QUEM ESTÁ POR DETRÁS DO PARTIDO CHEGA

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Só para recordar os mais velhos)

Diogo Pacheco de Amorim, vice-presidente do partido Chega, o ideólogo por trás de André Ventura, fez parte de movimentos estudantis que contestavam a descolonização e defendiam Portugal e as «províncias ultramarinas» como um todo. Após o 25 de Abril conspirou para derrubar o regime, exilou-se para Madrid, onde se ligou a pides e bombistas. Em 1975 fez parte de partidos fascistas: pertenceu à rede armada de extrema-direita Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), terrorista, que foi responsável pelo assassinato do Padre Maximino, em 1976. Pertenceu ao Movimento para a Independência e Reconstrução Nacional (o MIRN, de Kaúlza de Arriaga) que, com o ELP, incendiaram sedes do MDP e do PCP….
Chega?

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[Fontes: Wikipédia e jornais diários da época]

Esclarecimento do Governo dos Açores POLUIÇÃO NA TERCEIRA

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Source: Esclarecimento do Governo dos Açores

Ponta Delgada , 31 de Janeiro de 2020

Esclarecimento do Governo dos Açores

A Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, relativamente às acusações de “desleixo, de descuido, de falta de acompanhamento“ proferidas pelo deputado da Assembleia da República, António Ventura, sobre o alegado “derrame encoberto do Pipeline do Cabrito”, que o Governo dos Açores repudia veementemente, entende ser necessário esclarecer o seguinte:

 

1 – A 15 de abril de 2016 foi comunicada ao Governo dos Açores a ocorrência de um derrame de combustível em terreno privado, na freguesia de São Brás, concelho da Praia da Vitória, numa “caixa de visita/retenção” de uma conduta do denominado Pipeline do Cabrito – infraestrutura de uso exclusivo da Força Aérea dos EUA ao abrigo do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA;

 

2 – Nesse mesmo dia, a Inspeção Regional do Ambiente realizou uma ação inspetiva no local, tendo identificado que o derrame em causa tinha uma dimensão circunscrita e localizada entre a superfície topográfica e até, sensivelmente, aos 3,2 metros de profundidade;

 

3 – No dia 18 do mesmo mês, a Inspeção Regional do Ambiente solicitou a intervenção do Comando da Zona Aérea dos Açores para notificar o Comando Norte-Americano na Base das Lajes no sentido de ser “promovida a reparação dos danos causados pelo derramamento de combustível, a restauração do estado do ambiente tal como se encontrava anteriormente à ocorrência do incidente e limitar ou prevenir novos danos ambientais e eventuais efeitos adversos à saúde humana”.

 

A notificação foi entregue a 19 de abril de 2016;

 

4 – Em paralelo, foram determinadas medidas preventivas imediatas dos efeitos do derrame, concretamente a impermeabilização da zona afetada, bem como a monitorização da evolução da pluma de combustível;

 

5 – O referido derrame não teve qualquer relação com as obras de remoção e inertizacão daquele pipeline;

 

6 –  Os proprietários dos terrenos por onde passava o pipeline foram indemnizados pelos EUA;

 

7 – Não tendo sido aceite pelo Comando Norte-Americano na Base das Lajes a responsabilidade pelo derrame, nem a sua resolução imediata, o Governo dos Açores continuou, permanentemente, a procurar uma solução para o mesmo no quadro da Comissão Técnica, por via de consultas político-diplomáticas e reuniões da Comissão Bilateral Permanente do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA;

 

8 – Esgotadas as possibilidades de solução nesse âmbito, decidiu agora o Ministério da Defesa Nacional avançar com uma empreitada para a remediação dos solos contaminados na zona do Cabrito, na ilha Terceira, no valor de mais de um milhão de euros, facto que o Governo dos Açores regista e que espera poder vir a conduzir à resolução definitiva há muito pretendida para a matéria;

 

9 – O Governo dos Açores reafirma o seu compromisso em continuar a trabalhar diligentemente para a resolução de todas as matérias ambientais decorrentes da presença dos EUA na Base das Lajes, apesar das omissões, falhas e incapacidades do Acordo de Cooperação e Defesa negociado pelo partido que o Deputado António Ventura representa.

GaCS/SREAT

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PSD quer ministros a esclarecer “encobrimento” de derrame de combustível

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O PSD anunciou hoje que vai pedir audições aos ministros da Defesa, dos Negócios Estrangeiros e do Ambiente, para “prestarem esclarecimentos” sobre o alegado “encobrimento” dado a um derrame de combustível ocorrido no ‘pipeline do Cabrito’ na Terceira, Açores.

Source: PSD quer ministros a esclarecer “encobrimento” de derrame de combustível

o timorense continua no pântano

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Joao Paulo Esperanca shared a memory.

Escrevi isto em 2006 (quando a situação socioeconómica era diferente) e mantenho a ideia geral, mas, ainda que compreenda a tentação do vendedor de aumentar o preço quando o cliente é um malai, também sei que é uma péssima estratégia de marketing. Fazer o cliente sentir que foi enganado não é maneira de gerir um negócio.

«o timorense continua no pântano

Esta foto foi publicada no blogue Abrupto, de Pacheco Pereira, tal como o texto que então enviei:

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Escrevi isto em 2006 (quando a situação socioeconómica era diferente) e mantenho a ideia geral, mas, ainda que compreenda a tentação do vendedor de aumentar o preço quando o cliente é um malai, também sei que é uma péssima estratégia de marketing. Fazer o cliente sentir que foi enganado não é maneira de gerir um negócio.

«o timorense continua no pântano

Esta foto foi publicada no blogue Abrupto, de Pacheco Pereira, tal como o texto que então enviei:

Metido no pântano até aos sovacos, este homem todos os dias apanha “canco” (uma planta que vive na água estagnada com a qual se faz salada) aqui em Caicóli, Díli. Depois vai vendê-lo no mercado aos molhinhos a cinco centavos (5 cêntimos de dólar) cada um. Se aparecer um comprador malai (estrangeiro) o homem poderá tentar vender o mesmo molhinho por 25 centavos (uma moeda de ¼ de dólar), o que motivará protestos indignados do malai. Mais tarde, sentado no ar condicionado do bar do Hotel Timor, enquanto bebe um chá que custa 2 dólares, o mesmo malai comentará com os colegas como os timorenses são “uns trafulhas que querem é enganar os malais”. Entretanto, o timorense continua no pântano.»

Esta foto foi publicada no blogue Abrupto, de Pacheco Pereira, tal como o texto que então enviei: Metido no pântano até aos sovacos, este homem todos os dias apanha “canco” (uma planta que vive na água estagnada com a qual se faz salada) aqui em Caicóli, Díli. Depois vai vendê-lo no mercado aos molh…

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Esta foto foi publicada no blogue Abrupto, de Pacheco Pereira, tal…
Esta foto foi publicada no blogue Abrupto, de Pacheco Pereira, tal como o texto que então enviei: Metido no pântano até aos sovacos, este homem todos os dias apanha “canco” (uma planta que vive na água estagnada com a qual se faz salada) aqui em Caicóli, Díli. Depois vai vendê-lo no mercado aos molh…

Erosão e aumento de turistas obrigam a intervenções na subida ao Pico | Açores | PÚBLICO

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As intervenções vão reforçar o trilho e também estão a ser feitas mudanças no regulamento de acesso à Montanha. A obrigação de ter um guia quando a Casa da Montanha está fechada é uma das hipóteses em cima da mesa.

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Combate ao Coronavirus.

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Combate ao Coronavirus. A prestigiada revista médica The Lancet acaba de colocar em acesso aberto um Centro de Recursos Coronavirus destinado a auxiliar os profissionais e investigadores da área da saúde e o público em geral. A nova plataforma reúne todas publicações sobre o vírus 2019-nCoV produzidas pela Lancet. Os interessados também poderão assinar uma newsletter gratuita para passarem a receber essa informação #coronavirus https://www.thelancet.com/coronavirus…

Image may contain: text that says "THE LANCET Resource Centre assist health workers and researchers working under challenging conditions to bring this outbreak to a close, The Lancet has created a Coronavirus Resource Centre. This resource brings together new 2019 novel coronavirus (2019- content from across The Lancet journals as itis published. All content listed on this page is free to access."

Na região do Alqueva já não há mosquitos esmagados contra os pára-brisas | Ambiente | PÚBLICO

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Inúmeras espécies de aves, répteis, anfíbios e peixes comem insectos. Se esta fonte de alimento desaparecer, como já está a acontecer, morrerão de fome e o impacto nos ecossistemas será dramático.

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