atenção Galiza e outras nações: Erasing A People’s History is the First Stage of Enslaving…

Views: 3

Calls to remove historic sites, to censor the past, to create a new (but false) narrative have absolutely nothing to do with being nice. They are driven by the idea of cutting people off fro their past in order that past be erased, and the people re-programmed.

 

Continue reading

ao abandono arqueológico

Views: 0

Rafael Fraga commented on a post from September 5.

-0:43

Comments
Gabriela Barbosa Que pena estar tudo ao abandono! 🙁

Manage

Reply5w

Rafael Fraga Que bela reportagem! Um espaço espectacular, de facto!

Manage

Reply1h

BANQUEIROS BANKSTERS GANGSTERS

Views: 0

João Silveira shared a post.

8 mins

https://www.facebook.com/jose.sousa.73932/videos/10212961226250372/
https://www.facebook.com/jose.sousa.73932/videos/10212961226250372/?t=13

Banksters

-4:12

Comments
  • Sidónio Gonçalves Sobre R.Salgado: “… segundo, porque ele acreditava que estava acima da lei…”
    E não estará?

-3:14

78 Views

Jose Sousa

Banksters

A ILHA TERCEIRA POR RAFAEL MARQUES

Views: 0

-2:08

26,350 Views

ByAçores

O Rafael Marques visitou a Ilha Terceira no final de Maio e reuniu, neste fantástico vídeo, imagens da sua aventura a explorar a ilha

“Açores nunca desiludem!” disse-nos o Rafael Veja o vídeo e explore também a Ilha Terceira: www.byacores.com/terceira

azulejos do Pinhão

Views: 0

Carlos Mendes shared a video.

A ESTAÇÃO DO PINHÃO (DOURO) E OS MAGNÍFICOS PAINÉIS DE AZULEJOS
-0:43
HD

https://www.facebook.com/revistamaisportugal/videos/2174763439437989/?t=2

5 mins

-0:43

19,139 Views

Mais Portugal

A ESTAÇÃO DO PINHÃO (DOURO)
E OS MAGNÍFICOS PAINÉIS DE AZULEJOS

inteligência séc xxi

Views: 0

Arlindo Mano shared a post.
Image may contain: 1 person, text
Comments
Write a comment…
“Most relevant” is selected, so some comments may have been filtered out.

3 mins

inteligência sem fronteiras.

PROJETO MIRATECARTS

Views: 0

MiratecArts e 20 projetos musicais no Mais Central

MAISCENTRAL.COM.PT
<p>“Hoje Açores Today” é a campanha da associação MiratecArts para promover a produção musical regional no mundo. Vinte projetos musicais incluindo bandas e artistas a solo juntaram-se à campanha que vê a sua primeira apresentação acontecer nas Canárias de 24 a 28 de Outubro.</p><p><a…

MARKETING RELIGIOSO E PROFISSIONAL

Views: 0

Joao Paulo Esperanca shared a post.

8 hrs

No photo description available.
Joao Paulo Esperanca added a new photo to the album sortido variado.

Técnicas publicitárias inteligentes…
As da Mónica.

No automatic alt text available.

Joao Paulo Esperanca added a new photo to the album: sortido variado.

Técnicas publicitárias inteligentes…
As da Mónica.

mundo cão e professor universitário “Obrigar uma criança a dar um beijo ao avô é violência”

Views: 2

Paulo David and Paulo Leite shared a link.
VAMOSLAPORTUGAL.NET

Professor universitário: “Obrigar uma criança a dar um beijo ao avô é violência”

 

Daria para rir se não fosse tão grave

Publicado por Vamos lá Portugal em Notícias
Partilhar no Facebook

Recentemente o programa ‘Prós e Contras’ da RTP abordou o assunto do assédio e um dos convidados surpreendeu ao assumir que obrigar uma criança a dar um beijinho aos avós pode ser considerado “violência”. Fátima Campos Ferreira, apresentadora do programa, naturalmente ficou incrédula e chegou mesmo a admitir que não estava a perceber a ideia do professor universitário. Nem ela nem ninguém.

O programa ficou marcado por um momento em que um dos convidados desde a plateia, revelou que o “beijinho que as crianças dão aos avós” pode ser considerado “violência”.

“Quando a avozinha ou o avozinho vão lá a casa a criança é obrigada a dar o beijinho à avozinha ou ao avozinho, isto é educação e estamos a educar para a violência no corpo do outro”, assumiu Daniel dos Santos Cardoso, professor de Ciências da Comunicação da Universidade Lusófona, perante o espanto de Fátima Campos Ferreira.

“Não estou a perceber”, disse a apresentadora, espantada com a ideia expressada pelo docente universitário.

“O beijinho da avó ou do avô é uma violência?”, perguntou Fátima Campos Ferreira.

“Sim. Estou a dizer que obrigar alguém a ter um gesto físico de intimidade com outra pessoa, com obrigação coerciva, é uma pequena pedagogia que depois cresce. E o que acontece? Depois vemos os estudos e quarenta e tal por cento deles e delas acham natural que o namorado lhes controle o telemóvel”, disse o professor universitário.

Daniel dos Santos Cardoso revelou ainda, mais adiante no programa, que em uma das suas aulas admitiu que “os homens só violam porque não se conseguem controlar”.

É contra estas situações que este professor vai debatendo.

Certo é que já se tornou viral o momento protagonizado na RTP sobre o episódio que, nas redes sociais, é já conhecido pelo ‘beijinho’.

Veja o vídeo:

Continue reading

A mulher invulgar que deu o rosto à República.

Views: 3

Victor N Pereira shared a post.

A mulher invulgar que deu o rosto à República….Expresso. Sapo .pt.

Em 1910, uma jovem de 16 anos serviu de modelo para o Rosto da República ao escultor Simões de Almeida, sempre sob o olhar atento da mãe. Chamava-se Hilda Puga e a sua vida foi plena de aventuras. Uma mulher invulgar, que sobreviveu a dois cancros, esteve casada dois meses, foi rica mas teve tornar-se costureira para sobreviver e morreu no dia em que celebrou 101 anos .
Até 1970, Hilda Puga andava nos bolsos de todos os portugueses.
Era profundamente monárquica, muito católica .
Hilda tinha 16 anos, e trabalhava numa camisaria na R. Augusta, na Baixa de Lisboa. Estava a fazer uma entrega quando se cruzou com o escultor, que lhe achou graça e a convidou para ser sua modelo.
O pai de Hilda, Tomás Garcia Puga, era um homem abastado, proprietário da fábrica de tijolos da praça de Touros do Campo Pequeno (Lisboa). Apaixonou-se pela empregada, com quem viveu a vida toda e de quem viria a ter cinco filhos – mas o ato de amor custou-lhe o corte de relações com a família de origem.
Um revés nos negócios obrigou Tomás Puga a vender a fábrica. Atraído pelo Eldorado da borracha no Novo Mundo, em finais do século XIX, ruma a Iquitos, na Amazónia peruana, onde ergue um armazém geral.
Ainda antes dos 30 anos, Hilda teve um primeiro cancro de mama, que o pai do médico Gentil Martins retirou. Na mesma altura, casou-se, com um jornalista – foi a última das irmãs a fazê-lo. Mas também aqui não teve sorte, permanecendo casada escassos dois meses. Arremessou um candeeiro à cabeça do marido, e, apesar de muito católica, pediu o divórcio em 1932 (ainda antes da Concordata ser assinada em Portugal), somando para si mais um estigma social: o de mulher divorciada.
Onze anos mais tarde, sofreu o maior de todos os golpes: Emília morria, de cancro de mama. Hilda remeteu-se à clausura total, no lar, não saindo de lá durante uma década. Foi preciso nascer o primeiro sobrinho neto para tornar a passar o Natal em família. Em 1991, parte uma perna e cai à cama. Nessa altura, o seu maior problema era “não poder costurar”. Dois anos depois, falece, aos 101 anos. Morria o rosto da República, cuja implantação sempre é comemorada .

Image may contain: 1 person, sitting
Image may contain: 2 people, indoor
No photo description available.
Image may contain: 1 person, sitting

O

Image may contain: 1 person, sitting
Image may contain: 2 people, indoor
No automatic alt text available.
Image may contain: 1 person, sitting

Amelia Sousa Nunes to Lisboa Antiga

A mulher invulgar que deu o rosto à República.

Em 1910, uma jovem de 16 anos serviu de modelo para o Rosto da República ao escultor Simões de Almeida, sempre sob o olhar atento da mãe. Chamava-se Hilda Puga e a sua vida foi plena de aventuras. Uma mulher invulgar, que sobreviveu a dois cancros, esteve casada dois meses, foi rica mas teve tornar-se costureira para sobreviver e morreu no dia em que celebrou 101 anos .
Até 1970, Hilda Puga andava nos bolsos de todos os portugueses.
Era profundamente monárquica, muito católica .
Hilda tinha 16 anos, e trabalhava numa camisaria na R. Augusta, na Baixa de Lisboa. Estava a fazer uma entrega quando se cruzou com o escultor, que lhe achou graça e a convidou para ser sua modelo.
O pai de Hilda, Tomás Garcia Puga, era um homem abastado, proprietário da fábrica de tijolos da praça de Touros do Campo Pequeno (Lisboa). Apaixonou-se pela empregada, com quem viveu a vida toda e de quem viria a ter cinco filhos – mas o ato de amor custou-lhe o corte de relações com a família de origem.
Um revés nos negócios obrigou Tomás Puga a vender a fábrica. Atraído pelo Eldorado da borracha no Novo Mundo, em finais do século XIX, ruma a Iquitos, na Amazónia peruana, onde ergue um armazém geral.
Ainda antes dos 30 anos, Hilda teve um primeiro cancro de mama, que o pai do médico Gentil Martins retirou. Na mesma altura, casou-se, com um jornalista – foi a última das irmãs a fazê-lo. Mas também aqui não teve sorte, permanecendo casada escassos dois meses. Arremessou um candeeiro à cabeça do marido, e, apesar de muito católica, pediu o divórcio em 1932 (ainda antes da Concordata ser assinada em Portugal), somando para si mais um estigma social: o de mulher divorciada.
Onze anos mais tarde, sofreu o maior de todos os golpes: Emília morria, de cancro de mama. Hilda remeteu-se à clausura total, no lar, não saindo de lá durante uma década. Foi preciso nascer o primeiro sobrinho neto para tornar a passar o Natal em família. Em 1991, parte uma perna e cai à cama. Nessa altura, o seu maior problema era “não poder costurar”. Dois anos depois, falece, aos 101 anos. Morria o rosto da República, cuja implantação sempre é comemorada .