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“O secretário-geral do maior partido no parlamento timorense defendeu que a nova coligação anunciada pelo ex-Presidente Xanana Gusmão vai criar uma nova crise institucional para forçar a realização de eleições antecipadas.”

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“O secretário-geral do maior partido no parlamento timorense defendeu que a nova coligação anunciada pelo ex-Presidente Xanana Gusmão vai criar uma nova crise institucional para forçar a realização de eleições antecipadas.”

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Não há problema. O sr. Ministro diz que nada se passa. A aluna se calhar queria filmar uma colega e a professora confundiu (ironia)…enfim para onde caminha a escola em Portugal…

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Chegam novidades das quarentenas. Itália, perto daqui. Não de doentes, mas de cidades, espaços públicos.
Em Portugal há um sistema de proteção civil. Planos de contingência, precisam-se. Para prevenção, tratamento e compensação de consequências. Por exemplo, económicas, por exemplo, no turismo.
A imagem Não Somos Avestruzes?
Se não sabe a resposta, pergunte-me porquê.

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Na África, está ocorrendo a pior invasão de gafanhotos dos últimos 25 anos, ou dos últimos 75, se considerarmos apenas o caso do Quênia.
Source: O coronavírus está ofuscando a pior invasão de gafanhotos do século – GreenMe.com.br
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Ao povo açoriano e principalmente à população da Vila de Rabo de Peixe, é de lamentar uma noticia dessas.
Que, passados esses anos todos, vemos a descobrir o que as entidades envolvidas (Junta de Freguesia de Rabo de Peixe, Santa Casa da Misericordia da Ribeira Grande e Instituto da Acção Social ), mas principalmente a JUNTA DE FREGUESIA DE RABO DE PEIXE , fazia com o dinheiro dos contribuintes.
Ora, em relação à notícia, a SRSS, descarta a responsabilidade da legalização das casas abrangidas pelo projecto Sementes de Mudança, mas não fizeram os “trabalhos de casa”. Se no comunicado, a SRSS, afirmou que as famílias não tendo possibilidades de gerir o projeto, (o que é completamente falso), essas mesmas famílias beneciarias deste projeto, pediram ajuda à Junta de Freguesia de Rabo de Peixe para gerir o dinheiro, porquê é que uma instituição dessas, avança com as obras, sem que tenham sido emitidos os devidos Alvarás de Construção, como diz a SRSS que era responsabilidade do proprietário tratar deste procedimento ??!! Se foi competência da junta de freguesia de rabo de peixe, gerir o dinheiro para as obras, porque é que meteram os homens das famílias que recebiam o RSI a fazer as obras? Que fizeram ao dinheiro que supostamente, se fosse o proprietário a gerir a obra teria de pagar a mão de obra? Realmente é um mistério enorme em torno desta parceria das nossas entidades públicas.
E a Santa Casa da Misericordia da Ribeira Grande e a Junta de Freguesia de Rabo de Peixe, porque é que não se pronunciaram sobre esta notícia?
Se a lei diz que, um proprietário de uma habitação que faça obras de construção, após emissão da licença de utilização, tem 60 dias para comunicar as alterações feitas na casa às finanças, como e quem actualizou a caderneta predial, conforme as obras que foram feitas, sem licenças e alvará de construção?!



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Cá, nos Açores, podemos aprender algo com os estonianos?

Small budget, big results.
📕 Read more: https://wef.ch/2E2CTPS
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A inundação de plástico atinge no mundo níveis alarmantes, que é urgente travar. Portugal quer antecipar em cinco anos as metas europeias de reciclagem
Source: Expresso | Se nada for feito, haverá em 2030 mais plástico do que peixe no mar
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Grupo Barceló junta-se a sócio açoriano para abrir hotel em São Miguel
O grupo hoteleiro espanhol Barceló Hotel Group fez uma parceria em Ponta Delgada com um ‘player’ local para terminar a construção de um hotel em S. Miguel, perto do aeroporto João Paulo II.
A revelação foi feita pelo CEO para a Europa, Médio Oriente e África do Barceló Hotel Group, Raúl Gonzalez, em declarações ao Publituris, dizendo que espera que este projecto esteja pronto a tempo do Verão do próximo ano.
A estreia em Portugal do Barceló Hotel Group, foi em 2018 com a abertura do Allegro Madeira, no Funchal, e, posteriormente, do Occidental Lisboa, na capital portuguesa.
Raúl González sublinha que o grupo está disponível para fazer negócio no sector hoteleiro por três vias: “Possível aquisição, tanto maioritária como minoritária tanto de activos individuais como de cadeias hoteleiras; contrato de aluguer, o mais variável possível; e gestão”.
“Estamos interessados em fazer uma operação sobre uma cadeia ou sobre algum activo independente com os quais poderemos crescer, afinal temos 60 e poucos hotéis em Espanha e em Portugal apenas dois, está descompensado”, realça, sendo que a aquisição de uma cadeia hoteleira permitirá realizar “uma implementação rápida”.
“Somos um pouco atípicos, porque estamos abertos a distintos modelos de colaboração. Se faz sentido, estamos disponíveis para falar sobre quase tudo, desde ter participação minoritária ou maioritária, só contrato de aluguer ou de gestão. Qualquer modelo que faça sentido, estamos disponíveis”, sublinha, referindo que o grupo conta com uma responsável, Carmen Pardo, para analisar as várias hipóteses disponíveis no mercado.
Actualmente, o grupo encontra-se a fazer várias negociações, especialmente no Algarve, que é um mercado, “que, do ponto de vista de clientes, é muito parecido ao que temos em outras zonas, como em Huelva”.
Contudo, “ainda não fomos capazes de encontrar o preço adequado”. Também a cidade do Porto e Lisboa suscitam interesse por parte do Barceló Hotel Group, “mas a minha impressão é que estes dois destinos vão passar por momentos mais complicados e creio que, dentro de dois ou três anos, teremos a oportunidade de poder fechar acordos com pessoas a quem o negócio não corre bem”.
Para já, o grupo vai aumentar a sua presença na ilha da Madeira, onde são sócios maioritários de uma operação para o desenvolvimento de um hotel em frente à Sé Catedral. Segundo Raúl González, o projecto vai ser uma unidade da marca Barceló, de cinco estrelas, com 100 quartos, estando ainda em cima da mesa a possibilidade de se fazer uma aquisição de um edifício contíguo para se expandir o projeto inicial.
A abertura está prevista para o Verão de 2021.
(Diário dos Açores de 23/02/2020)

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