Richard Zimler: ″A memória do Holocausto tem de competir com a propaganda neonazi″ – DN

Views: 2

O escritor Richard Zimler alerta para o facto de a memória do Holocausto estar a desvanecer-se rapidamente. Foi um dos temas da sua recente intervenção no Dia da Memória do Holocausto em Colchester, intitulada O Lado Certo da História, que o DN reproduz.

Source: Richard Zimler: ″A memória do Holocausto tem de competir com a propaganda neonazi″ – DN

Descobrimento Científico dos Açores

Views: 5

Subject: Descobrimento Científico dos Açores (…) – Notícia OVGA 05-02-2020
To: Victor-Hugo Forjaz <vforjazovga@gmail.com>

 

Victor-Hugo Forjaz ( Acad.Marinha-Sócio Emérito;Acad.CiênciasdeLisboa-Sócio Corresp.)
vforjazovga@gmail.com …….. 351 96 24 14 877
Professor Catedrático Emérito de Vulcanologia ; Emeritus Full Professor of Volcanology
Avenida Vulcanológica 5 – Lagoa 9560 S.Miguel – Açores – Portugal

eu prefiro vender a alma ao diabo…

Views: 3

Vítor Oliveira Martins and Eduardo Maragoto shared a link.
Moreira, partidario de la construcción de la “identidad ibérica”, afirmó que el proyecto común va más allá de las fronteras europeas y alcanzaría a IberoaméricaESPECIAL | Portugal, la magia de lo improbable

ELDIARIO.ES
Moreira, partidario de la construcción de la “identidad ibérica”, afirmó que el proyecto común va más allá de las fronteras europeas y alcanzaría a IberoaméricaESPECIAL | Portugal, la magia de lo improbable

a afundar…

Views: 0

Dois terços dos sobreviventes de um Acidente Vascular Cerebral e depois da alta hospitalar, precisa de reabilitação.
About This Website

 

RTP.PT
Dois terços dos sobreviventes de um Acidente Vascular Cerebral e depois da alta hospitalar, precisa de reabilitação.
Dois terços dos sobreviventes de um Acidente Vascular Cerebral e depois da alta hospitalar, precisa de reabilitação.
Comments
Write a comment…
Only you can see this preview

UM COLÓQUIO DEDICADO AO DEBATE DA EDUCAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA AÇORIANIDADE

icon

We’re giving you a €5 credit to get more leads with an ad like this.

Use Credit
Image may contain: ocean, sky, outdoor and water
No photo description available.

Jorge Bettencourt

MAR PORTUGAL

Desculpem a insistência mas o caso do navio Mar Portugal que aqui ontem referi suscita tantas interrogações que não resisti voltar a ele. Não tenho qualquer tipo de informação privilegiada, limitei-me a consultar a página do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) dedicada ao projecto (http://marportugal.ipma.pt/) e as informações e notícias oficiais e oficiosas que foram publicadas desde 2011 e podem ser consultadas na Internet.

De acordo com a Lusa (https://observador.pt/…/navio-mar-portugal-parado-por-impo…/), o ministro do Mar terá dito recentemente na Assembleia da República que o “navio para a investigação do oceano Atlântico” foi convertido em 2013 mas não pode desenvolver a sua actividade por dificuldades de contratação da tripulação: o IPMA terá avançado com propostas de contratação de uma tripulação externa, que foram contestadas pelo Tribunal de Contas, e por outro lado não poderia ter tripulação própria por incompatibilidade do sistema jurídico e legislativo nacional. Ainda segundo a Lusa, o ministro terá mesmo dito que “Temos um belo navio, atualmente, totalmente equipado, que encontrou um problema à frente relacionado com a questão da tripulação.”

Acontece que a decisão de adquirir e operar o navio foi tomada pelo Estado Português, pelo menos em Março de 2012, quando celebrou um contrato de financiamento do EEA Grant 2009-2014 para receber 11 milhões de euros, comprometendo-se a contribuir com 1,941,176€, ou seja, com 15% do custo de “aquisição de um navio com capacidade oceânica capaz de produzir investigação marinha multidisciplinar centrada essencialmente no oceano Atlântico.” Depois o mesmo Estado Português decidiu adquirir o navio usado KOMMANDOR CALUM, ex RMAS SALMAID, por 7,9 milhões de euros ao operador Hays Ships Ltd. de Aberdeen, que foi recebido em Lisboa, com pompa e circunstância, em Outubro de 2015. Pelo menos desde 2015, o ministério do Mar, a Direção-Geral de Política do Mar e o IPMA sabiam que iria ser necessário operar o navio e, para isso, iria ser necessária uma tripulação habilitada. Levaram mais de 4 anos para resolver o problema que todos os responsáveis conheciam à chegada do navio?

Mas as questões mais intrigantes para um cidadão com experiência em aquisições e remodelações de navios bem mais complexos não é a contratação da tripulação que agora parece preocupar o ministro do Mar. É desde logo a decisão de se adquirir um navio usado construído em 1986. Apesar da página do IPMA ter muita informação sobre o navio, não são explicitados os critérios que sustentaram uma decisão que não pode deixar de suscitar dúvidas quanto ao seu acerto. Terão sido avaliados os custos do ciclo de vida de um navio com mais de 30 anos? Terão sido ponderados os interesses da indústria naval nacional?

A segunda questão que me intriga é a duração do processo de decisão e execução da remodelação do navio para o adaptar às necessidades nacionais. Em Julho de 2018 o navio estava ainda a ser intervencionado nos Estaleiros Navais de Peniche, depois de trabalhos realizados nos estaleiros Metalships de Vigo. Para um processo que teve início em Setembro de 2016, dois anos afigura-se como muito tempo, tanto mais que a página do IPMA nos informa que a duração prevista para a modificação do navio era de 210 dias. O que se passou com a modificação do navio? Surgiram problemas inesperados, eventualmente relacionados com a idade e o estado do navio?

Finalmente, o cidadão comum interroga-se sobre o que se passou desde o final de 2018 e a audição parlamentar do ministro do Mar nas comissões de Orçamento e Finanças e Agricultura e Mar, no âmbito da apreciação do Orçamento do Estado para 2020, em Janeiro de 2020. Foram apenas as questões da contratação da tripulação que determinaram a imobilização de um investimento de 13 milhões de euros? Houve ou haverá custos adicionais para os contribuintes resultantes da duração aparentemente exagerada do processo de aquisição e remodelação e da prolongada imobilização do navio?

Gostaria que estas perguntas tivessem sido feitas pelos deputados da AR ou pelos jornalistas ao ministro do Mar. Infelizmente não foram feitas e por isso não foram respondidas.

Sendo assim esta parece ser apenas mais uma história trágica do nosso MAR PORTUGAL, o nome que ironicamente foi escolhido para o navio onde foram gastos (afundados?) 11 milhões de euros de fundos europeus.

Like

Aeroporto do Montijo vai comprometer “ habitat ” único de mais de 200 mil aves | Vídeos | (as aves não emigram como os enfermeiros…)PÚBLICO

Views: 2

Especialistas dizem que parecer favorável à construção do aeroporto do Montijo “não faz qualquer sentido”.

Source: Aeroporto do Montijo vai comprometer “ habitat ” único de mais de 200 mil aves | Vídeos | PÚBLICO

Fisco (criminoso ou conivente?)deixou sair 10.000 milhões para offshores sem vigiar transferências

Views: 1

Afinal o que é que a equipa, e bem equipada, do sr Centeno anda a fazer? A preocupar-se em taxar bugigangas que se compram pela internet a preços de pouco mais de 20 €, e que demoram mais de um mês a serem desalfandegadas, quando se deviam preocupar com os “tubarões” que, com a conivência da AT, desviam milhões de Euros para os ditos paraísos fiscais.

Conjunto de transferências realizadas entre 2011 e 2014 comunicadas pelos bancos não foram alvo de controlo pelo fisco e estavam omissas das estatísticas. Inspecção de Finanças averigua o caso.

Nova cadeia de São Miguel não será construída na Mata das Feiticeiras, no concelho da Lagoa

Views: 3

Pierre Sousa Lima shared a post to the group: Açores Global.
3 hrs

Image may contain: 1 person, close-up
Carmen Ventura

3 hrs

Antena 1 Açores – Nova cadeia de São Miguel não será construída na Mata das Feiticeiras, no concelho da Lagoa.
Esta é uma afirmação feita pelo Bloco de Esquerda, que viu ser aprovada na Especialidade, no Orçamento de Estado uma proposta sua.
A proposta aprovada, com os votos contra do PS, manda que os governos da Republica e dos Açores encontrem um novo terreno para dar início aos trabalhos de construção do estabelecimento prisional.

“Chega ao fim o dossiê da construção da cadeia de São Miguel na Mata das Feiticeiras, no concelho da Lagoa, diz o Bloco de Esquerda.
O Partido fez aprovar na Especialidade, em Orçamento de Estado, uma proposta para que os Governos da República e Regional encontrem um novo terreno para dar início ao processo já este ano, explica Pedro Filipe Soares.
A proposta do Bloco de Esquerda foi aprovada com os votos contra do Partido Socialista e, segundo o Bloco, põe fim ao processo de retirada da bagacina do terreno conhecido como a Mata das feiticeiras. Só a retirada da bagacina tem um custo de cerca de 3 milhões de euros e uma duração não inferior a dois anos. É um processo que anda pelas barras dos Tribunais.
Pedro Filipe Soares mostra-se convencido que o Governo irá acatar esta proposta agora aprovada no Orçamento de Estado.
Em termos de cabimentação orçamental, mantém-se o que estava no Orçamento anterior. Pedro Filipe Soares diz que o valor não está discriminado.”. (CV)

Comments

o PICO com neve

Views: 2

Image may contain: nature
Image may contain: sky, cloud, mountain, nature and outdoor
Image may contain: sky, mountain, cloud, nature and outdoor
Image may contain: sky, mountain, cloud, nature and outdoor
Trìcia Abbott Walters to Ilha do Faial

Captain of flight from Terceira to Faial gave his passengers an awesome fly-by over Pico.

solução para os resíduos da ilha de São Miguel PETIÇÃO

Views: 4

Ana Monteiro

Eu sei que andamos todos muito ocupados com trabalho, com a família, com o futebol, com o dia das Amigas, com o Carnaval e a fazer planos para as próximas férias.
Eu sei que estão todos cansados de informação e contra-informação, de petições, de lutas ambientalistas e de causas que consideram perdidas.
Eu sei que muitos de vocês já perderam a fé nas pessoas, nas instituições e nos políticos.
Mas esta é uma causa que nos diz respeito a todos: o que acontece aos resíduos que TODOS nós produzimos. Esta é também uma responsabilidade nossa e uma questão de civilização, sobretudo numa ilha onde o território é finito e onde os aquíferos podem ser mais facilmente contaminados.
Precisamos urgentemente de acabar com o actual aterro. Precisamos se uma solução para os resíduos da ilha de São Migue.
A incineração não é a solução.
Este impasse dura há demasiado tempo. Esta proposta envolve pessoas com conhecimento científico que estudaram a fundo esta temática e que se dedicam há décadas a esta causa.
Acho que o mínimo que cada um pode fazer é ler e assinar.
Manifestem a vossa vontade enquanto podem porque caso contrário alguém decidirá por vocês.

Exma. Sra. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Exmo. Sr. Presidente do Governo Regional dos Açores OBJECTIVO DA PETIÇÃO Te
PETICAOPUBLICA.COM
Exma. Sra. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Exmo. Sr. Presidente do Governo Regional dos Açores…
Açores…

NA GRENÁ, FURNAS, FALTA DE CIVISMO, DEMONSTRAÇÃO DE PRIMITVISMO

Views: 0

Valter Franco shared a photo to the group: Açores Global.
35 mins

Image may contain: tree, plant, outdoor and nature
Norberto Botelho

Olá, Sandra!

Esperemos que esta mensagem te encontre bem.
É pena que a “Sandra” não saiba respeitar o seu lugar, nem respeitar o lugar.

Sinceramente, custa ler a marca que deixou na Grená, em geral, e nesta árvore em particular.
Na Grená, pugnamos pelo respeito à Natureza (repare na maiúscula), e uma das demonstrações de respeito foi a de manter as características únicas deste local, não cortando árvore alguma. Aliás, como deve ter reparado, até as árvores caídas são mantidas, e as que não o são, têm outro fim dentro da Grená.

Voltando à árvore que decidiu marcar, foi uma árvore que nos deu trabalho, afinal, ela decidiu crescer em direção ao caminho que já existia. Nós, respeitamos e aplicamos uma escora para apoiar o seu galho, continuando as pessoas a trilhar o seu caminho por baixo dele.

Proponho devolver-lhe o dinheiro da sua entrada, pois, honestamente, não vejo grande interesse que volte ao parque.

Válido para todas as “Sandras” que marcam árvores.

Comments
  • Eduardo Pereira Ao presenciar ou ter conhecimento de atitudes iguais ou semelhantes por favor denunciem! 👎
  • Lúcia Estrela Moreira Sandra , o que foste fazer! Sabes que essa linda árvore deve estar a chorar pelo que lhe fizeste. Devem -lhe ter doído tanto esses riscos que lhe fizeste . Imagina que te faziam o mesmo. Doía com certeza. Toma juízo e depois então vai passear para os parques.
  • Ana Cristina Soares Estupidez humana ao mais alto nível, se gosta tanto do seu nome e quer que toda as pessoas o saibam, pense em tatuar o teu nome na tua testa….assim terá orgulho quando se olhar ao espelho….

Em defesa da Lagoa do Congro ( Teófilo Braga)

Views: 3

Em defesa da Lagoa do Congro (1)
Como vila-franquense não posso ficar alheado ao que se passa na minha terra e sempre que posso intervenho para denunciar o que está errado e, sobretudo, para chamar a atenção para aspetos positivos que a vila possui e que não são devidamente valorizados.
Hoje, farei referência à Lagoa do Congro que não está devidamente cuidada e aproveitada.
Em 1997, os Amigos dos Açores- Associação Ecológica editaram o livro Lagoas e Lagoeiros da Ilha de São Miguel, onde, entre outras foram descritas as lagoas do Congro e dos Nenúfares. Para além da caracterização geológica, de algumas referências históricas, eram apresentadas as espécies da flora e fauna existentes na cratera que se terá formado há 3900 anos.
No ano 2000, os Amigos dos Açores apresentaram ao Governo Regional dos Açores uma “Proposta de Classificação das Lagoas do Congro e dos Nenúfares como Área Protegida”.
Na proposta referida, foi feita a caracterização daquele local sob diversos aspetos, designadamente históricos, geográficos, geológicos biofísicos, paisagísticos e sócio – económicos. Na mesma proposta, os Amigos dos Açores já mencionavam uma intervenção imediata que consistia na limpeza dos caminhos de acesso e tendo em vista o aproveitamento pedagógico da área, sugeriam, numa primeira fase, a identificação das espécies vegetais presentes e o corte de algumas invasoras.

Por último, a Associação Ecológica Amigos dos Açores propunha que a cratera das Lagoas do Congro e Nenúfares fosse classificada, ao abrigo do Decreto Legislativo Regional nº 21/93/A, que aplica à Região o regime jurídico estabelecido pelo Decreto-Lei nº 19/93, que cria a Rede Nacional de Áreas Protegidas, como Monumento Natural.

Sete anos depois da proposta, em 2007, a cratera das lagoas do Congro e dos Nenúfares foi classificada como “área protegida para a gestão de habitats ou espécies (Decreto Legislativo nº 15/06/2007).
Para além de demorada constituiu uma surpresa que nunca foi suficientemente justificada a opção pela “área protegida para a gestão de habitats ou espécies” e não pelo Monumento Natural.
Vejamos o que diz a legislação:
No artigo 14 do referido decreto, pode ler-se o seguinte: “área protegida para gestão de
habitats ou espécies, aquela cuja gestão é especialmente dirigida para a intervenção ativa em determinados habitats ou em função de determinadas espécies.; podem integrar a categoria de área de protegida para a gestão de habitats ou espécies as áreas terrestres
ou marinhas que sejam particularmente importantes para determinados habitats naturais, seminaturais e de espécies da flora e da fauna e a classificação de uma área protegida para gestão de habitats ou espécies tem como objetivo de gestão a adoção de medidas dirigidas à recuperação de habitats naturais, seminaturais e de espécies da flora e da fauna.

Que habitats, naturais ou seminaturais, se queria recuperar? Que espécies da flora e da fauna se pretendia proteger?

Tal como os Amigos dos Açores propuseram, o tipo de área protegida mais adequado ao espaço proposto, profundamente alterado pelo homem- recorde-se que foi lá que José do Canto criou a sua mata ajardinada e plantou diversas espécies exóticas – é o de Monumento Natural, como se depreende pelo que está escrito na lei: monumento natural destina-se “à conservação de características naturais específicas, nomeadamente singularidades naturais ou culturais de valor excecional, que em razão da respetiva raridade quer pela representatividade ou qualidades estéticas que lhe sejam inerentes e podem integrar a categoria de monumento natural as áreas que contenham uma ou mais ocorrências naturais e ou culturais com valor ímpar, devido à raridade das respetivas características, no plano geológico, paleontológico, estético e cultural associados.

Embora quase 20 anos depois, estamos a tempo de corrigir o erro. Será em 2020?

Teófilo Braga

(Correio dos Açores, 32047, 5 de fevereiro de 2020, p.14)

Image may contain: 1 person, text