trova a Manuel Alegre

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Da página da professora Paula Cabral: “Em jeito de resposta às últimas intervenções de Manuel Alegre, umas trovas de tourear.
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento fala da desgraça
De um poeta que se desdiz
Pergunto ao poeta que passa
Se acha mesmo graça
À tourada que se festeja na praça
Para gáudio da populaça
Pergunto aos touros que levam
Os ferros com dura crueldade
Mas eles não me sossegam
Não respondem se é maldade
Se é maldade ou se é arte
A tauromaquia, o que me diz?
A resposta chega tarde
Divide o povo do meu país
Pergunto ao vento cálido
Se invocar a tradição é válido
Mas o vento nada riposta
E sopra como amostra
Exemplos de escravatura
Tempos sem abertura
Invocando a mesma história
Em triste passado sem glória
Levam sonhos, deixam retrocessos
Minha pátria é flor manchada
São tantos os graves processos
É por este que a liberdade é ceifada?
A liberdade é um alegre canto
Mas de alegre pouco parece
Se a morte serve o encanto
E o povo com sangue enlouquece.
Vi minha pátria na margem
da civilização a mudar
como quem despreza a viagem
De quem nada quer melhorar
Pergunto à gente que passa
por que vai na arruaça
O touro segue o triste fado
Para servir a alguns de desenfado
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Num ser bestialmente atacado e oprimido
Que sentimento de liberdade é exibido?
Mesmo na noite mais triste
em tempo de bárbara escuridão
Há sempre um animal que em vão resiste
Há sempre um bravo que diz não!”

quando um OVNI sobrevoou Santa Maria

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“Relógios parados no aeroporto de Santa Maria
Sabia que em Julho de 1965 um objecto estranho foi fotografado a sobrevoar um aeroporto? Aconteceu no dia 10 de Julho de 1965 quando um objecto estranho voador sobrevoou a uma altitude moderada o aeroporto de Santa Maria durante 45 minutos. O insólito foi captado em fotografia e notícia no então vespertino Diário de Notícias, que escreveu que “um objecto de forma cilíndrica e cor branca se movia vagarosamente no sentido Norte-Oeste e a uma altura aproximada de 8000 a 1000 metros”. No mesmo dia foi confirmado que os serviços meteorológicos dos Açores não lançaram qualquer balão-sonda no dia em questão e que os relógios electromagnéticos do aeroporto estiveram parados entre as 15h e as 15h45 – o período em que o aparelho pôde ser avistado no “céu límpido e excelentes condições de visibilidade.

O avistamento foi testemunhado por várias pessoas no local. Um deles foi António Loureiro, a primeira pessoa a notar a presença do objecto e correspondente da agência noticiosa governamental ANI. “Todos os relógios existentes no aeroporto são comandados por um dispositivo electromagnético central”, revelou, confirmando que os técnicos do aeroporto de Santa Maria ficaram surpreendidos “pelo facto de todos os relógios terem voltado a funcionar dez minutos depois de se terem imobilizado”.

O objecto, que quase foi seguido por um avião da Companhia Açoriana de Transportes (desapareceu antes que o aparelho português tivesse alcançado altitude suficiente para o observar de perto), “parecia seguir uma rota predeterminada” e aparentava deslocar-se “pelos seus próprios meios”.”

looks like my story, in a way…(no one up there, though, much of the time)

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Rosely Forganes shared a post.

“Never, never, never give up.”
― Winston Churchill

-2:17

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Shazieh Ahmed

“Never, never, never give up.”
― Winston Churchill

Pinturas rupestres mais antigas de animais obrigam a reescrever a história

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Ficam em França? Em Espanha? Nada disso. Os primeiros artistas que fizeram pinturas figurativas nas paredes e tetos de grutas viveram no Bornéu há mais de 40 mil anos. A história, afinal, tem de ser rescrita

Source: Pinturas rupestres mais antigas de animais obrigam a reescrever a história

https://www.dn.pt/vida-e-futuro/pinturas-rupestres-mais-antigas-de-animais-obrigam-a-reescrever-a-historia-10144624.html

os eternos problemas do cais da Horta

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Souto Gonçalves shared a post.

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José Decq Mota

10 hrs

Foto tirada agora mesmo e que nos mostra um Mega Iate ancorado sobre o seu ferro, no meio da doca. Porquê?
Porque, quando chegou, foi mandado e bem atracar no cais de controlo da Marina, mas ontem, ao fim da manhã, foi obrigado a sair de lá, dada a forte movimentação de mar reflectido provocada pela orientação da doca Norte. Daí foi para a doca comercial, mas o fenómeno repetia-se lá, como todos vimos. Então ancorou na bacia da doca, frente ao escritório da Marina, usando o seu ferro. Ainda há quem se atreve a dizer que a orientação dada à nova doca não foi um gravíssimo erro!

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Comments
  • Souto Gonçalves Fala quem sabe e sabe bem! Vou partilhar.
  • Jorge Macedo … e que a ondulação dentro do porto não ultrapassa os 30cm
  • Dejalme Vargas Outro dia li um comentário de uma pessoa com responsabilidades politicas a chamar de imbecil aos Faialenses que acham que a obra foi mal projetada.

    Ernesto JorgeErnesto Jorge replied

    2 replies

  • João Rosa Não estraguem mais a nossa baía, sem resolver o grande problema, que foi criado pelas portas da ribeira.
  • Odete Macedo Muito bem comentado.
  • Jorge Diniz Bem a tempo alertei para o que ali estava a nascer, quando a raiz de ligação ao molhe encolheu face ao que constava no projecto patente e logo que foram lançadas as boias que direcionariam o pontão, como se poude ler recentemente no que publiquei nSee more

    Alfredo Portela ViegasAlfredo Portela Viegas replied

    2 replies

  • Ruben da Silva Jorge vou partilhar contigo.RdaS
  • Hortense Rodrigues Pois foi um erro,mas ninguém o quer admitir….
  • Disiderio Machado Vejo dois mega iates…. o no stress e o alem mar!

    Jorge MacedoJorge Macedo replied

    1 reply

  • Filomena Alves Bem se vê que foi!!!! Infelizmente!
  • Ezequiel Conde Claro que foi um grande erro, maior foi quem nasceu e cresceu na mais bela baia Acoreana e deu o seu oval positivo porque o dito imbecil de Sao Miguel disse que assim teria que ser, pecam os Faialenses que opoiaram porque seu posto de trabalho estaria See more
    1 reply
  • Ezequiel Conde Desculpem os erros autograficos que sao bem menores do que arrogancia, falta de visao, ingnorancia, e todos os adjetivos que nao sei pra quem numca devia ter coordenado todos esses projetos. Pra aprender hoje em dia temos um sistema de comunicao que daSee more
  • Ezequiel Conde Como era lindo olhar a cidade da Horta vista do mar, se lembram???
  • Herberto Pacheco de Faria E continuam com o dinheiro que não é deles no ” quero, posso e mando” , a nova Secretária dos Transportes ( que já deve estar super arrependida) porque não manda discutir um projecto com mais de 12 anos dos DOIS navios completamente desajustados que o governo quer mandar fazer?????

de ser encerrada assim!

retrato duma realidade insular – património ao abandono

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seja um portão, uma casa ou uma mansão tudo aqui nos Açores é votado ao abandono em nome de falso progresso…e o povo cala, o povo consente, por náo ser formado nem bem informado….Chrys Chrystello

Belo ou feio?
Está nos olhos de quem vê.

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OS ANTIGOS COMBATENTES SEMPRE ESQUECIDOS

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José Bárbara Branco shared a post.

12 hrs

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Joaquim Mexia Alves

“O maior desfile militar em democracia sai hoje à rua”

Leio este título e não posso deixar de me sentir invadido por um sentimento de vergonha como Português que sou!

Não pelo desfile, obviamente, mas porque penso em todos aqueles que, na Guiné, Angola e Moçambique, (para citar apenas estes), filhos dessas terras benditas, juraram bandeira como eu, juraram a Bandeira Portuguesa, e depois foram abandonados à sua infeliz “sorte”.

Esses, que na Guiné me orgulho desmedidamente ter comandado, mais do que comandado, ter lutado lado a lado, e que o Estado Português e as próprias Forças Armadas naquele tempo, abandonaram, (e ainda abandonam), para serem na sua maior parte fuzilados pelos “novos senhores”.

Mas envergonho-me também como Português, porque este desfile é uma afronta a quantos combatentes da Guerra do Ultramar vivem pelas ruas, abandonados, sem “eira nem beira”, porque este mesmo Estado e estas mesmas Forças Armadas olham para eles com desdém, ou mais do que isso, como um sentimento incrível de que preferiam que eles, nós, não existíssemos.

E, se o Governo nada faz por eles, o que dizer dum tal Presidente da República que se permite assistir a tudo isto sem uma preocupação sequer por aqueles que, tendo dado tudo das suas vidas por Portugal, sofrem agora o desprezo de quem em Portugal manda, e manda apenas, porque governar é outra coisa bem diferente.

Aos meus camaradas de armas, daqui e dalém mar, o meu abraço apertado, sentido e envergonhado deste vosso camarada de armas.

Aos que morreram, sejam eles quais forem, até aqueles que eram ao tempo nossos inimigos, o meu infinito orgulho.

Fomos bem melhores do que estes que agora não nos conhecem, que agora não nos reconhecem!
.
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Marinha Grande, 4 de Novembro de 2018
Joaquim Mexia Alves

1931 KANAKA EXIBIDO EM ZOO VIVE LA FRANCE

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Lusa Ponte shared a video.

17 mins

https://www.facebook.com/franceculture/videos/754936844842258/
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Marius Kaloïe, Kanak exhibé dans un zoo humain
“Connaître l’histoire de Marius, c’est comprendre comment s’est fabriqué le racisme en Fra… See more
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France Culture

” Knowing Marius’s story is to understand how racism was made in France.” Marius Kaloïe is 21 when he is exhibited in a human zoo, at the jardin d ‘ of in 1931. Here is his story.

SIC Notícias | As locomotivas e carruagens abandonadas na ferrovia portuguesa

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Comboios suprimidos, atrasados ou cheios de passageiros – são muitos os problemas que tem de enfrentar quem usa o transporte ferroviário. A CP diz que não tem material circulante suficiente mas a SIC encontrou locomotivas e carruagens abandonadas nas linhas, sem manutenção, que poderiam fazer toda a diferença.

Source: SIC Notícias | As locomotivas e carruagens abandonadas na ferrovia portuguesa

https://sicnoticias.pt/pais/2018-11-05-As-locomotivas-e-carruagens-abandonadas-na-ferrovia-portuguesa

As locomotivas e carruagens abandonadas na ferrovia portuguesa

Investigação SIC

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As locomotivas e carruagens abandonadas na ferrovia portuguesa

05.11.2018 21h32

Comboios suprimidos, atrasados ou cheios de passageiros – são muitos os problemas que tem de enfrentar quem usa o transporte ferroviário. A CP diz que não tem material circulante suficiente mas a SIC encontrou locomotivas e carruagens abandonadas nas linhas, sem manutenção, que poderiam fazer toda a diferença.

houve bombas atómicas armazenadas na ilha Terceira

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Partilha-se reportagem de Rolando Santos sobre bombas atómicas que foram armazenadas nos Açores.
Pelos vistos andámos a dormir lado a lado com bombas atómicas, convencidos que este era “um cantinho do céu”.

“Numa altura em que Cabo Verde abre a porta à influência americana no Atlântico Sul, a investigação da TVI tem dado conta de como a Base das Lajes foi estratégica para os interesses das várias administrações americanas. A Base das Lajes albergou pelo menos 32 bombas atómicas durante grande parte da Guerra Fria.

A explosão de uma só dessas armas no centro de Lisboa mataria cerca de 16 mil pessoas imediatamente. E muitas mais depois, por causa da radiação. As bombas serviriam para atacar submarinos soviéticos em caso de conflito.

A quarta parte da série de reportagens Lajes Confidencial mostra ainda que a base na Ilha Terceira teve um papel importante nos planos norte-americanos para uma guerra nuclear.”.

Partilha-se reportagem de Rolando Santos sobre bombas atómicas que foram armazenadas nos Açores.
Pelos vistos andámos a dormir lado a lado com bombas atómicas, convencidos que este era “um cantinho do céu”.

“Numa altura em que Cabo Verde abre a porta à influência americana no Atlântico Sul, a investigação da TVI tem dado conta de como a Base das Lajes foi estratégica para os interesses das várias administrações americanas. A Base das Lajes albergou pelo menos 32 bombas atómicas durante grande parte da Guerra Fria.

A explosão de uma só dessas armas no centro de Lisboa mataria cerca de 16 mil pessoas imediatamente. E muitas mais depois, por causa da radiação. As bombas serviriam para atacar submarinos soviéticos em caso de conflito.

A quarta parte da série de reportagens Lajes Confidencial mostra ainda que a base na Ilha Terceira teve um papel importante nos planos norte-americanos para uma guerra nuclear.”.