no tempo da outra senhora era assim

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Helena Ferro de Gouveia

O que fazem mulheres e crianças numa cela de prisão na Chamusca? A fotografia data da década de 1950 e o “crime” destas mulheres foi recolherem lenha em propriedade privada, descalças, para aquecerem os filhos e cozinharem.

Quase ninguém se recorda da proibição de andar descalço, quando não havia dinheiro para sapatos, e da proibição da mendicidade quando se passava fome, muita fome.

Portugal era o país mais pobre da Europa.

mais património ao abandono nos açores

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  • Mario Jorge Costa shared a memory.

    4 hrs

    Tiro o meu chapéu..aos povoadores!

    Casas nas pastagens….
    com séculos com grossas e fortes paredes de pedra sobre pedra. Fico horas nestes sítios imaginar a vida das pessoas que ali viveram nem sei como… e sinto admiração pelos povoadores que com tão pouco e só com pedras tanto fizeram! Além de casas, pias, Mós, pedra de debulhar o milho e outros.

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    Tiro o meu chapéu..aos povoadores!

    Casas nas pastagens….
    com séculos com grossas e fortes paredes de pedra sobre pedra. Fico horas nestes sítios imaginar a vida das pessoas que ali viveram nem sei como… e sinto admiração pelos povoadores que com tão pouco e só com pedras tanto fizeram! Além de casas, pias, Mós, pedra de debulhar o milho e outros.

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    Mario Jorge Costa

    Tiro o meu chapéu..aos povoadores!

    Casas nas pastagens….
    com séculos com grossas e fortes paredes de pedra sobre pedra. Fico horas nestes sítios imaginar a vida das pessoas que ali viveram nem sei como… e sinto admiração pelos povoadores que com tão pouco e só com pedras tanto fizeram! Além de casas, pias, Mós, pedra de debulhar o milho e outros.

património destruído nos açores

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Incrível!
Arcos perfeitos!
Arcos elegantes!
Cantaria de grande qualidade!
Destruídos sem aproveitamento nenhum!!
Câmara Municipal,de P. Delgada engenheiros e arquitetos.
Nunca terão uma Cidade Patrimônio! Não deviam escrever e falar Centro Histórico de Cidade de Ponta Delgada de ilha de São Miguel!:
Quem apaga o passado não tem futuro. Querem uma Cidade Nova? façam sem destruir coisas deste tipo que eu chamo de belíssima arquitetura do século XVIII ou XIX? Temos pena de isto estar acontecer nesta ilha. Quem gere não tem sensibilidade para saber o que é de valor. Parem com esta selvajaria de destruir destruir destruir e destruir:
Curiosidades: O edifício em questão.esta a cerca de 70 metros de Igreja de Matriz Centro da Capital desta ilha de São Miguel Açores.

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Mario Jorge Costa

Estou de luto culturalmente!
Estes elegantes arcos que aguentaram séculos.
Morreram hoje dia 30 de Novembro de 2018. Estou muito triste.
Publiquei a referir-me que estava contente por estarem de pé e agora foram carregados num camão como entulho vulgar. Em qualquer pais civilizado tinham sido numerados e colocado num sitio de de eleição dada a qualidade de cantaria que nos dias de hoje é muito difícil fazer. Vou mostrar fotos onde “eles” estavam colocados com toneladas de peso em cima! Custa-me acreditar que foram para o lixo! NA GRÉCIA ESTES ARCOS VALIAM UMA FORTUNA! NOS AÇORES NENHUM ENGENHEIRO OU ARQUITETO DEU VALOR A ESTES ARCOS! NEM OS QUISERAM Á SUA GUARDA PARA SEREM APLICADOS NUM OBRA SUA. ONDE ESTÁ a SENSIBILIDADE DE UMA CÂMARA MUNICIPAL? CENTRO HISTÓRICO DE PONTA DELGADA ONDE É QUE FICA? TENHO QUE DEIXAR DE VER ISTO! PORQUE SOFRO COM TAMANHO DESLEIXO DO NOSSO PATRIMÔNIO DOS AÇORES.

património ao abandono nos açores6

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Mario Jorge Costa shared a memory.

13 hrs

A casa da Ribeira .
Construída no tempo que não havia licença de construção.
Tem castanheiros muito antigos. O forno está completo os quartos são terra batida. Deve estar abandonada desde dos anos 30 do século XX é muito pitoresca e merecia melhor sorte.

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A casa da Ribeira .
Construída no tempo que não havia licença de construção.
Tem castanheiros muito antigos. O forno está completo os quartos são terra batida. Deve estar abandonada desde dos anos 30 do século XX é muito pitoresca e merecia melhor sorte.

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New Flying Worker Robots for Skyscraper Maintenance

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Skyscrapers are rising rapidly around the world, continuously transforming city skylines. However, their repair and maintenance is becoming more and more difficult. So, who can safely perform the job? Will a friendly neighborhood Spider-Man help out? No, but Chinese researchers at the Shenyang In

Source: New Flying Worker Robots for Skyscraper Maintenance

Pirata’ da Madeira já chegou a Timor-Leste após 28 dias de viagem

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“Henrique Afonso, o conhecido ‘Pirata’ da Madeira, chegou esta quinta-feira a Timor-Leste, mais concretamente à pequena aldeia de Com, localidade onde irá permanecer por pouco tempo, dado que o seu propósito é ancorar na capital do país, Díli.”

o crime das mulheres e dos gelados na rua

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Rosely Forganes
12 hrs

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” there are women who lick ice cream on the street
They’re married and lick ice cream!
Her husband works and she lick her ice cream in public!
It’s a disaster, it’s a shame!

história com fim triste: O BURRO CHAMADO CU

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João Filipe Gonçalves Tolentino and 2 others shared a post.
"Um fazendeiro entrou em uma corrida com um burro chamado cu e ganhou.
O fazendeiro estava tão feliz que voltou a entrar de volta para a corrida, e voltou a ganhar, então o jornal local publica uma nota que dizia:

Cu do fazendeiro papa os outros... 
Mas o bispo se incomoda e ordena que o fazendeiro não volte para as corridas, no dia seguinte o jornal publica:

Bispo trava o cu do fazendeiro,
Isto foi demais para o bispo e ordena o fazendeiro a livrar-se do burro.
O fazendeiro decide presentear uma freira de um convento próximo, o jornal fica a saber e publica o seguinte:

Freira tem o melhor cu da cidade.
O Bispo desmaia, informa a freira que se deve livrar-se do burro, ela vende-o por 10 pesos, descobrem no jornal e postam:

Freira vende cu por 10 pesos, isto foi demais para o bispo, por isso ordenou à freira voltar a comprar o burro e conduzi-lo para as planícies para que ele ande livre, no dia seguinte os titulares diziam:

Freira anuncia que seu cu é selvagem e livre.
O Bispo é enterrado no dia seguinte.

Moral:
Preocupar-se com a opinião pública pode trazer muita dor e miséria, até encurtar a vida.
Pare de se preocupar com o cu dos outros, só cuide do seu. 😅

Viva e deixe viver.
Comente com um ❤️ se você leu completo"

Um fazendeiro entrou em uma corrida com um burro chamado cu e ganhou.
O fazendeiro estava tão feliz que voltou a entrar de volta para a corrida, e voltou a ganhar, então o jornal local publica uma nota que dizia:

Cu do fazendeiro papa os outros…
Mas o bispo se incomoda e ordena que o fazendeiro não volte para as corridas, no dia seguinte o jornal publica:

Bispo trava o cu do fazendeiro,
Isto foi demais para o bispo e ordena o fazendeiro a livrar-se do burro.
O fazendeiro decide presentear uma freira de um convento próximo, o jornal fica a saber e publica o seguinte:

Freira tem o melhor cu da cidade.
O Bispo desmaia, informa a freira que se deve livrar-se do burro, ela vende-o por 10 pesos, descobrem no jornal e postam:

Freira vende cu por 10 pesos, isto foi demais para o bispo, por isso ordenou à freira voltar a comprar o burro e conduzi-lo para as planícies para que ele ande livre, no dia seguinte os titulares diziam:

Freira anuncia que seu cu é selvagem e livre.
O Bispo é enterrado no dia seguinte.

Moral:
Preocupar-se com a opinião pública pode trazer muita dor e miséria, até encurtar a vida.
Pare de se preocupar com o cu dos outros, só cuide do seu. 😅

Viva e deixe viver.
Comente com um ❤️ se você leu completo

FÉLIX RODRIGUES MAROIÇOS DO PICO

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Partilha-se o meu artigo de opinião publicado no jornal Diário Insular, em resposta a artigo de opinião, também publicado no mesmo jornal, pelo Dr. Manuel Tomás.

Quod abundat non nocet

 

Escolhi este título para este artigo de opinião que significa “O que é abundante, não prejudica.”, ou em alternativa, “Sendo mais do mesmo, daí só a nulidade resulta”, para contrapor a outro título “In vino veritas” que parece significar que “no vinho está a verdade”.
Usar latim ou grego num artigo dá sempre um ar de “intelectualice” e faz parecer que a ciência se faz como a poesia, com inspiração divina ou em alternativa inspirada numa musa qualquer.
É verdade que um copo de verdelho pode ajudar a desfocar a realidade, podendo até torná-la mais interessante, não a torna é, forçosamente, mais racional. Aconselha-se assim que “com um copo de verdelho, na ciência, não metas bedelho”.
Quando falo em ciência, não falo da minha ciência, falo da ciência de todos nós, até mesmo da ciência daqueles que discordam dela desde que tenham racionalidade. A ciência é um património imaterial da humanidade, daí que colocar em causa os seus fundamentos com argumentos poéticos parece-me ser um atentado à lógica. Colocar em causa a minha lógica é lícito mas para isso é preciso que se apresente outra lógica porque discorrer sobre um resultado evitando a sua explicação científica é algo que nem em latim se percebe.
Todos sabemos que a sátira é uma forma poderosa para evitar uma mudança. Contra a sátira, só existe a sátira.
Ora, “os construtores de maroiços”, usam a sátira para afirmar que foram eles que os fizeram. Nem um “retratinho” tiraram durante esse trabalho árduo anónimo? Apanhavam umas lapinhas à beira-mar e deslocavam-se aparentemente às escondidas, com um garrafão de verdelho às costas, para comê-las sozinhos dentro de um maroiço, localizado a mais de um quilómetro do mar. Diria que isso é, no mínimo, gente muito estranha que gosta de festejar sozinha, pois dentro do corredor do maroiço não cabiam nem meia dúzia, logo, dançar a chamarrita do Pico, estava fora de questão.
A história nunca se pode opor à Física, apenas tem que se ajustar a ela. Quem nos ensina isso é a própria história, pois Ptolomeu defendia que a Terra era o centro do Universo, Galileu foi ostracizado por dizer o contrário, Kepler pôs o Sol no lugar certo e Newton esclareceu tudo. A história pode ajudar a esclarecer factos mas é incapaz de arrasar uma medição física, quer se goste ou não se goste dos resultados.
Diz a ciência que há cerca de 1000 anos atrás havia gente na ilha do Pico e que entre os anos de 1450 e 1500 fizeram uma fogueira dentro de um maroiço. Essas datações incorporam um erro mensurável que é normalmente de 30 anos. Some-se 30 anos a qualquer data e subtraia-se 30 anos a qualquer data e verificamos que nada se altera nas conclusões. Havia gente na ilha antes do povoamento português, e não podiam ser portugueses, a não ser que Portugal tivesse sido fundado antes da data que nos dizem que foi. Isso não é uma análise a olho nu, nem tão pouco uma análise a “uns carvões rebuscados que já dão a garantia de uns dois mil e duzentos e vinte e dois anos e vinte e duas horas e vinte e dois segundos de existência”.
Não se deve confundir precisão com exatidão, se bem que pareça ser a mesma coisa, mas não é, mesmo para aqueles que não distinguem ciência de benzeduras. Não há nenhuma análise que possa fornecer algo como “dois mil e duzentos e vinte e dois anos e vinte e duas horas e vinte e dois segundos de existência”. A ciência até sabe lidar com o erro, e assume-o nas suas calibrações, que no caso daquelas que foram feitas no Pico, na Terceira e em São Miguel, anda por volta dos 30 anos. O cheiro é algo que se usa na enologia mas não nas técnicas analíticas de datação (reguladas por normas ISO).
Por mais que se fale em latim acerca dos maroiços do Pico, dificilmente estes serão romanos ou dificilmente essa reza faz desaparecer resultados. Também não percebo a razão pela qual os maroiços terão que ter sido construídos por fenícios, tendo em conta as datações anteriores? Isso talvez resulte da confusão que se faz entre uma estrutura de tipologia hipoteticamente fenícia encontrada em São Miguel com teorias mal entendidas acerca dos maroiços construídos na ilha do Pico. Essas estruturas nem comparáveis são, daí que a chalaça dos maroiços e do verdelho serem do Chipre é, nesse contexto, simplesmente ridícula.
-E se as cepas do verdelho do Pico tiverem vindo do Chipre?
-Só a genética é capaz de responder a isso mesmo que se queira evocar Gaspar Fructuoso.
-E é assim?
-Não. Isto é só uma chalaça.
-Se houve gente no Pico há cerca de 1000 anos atrás serão os Picoenses de origem Viking? Foram os Vikings que construíram os maroiços?
-Deixemo-nos de brincadeiras. Há tanto que se desconhece que não se deve achincalhar o pouco que se conhece. O que for é o que há-de ser. Uma hipótese pode ser absurda, até mesmo mais absurda que o não entendimento de um dado.
-E os gregos? E os egípcios? E os Maias? E os extraterrestres? E os amigos dos amigos daqueles que não acreditam em ciência e dos outros que dizem outras coisas todas elas muito misturadas?
-Sei lá!
O que é certo é que discutir maroiços em latim não os torna romanos, e a ausência de factos, não faz os picoenses trogloditas nem tão pouco deixam de ser descendentes dos primeiros povoadores da ilha (Portugueses e Flamengos).

A fotografia é da autoria do Professor Henk van Hoosten.

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