MANIPULAÇÃO PESSOAL – The seductive power of uniforms and cult dress codes

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This is very interesting. The “seductive power” provided by specific dress codes is evident in many different instances, starting with Islam. The Khoran does not establish any dress code and the imposition of partial and total body coverings for women, for example, has no religious justification and is completely explained by a cult-like logic imposed by the power mongering of self-illuminated men. Another evidence of human control and oppression.

We need to educate people to develop a strong and human “I” that uses critical thinking and creativity as fuel. The absence of such “I” makes people very vulnerable to manipulation and abuse.

I am absolutely opposed to “identity politics”, as this bizarre concepts moves cult-like physical dress codes to the realm of ideas, making manipulation, control and oppression even more efficient. Human beings do not have an identity but many, and they stand behind our culture; furthermore, they evolve with time as we learn and adapt. However, by far the most important identity is “Homo sapiens sapiens”; all others are superficial and circumstantial, except in the deviant minds of manipulators.

CNN.COM
While most of us have never fallen prey to a cult, that doesn’t mean we’ve escaped their allure entirely.

ESQUECIDO O “MY LAY” PORTUGUÊS EM WIRIAMU

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«Massacre de Wiriamu “apagado” da memória colonial portuguesa

Assinalam-se este sábado 45 anos após o massacre de Wiriamu, em Moçambique. Historiadores dizem que as atrocidades cometidas pelo exército português foram escondidas pela censura.

Monumento erguido para assinalar os acontecimentos ocorridos em 1972 em Wiriamu

Este sábado, 16 de dezembro, assinalam-se os 45 anos do massacre de Wiriamu, em Moçambique – acontecimento que despertou a atenção do mundo face às atrocidades cometidas por Portugal durante as guerras coloniais em África.

De acordo com a investigação realizada pelo académico moçambicano Mustafah Dhada, professor de História Mundial e Estudos Africanos radicado nos Estados Unidos, as tropas portuguesas dizimaram um terço dos 1.350 habitantes de cinco povoações da província de Tete, no centro do país.

Fernando Rosas, historiador português que esteve recentemente naquela povoação – onde foi erguido um monumento a assinalar os acontecimentos ocorridos em 1972 –, diz que as operações contra os movimentos de guerrilha de libertação nacional eram consideradas “contraproducentes”.

“Mesmo pelos sul-africanos e pelos rodesianos que colaboravam nessas operações”, ressalta o historiador, acrescentando que “no fundo, a guerrilha não estava lá. Estava lá a população: homens, mulheres e crianças que eram vítimas daquela violência brutal e inconsequente”.
45 Jahre nach Massaker von Wiriamu in Mosambik

Documentário: historiador Fernando Rosas quer desconstruir na televisão portuguesa os mitos da colonização

“Apagão da memória do colonialismo”

Os crimes perpetrados pelas tropas portuguesas nas aldeias da província de Tete despoletaram fortes críticas internacionais e fomentaram a contestação contra a guerra colonial. Mas, passadas mais de quatro décadas, como é visto em Portugal este período sombrio da história colonial portuguesa?

Para Fernando Rosas, “estes acontecimentos fazem parte de uma espécie de apagão da memória do colonialismo que se verificou em Portugal”.

“Em Portugal continua muito vivaz uma certa nostalgia do império e uma narrativa sobre o colonialismo, que é uma narrativa ‘desculpabilizadora'”, critica o especialista.

Este género de mensagem, acrescenta Fernando Rosas, continua até no discurso oficioso do Estado português. Na série em transmissão na televisão pública portuguesa (RTP2), intitulada “História a História: África”, o historiador tenta desconstruir “mitos ainda vivazes da pseudo bondade do colonialismo português”, de modo a “não permitir que [acontecimento como Wiriamu] passe em branco”.

José Antunes: “houve uma imposição brutal das forças portuguesas sobre os grupos de libertação”

“Repressão sem genocídio”

Ao analisar a dimensão política do massacre, o historiador José Antunes afirma, por sua vez, que este foi um dos símbolos mais fortes da repressão durante a guerra colonial. No entanto, discorda que tenha sido um genocídio, como referem alguns investigadores.

Segundo Antunes, “ao considerarmos um genocídio, estamos a pô-lo em pé de igualdade com o Holocausto, com os massacres dos hutus ou dos tutsis”. “Para falar de genocídio naquela circunstância – estamos a falar numa situação de contexto militar, de guerra; há um massacre justificado pelas autoridades portuguesas pela necessidade de controlar as aldeias em que os guerrilheiros tinham algum tipo de apoio e fez-se aquele e alguns outros massacres”, justifica.

Irene Pimentel: é preciso ouvir os familiares das vítimas

Entretanto, José Antunes ressalta que “são situações que claramente fogem aquilo que é a guerra dita ‘limpa’, como se isso alguma vez existisse, e mostram o que foi, de facto, a imposição de uma forma brutal das forças armadas portuguesas sobre os grupos de libertação”.

Factos a investigar

O historiador português José Antunes, formado em História de África com foco no período colonial, diz que hoje há já mais informação sobre o que aconteceu em Wiriamu. E questiona se o número de mortos chegou aos milhares.

Massacre de Wiriamu “apagado” da memória colonial portuguesa

“Isso só por si já é uma questão importante. Portanto, temos ali detalhes também da própria forma de operar das Forças Armadas portuguesas e da política. Quer dizer, isto foi ou não deliberado, isto foi ou não mandado pelas chefias? Tudo isso é importante saber-se”.

Irene Pimentel, outra historiadora portuguesa e uma das críticas em relação ao silenciamento, também reconhece que ainda há factos a investigar sobre Wiriamu. Ela afirma que hoje se pode recorrer aos sobreviventes em Moçambique para resgatar as memórias daquela época, “para que, finalmente, os sobreviventes e familiares das vítimas possam fazer o seu luto”.

Fernando Rosas também considera necessário e indispensável que assim seja em respeito à memória. “Porque”, sublinha, “sem memória não há democracia”. O historiador considera que “há um trabalho de memória muito importante a fazer também cá”, aconselha.» https://www.dw.com/…/massacre-de-wiriamu-apagado…/a-41823692

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amor é cego ou o fotógrafo era safado?

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Milionário de 72 anos Ela com 23, casaram na fazenda em meio aos animais.
Às vezes, a vida te dá um sinal e Você não percebe#!!!

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13 hrs

Milionário de 72 anos Ela com 23, casaram na fazenda em meio aos animais.
Às vezes, a vida te dá um sinal e Você não percebe#!!!

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Carlão da Horta – Ana

Milionário de 72 anos Ela com 23, casaram na fazenda em meio aos animais.
Às vezes, a vida te dá um sinal e Você não percebe#!!!

um país que não honra a história irá desaparecer com ela

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Yesterday at 8:14 AM

ó ê

Giraldo Geraldes, mais conhecido como o Homem sem pavor, foi umas das personagens mais importantes da nossa história e na luta contra os mouros (se hoje temos Évora e o Algarve em parte foi graças a ele).
Seja a história lendária ou não, o que é certo é que existe uma praça com o seu nome em Évora, a existência das muralhas do seu forte e ainda uma estátua que o representa.
Como portuguesa tenho vergonha da falta de orgulho que há por parte do povo português e dos nossos governantes na nossa História. Sim, porque mudar a sua estátua da praça da junta de freguesia de Valverde para o meio do mato, em terreno de caça, sem indicações, não mostra mais nada para além da vergonha e da vontade em esconder a História e o que dela advém. Andei uma hora em pleno mato e zona de caça à procura da dita estátua que por coincidência também ninguém da aldeia conhecia. Mal tratada partida e abandonada, é assim que os portugueses tratam o seu passado!! A nossa história não foi só feita de padres e igrejas como nos querem fazer crer!

(A primeira foto era onde se encontrava a estátua inicialmente, a segunda foi onde eu a encontrei. As outras é do caminho que se tem de percorrer a pé até se dar com o local)

pode ser que assim ela volte ao seu local original e possa ser vista por todos!!!

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goeses para fora de Goa

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Vicente Domingos Pereira Coutinho

1 hr

Swapnesh Sherlekar

*IS THIS THE BEGINNING OF THE END FOR GOANS IN GOA????*

Goans are now been evicted from their own ancestral houses making abusive use of authority and power. Today 17/08/18 @ 10:30 hrs, inspite of being a declared holiday, the Goa Government authority is demolishing a house of a NIZ Goykar of ST community right in the middle of the monsoon season without making any alternate arrangements for them, for the purpose of road widening at Old Goa By-pass. It is alleged that the authorities does not have the necessary orders for the demolition as they are unable to demonstrate it to the people as seen in the video. The Messiah of the ST community Mr. Govind Gaude upon contacting expressed his helplessness in aiding his own community people and disconnected the call. This is nothing but dictatorship of the Government with sole intention of harrassing Niz Goans…..

*SHAME ON THIS ANTI-GOAN GOVERNMENT*

*Its not only them their children’s also have to face the curses of the Goans for sure*

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Swapnesh Sherlekar

*IS THIS THE BEGINNING OF THE END FOR GOANS IN GOA????*

Goans are now been evicted from their own ancestral houses making abusive use of authority and power. To

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Morreu Aretha Franklin – o fim de um reinado sem tréguas

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A maternidade precoce, a timidez e a tendência depressiva, os problemas com o peso, a má sorte nos homens, o desnorte financeiro – tudo eram razões para nem chegar ao “trono”. Não só o conquistou, mas manteve-o à custa de talento, suor e lágrimas. Morreu hoje, com 76 anos

Source: Morreu Aretha Franklin – o fim de um reinado sem tréguas

RECORDAR MARTINS GARCIA

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José Martins Garcia:

DA REDONDEZA DO SENTIR

na humildade vegetal do meu sentir
há bolsas de memória por dizer
e a gorda bátega da Nova Inglaterra
aviva-me o suor colhido em África

afinal tanto sonho tanto espanto
tanta revolução tanta derrota
tantos punhos fechados logo inúteis
para vir acabar americano
chovendo-me «scotch» pela goela abaixo

engulhando ao cheiro verde desta nova chuva
na bolanha onde a vida se me foi
e Portugal apodreceu

(«Temporal», Providence, R.I., 1986)

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mamã ninguém me dá emprego, nem arranjo namorada

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Teixeira Bastos shared a post.

8 hrs

Mais valia ir para alfaiate se gosta tanto de agulhas …

Diz que não concorda com o Serviço Militar Obrigatório.

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José De Almeida Basto

Diz que não concorda com o Serviço Militar Obrigatório.

QUEIXA DE TURISTA

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LAVANGUARDIA.COM

Una turista inglesa se queja de que sus vacaciones en Benidorm hay “demasiados españoles”


La mujer, de 81 años, asegura que los españoles deberían irse a otro lugar durante sus vacaciones


Una turista inglesa se queja de que sus vacaciones en Benidorm hay “demasiados españoles”
La playa de Benidorm abarrotada de gente (Jose Jordan / AFP)
REDACCIÓN

Surrealista. Freda Jackson, de 81 años y de Blackburn (Inglaterra), viajó a Benidorm a pasar sus vacaciones en mayo y su recuerdo no ha sido nada grato. La turista inglesa se queja de que su estancia de dos semanas en España ha sido arruinada porque había “demasiados españoles” en su hotel. Jackson ha añadido que los españoles deberían irse a otro lugar en sus vacaciones, según ha informado el Lancashire Telegraph .

La turista tiene problemas de movilidad y ha explicado que en su hotel estaba lleno de españoles “groseros” y que incluso hubo una vez casi la derribaron. “El hotel estaba lleno de turistas españoles y realmente nos pusieron de los nervios porque eran muy groseros”, ha relatado.

Benidorm

El hotel estaba lleno de turistas españoles y realmente nos pusieron de los nervios porque eran muy groseros”

“Una noche un chico español casi me tira volando y se fue sin siquiera disculparse. El entretenimiento en el hotel estaba enfocado y atendido para los españoles, ¿por qué los españoles no pueden ir a otro lugar para sus vacaciones?”.

Jackson viajó con una amiga a Benidorm con la compañía Thomas Cook, que les recomendaron el hotel. Ambas pagaron 1.133 libras esterlinas (1.269 euros) y piden a la agencia de viajes que les hagan un reembolso completo o unas vacaciones gratis. La turista ha estado de vacaciones en Grecia, Turquía, Portugal y Tenerife y ha afirmado que “nunca me he quejado por unas vacaciones anteriormente, pero estas fueron un desastre de principio a fin”.

Nunca me he quejado por unas vacaciones, pero estas fueron un desastre”

esqueci o celular…

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a este respeito extraio do meu livro ChrónicAçores vol 2 o textoseguinte
100.3. CONVERSAS DO ALÉM

Há tempos fiquei menente[1] quando me disseram que um falecido, na vizinha Lombinha da Maia, pedira para ser enterrado com o seu inseparável telemóvel.

O homem sem pitafe[2] algum viera da Amerca[3], ali da antiga Calafona[4], e queria estar contactável mesmo para lá do grande túnel luminoso.

Qual não foi o meu espanto, num alpardusco[5] de camarça[6], ao transitar pelo cemitério já encerrado a visitas, e ver três pessoas do lado de fora das grades do cemitério falando com alguém e usando os seus telemóveis ou celulares bem encostados ao ouvido. Uma delas, tinha uma mão nas grades e na outra segurava o aparelho.

Não tinha tarelo[7] nenhum. Não querendo ser lambeta[8], interroguei-me “Estaria a falar com o falecido, que nascera empelicado[9]?” Será que o finado atendeu do lado de lá dentro do seu caixão de mogno envolto na “Stars and Stripes” à prova de leiva[10] ou continuaria na sua eterna Madorna[11]? Teria acendido um palhito[12]para ver quem lhe ligava?

De que falariam? Que mexericos trocavam? Lamentar-se-iam da falta que lhes fazia ou estariam a queixar-se da carestia de vida? Que palavras trocariam que não tivessem já comunicado? Que faltara dizer?

Estariam a queixar-se da sorte caipora[13] dos herdeiros ou a culpá-los pela caltraçada[14] criada pelo inexistente testamento? Teriam sido vizinhos de ao pé da porta[15]? Falariam do gado alfeiro[16] sem touro de cobrição?

Talvez dum derriço duma filha numa constante arredouça[17], às fiúzes[18] do namorado da cidade? Eu ia ficar a nove[19] mas tratando-se de gente rural podia augurar que os vaqueiros se preocupassem mais com subsídios e vacas.

Não devem escalar grandes cumes culturais ou espirituais. Pressuponho ser esse o jaez da conversação. Não creio que pedissem aconselhamento para as eleições legislativas dali a seis semanas nem tampouco lamentassem a falta delas.

Quem sabe que lastimavam? Falariam, talvez, de mordomos, impérios e festas que isso, sim, seria assunto da maior relevância local, que o melhor da festa é esperar por ela, mas mais apropriado para se discutir à mesa, sem ninguém a atramoçar[20], com uns calzins[21] de abafado[22] até se ficar meio piteiro[23].

Uma pessoa interroga-se sobre a possibilidade de duração infinita das baterias do aparelho no esquife.

Seria a solução para tantos escritores e outros que se separam dos leitores sem tempo de dizerem um último adeus, escreverem a última frase de um livro, acenarem com um novo projeto ou retificarem qualquer coisinha.

Seria a forma inédita de poderem continuar a comunicar com aqueles que ficam facilmente órfãos de autores que os acompanharam nesta digressão terrena.

Admiro-me que as companhias de telecomunicação não tenham inventado uma bateria de longa duração que não precise de ser carregada debaixo de terra e permita acesso ilimitado, a troco de uma conveniente taxa vitalícia, aos que os deixaram já no meio duma amizade, dum amor, duma relação, duma paixão.

Seria, decerto, um êxito comercial se viesse com a possibilidade de personalização do aparelho. Quem sabe o que se evitaria de dores incompletas, de saudades por mitigar, de conversas inacabadas? Novos planos poderiam surgir em operadoras de telemóveis.

Um tema a merecer estudos futuros…[24]

[1] Menente, espantado, estupefacto (São Miguel)

[2] Pitafe, defeito, atribuído quer a pessoas, quer a objetos. Nódoa na reputação.

[3] Amerca, corruptela de América, ou Nova Inglaterra por oposição ao outro grande polo de emigração, a Califórnia

[4] Calafona, Califórnia, na estropiação dos emigrantes de antigamente

[5] Alpardusco, o mesmo que alpardo, crepúsculo, lusco-fusco (São Miguel)

[6] Camarça, tempo húmido (São Miguel)

[7] Tarelo, juízo, tino (São Miguel)

[8] Lambeta, intrometido (São Jorge)

[9] Empelicado diz-se de pessoa afortunada, usado na frase nascer empelicado (Terceira)

[10] Leiva, designação dada a formações de musgo de várias espécies Sphagnum, abundante na parte alta das ilhas. No Corvo é o musgo, nas Flores musgão, no Faial tufos. Nome da urze, Calluna vulgaris, usada em S. Miguel na preparação do solo das estufas dos ananases.

[11] Madorna, sono leve, sonolência, torpor

[12] Palhito, o mesmo que fósforo (Terceira)

[13] Caipora, de qualidade inferior, reles. Sorte caipora: que pouca sorte, sorte maldita (São Miguel)

[14] Caltraçada, confusão, mixórdia, trapalhada

[15] Vizinho do pé da porta, o mesmo que vizinho do portal da porta, que mora nas redondezas de uma casa (vizinho de ao pé da porta em São Miguel)

[16] Alfeiro, gado bovino que não dá leite, por exemplo de uma vaca que não apanhou boi, e que, por isso, não dá leite. Gado alfeiro sem touro de cobrição (in Cristóvão de Aguiar)

[17] Arredouça, confusão, desordem

[18] Fiúzes (São Miguel) ou às fiúzas de, à custa de, viver à custa de outrem (Terceira)

[19] Ficar a nove, não entender nada do que ouviu.

[20] Atramoçar, aborrecer, interferir com, maçar (in Cristóvão de Aguiar) (São Miguel)

[21] Calzins, pequeno copo, geralmente destinado a beber aguardente ou bebidas finas

[22] Abafado, O vinho abafado é um vinho tradicional dos Açores, constituindo uma tradição na costa norte de São Miguel, onde a abundância de pomares e a produção frutícola excedentária é frequentemente aproveitada para a feitura de licores, vinhos abafados e compotas. No caso dos vinhos abafados, trata-se de um género vinícola com elevado teor alcoólico cuja fermentação é interrompida através da adição de aguardente ou álcool, permanecendo mais ou menos doce (uma vez que o açúcar natural da uva não se transformou em álcool). Transformação licorosa do típico vinho de cheiro micaelense. O abafado é considerado o vinho do Porto dos Açores, em resultado de um processo de laboração que dispensa o recurso a corantes ou conservantes. (São Miguel)

[23] Piteiro, aquele que bebe muito (Terceira, Flores)

[24] (texto revisto por e dedicado ao Dr. J. M. Soares de Barcelos, autor de Dicionário dos Falares dos Açores (ed. Almedina 2008), por me fazer sentir menos estrangeiro