o vírus é uma arma biológica? Was Coronavirus actually manufactured in the lab as a bioweapon?, World News | wionews.com

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Watch the report to know, Can bioweapons actually be used? Was Coronavirus actually manufactured in the lab as a bioweapon?

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Cut off from the world again, Australia now finds silver linings, World News | wionews.com

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They used to call it “the tyranny of distance.” Australia’s remoteness was something to escape, and for generations, the country that hates being referred to as “Down Under” has been rushing toward the world. Trade and immigration made Australians richer than the Swiss, creating a culture where life can be complete only with overseas trips and imported purchases.

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mais atual que nunca…A TRETA E INVERDADE. CRÓNICA 31, 1 NOVº 2006

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11.24. A TRETA E INVERDADE. CRÓNICA 31, 1 NOVº 2006

Estamos a viver na sociedade de treta ou parafraseando Harry G. Frankfurt “On bullshit”. Esta é a nova adjetivação. A treta (bullshit) é mais perigosa e insidiosa do que as mentiras, pois está-se nas tintas para a verdade, generalizada e entrincheirada nos discursos dos políticos e dos fazedores de ideias. Trata-se de regra socialmente aceite por todos, escondendo dos destinatários o que o autor ambiciona. Inicialmente utilizada pelo marketing e relações públicas, passou a ser utilizada por todos, mesmo sem intenções de vendas. Todos têm opinião esclarecida sobre tudo, mesmo que nada saibam sobre os temas. Agora nos jornais e telejornais todos são comentadores e opinam sobre tudo e mais alguma coisa, sem formação específica. Começam como comentadores desportivos e acabam graduados em políticos ou vice-versa, falam de defesa nacional, economia, religião, relações internacionais, terrorismo, gastronomia, epidemias e o for necessário. Lembram a versão séc. XXI dos vendedores da banha da cobra.

 

A hipocrisia substituiu a busca da verdade e os interesses de Estado. Os ministro já não dizem o que é melhor para o país, mas descaradamente confessam o que melhor pode servir os seus interesses e dos grupos que os alimentam. A verdade deixou de ser importante, permutada pela inverdade, para não lhe chamar abertamente, mentira. Cada vez mais o que se lê nos jornais tem de ser posto em causa, e, como no tempo da ditadura, temos de buscar fontes alternativas ou subterrâneas. Assiste-se nos jogos de futebol televisionados a comentadores que não sabem disfarçar o sectarismo clubístico e interrogámo-nos sobre se estão a ver o mesmo jogo. Num país em que a responsabilidade morre sempre solteira, dizem que se vai fazer um estudo, uma investigação, seja lá o que for, para apurar responsabilidades que nunca serão esclarecidas. Nunca é dito a culpa é minha, a incompetência foi nossa, ou coisa desse jaez. É a regra da treta aplicada a tudo, desde os professores doutores sem cursos, a lecionar sem quaisquer pruridos, em instituições universitárias, a ministros corruptos envolvidos em negociatas resultantes de anteriores postos políticos. A vergonha desapareceu da face da terra e os valores educacionais que tenho, foram reciclados na incineradora. Ministros e políticos, empregam mulheres, filhos, cunhados, sobrinhos, primos, descaradamente, sem concurso, porque são pessoas da confiança (aqui levado ao extremo nos Açores). Nem acho mal empregarem pessoas de confiança desde que tenham mérito, mas essa seria a exceção. Acho melhor fazermos o mesmo com o nosso voto e só o darmos a pessoas da nossa inteira confiança e da família…é a descrença total do sistema político, da saúde, da justiça, da educação, eu sei lá.

 

Os alunos não passam ou o ranking PISA indica que Portugal está atrasado? Passemos todos e a taxa melhora…os alunos não aprendem? Reduzam-se e simplifiquem-se os cursos ao mínimo denominador comum para que passem e sejam doutores. Que interessam cursos desajustados da realidade e do mundo do emprego? Faça-se um país de doutores que a taxa está baixa. Mais regra da treta. A vida está cara? Para quem[1]? Para os que fruto de arranjinhos vários depois de trabalharem x tempo no lugar y recebem compensações ou rendas vitalícias que acumulam livremente com outro emprego sem perderem as reformas? Ou aquele senhor que se reformou por incapacidade aos 45 anos e recebe salário de milhares? Ou os que saem de ministros depois de favorecerem uma firma para cuja administração irão a seguir? Mas se isto é pior do que há 25 anos, ainda pode piorar mais e não haverá reformas para ninguém. Óbvio, o que me move é a inveja de não ter uma Fundação (Soares ou Saramago ou outra) a receber subsídios a fundo perdido do Estado, ou de já não ter ninguém da família no Governo ou no Parlamento. Mera inveja de não pertencer ao bando da regra da treta. Ainda sou do tempo em que uma verdade bem contada podia arruinar a carreira de qualquer um, hoje nem uma mentira bem contada afeta seja quem for… e sempre fui mau mentiroso.

 

[1] Para o Cavaco antes da reforma, ou depois de ser Presidente da República com reforma paga e mal podia viver com 12 mil € e tudo pago…?

frágil (novo governo açoriano)

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Frágil
A azáfama é grande, os telemóveis sempre ligados às powerbanks, tantas e demoradas são as chamadas, as redes sociais fervilham de rumores, palpites, cenários garantidos que se esboroam na hora seguinte, todos conversam com quase todos porque os dois maiores necessitam como nunca dos mais pequenos que, não querendo perder o barco do poder, endurecem o tom negocial.
Este rebuliço, esta necessidade de carinho político remete para a canção de Jorge Palma: “eu preciso de alguém, dou-me com toda a gente, não me dou a ninguém. Sinto-me frágil”. Uma fragilidade que está a ser vivida por Vasco Cordeiro, ele que perdeu a maioria absoluta e que terá bem presente o cenário de poder formar governo, ver o seu programa chumbado e no limite não poder recandidatar-se; mas também por José Manuel Bolieiro que, estando perto do poder, sente a fragilidade de ter que depender de uma mão cheia de outros para lá chegar.
Frágil será sempre a solução governativa que vier a resultar das negociações entre partidos e da decisão final do Representante da República. O próximo Governo Regional dos Açores vai ser diferente dos anteriores, seja de esquerda, seja de direita ou misto, e terá pela frente um dos anos mais duros da história dos Açores pós 25 de Abril com empresas a falirem, o desemprego a aumentar, as necessidades de apoios sociais a crescerem, descontentamento
social, gestão dos fundos comunitários e, em particular, das verbas do fundo de recuperação e resiliência. Ou seja, será necessária estabilidade governativa para enfrentar a tormenta que se avizinha e que poderá ser alcançada com um Bloco Central. Um cenário impensável antes do dia 25 de outubro, mas que agora pode ser usado como último recurso. O primeiro que avançar com esse cenário ganharia a vantagem de aparecer aos açorianos como um verdadeiro estadista, deixando ao outro o ónus da decisão final e, não aceitando, a responsabilidade pela instabilidade política que, previsivelmente, iremos enfrentar.
Não sendo de excluir, no contexto económico e social que se avizinha e perante a falência de um acordo à direita, o CDS dara mão ao PS com a abstenção do BE.
Sem soluções governativas aprovadas pelo Representante da República, a solução derradeira será a convocação de novas eleições, o que só poderá acontecer seis meses após a tomada de posse do novo Presidente da República. Até lá teríamos um governo de gestão num ano de enormes dificuldades para os Açores. Não sendo a resposta ideal, é cada vez menos inverosímil.
(

Paulo Simões

– Açoriano Oriental de 01/11/2020)

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  • As eleições antecipadas podem originar resultados semelhantes aos actuais. Aconteceu ainda recentemente em Espanha . Mas é uma possibilidade democrática .
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COVID-19: A Caminho da Mendicidade! – Dif Broker Portugal

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Enquanto o mundo discute a fralda na cara – sim ou não, protege ou não protege, põe, tira…-, os estados europeus, em particular os do sul da Europa, caminham alegremente para uma espiral de endividamento sem paralelo na sua história.

Source: COVID-19: A Caminho da Mendicidade! – Dif Broker Portugal

ucraniano assassinado pelo SEF, um crime que nos envergonha

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arlos Fino

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Eunice Brito

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IGAI aumenta o rol de implicados na morte do ucraniano no aeroporto de Lisboa
EXPRESSO.PT
IGAI aumenta o rol de implicados na morte do ucraniano no aeroporto de Lisboa
A Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI) implica 12 inspectores do SEF e não poupa críticas ao que considerou atitude “generalizada de desinteresse pela condição humana”

UM CRIME QUE NOS ENVERGONHA

Artur Arêde, Eunice Brito and 35 others

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