O mistério da morte de um homem rico

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Não se diz uma única palavra sobre Sindika Dokolo na pastelaria mais afamada de Lisboa, o Careca, no Restelo.  O dono é de poucas palavras. Ali comem-se croissants encharcados em açúcar. Também não se fala de Nuno Cunha, o gestor do EuroBic que se enforcou em casa e morava ali bem perto. Entre Sindika e […]

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ditadura 2020 em ação

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Os doentes que esperem, não é?
Médico multado a caminho do hospital por circular na berma para fugir às filas na A5
CMJORNAL.PT
Médico multado a caminho do hospital por circular na berma para fugir às filas na A5
GNR aplicou-lhe uma coima de 60 euros e o médico denunciou o caso nas redes sociais, onde está a gerar simpatia junto de colegas.
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SEXO? SÓ DENTRO DO CONCELHO

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Contos in(reais)
Fronteira de concelho
Bom dia senhor agente…
Onde vai o senhor???
-vou ver a minha namorada que é um espetáculo…
Sendo um espetáculo,pode passar…
Grato …
Conselho de ministros…
Image may contain: 2 people, text that says "3 DIRETO Lisboa RTP.PT 15:12 HORA R HAVER ULTIMA HORA Proibição do ato sexual com pessoas de outros concelhos, em todo o território continental. DEVER DE PERMANENCIA NO DOMICILIO COM EXCEÇAO DAS D"
Contos in(reais)
Fronteira de concelho
Bom dia senhor agente…
Onde vai o senhor???
-vou ver a minha namorada que é um espetáculo…
Sendo um espetáculo,pode passar…
Grato …
Conselho de ministros…
Image may contain: 2 people, text that says "3 DIRETO Lisboa RTP.PT 15:12 HORA R HAVER ULTIMA HORA Proibição do ato sexual com pessoas de outros concelhos, em todo o território continental. DEVER DE PERMANENCIA NO DOMICILIO COM EXCEÇAO DAS D"
II Tomás Alexandre
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Alexandre Tomás
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Só os governantes é que não estão impedidos
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SANTA MARIA NA VISÃO

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UM EXTRAORDINÁRIO TRABALHO DA “SAPO VIAGENS/VISÃO”, PARA A DIVULGAÇÃO DE SANTA MARIA!
ROTEIRO DE SANTA MARIA
O Sapo Viagens publicou um roteiro sobre o que ver e fazer na “Ilha do Sol” nos Açores, 1ª ilha a formar-se, há mais de 8 milhões de anos. Foi também a 1ª ilha a ser descoberta e povoada.
O facto de Santa Maria ser a ilha mais a sul e a oriente, faz com que seja a mais quente do arquipélago, característica que deu origem à alcunha de Ilha do Sol.
Nos sítios a visitar, o Sapo recomenda: a Casa dos Fóssies – Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo; Vila do Porto, Igreja Matriz de Nª Srª da Asunção, Ermida de São Pedro Gonçalves, Ermida de Nossa Senhora da Conceição, Forte de São Brás, Miradouro da Vigia do Castelo e ainda dar um mergulho na Praia Formosa, descobrir o Deserto Vermelho dos Açores, subir ao ponto mais alto da ilha no Pico Alto, fazer percursos pedestres (ou BTT) em plena natureza, explorar os inúmeros miradouros, relaxar no Poço da Pedreira, visitar o Parque Florestal Fontinhas, admirar uma das maiores cascatas do país, a Cascata do Aveiro, explorar a história dos Açores na Baía dos Anjos, admirar a Ribeira do Maloás, etc.
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aguardemos que a câmara de PDl exproprie e destrua o aborto da Calheta

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Câmara Municipal de Ponta Delgada anunciou que vai deliberar sobre o processo das galerias inacabadas da Calheta Pêro de Teive já na sua próxima reunião ordinária, a realizar a 11 de Novembro.
Segundo informação disponibilizada, o Executivo camarário encontra-se neste momento a apreciar o Auto de Vistoria que lhe foi entregue a 28 de Outubro, na sequência da visita realizada ao local pela Comissão de Peritos a 14 de Outubro.
Recorde-se que a Comissão de Peritos foi nomeada por deliberação camarária de 29 de Setembro para avaliação de eventual execução coerciva de obras de demolição e requalificação, com recurso a posse administrativa pelo Município, do terreno da Calheta Pêro de Teive relativo ao projeto da Asta Atlântida – Sociedade de Turismo e Animação, S.A..
O Auto de Vistoria da Comissão de Peritos, bem como outros pareceres emitidos por diferentes entidades, será presente à Reunião de Câmara para deliberação dos procedimentos seguintes.
Recorde-se que todo este processo segue-se à decisão da Câmara presididida por Maria José Duarte deu um prazo de 10 dias ao Fundo Discovery para informar o Município sobre o início das obras de demolição das galerias inacabadas da Calheta Pêro de Teive.
Em carta enviada ao promotor do investimento, a Presidente Maria José Lemos Duarte requer a apresentação imediata de um cronograma relativo à demolição das galerias e à consequente construção da unidade hoteleira que se encontra projetada para o mesmo local.
A iniciativa da responsável autárquica surgiu na sequência da conclusão de todos os procedimentos legais por parte da câmara municipal e outras entidades externas para o licenciamento da obra.
O Município de Ponta Delgada “concluiu todas as diligências da sua responsabilidade e, no respeito pela legalidade, removeu todas as vicissitudes à conclusão prioritária deste licenciamento”, refere a edil na sua missiva.
“Com a aprovação do projecto de arquitectura, autorização das obras de demolição para o efeito, validação dos projectos de especialidades e consequente autorização do levantamento do alvará de construção para conclusão da obra (despacho de 31 de Agosto, já notificado) é, pois, final o deferimento do pedido de licenciamento para a realização da operação urbanística em causa”, acrescenta.
Desde o dia 1 de Setembro, o Fundo Discovery não tem qualquer impedimento legal para a efectiva execução do seu projecto, a começar pela demolição imediata das chamadas “Galerias da Calheta”, na freguesia de São Pedro.
O promotor do investimento “tem, assim, 10 dias úteis, nos termos do Código do Procedimento Administrativo, para informar o Município do início das obras e respectivo cronograma que será fiscalizado pelos competentes agentes municipais”, conclui Maria José Lemos Duarte na sua carta enviada ao Fundo Discovery.
A conclusão prioritária dos procedimentos formais para o licenciamento da obra ocorreu na sequência da reunião promovida pela Presidente da Câmara Municipal com o representante local do Fundo Discovery, realizada no passado dia 10 de Julho, conforme lembrou a autarca.
No dia 23 de Setembro, a empresa informou, essencialmente, que “tenciona dar início à execução das obras dentro de alguns meses”, que “apresentará um cronograma de execução das obras que obedecerá ao prazo máximo de 16 meses” e que, ainda assim, tal “não prejudica o recurso aos mecanismos legais gerais de prorrogação dos prazos”.
Constatando a indefinição da resposta à n notificação, que solicitava informação concreta sobre o início das obras e com que cronograma, e considerando ainda os antecedentes do processo, parece evidente que aquela zona nobre de Ponta Delgada continuará, por mais longos meses, com ruínas que põem em causa a saúde, a segurança e a estética da cidade.
Temos de agir em nome do interesse público, disse Maria José Duarte que decidiu convocar uma reunião extraordinária da Câmara Municipal, 29 de Setembro, para propor, nos termos da lei, a nomeação de uma comissão de perícia técnica, que foi o que aconteceu e cujos resultados estão agora em apreciação.
Câmara delibera sobre galerias da Calheta a 11 de Novembro
PP-CORREIODOSACORES.CYBERMAP.EU
Câmara delibera sobre galerias da Calheta a 11 de Novembro
A Câmara Municipal de Ponta Delgada anunciou que vai deliberar sobre o processo das galerias inacabadas da Calheta Pêro de Teive já na sua próxima reunião ordinária, a realizar a 11 de Novembro. Segundo informação disponibilizada, o Executivo camarário encontra-se neste momento a apreciar o…
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ditadura portuguesa 2020

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Victor Hugo Sarabando

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César Conceição

01 nov 2020 – Mais uma imagem que fica para a (negra) história: seguranças à porta de um cemitério.
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património dos açores

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Sentinela do tempo!
Vila de Nordeste Chaminé de Forno de Cal.
O melhor Forno de Cal dos Açores! Patrimônio dos Açores!
Atenção Secretaria da Cultura do Governo dos Açores! Devem visitar com “olhos de ver bem” este riquíssimo exemplar que foi um grande bem para todos açorianos a Cal teve uma grande responsabilidade de irradiar a Peste! A Cal foi e é um bem para toda a humanidade. Rico local para os alunos desta ilha de São Miguel ter uma aula sobre o que é Cal. Desenfestou a água de cisternas, lavou as peles de vaca para para várias utilidades cintos, botas, arreios para cavalos, malas e outras tantas coisas
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aviação a rumo da falência

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Despedimento coletivo e falências ameaçam sector da aviação
Com os aviões em terra, cada vez há mais pedidos de ajuda a chegar ao Governo. Depois da TAP, segue-se a Groundforce
Oito meses depois de a pandemia ter obrigado as compa­nhias áreas a colocar os aviões em terra, multiplicam-se as evidên­cias de que o sector da aviação, e todo o ecossistema à sua volta, definha. Há em Portugal empresas a equacionar avançar para o despedimento coletivo. Acumulam-se as dívidas, num cenário em que as receitas caem a pique e a retoma vai sendo adiada a cada mês que passa.
A Ryanair e a Groundlink já começaram a escrever aos trabalhadores que têm em Portugal colocando a hipótese de despedimento coletivo em cima da mesa. A empresa de assistência em terra (handling) Portway, sabe o Expresso, aponta para esse cenário num horizonte próximo. A Portway, controlada pela ANA, não tem estado a renovar os contratos a prazo e já saíram da empresa 500 trabalhadores desde que a crise pandémica começou. Há poucos meses, a Lauak Setúbal, fábrica de peças para a indústria aeronáutica, avançou com o despedimento coletivo de 197 trabalhadores. Com a atividade reduzida em muitos casos a um terço, restam poucas alternativas.
Somam-se os números de novos desempregados: a TAP também não está a renovar os contratos a prazo — já saíram mil trabalhadores, número que subirá para 1600 até ao final do ano. Só nos tripulantes de cabina serão afetados mil trabalhadores e 500 já foram dispensados. O SITAVA (Sindicato dos Trabalhadores e Aviação) estima que entre os trabalhadores de terra tenham sido rescindidos contratos com 350 a 400 pessoas, e a maioria delas dos call centers. É aqui que há mais trabalhadores precários. São os cortes cegos numa área que é o rosto da TAP e que tem sido uma daquelas onde há mais queixas. A Groundforce conseguiu renovar o contrato a 76 trabalhadores, mas teve de rescindir com 285, perante uma quebra de €72 milhões da faturação até setembro.
ANA TAMBÉM NÃO ESCAPA
A pressão é gigantesca, as receitas não param de cair. A TAP está a perder mensalmente uma média de €60 milhões, um valor que tenderá a crescer no inverno. As dívidas em todo o sector acumulam-se. Há clien­tes, inclusive grandes empresas, a atrasar ou a suspender os pagamentos à ANA, a concessionária dos aeroportos, sabe o Expresso. A francesa Vinci, dona da ANA, está preo­cupada com a situação e tem estado muito empenhada em reduzir os custos ao mínimo. Nessa senda, mantém fechado o terminal 2, situação que deverá prolongar-se até 2021. “A ANA perdeu cerca de dois terços do seu tráfego, sendo essa redução ampliada pela redução das taxas decorrente do modelo regulatório. Em 2020, as taxas de aterragem serão reduzidas em 70%, de julho a dezembro”, esclarece fonte oficial. A ANA garante, contudo, que manterá os investimentos previstos.
A empresa, outrora uma máquina de fazer dinheiro, não é um caso isolado. Esta semana, o Conselho Internacional dos Aeroportos veio alertar para a possibilidade de 193 aeroportos europeus poderem vir a ficar insolventes se as limitações para voar se mantiverem.
A travagem a fundo no número de voos — a atividade aeroportuária caiu 70% em setembro deste ano face ao mesmo período de 2019 — está a deixar muitas empresas sem alternativa. Além dos voos terem caído abruptamente, os aviões voam com a lotação, por vezes, a menos de metade.
CEM MIL EMPREGOS SOB PRESSÃO
Um estudo da McKinsey de 2018 estimava que a TAP fosse responsável indiretamente por 100 mil postos de trabalho e interagisse com 1300 fornecedores, uma longa cadeia de dependências.
Com a retoma a ser empurrada para 2024, há pedidos de ajuda a chegar ao Governo. António Costa não quer avançar com ajudas sectoriais. Uma das empresas que bateu à porta das Finanças foi a Groundforce, que pediu €30 milhões. Ao Expresso, as Finanças esclarecem que estão “em análise alternativas de recurso a instrumentos específicos no contexto dos apoios covid” para a Groundforce, que emprega 2400 pessoas.
Nunca a crise foi tão grande num sector preso pelo receio de voar e condicionado pela incerteza e por imprevisíveis decisões políticas.
CORTES
► A TAP dispensou 500 tripulantes de cabine com contrato a prazo, prevê-se que saiam 1000. No pessoal de terra foram rescindidos contratos com 350 a 400 trabalhadores, a maioria de call center. Da Groundforce saíram 285 trabalhadores, e da Portway cerca de 500
► Tráfego nos aeroportos portugueses caiu 2/3 em 2020 face 2019. ANA vai manter Terminal 2 fechado até 2021
(Expresso de 30/10/2020)
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