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People living on the streets have been told by authorities they may no longer be allowed to sleep rough as NSW’s peak homelessness body fears the vulnerable could face police action if the state drags its heels on offers from hotels.
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AUTARCA DE VILA REAL GRAVA VIDEO PARA OS EMIGRANTES
https://www.diariodetrasosmontes.com/…/por-favor-nao-venham…
#vilareal #trasosmontes #covid19vrl

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Tudo bem explicado neste artigo.
Informem-se sobre a 5G para perceberem os perigos reais do futuro de todos nós!

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Em tempo de cerco sanitário…
A vida é um carrocel. Gira, gira e nós vamos na roda, como cavalos à desfilada.
Para onde foi o tempo de se ter tempo?
As pessoas falavam e tinham quem as ouvisse. Visitava-se os amigos sem ter de telefonar primeiro, a combinar. Era tão simples. Findo o jantar, dizia-se: Vamos a casa de fulano. E íamos. Nós e os meus pais. Era assim, naqueles dias. Outras vezes vinham amigos à nossa casa. E era bom esse tempo de conversar, ou de brincar, conforme a idade.
Batia-se à porta e, se não estava ninguém, deixava-se um cartão de visita. Às vezes só com um abraço. Outras com uma quadra, ou um dizer amistoso, improvisado ali na hora e escrito contra a ombreira da porta.
Era também o tempo de se escrever cartas para os amigos distantes e de se tirar um momento do nosso dia para ir ao correio comprar o selo e enviá-las. Ficava-se, tranquilamente, a aguardar uma resposta que quase sempre vinha. Lenta, mas vinha. E havia a ânsia da espera, que alimentava o sonho.
Ouvia-se os mais velhos, porque sabíamos que eles, na sua sabedoria, tinham sempre coisas para partilhar, que nós partilharíamos com os mais novos, quando chegasse a nossa vez. Eles falavam e nós ouvíamos. Não havia barulho a distrair-nos, nem nada para fazer que não pudesse esperar.
Lembro-me com uma clareza enorme e uma saudade ainda maior dos serões antes de termos televisão. Meus pais contavam coisas do seu tempo. Tinham um jeito tão grande para contá-las, que acredito que o sentir deles nos invadia por uma espécie de osmose e entrávamos nesse tempo que fora o deles. Sei-o, porque as referências ficaram todas connosco, como pertença nossa.
E liam-nos muito. Foi pela leitura de meus pais que me foi apresentado o Eça de Queirós, no conto “O Suave Milagre” que ainda hoje guardo em mim, bem preso, com um laço colorido – “Ora entre Enganin e Cesareia, num casebre desgarrado, sumido na prega de um cerro, vivia a esse tempo uma viúva, mais desgraçada mulher que todas as mulheres de Israel. O seu filhinho único, todo aleijado, passara do magro peito a que ela o criara para os farrapos da enxerga apodrecida, onde jazera, sete anos passados, mirrando e gemendo.” Este menino queria ver Jesus e este, no final, depois de aquela criança tanto ter suplicado para vê-Lo, “abrindo devagar a porta e sorrindo, (…) disse à criança: – Aqui estou.” Achei tão incrivelmente belo esse conto, que me comovi na inocência dos meus oito ou nove anos. Lembro-me que havia palavras difíceis, cujo significado desconhecia. E ficavam-me como referência aqueles nomes de pessoas e lugares da Galileia. Tenho-os no ouvido, como uma música que não se esquece: Cesareia, Hébron, o país de Moab, o rico Obed. Também me ficaram frases que, na altura, me soavam a ritmos únicos: “No Estio, sem pasto, a cabra morrera. Depois, no quinteiro, secara a figueira.”
Agora é moda não se acreditar em quase nada. Alguém achará este conto ultrapassado e até mesmo uma imposição indevida da imagem de Jesus num tempo de descrença em que se proclama a Liberdade, mas, contraditoriamente, se critica quem ainda crê em alguma coisa e se atreve a declará-lo. Acharão ultrapassado este conto que fala de uma miséria tão dolorosa e da esperança de luz e de vida.
Tenho orgulho de ser do tempo em que havia tempo, ainda que isso implique eu ter mais anos do que os que desejaria.
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DESABAFO DO DIA
Este meu desabafo de hoje é feito na véspera de um grupo de cidadãos portugueses partir de Timor-Leste.
Decidi ficar com a minha família em Díli por considerar que a situação aqui, pelo menos por agora, não justifica tomar outra decisão. As dificuldades locais são as que são, são amplamente conhecidas e, se alguma coisa, até podem ficar mais reduzidas, pelo menos parcialmente, com as medidas que estão a ser implementadas, incluindo algum reforço do sistema de saúde. A situação em Timor-Leste é tranquila, a população respondeu com grande civismo e até responsabilidade ao risco e, apesar das dificuldades que a grande maioria da população sente, estão a combater como podem o inimigo invisível. E as autoridades, apesar de com algum atabalhoamento, parecem estar a responder com medidas no terreno.
Esta nossa decisão de família foi tomada no momento atual e tendo em conta a informação atual. Já aqui vivi situações bastante complicadas, especialmente em 1999, que me obrigaram, a ter de sair do país. E infelizmente ninguém, hoje, pode garantir nada sobre a situação atual. Mas para já, pelo menos, a decisão é de ficar. Penso que o trabalho que tenho a fazer aqui é importante e é o melhor contributo que posso dar, neste momento, no esforço de combate à covid-19. Aos muitos que também decidiram ficar, como a todos os que vivem neste país a que eu estou ligado há décadas (timorenses e estrangeiros), envio uma mensagem de solidariedade e de força. E um voto de que se cuidem e aos vossos.
Considero legítimo que outras pessoas, seja com que motivação for, optem por sair. Como aliás já fizeram vários portugueses e outros, até ao dia de hoje. Cada situação é uma situação, cada decisão é individual e ninguém tem o direito de a questionar ou criticar. Cada um sabe de si e é sempre mais fácil ditar sentenças sobre as vidas dos outros. E houve pessoas que nem tinham pensado em ir e que há ultima da hora aproveitaram os lugares que ainda estavam vazios. E outras que estavam no grupo de que desde a primeira hora queriam ir embora e agora até decidiram ficar. Por isso, insisto, não critico quem tomou a opção de sair. Desejo que tenham boa viagem e que se continuem a cuidar e aos seus.
Mas, posto, isto, não ficaria bem com a minha consciência se não deixasse registado algumas questões.
Como já vivo há muitos anos no estrangeiro – saí de Portugal há quase 32 anos – convivo há muito com o eterno debate da suposta falta de apoio consular. É um argumento de dois sentidos porque, invariavelmente, a vasta maioria de emigrantes e turistas, nem sequer se preocupa em estar registado nas diversas embaixadas. E a verdade é que, apesar das dificuldades que muitas operações de apoio consular envolvem – como as que estão em curso organizadas por Portugal nesta altura -, Portugal tem dado apoio a milhares de pessoas em todos os recantos do mundo, no seu regresso a Lisboa.
A não ser que essa operação seja “ordenada” por Portugal, porém, os voos são de repatriamento como resposta a pedidos de ajudas. E como é comum em todo o mundo, pessoas que querem voltar – é o que está a acontecer aqui – têm que reembolsar o Estado por esses custos. Há alguns mecanismos europeus que podem reduzir os custos, mas não se aplicam a todos os voos que estão a ser organizados. No caso de Timor-Leste o custo é encarecido pela distância, pelas atuais dificuldades de voos, por ser um avião que vem cá de propósito – e não um contratado localmente – e por outros fatores.
Para Timor-Leste, naturalmente, como para qualquer outro local, sempre houve planos de contingência – como os têm praticamente todos os países – para resolver a situação dos seus cidadãos em caso de problemas. Quem aqui estava em 2006 sabe que essas operações foram postas em prática.
O voo de sábado, porém, parece-me extemporâneo. Numa estrita avaliação de risco não se cumpre a necessidade de uma operação geral de evacuação. Esta operação, chamem-lhe repatriamento ou não parece ter sido despoletada muito antes de ser necessária. Mas não me cabe a mim decidir sobre isto. E as opiniões valem sempre o que valem.
Agora: acho profundamente lamentável os comentários que alguns fizeram e igualmente lamentável o tom adotado por alguns colegas jornalistas em Portugal, a tentar dramatizar, empolar e até deturpar, a realidade que se vive em Timor-Leste. Comentários que não só eram mentira como, em muitos casos, representaram uma verdadeira falta de respeito quer para com o país que os acolhe e os seus cidadãos, como para o país que lhes paga o ordenado e os seus concidadãos que aqui também vivem. Causaram medo desnecessário em familiares e amigos de centenas de pessoas, denegriram a imagem de projetos e de dois países (Timor-Leste e Portugal) e julgo que essas posturas devem ser consideradas na avaliação sobre a capacidade dos seus autores poderem ou não voltar a Timor. Houve comentários nojentos, avaliações racistas e, no general um dramatismo que nunca correspondeu à realidade.
O medo e a ansiedade provocada pela situação não dão o direito a ninguém de instrumentalizar sindicatos, media ou ‘agentes’ a favor do seu umbiguismo, ou para se armarem em supostos porta-vozes autonomeados para uma comunidade heterogenia e vasta que vive neste país, alguns há décadas. E que na sua generalidade desmente esse suposto drama. As motivações para se vir para cá são variadas. Longe de mim questioná-las. Mas acho, sinceramente, que algumas das pessoas que chegam aí ou são irresponsáveis ou são inconscientes. E os critérios para as escolher devem, se calhar, merecer uma reavaliação.
Longe de mim querer aqui desculpar problemas dos Estados, dos dois, em alguns projetos. Problemas sobre os quais eu até já escrevi, desde seguros de saúde a transportes, desde critérios poucos claros na decisão de renovação ou não renovação de contratos. Atrasos na vinda para Timor-Leste, atrasos nos pagamentos de salários, ameaças a pessoas para não falarem com os media e vários outros problemas que estão documentados no arquivo noticioso da Lusa. Mas nada disso tem a ver com isto.
E muito menos justifica o comportamento histérico de alguns. Percebo o medo, percebo os receios, percebo a preocupação, percebo tudo. Menos a atitude nojenta de quem só olhou para si e ignorou os outros. Nas crises, o salve-se quem puder, o umbiguismo, o egoísmo, são piores que as causas das crises.
Posto isto, desejo a todos os que partem uma boa viagem. Cuidem-se à chegada e cuidem os vossos. E no futuro – e isto é mesmo só para alguns – pensem 400 vezes antes de decidir vir para estas coisas. Ou pelo menos mordam os lábios antes de dizer disparates.

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Portugal, aluga Avião hodi mai foti ninia Cidadãos iha Timor leste!!!
“”Cada Vida, é um Mundo!!!””luta hodi salva Vida, ho consequência tómak!!!
“”Viva Portugal””
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maria nobody todas as versoes
https://blog.lusofonias.net/2020/03/21/dia-da-poesia-maria-nobody-de-chrys-chrystello/
https://blog.lusofonias.net/2016/11/07/maria-nobody-um-poema-feliz-de-chrys-chrystello/
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Covid-19: Presidente timorense exonera ministra interina da Saúde
ATUALIZADA
Díli, 03 abr 2020 (Lusa) – O Presidente timorense, Francisco Guterres Lu-Olo, exonerou hoje a vice-ministra da Saúde, Élia dos Reis Amaral, com base numa proposta do primeiro-ministro, Taur Matan Ruak.
O decreto de exoneração, a que a Lusa teve acesso, foi assinado hoje pelo chefe de Estado e afasta do Executivo Élia dos Reis Amaral, que estava a exercer interinamente as funções de ministra da Saúde.
A exoneração surge na sequência de crescente tensão dentro do Governo, confirmada por várias fontes ouvidas pela Lusa, relativamente à ação de Élia dos Reis Amaral desde o início da crise.
O papel da ex-vice-ministra – que tem sido criticado dentro e fora do Governo – foi relativamente lateralizado desde a criação do Gabinete de Crise, liderado pelo primeiro-ministro.
A ex-vice-ministra envolveu-se em vários choques com os jornalistas durante a cobertura da crise da covid-19.
A tensão evidencia as divisões políticas no Executivo, que não conta atualmente com uma maioria parlamentar, com o Governo a deixar de contar com o apoio de dois dos seus parceiros, o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) e o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO).
Esses dois partidos estão agora integrados numa nova aliança de maioria parlamentar, que conta com 34 dos 65 lugares, apesar de alguns dos seus membros, tal como acontecia com a vice-ministra da Saúde (CNRT), estarem ainda no Executivo.
A ‘gota de água’ ocorreu na quinta-feira depois de alguma confusão na comunicação do Governo timorense sobre os dados da covid-19 em Timor-Leste, com dados diferentes transmitidos em duas conferências de imprensa seguidas e no mesmo local.
Os balanços diferentes de casos suspeitos e de testes realizados pelo Laboratório Nacional foram apresentados por um dos porta-vozes do Gabinete de Crise, Rui Araújo e, logo a seguir, por Élia dos Reis Amaral.
A governante não explicou, aos jornalistas, se o Ministério da Saúde estava a atuar independentemente do Centro Integrado de Gestão da Crise, nem justificou o balanço diferente sobre o diferente balanço, reiterando apenas que o Ministério da Saúde tem “a tutela sobre o Laboratório Nacional” e que estava apenas a transmitir os dados técnicos.
Como primeira medida, o primeiro-ministro timorense nomeou hoje oficialmente os porta-vozes do Executivo do Gabinete de Crise criado para a covid-19, que excluía a ministra interina da Saúde, depois da confusão de quinta-feira na comunicação de dados oficiais.
Num despacho que entra em vigor sábado, o primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, explica-se que serão esses porta-vozes os únicos a canalizar informação oficial à comunicação social relativa à covid-19 em Timor-Leste, na Sala de Situação criada pelo Governo e instalada no Centro de Convenções de Díli (CCD).
Entre os porta-vozes nomeados estão o capitão de Mar e Guerra, Donaciano da Costa Gomes, que tem as funções de coordenador do Estado-Maior-Conjunto, e o ministro da Saúde indigitado, Sérgio Lobo, que nunca foi nomeado pelo Presidente da República e que é coordenador da Força Tarefa para a Prevenção e Mitigação do Surto de Covid-19.
Os restantes porta-vozes hoje nomeados são o ex-primeiro-ministro Rui Maria de Araújo, coordenador dos Oficiais de Ligação, e a diretora-geral das Prestações em Saúde, Odete Viegas.
Timor-Leste tem um caso confirmado da covid-19 e está em estado de emergência desde sábado.
ASP // JMC
Lusa/Fim
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2020 dia 3 de abril era uma data esperada e preparada ao detalhe para no decurso do 33º colóquio da lusofonia em Belmonte se celebrarem os 65 anos da nossa Vice-Presidente da Direção da AICL e os seus 25 anos de pena perpétua derivada dos seus 24 anos de casamento em 1996 com o Presidente da AICL.
Neste ano iríamos fazer uma cerimónia informal de agravamento da pena ( as penas máximas em Portugal são de 25 anos e não há pena capital), mas tudo o COVID-19 levou e estamos confinados ao nosso Castelo (em latim: castellum) da Lomba da Maia, fosso de águas pluviais, ponte levadiça erguida, muralha reforçada, seteiras protegidas, sem torre de menagem, com pátio protegido (bailei) e a 50 metros da imponente igreja oitocentista da Lomba da Maia.
E é do alto desta muralha donde se avistam vacas alpinistas, a costa norte até à Bretanha e o imenso Mar Oceano que enviamos os parabéns à Nini, ou Maria Nobody, como afetuosamente chamo à Maria Helena Ferreira da Costa Simões Chrystello acompanhado de algumas fotos sumariando a sua intensa vida https://www.youtube.com/watch?v=siT5iZmRW5o (deixando aos vossos conhecimentos de geografia a localização da maioria destas imagens pelas nove ilhas e vários continentes).
Os nossos melhores votos e que a saúde a mantenha connosco até celebrarmos pelo menos uns cem colóquios….(faltam só 67…) hippy (ou Happy) Birthday Maria Nobody “Nini”.
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