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Fonte: TIMOR AGORA: Fundador da Fretilin Abílio Araújo diz que nunca foi integracionista
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Fonte: The forgotten pyramids of Sudan – Al Jazeera English
Bagrawiyah, Sudan – More than 200km from the Sudanese capital Khartoum, the remains of an ancient city rise from the arid and inhospitable terrain like a science-fiction film set. Nestled between sand dunes, the secluded pyramids seem to have been forgotten by the modern world, with no nearby restaurants or hotels to cater to tourists.
The Nubian Meroe pyramids, much smaller but just as impressive as the more famous Egyptian ones, are found on the east bank of the Nile river, near a group of villages called Bagrawiyah. The pyramids get their name from the ancient city of Meroe, the capital of the Kingdom of Kush, an ancient African kingdom situated in what is now the Republic of Sudan.
Around 1000 BCE, after the fall of the 24th Egyptian dynasty, the Nubian Kingdom of Kush arose as the leading power in the middle Nile region. The Kushite kings took over and ruled much of Egypt from 712 to 657 BCE. In 300 BCE, when the capital and royal burial ground of the kingdom moved to the Meroe region, the pharaonic tradition of building pyramids to encapsulate the tombs of rulers continued here.
Continuar a ler The forgotten pyramids of Sudan – Al Jazeera English
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A 28 de novembro de 1975 a Fretilin declarou unilateralmente a independência de Timor-Leste. Nove dias depois, a ex-colónia portuguesa foi invadida pela Indonésia, para uma brutal ocupação que se prolongou até ao histórico referendo de 1999. 40 anos depois da bandeira de Portugal ter sido arriada de Díli, o Expresso entrevistou em Lisboa o Nobel da Paz, José Ramos-Horta, que foi primeiro-ministro e Presidente da República de Timor-Leste
Fonte: Expresso | Ramos-Horta: “Fui contra a declaração unilateral da independência!”
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Crónica 103 CHRÓNICAÇORES no pico, 9-10 agosto 2011
Continuar a ler revisitando o Pico (extrato de CHRONICAÇORES uma circum-navegação vol 2 – 2011
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500 Anos: Timor-Leste e Portugal,
Continuar a ler 500 anos por Ramos Horta
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Fonte: “FILHOS DA PUTA” – A TORTO E A DIREITO
“Uma das histórias judiciais que ficaram célebres, na primeira metade do século XX, teve a ver com a defesa de um arguido acusado de chamar “filho da puta” ao ofendido, expressão que, na altura, era considerada altamente ofensiva.
Nas suas alegações, o escritor e advogado Ramada Curto começou por chamar a atenção do juiz para o facto de muitas vezes se utilizar esta expressão em termos elogiosos: «Grande filho da puta, és o melhor de todos!», ou carinhosos: «Dá cá um abraço, meu grande filho da puta!», tendo concluído da seguinte forma:
«E até aposto que, neste momento, V.Exa. está a pensar o seguinte: “Olhem lá do que este filho da puta não se havia de ter lembrado só para safar o seu cliente!”…»
Chegada a hora da sentença, o juiz vira-se para o réu e diz :
«O senhor está absolvido, mas bem pode agradecer ao filho da puta do seu advogado!»”
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cronica 153 As grandes mentiras da História de Portugal
extraído do blogue desenvolturas&desacatos.:
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continuação….CRÓNICA 50 o desensino 18-31 janeiro 2008 Continuar a ler relembrando o que escrevi sobre jornalismo em 2008. errei?
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olhem só o que disse da educação em janº 2008:
CRÓNICA 50 o desensino 18-31 janeiro 2008
Continuar a ler relembrando o que escrevi sobre a educação em 2008.Errei?
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