Australia’s 230 years

Views: 0

August 2018 will see the release of a major work by Professor Clinton Fernandes. It will be the only 230 year study of Australia’s external relations and covers the interface of diplomacy, law, geoscience, finance, trade, espionage and military force. I am certainly eagerly awaiting its release. You can Pre-purchase copies on amazon.com. Just search the title. I know many in Timor-Leste and Indonesia who will relish the opportunity of accessing such an accomplished work by an accomplished academic and expert in this area. Well done Hiki Komori. Udan Bo’ot Alex Tilman Edio José Maria Guterres Nurima Ribeiro Alkatiri Jo Monteiro Carmeneza Dos Santos Monteiro Zésopol Caminha Titi Irawati Supardi Nuno Rodriguez Tchailoro Sahe Da Silva Solok Alkatiri Lukeno Ribeiro Alkatiri

The Crocodile and the Kangaroo’ is the story of Australia and East Timor

Views: 1

 

VER A MINHA TRADUÇÃO PARA PORTUGUÊS https://www.academia.edu/36951577/nova_f%C3%A1bula_timorenses_A_preocupa%C3%A7%C3%A3o_do_Canguru_sobre_o_futuro_do_Crocodilo

 

[pdf-embedder url=”https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2018/06/trans-JPIC-May-Newsletter-Crys-1.pdf” title=”trans JPIC May Newsletter Crys”]

 

[pdf-embedder url=”https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2018/06/JPIC-May-Newsletter.pdf” title=”JPIC May Newsletter”]

 

a descrição total do Japão pelo olhar de Wenceslau de Moraes

Views: 0

O português Wenceslau de Moraes andou muitos anos pelo Oriente e de lá enviou vários relatos que foram sendo publicados ao longo dos anos. É o caso de uma nova reedição que surge agora passado meio século sem estar disponível: O Bon-Odori em Tokushima.

Source: Novas Edições – Regressa a descrição total do Japão pelo olhar de Wenceslau de Moraes

 

Continue reading

o belicismo no 10 de junho (Açores) in Tomás Quental Não havia necessidade”

Views: 0

Não havia necessidade!

A celebração este ano do “10 de Junho” em Ponta Delgada é, sem qualquer dúvida, um momento que dignifica o arquipélago, reconhece o seu povo e promove-nos no plano nacional e mesmo internacional, nós que temos emigrantes em muitas partes do mundo. Os Açores, nessa perspectiva, são muito mais do que nove ilhas.
Mas eu pergunto: para essa celebração era mesmo necessário “encher” a cidade com viaturas dos três ramos das Forças Armadas, desde meios aéreos a meios terrestres de combate?
Se é para afirmar a soberania portuguesa nos Açores, era desnecessário, porque os açorianos, na sua maioria, gostam de ser portugueses. Diria até que existem muitos açorianos que se sentem mais portugueses do que muitos continentais, a quem ouço dizer com frequência “entreguem isto a Espanha”…
Se é para “embelezar” a cidade, também era desnecessário, porque a urbe tem beleza quanto baste, bem patente, nomeadamente, em monumentos, praças, avenidas e ruas repletas de edifícios de arquitetura bela e única, com uma frente de mar que lhe confere uma panorâmica invejável.
Se é para mostrar aos açorianos o que são meios militares, também me parece objetivo obviamente desnecessário.
Quando o Estado português assume não ter verbas para construir uma nova cadeia na maior ilha açoriana, São Miguel, em que o estabelecimento prisional existente com 150 anos é uma vergonha em qualquer parte do mundo, proporcionando condições infra humanas, é claramente uma falta de bom-senso essa ostentação de meios militares, só possível com muito dinheiro. Não aprecio e critico.

Continue reading