simulacro de crítica literária

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Pedro Paulo Camara
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Subscrevo novamente.

Língua Morta

Lisbon

Querem um exemplo (real e recente) do tal simulacro de crítica literária que leva ao limite o elogio e não passa de bijuteria palavrosa em que é sempre possível trocar o nome do autor para servir com qualquer um?

«A inquietação deste drama advém precisamente dessa violência surda e insidiosa que se aloja a cada momento da sua ação, da sua estranheza que é construída por uma linguagem obsessiva e depurada, realçada por uma imagética impressiva e uma densidade metafórica assinalável. Podemos ficar envolvidos (ou não) pela estranheza desta linguagem, pela inquietação do seu universo ficcional, mas não ficamos imunes à contaminação que a sua leitura provoca. E se “[inserir título de obra anterior]” já revelava uma voz singular na ficção portuguesa contemporânea, com “[inserir título do livro em causa]” o nome de [inserir nome do autor] dificilmente poderá ser ignorado, inscrevendo-se numa linhagem de autores como Gonçalo M. Tavares, Rui Nunes, Jaime Rocha, Hélia Correia, Dulce Maria Cardoso ou António Lobo Antunes [se estiver para aí virado, aqui pode inserir outros nomes ao calhas]. Espreita-nos na sua obra o negrume de Dostoievsky e de Thomas Bernhard [e de Kafka, Faulkner, Céline, ou até de Asdrúbal] em todas essas figuras alinhadas pela constelação de uma escrita que tem o poder de nos dar o lado mais obscuro do humano e sem ilusões que a embelezem. Sem antídotos que a salvem.»

Proposta de lei de cidadania que exclui muçulmanos incendeia a Índia

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Nove Estados da Índia estão a ser palco de violentos protestos na sequência da aprovação de uma proposta de lei que pretende atribuir cidadania indiana aos imigrantes de todas as religiões exceto a muçulmana, o que pode originar um aumento da marginalização desta minoria de 200 milhões.

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Na Segurança Social há um chefe para cada quatro funcionários e meio? – Polígrafo

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Publicação nas redes sociais destaca que na Segurança Social está em funções um chefe para cada quatro funcionários e meio e que “todos os trabalhadores gozam de oito horas de dispensa mensal” e têm direito “a folga nos dias de aniversário”. Vários utilizadores do Facebook denunciaram este conteúdo como sendo falso. Confirma-se?

Source: Na Segurança Social há um chefe para cada quatro funcionários e meio? – Polígrafo

A AUSTRÁLIA JÁ ESTÁ A ARDER – DE NOVO

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A AUSTRÁLIA JÁ ESTÁ A ARDER – DE NOVO

RT.COM
Australian firefighters are warning about an impending “mega blaze” as efforts to tackle over 100 bushfires have backfired spectacularly, while the country prepares for its possible hottest day on record.

ROCHA VIEIRA MENTIU por João Severino

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ROCHA VIEIRA MENTIU

Conheci perfeitamente o mandato do general Rocha Vieira como Governador de Macau. Nunca pensei que o general mentisse em público. Concedeu uma triste entrevista à Agência Lusa e afirmou entre outras inverdades que “Tive mais problemas com a parte portuguesa do que com a chinesa”. O general Rocha Vieira sabe perfeitamente que isso não é verdade. Os advogados não lhe criaram problemas, tais como os médicos, engenheiros, jornalistas, banqueiros, trabalhadores de fábricas, restauradores, enfim toda uma comunidade portuguesa que o soube respeitar e dignificar. Ninguém da comunidade portuguesa o ofendeu sobre concessões, contratos e dinheiros. Ninguém português o difamou sobre o número de contentores que trouxe para Portugal, ninguém macaense ou metropolitano abordou a escandaleira do congresso da imprensa não diária onde Francisco Balsemão se chegou a gabar que Macau o tinha salvo de não encerrar publicações, ninguém lhe criou problemas sobre as viagens contínuas que todos os ilustres de Portugal faziam a Macau, ninguém noticiou que a pretensão do general era ser Presidente da República. Os chineses sim, criaram-lhe problemas e muito sérios sobre os mais diversos assuntos, incluindo os arquivos históricos, os quais desejavam que ficassem em Macau e não ficaram. E foram os jornais chineses que o difamaram quando fundou a Fundação Jorge Álvares nos últimos dias do mandato soberano transferindo milhões de Macau para Portugal. Não aceito que diga que os portugueses é que lhe criaram mais problemas ou o general Rocha Vieira já se esqueceu por quem teve de dividir o pecúlio da construção do aeroporto? Uma entrevista inútil e onde o ex-Governador não conta as grandes verdades, inclusivamente a vontade de Jorge Sampaio o retirar de governador para colocar lá o seu amigo Magalhães e Silva. E não fala de quanta dureza e rudeza existiu numa célebre reunião realizada em Macau com Jorge Sampaio e todos os seus secretários-adjuntos e onde Rocha Vieira teve de dar um murro na mesa. Se foi esse tipo de portugueses que lhe criaram mais problemas que os chineses, então, Rocha Vieira tem razão. Mas a entrevista é uma treta.

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  • Helena Rodrigues Tanta história mal contada por essa gente!

Historia: El día que España casi invadió Portugal: el plan militar de 99 páginas que Franco ocultó

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A finales de 1940, mientras se negociaba la entrada de España en la Segunda Guerra Mundial, se elaboró un plan de ocupación para evitar que Inglaterra se adelantase

Source: Historia: El día que España casi invadió Portugal: el plan militar de 99 páginas que Franco ocultó