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Para ler, ter atenção e reflexão!
Numa altura em que se volta a pugnar pela Valorização/recuperação da Paisagem Vitivinícula de Sta Maria!
Noto: Não obstante o alerta atinente à vertente da produção de vinho deste texto, REITERO (ee vou fazê-lo novamente na quinta-feira) o que SUBLINHO SEMPRE em todos os encontros que tem havido até então sobre a valorização dos vinhedos em Sta Maria, que a recuperação dos currais de vinha que atapetam as encostas das nossas baías, não se dev…

Para ler, ter atenção e reflexão!
Numa altura em que se volta a pugnar pela Valorização/recuperação da Paisagem Vitivinícula de Sta Maria!
Noto: Não obstante o alerta atinente à vertente da produção de vinho deste texto, reitero o que SUBLINHO SEMPRE em todos os encontros que tem havido até então sobre a valorização dos vinhedos em Sta Maria, que a recuperação dos currais de vinha que atapetam as encostas das nossas baías, não se devem ater TÃO SÓ à sua vertente produtiva, mas tomadas, FUNDAMENTALMENTE, de forma transversal, nas suas mais valias e riquezas: PATRIMÓNIO CULTURAL MONUMENTAL E ÚNICO NOS AÇORES, PAISAGEM SINGULAR , ENQUADRAMENTO GEO-AMBIENTAL, ATRAÇÃO TURÍSTICA RELEVÂNCIA PARA A PROTEÇÃO DAS ENCOSTAS, que são depósito de vertente, muito instáveis. Portanto, mesmo que a vertente da PRODUÇÃO, seja mais paulatinha, a aposta política e disponibilização de apoios majorados, não deve ser focada primordialmente nessa vertente, mas em todas as outras, sendo cada uma delas, se per si, JUSTIFICATIVA BASTANTE, para se encetar a recuperação dos currais de vinha e fazer a devida canalização das águas pluviais, mesmo que a parte produtiva , venha a ser mais lenta e até venha a fracassar, o que desejo que não!
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Foto “Entre Mundos” de Nelson Raposo concorrente ao concurso Açores Entre Mares 2019 da Direção Regional dos Assuntos do Mar e restantes parceiros e premiada com a segunda posição na sua categoria. Gosto muito!
Veja aqui todos os trabalhos (vale a pena!):
http://www.azores.gov.pt/…/con…/livres/Trabalhos+premio.htm…
Notícia no GACS sobre os resultados do Açores Entre Mares 2019:
http://www.azores.gov.pt/…/Direção+Regional+dos+Assuntos+do…

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Vila Nova de Famalicão, Braga, 12 nov 2019 (lusa) – A Fundação Cupertino de Miranda (FCM), em Vila Nova de Famalicão, vai homenagear a artista Isabel Meyrelles, com a exposição “Como a sombra a vida foge”, reunindo 84 obras, numa montra “ampla e diversificada”.
Source: Artista Isabel Meyrelles homenageada com exposição “ampla e diversificada”
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ERMIDA DE SANTA BARBARA. NO ANO DE 1654
LAGOA-SÃO- MIGUEL- AÇORES AÇORES.
EDIFICADA PELO CAPITÃO ANTONIO FARIA E MAIA E SUA CONSORTE D. LUIZA DO CANTO. OBTIVERAM LICENÇA PARA A SUA EDIFICAÇÃO POR ALVARÁ DO CABIDO”SEDE VACANT” DE 24 DE ABRIL 1654. FIZERAM PATRIMÔNIO DE 1$600 REIS DE FÔRO POR ESCRITURA DE 30 DE ABRIL DE 1654. , FEITAS AS NOTAS DO TABELIÃO FRANCISCO CANSADO DE PAIVA.
Livro do Padre José João Tavares. ” A Villa de Lagoa”
CURIOSIDADES: É UMA DA MAIORES ERMIDAS EM SÃO MIGUEL.
ESTÁ Á MUITO ABANDONADA AINDA SE NOTA A BOA ALVENARIA DE BOA QUALIDADE A CANADA SANTA BARBARA TEM UM CANADA AO PÉ DE NOME CANADA DOS TROVÕES COMO DIZ O VELHO DITADO ” SÓ SE LEMBRAM DE SANTA BARBARA QUANDO FAZ TROVÕES” 12 DE NOVEMBRO DE 2016 S. MIGUEL AÇORES.




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Os açorianos e os sismos ou de como a nossa gente é extraordinária. ![]()
Maria Brum: «- O que é que se há-de fazer? Nosso senhor é que tá mandando.»
Almerinda Machado: « – Não, eu nasci com eles, não me preocupa nada!
» (quando questionada se se preocupava com a actividade sísmica no Faial, onde já foram registados
mais de 1000 sismos, 19 deles sentidos pela população, que se mostra tranquila.) (Há pouco no Telejornal da RTP-Açores)

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FIM DO ENSINO DE PORTUGUÊS EUROPEU EM MONTREAL
Temos podido acompanhar as várias preocupações de governantes, deputados, associações, etc., relativamente às várias temáticas que afetam a vida das comunidades portuguesas pelo mundo repartidas e constatámos que uma dessas temáticas se refere ao Ensino de Português, um dos pilares da afirmação de Portugal à escala planetária.
Em Montreal, após 36 anos de apoio relevante do Instituto Camões à Universidade de Montreal, o ensino de Português Europeu está extinto e não existe em quaisquer universidades do Quebeque. É de realçar que o ensino de língua e cultura portuguesa na Universidade de Montreal sob o comando do professor Luís Aguilar foi o mais avançado em todo o Canadá até que inusitadamente decidiram acabar com ele, com o ensino e com o professor. E não há (ir)esponsáveis por isto? O cônsul Guedes de Sousa, O vendido-mor da UdeM, Goddenzi, a presidenta Laborinho e a inefável coordenadora Tavares? Onde pára esta gente?
Já quanto ao ensino de português como língua de ensino, em Montreal, Portugal é o único país que está fora das exigências que as outras línguas têm sabido impor como línguas integradas no sistema quebequense e canadiano.
Esta situação é tanto mais inusitada quanto é sabido que é crescente o número de aprendentes que procuram o Português Europeu, sem que encontrem quaisquer tipos de resposta em Montreal.
E, por último, sendo a situação de ensino de português a que temos vindo a reportar, pergunta-se, para que serve um coordenador? Para coordenar o que não existe?
Eis os coveiros dos Estudos Lusófonos na Universidade de Montreal.
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Pataca lima era o nome dado em tétum a esta nota. 1 pataca tinha o valor de 6$00 e lima corresponde ao número 5, logo 5×6=30, tinha o mesmo valor que cinco patacas.
Nota de 30$00 (trinta escudos) emitida pelo BNU – Banco Nacional Ultramarino em 2 de Janeiro de 1959.

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Desta vez não foi preciso inventar um Guaidó, a quem já ninguém liga, nem sequer os que pagaram centenas de milhões para ele nos aparecer em casa a toda a hora nas televisões. Recorreu-se, na Bolívia, à versão antiga: militares puros e duros e milícias armadas. Saí mais barato! E para compôr o ramalhete (pingado de sangue), substitui-se um índio por uma branco ou uma branca loura, mais ao jeito de quem vai dispôr do lítio, da coca e de outras riquezas, da floresta ou do subsolo e da mão-de-obra barata.
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Pedra.
Encontrada perto do mar.
Traços de escarpe de corte.
Será que foi mesmo com intenção de a partir?

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Partilho desta ideia. Isto pode repetir-se num sítio qualquer – basta fechar os olhos.
«Foi uma questão complicada com a qual me debati. A Península Ibérica era governada por ditadores fascistas. O regime oprimia os portugueses mas, para pessoas que vinham de um mundo horrível que as perseguia por serem o que são, Portugal era um paraíso. O olhar que elas tinham desse tempo não estava contaminado por políticas, governantes ou regimes. É o olhar puro de crianças. Relatam memórias boas de infância, não são insultadas, não há uma consciência, uma maturidade. Para elas, que eram perseguidas, que não podiam entrar em sítios públicos e não tinham comida, chegar cá e ter acesso a isso, e em segurança, era algo idílico, embora houvesse sempre receio de a Península ser invadida pelos alemães ou de elas serem recambiadas.
(…)
O documentário, apesar de ressalvar o fosso que deve separar a compreensão e o perdão, não cede a uma visão maniqueísta. Ou seja: também nele se contam histórias de alemães bons. Foi importante para si separar os seres humanos daquilo que eles representam?
As coisas não são a preto-e-branco, há muitas zonas cinzentas na vida. Apesar de os alemães, enquanto povo, terem sido muito complacentes com o nazismo, ou terem mesmo fechado os olhos aos seus crimes, houve alemães que fizeram o que podiam para salvar outros seres humanos. Tenho alguma dificuldade em julgar… Um dos protagonistas diz algo como isto: “Eu não acho que aquilo aconteceu por eles serem alemães. Acho que aconteceria em qualquer sítio.” Partilho desta ideia. Isto pode repetir-se num sítio qualquer – basta fechar os olhos.
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O fóssil pertencente à espécie Tusciziphius atlanticus, que habitou o Atlântico na passagem do Miocénico para o Pliocénico, entre 3,6 e 7,3 milhões de anos atrás.
Source: Fóssil com seis milhões de anos encontrado nos Açores – TSF