Compartilho o livro-reportagem “Açores em Cores – Belezas, contornos e potencialidades”, do amigo Ígor Lopes.
Agradeço pelo convite que me proporcionou ao contribuir em seu livro, juntamente com outras personalidades, por meio de reflexões e vivências sobre a arte e a cultura nos “Colóquios da Lusofonia”, no arquipélago dos Açores/PT. Um maravilhoso lugar no meio do Oceano Atlântico, que nos encanta a alma com as suas diversidades geográficas, históricas e culturais.
Para quem tiver interesse em adquirir um exemplar do livro, entre em contato com o autor.
No livro Saudades da Terra escreveu o Doutor Gaspar Frutuoso «o marco que divide os termos da Vila de Lagoa de Ponta Delgada fica no meio o poço d, Atalhada» página 167. Curiosidades: As pedras do Poço estão fixas por uma matéria muito antiga chamada Polzolana. Sendo assim será que este Poço terá mais de 500 anos?
20You, Tomás Quental, Carlos Melo Bento and 17 others
Opinantes,opinadores e outros odores jornalísticos…
França,Itália,Espanha,Bélgica,Alemanha,Suiça,Portugal e restantes países da Europa, não esquecendo Africa,Asia, América do Sul,América do Norte tudo a CAMINHO DA SERVIDÃO do Senhor Sars Cov2.
A chamada “opinião” estratosférica, do “infinito e mais além”!
Para além dos tempos complicados que vivemos, ainda temos as mentes delirantes que não pedimos!
Estivessem já os voos espaciais a circularem, talvez uma voltinha até outra galáxia?
OBSERVADOR.PT
O caminho da servidão
Somos governados à vista, sem qualquer critério que não seja o da conve
ENQUANTO OS “BONS” SE CALAREM OS “MAUS” TERÃO RAZÃO!
Para se justificar o silêncio costuma dizer-se que é melhor não se meter onde não se é chamado!
Atribui-se a Martin Luther King a seguinte frase: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.
E Bertolt Brecht terá dito: : “Os cidadãos irão um dia lamentar não só as palavras e atos dos políticos, mas também o terrível silêncio da maioria”…
“Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e levaram-me a mim. Já não havia mais ninguém para reclamar.”