a nova era é a da autocracia

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Historical eras tend to have characteristic leadership types: the fledgling democrats of the 1920s, the dictators of the 1930s and 1940s, the nationalist anticolonialists of the 1950s and 1960s, the gerontocrats of the 1970s, the fledgling democrats (again) of the 1980s and 1990s. Now we’re back to dictators.

The article says “There is no scholarly consensus on what role individuals play in history” a self organizing complexity systems thinking it is not all that hard to articulate the role an individual plays.

An individual is an evolving bounded network of evolving bounded networks – a neme. A society as a whole is also a neme in the sense of a bounded network of bounded networks. Evolving importantly means the history of that society or individual. Individuals and societies

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Profiles of the New Strongmen

FOREIGNAFFAIRS.COM

PATRIMÓNIO ABANDONADO AÇORES, FORNO DE LOUÇA

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SOS Património de Sta Maria!

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S.O.S. Açores

Santa Maria

– Fornos de loiça/telha em Santa Maria. | Dishes/tile oven on Santa Marian Island.

English translation: Kevin de Ávila

José Melo shared a photo to the group: Info Açores.

GOA, DUPLA CIDADANIA E ANTÓNIO COSTA, INCONGRUENTES..

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Caro António Costa: ou o Governo indiano permite que os goeses mantenham a dupla cidadania, ou o primeiro-ministro português terá que renunciar à cidadania indiana. Outra hipótese não há.
PUBLICO.PT
Caro António Costa: ou o Governo indiano permite que os goeses mantenham a dupla cidadania, ou o primeiro-ministro português terá que renunciar à cidadania indiana. Outra hipótese não há.

Moises Lemos Martins Museu Virtual da Lusofonia foi notícia.

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Moises Lemos Martins

Ontem e hoje, dia de Natal, o Museu Virtual da Lusofonia foi notícia.

No programa “90 Segundos de Ciência”, um programa da RTP Play, que vai para o ar na Antena 1, falei deste Museu na Web.

O Museu Virtual da Lusofonia é um Museu que realiza uma circum-navegação tecnológica, ao serviço da cooperação académica em Ciências Sociais e Humanas e do interconhecimento entre os povos de língua portuguesa e suas diásporas.

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Um grupo de investigadores da Universidade do Minho está envolvido no desenvolvimento do Museu Virtual da Lusofonia, promovendo o diálogo intercultura

 

TAP ABUSOS E INCOMPETÊNCIA PARA ESTRAGAREM O NATAL A UMA FAMÍLIA

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José Ribeiro E Castro

ABUSOS E INCOMPETÊNCIA PARA ESTRAGAREM O NATAL A UMA FAMÍLIA

 

Um amigo meu, guineense, no sábado passado, 21 de Dezembro, viajava de Bruxelas (onde reside e trabalha) para Bissau. Viajava com a mulher e os seus três filhos, a quem ia mostrar, orgulhosamente, a sua terra – todos os filhos nasceram na Europa. Fazia uma curta escala em Lisboa.

O voo de Bruxelas para Lisboa atrasou-se. Inquieto com o risco de perder a ligação no aeroporto da Portela, abordou a tripulação de bordo. Tranquilizaram-no: não haveria problema.

Insistiu, chamando a atenção para o facto de não ter um bilhete único Bruxelas/Bissau, mas dois bilhetes: Bruxelas/Lisboa e Lisboa/Bissau. Voltaram a tranquilizá-lo: que não havia problema, teria tempo para levantar as malas em Lisboa e despachá-las de novo no balcão do check-in em Lisboa; não seria mesmo necessário avisar a escala.

Aterraram em Lisboa com atraso significativo. E foi o pesadelo.

Levantada a bagagem e chegados ao balcão do check-in para Bissau, receberam a notícia de que já estava fechado. (Creio que já tinham o check-in online efectuado e foram fazer o drop-off da bagagem de porão.) Mas o pessoal do balcão, atencioso, digamos assim, indicou-lhes para avançarem com a bagagem de porão directamente para a porta de embarque, que lá poderiam recebê-la e embarcá-los.

Não sei se imaginam o que é um casal com três filhos pequenos carregar com bagagem de porão em todo o percurso do balcão de check-in até às portas de embarque, por todos os corredores do aeroporto, incluindo os tapetes de segurança para verificação por raios x de toda a bagagem. Valeu-lhes a tolerância e assistência do pessoal de controlo, pois a bagagem de porão continha líquidos não aceites na bagagem de mão. Acreditaram na história e deixaram passar essa bagagem, confiando em que iria para o porão. Se não, o meu amigo, mulher e filhos teriam ficado logo barrados aí.

Chegados ao balcão de embarque, foi tudo mau. Afinal, depois de toda a odisseia, não podiam embarcar. Contaram ao balcão tudo o que se passara. Nada! Não podiam embarcar.

Havia mais gente a reclamar, em situação semelhante, embora procedendo de outras origens e com outras histórias de ligação perdida. Segundo o meu amigo, uma outra passageira disse-lhe no final que um total de 57 passageiros teriam sido barrados de embarcar nesse voo Lisboa/Bissau, para que tinham bilhete válido. O meu amigo contou 15 passageiros nessa situação, sendo este o número que considera seguro.

O caso do meu amigo não ficou por aqui. A funcionária no balcão de embarque chamou a PSP para controlar os passageiros que reclamavam. A polícia chega e, pouco depois, dirige-se ao meu amigo, que estava já afastado do balcão. Devem-no ter apontado expressamente, pois a PSP não presenciara nada. Agarram-no, derrubam-no e imobilizam-no no solo, usando de violência excessiva. Vão ao cúmulo de o algemar. A mulher estava aterrorizada, uma das filhas chorava desalmadamente, enquanto outra – a mais pequena – era escondida atrás do balcão por outra funcionária, a fim de não ver a violência contra o pai dela.

A seguir, o meu amigo foi conduzido, sempre algemado, até ao exterior do aeroporto, para uma viatura da PSP. Aí, contou tudo o que se passara, respondendo a todas as perguntas que lhe foram feitas. Acabou por ser libertado uma meia-hora depois. Ficou a memória de um filme de terror.

Fez ainda várias diligências junto da TAP, para seguir rapidamente para Bissau. O melhor que conseguiu foi voo no dia 26, tendo de ficar por sua conta em Lisboa, à espera.

Estragaram-lhe – e de que maneira! – o Natal em Bissau, em que planeara juntar a sua família (sobretudo os seus filhos) aos familiares que lá tem. Na melhor das hipóteses, se mais nada acontecer, chegarão a Bissau a 26 de Dezembro. Pouca sorte! E sobretudo muito pouco respeito.

Fico na dúvida sobre se o facto de ter pele negra terá tido influência nos factos mais negativos. O meu amigo é um quadro superior empresarial, em Bruxelas. E que não fosse. Os agentes policiais não podem agir por ouvir dizer. E os funcionários da TAP têm de saber atender e encaminhar os passageiros, sobretudo quando indignados com os erros, a incompetência e o mau serviço da própria companhia.

Terá havido “overbooking” no voo Lisboa/Bissau? Se houve e nesta escala, é absolutamente intolerável. Vergonha! (enquanto se o pode dizer.)

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