? Até na hora que o jornalista fez uma pergunta Carlos César deu sinal para não o fazer, toda a gente viu, é assim o regime socialista em que vivemos.
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    • 22 m
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açores, a culpa de César

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Destacado militante socialista açoriano responsabiliza família César com criticas também a Vasco Cordeiro
Pedro Arruda, destacado militante socialista açoriano, empresário e comentador, num texto publicado nas redes sociais, diz que o líder do PS-Açores e ainda presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, “nunca conseguiu afirmar plenamente uma identidade própria dentro do projecto socialista, tanto no Governo, como no próprio partido”.
“A herança cesarista, que no partido nem herança foi, mas antes uma presença e um domínio constante, nunca permitiram que Vasco Cordeiro marcasse uma liderança, uma estratégia e uma personalidade própria que lhe possibilitasse autonomizar a sua governação dos 24 anos de governação socialista. Isto pode parecer incongruente, mas essa ligeira nuance, a governação e o partido de Vasco Cordeiro, teria feito, certamente, toda a diferença”.
Pedro Arruda adianta: “O PS e a governação socialista foram sempre de Carlos César e nunca de Vasco Cordeiro. Isso viu-se na longevidade de Sérgio Ávila, na omnipresença de Carlos César, na incompreensível e absurda telenovela da ´Casa da Autonomia` e da sua Estrutura de Missão comandada à tripa forra por Luísa César e na ascensão e autoridade desenfreada de Francisco César”.
“Ao mesmo tempo, causa igual tristeza e estranheza a forma como Vasco Cordeiro foi, sucessivamente, triturando figuras com gabarito, validade intelectual e política, competência e projeção na sociedade açoriana. Desde os Governos, às listas de deputados, às empresas públicas e tantos outros cargos com maior ou menor visibilidade, a fúria autofágica de Vasco Cordeiro criou um imenso exército de descontentes e de ressentimentos”, realça.
Pedro Arruda dá exemplos: “Fagundes Duarte, Piedade Lalanda, Luís Cabral, Nuno Domingues, Pilar Damião, João Roque Filipe, Nuno Mendes, Miguel Cymbron, António Gomes de Menezes, Fausto Brito e Abreu”. E, mais recentemente, cita “os casos de Filipe Macedo ou da limpeza nas listas de deputados, que correu, sem apelo nem agravo, com Renata Botelho, Graça Silva e Sónia Nicolau, sem que se soubesse da mais pálida justificação”.
Tudo isso “ao mesmo tempo que uma série de outras figuras eram candidamente protegidas e apaparicadas, fossem quais fossem, e foram muitas, as asneiras, para usar um termo suave, que cometessem”. E acrescenta: “De que, para mim, o caso mais dramático e paradigmático foi a dupla Vítor Fraga e Francisco Coelho. Um mistério que só possivelmente a história elucidará…”.
Pedro Arruda diz ainda: “Quem tem, neste momento, a responsabilidade de fazer as pazes com o seu passado, deixando no passado o que lá deve estar, com o que de bom e de mau as suas lideranças tiveram, é o próprio Partido Socialista. Há uma democracia interna para conquistar dentro do Partido Socialista dos Açores, e essa libertação, se não for iniciada pela liderança tem que o ser pela militância. Figuras como Cristina Calisto, Rodrigo Oliveira, ou mesmo Andreia Cardoso, são hoje esperanças para um futuro PS, que seja mais solidário, mais aberto e mais justo”.
Paula Cabral and 4 others
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  • Concordo. Qualquer um via isto. Até na noite eleitoral, lá estava o grande “padrinho” ao lado de Vasco Cordeiro, na hora do discurso. César já deveria ter retirado as suas conclusões das reações dos açorianos. Já devia ter deixado de aparecer e de inte…

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    • 10 m
    • Não tem humildade pessoal e política para perceber isso. Ele, com a sua vontade desenfreada de mandar, só tem desbaratado o prestígio que possuía e só tem prejudicado o PS-Açores, mas, como se vê, na sua grande “cegueira”, não “desarma”. É lamentável!
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      • 5 m
    • Tomás

      , exato. Por pouco que esta anunciada coligação de direita dure, uma vantagem é certa: vai servir para fazer uma grande varredura!

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      • 4 m

sempre prejudicados Professores deslocados sem ajudas de custo – Economia – Jornal de Negócios

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As ajudas de custo a professores deslocados por não conseguirem pagar casa ficaram na gaveta, conta o Jornal de Noticias. E o Orçamento do Estado para 2021 também não prevê nenhum apoio.

Source: Professores deslocados sem ajudas de custo – Economia – Jornal de Negócios