NEMÉSIO (Vitorino) Os Ideais Republicanos – RTP Arquivos

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Fonte: Os Ideais Republicanos – RTP Arquivos

 

Os Ideais Republicanos

00:16:00

A propósito do precário estado de saúde do escritor Ferreira de Castro, Vitorino Nemésio recorda a amizade que os une desde a década de 30, e as tertúlias lisboetas que ambos partilharam com outros intelectuais republicanos da época. Evoca ainda as figuras de Afonso Costa, Brito Camacho e Duarte Leite, referências históricas da Primeira República.

  • Nome do Programa:Os Ideais Republicanos
  • Nome da série:Se Bem Me Lembro
  • Personalidades:Vitorino Nemésio, José Maria Ferreira de Castro
  • Temas:Artes e Cultura, História
  • Canal:RTP 1
  • Tipo de conteúdo:Programa
  • Cor:Preto e Branco
  • Som:Mono
  • Relação do aspeto:4:3

Resumo Analítico

Vitorino Nemésio refere o estado de saúde precário de Ferreira de Castro; relembra as tertúlias do Chiado em Lisboa com Brito Camacho, Duarte Leite, Joaquim Manso, José de Bragança e Ferreira de Castro, que se caracterizavam por um espiríto de cordialidade e solidariedade; caracteriza as pessoas da Primeira República como republicanos, anti-clericais e livres pensadores e diz que o País se encontrava politicamente repartido em três partidos; fala nas personalidades e ideologias de Afonso Costa, Brito Camacho e Duarte Leite, pessoas estas que tinham o culto da democracia e da liberdade.

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Detectada actividade cerebral inexplicável 10 minutos depois da morte – ZAP

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Médicos canadianos depararam-se com um caso muito estranho. Quando os aparelhos de suporte de vida de um paciente foram desligados, o indivíduo apresentou

Fonte: Detectada actividade cerebral inexplicável 10 minutos depois da morte – ZAP

 

Detectada actividade cerebral inexplicável 10 minutos depois da morte

Médicos canadianos depararam-se com um caso muito estranho. Quando os aparelhos de suporte de vida de um paciente foram desligados, o indivíduo apresentou atividade cerebral persistente mesmo depois de ser declarado clinicamente morto.

Durante mais de dez minutos os médicos confirmaram a morte com várias observações, incluindo a ausência de pulsação e pupilas não responsivas. Mesmo assim, o paciente tinha as mesmas ondas cerebrais do sono.

“No paciente, as ondas delta persistiram depois de não haver qualquer ritmo cardíaco e pressão sanguínea”, informaram os médicos da Universidade de Western Ontario.

Os especialistas também descobriram que a morte pode ser uma experiência única para cada indivíduo. Outros três pacientes terminais que também tiveram os aparelhos desligados no mesmo hospital foram acompanhados, e os médicos observaram que as suas atividades cerebrais eram diferentes, tanto antes como depois da morte clínica.

“Havia uma diferença significativa na amplitude da eletroencefalografia entre 30 minutos antes e 5 minutos depois de ser declarada a morte”, explica Loretta Norton, líder da equipe de médicos que registou o fenómeno.

Os médicos dizem que ainda é muito cedo para saber o que é que este acontecimento significa para a experiência da pós-morte. Na ausência de qualquer explicação biológica sobre o que fez o cérebro continuar ativo durante tanto tempo depois da ausência de batimentos cardíacos, os especialistas dizem que a observação pode estar incorreta.

Mas os equipamentos utilizados não mostram defeito ou sinal de funcionamento incorreto. Os exames realizados aos quatro pacientes mostram o momento da morte no 0, e quando o coração parou de bater alguns minutos depois dos aparelhos terem sido desligados.

Atividade cerebral inexplicável é identificada 10 minutos depois da morteA atividade cerebral desaparece alguns minutos antes do coração parar de bater nos pacientes 1, 2 e 3. No entanto, no paciente 4 a atividade cerebral continua durante 10 minutos e 38 segundos, depois da morte clínica.

As observações foram publicadas na revista The Canadian Journal of Neurological Sciences.

ZAP // Hypescience

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Korlai: a aldeia da Índia onde ainda se fala crioulo português | VortexMag

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A milhares de quilómetros de distância resistem 900 descendentes de portugueses em Korlai, a aldeia indiana onde ainda se fala crioulo português.

Fonte: Korlai: a aldeia da Índia onde ainda se fala crioulo português | VortexMag

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Colonia del Sacramento: um pedaço português no Uruguai

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Fonte: Colonia del Sacramento: um pedaço português no Uruguai

e simples, mas pode render um bom programa. De Montevidéu leva, em média, duas horas pela estrada. Mas o grande charme está nos confortáveis barcos que cruzam o rio transportando passageiros de Buenos Aires a todo momento. Tanto que é bem comum hospedar-se em Colônia e dar uma esticada até o berço do tango, ou vice-versa.

O melhor lugar para começar um giro por essa charmosa cidade é justamente no coração do centro histórico, localizado na Plaza Mayor. Ao redor dela e nas imediações estão os principais pontos turísticos de Colônia.

Para começar, o Museu Municipal – um sobrado que pertenceu aos secretários de governo na época colonial. Lá estão mobiliário, peças indígenas, objetos da antiga plaza de toros de Colônia e até animais empalhados e uma coleção de fósseis. Por meio desse acervo é possível ter um panorama da história da região. Bem ao lado, está a Casa de Nacarello, que demonstra a vida de uma família de origem portuguesa do século XVIII. Ainda no mesmo quadrilátero, o Museu Português ilustra a época em que o Uruguai pertencia aos irmãos lusitanos. E não para por aí, várias outras construções abrigam a história de Colônia.

Alguns passos mais e chega-se à Calle de los Suspiros, que, de cara, remete à cidade de Paraty (RJ). Calçamento de pedra, casas coloniais. Diz a lenda que era uma rua muito frequentada por marinheiros e viajantes, dada a existência de cabarés e “casas de tolerância”, de onde emergiam suspiros e gemidos que podiam ser ouvidos claramente.

As ruínas também são atrativos interessantes, como a Ruína da Casa dos Governadores. E o ponto mais visitado centro histórico é a Muralha erguida pelos portugueses para cercar a cidade. No entanto, uma curiosidade é que ela não é original, pois foi demolida mais tarde pelos espanhóis. Somente nos anos 1970 arqueólogos descobriram, por meio de escavações, pedras originais que foram utilizadas na reconstrução desse cenário.

Vale visitar também o Farol, erguido sobre os escombros de um convento destruído em um incêndio. O topo rende uma bela visão do Rio da Prata e de Colônia. Em dias claros é possível avistar os contornos de Buenos Aires.

Vale caminhar pelas ruas arborizadas e visitar cativantes restaurantes. A gastronomia é variada, com a presença de pescados e da famosa parrilla. Mas fique de olho nos preços, pois tem gente que “supervaloriza” seu estabelecimento – e cobra pelo cardápio em português. Para fazer a digestão vale a pena caminhar pelo Paseo de San Gabriel e se dirigir até um píer, que rende uma bela visão do pôr do sol. Uma volta na praia também é bastante atraente. Se estiver calor, dá até para banhar-se nas águas do Rio da Prata

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leia mais sobre este tema na 3ª edição de crónicas austrais em
em 4ª edição aqui CRONICAS AUSTRAIS 1978-1998 4ª ed 2015

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