‘A batalha política do século será entre humanos e transumanos desumanos’, alerta Franco Berardi

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Em quarentena, filósofo italiano escreve um ‘Diário da psicodeflação’ e afirma que a pandemia pode nos ajudar a sonhar o futuro não previsto por algoritmos

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Transporte de mercadorias de e para os Açores continua com regularidade apesar da pandemia de COVID-19 – Tribuna das Ilhas

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A Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas afirmou hoje que o Governo dos Açores está, desde março, a trabalhar em conjunto com a SATA, num levantamento das necessidades da transportadora aérea açoriana decorrentes dos potenciais impactos da pandemia de COVID-19 na sua operação, bem como em algumas propostas de medidas para fazer face a […]

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O EXEMPLO DO VIETNAME

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VIA PASCOELA BARRETO

VnExpress International News Hanoi hospital discharges Covid-19 British patient with blood cancer By Chi Le Tue 4/14/2020, 11:06 am (GMT+7) ‘If we got sick in Britain, we might not have been saved,’ said a grateful nurse whose husband was discharged Monday night. Hanoi hospital discharges Covid-19 British patient with blood cancer Dixong John Garth reunites with his wife Shan Coralie Barker as he is discharged from the National Hospital of Tropical Diseases in Hanoi on April 13, 2020. Photo by the hospital. Dixong John Garth, 74, one of the critical Covid-19 patients in Vietnam, was released from the National Hospital of Tropical Diseases in Hanoi Monday night after over a month of treatment. Garth is the 28th Covid-19 patient in Vietnam. He was confirmed positive on March 8. “Patient 28” had arrived in Hanoi March 2 on Vietnam Airlines flight VN54 with his wife. That flight also carried 15 other patients, most of them British. The couple were touring the northern province of Quang Ninh when they were taken to a quarantine camp on March 6. They both tested positive later and were transferred to the National Hospital of Tropical Diseases for treatment on March 13. As an elderly patient suffering blood cancer for 10 years, the process of treating Garth was not easy. On March 22, he needed respiratory support and was given an oxygen mask. On March 27, he was put on a ventilator, basically a machine that breathes for the patient, and was moved to intensive care. Ten days later, doctors at the hospital and leading experts on resuscitation in Vietnam got together and kept a close eye on his condition, along with other critical Covid-19 patients at the hospital. They had made many adjustments to the treatment regimen to find what suited him best. On April 5, Garth started to show signs of recovery, not needing the ventilator, and able to do with just respiratory support. Three days later, he was able to breathe on his own without any support. On April 13, his samples tested negative the fourth time and he was deemed fully recovered. His wife, Shan Coralie Barker, 67, was discharged on April 2. Since then, she stayed at the hospital for the mandated 14-day health monitoring period, waiting for her husband. After Garth’s discharge, the couple flew back home on a flight arranged by the British government for their citizens. Barker, a nurse herself, lavished praise on the Vietnamese medical staff before leaving. “If we got sick in Britain, we might have not been saved. “When learning that we both had had Covid-19, I was in shock. As a nurse, I knew that my husband was in critical condition and that his life was threatened when seeing that he was sent to intensive care.” Dong Phu Khiem, deputy head of the resuscitation department at the hospital, said: “When seeing the wife step in and reunite with the husband, we see that all of our efforts have been repaid. That is true happiness!” The British man brings the number of discharges in Vietnam to 146. The nation has confirmed 265 cases so far, and 119 are still under treatment. Your comment Send vnexpress Vietnam Vietnam Covid-19 Vietnam new coronavirus Vietnam novel coronavirus Vietnam Covid-19 patient Vietnam Covid-19 treatment Branded Content Chiếc Đồng Hồ Cơ tốt nhất trong tầm giá cho phái mạnh ! AZY Store Đồng hồ lộ cơ đẹp xuất sắc giảm giá 65% chỉ trong hôm nay. Đẳng cấp phái mạnh.! GolddenStore Ưu đãi cực lớn đồng hồ Sedas nay chỉ còn 399k dành cho 10 người đầu tiên ! Golddenstore Home News Business Travel Life Sports Video Perspectives Download App app_vne International app_vne VnExpress Contact UsHanoi +84 24 7300 8899 – 4513HCMC +84 28 7300 8899 – 8503Contact UsAdvertise with us Click to follow VnExpress Copyright 1997 VnExpress All rights reserved Edition VnExpressHome News Business Travel Life Sports Video Perspectives Download App app_vne International app_vne VnExpress Contact UsHanoi +84 24 7300 8899 – 4513HCMC +84 28 7300 8899 – 8503Contact UsAdvertise with us Click to follow VnExpress Copyright 1997 VnExpress All rights reserved × VnExpress International FPT FREE – In Google Play OPEN Ad

Escolas fechadas, aulas em casa: 10 conselhos práticos aos pais

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As escolas estão de portas fechadas mas isso não é sinónimo de férias para as crianças e adolescentes que se encontram em ‘isolamento social’. É preciso estudar à distância, numa rotina que exige mais disciplina. Seja a rever matéria e a fazer exercícios, a ter aulas online ou a consultar plataformas educativas, como o Ensina, que tem acesso livre a milhares de conteúdos digitais. Neste momento inédito, em que todos temos as vidas suspensas, o Ministério da Educação deixa conselhos aos pais.

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FÉLIX RODRIGUES A ANÁLISE DOS NÚMEROS DE DIA 13 ABR

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Hoje temos boas notícias para os Açores relativamente à Covid-19: Não existem nem novos casos nem mortes. O total acumulado de infectados no Arquipélago continua nos 100.
A tendência na ilha de São Miguel tem-se revelado preocupante com um crescimento tendencialmente parabólico ou exponencial com um comportamento “quântico”, ou seja, com agrupamento de casos positivos em períodos de tempo curtos, como se de pequenas explosões se tratassem.
Relativamente ao país, começa-se a verificar claramente a existência de um efeito de fim de semana ou de feriado nos dados, pois mais uma vez, de ontem para hoje, temos um aumento do número de infetados em vez de uma diminuição. Temos hoje mais 514 novos casos de infetados (17 448 ao todo), ou seja, um crescimento de 47% do número de casos de ontem, ou, de outro modo, um crescimento de 2,9% relativamente ao total acumulado de infetados no país. Mesmo com estas indecisões incompreensíveis, o isolamento e distanciamento social parece ter evitado mais casos do que o esperado. Evitamos hoje, em média, o aparecimento de mais 590 novos doentes.
Relativamente ao número de mortes por Covid-19, contam-se hoje no país mais 32 óbitos. Previam-se para hoje mais 7 mortes do que aquelas que se registaram. Significa também que estamos a reduzir ligeiramente o número de mortes.
A letalidade em Portugal voltou a subir hoje ligeiramente situando-se agora nos 3,25%.
Não faz sentido que numa crise sanitária se alterem esforços de combate à doença ou se mascarem dados analíticos em função de períodos oficiais de trabalho e descanso. Não devemos manter a burocracia ou as mesmas regras sociais num período extraordinário de combate a uma epidemia. A epidemia não descansa.
São os dados corretos e devidamente ordenados no tempo que nos permitem estabelecer estratégias racionais de mitigação da doença. Não se pense que mesmo que se tenha aplanado a dita curva que não vamos ter que monitorizar por largos períodos de tempo o vírus.
Como monitorizar o aparecimento de um novo surto de SARS-CoV-2?
Algumas investigações levadas a cabo na Holanda e Estados Unidos aconselham a monitorizar as águas residuais das Estações de tratamento (ETAR’s), pois o vírus é excretado pelas fezes e permanece aí. Assim, detetando o vírus nas águas residuais das ETAR’s corresponde a ter-se infeção na comunidade. Não havendo dados cronológicos correctos da infeção é dificil estabelecer uma relação entre o grau de infeção da comunidade e a deteção de vírus em águas residuais. Se assim for, lá se vai uma metodologia que se poderia revelar eficaz no combate à propagação de um vírus.
Vamos ter que manter durante muito tempo a distância de segurança de dois metros uns dos outros. Essa é a regra mais eficaz de combate à infeção no momento, mas não a queremos manter para o resto das nossas vidas.

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O FUTURO INGOVERNÁVEL NAS CONTAS PÚBLICAS

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CONTAS PÚBLICAS – E DEPOIS, COMO SERÁ?

«O combate à pandemia vai deteriorar muito as contas públicas. As despesas já estão a aumentar e as receitas a cair. Os Estados vão ter de encontrar fundos para reforçar os serviços de saúde, proteger os mais vulneráveis e preservar a capacidade produtiva. Há várias formas de o fazer, mas não são todas viáveis no caso português. Nem têm todas as mesmas implicações.

Uma solução possível é repetir a receita de há 10 anos: aumentar impostos e cortar salários, pensões e serviços públicos. Na altura, o resultado foi acrescentar crise à crise. A redução do rendimento disponível acentuou a queda do consumo e do investimento, penalizando a actividade económica, a criação de emprego e até as contas públicas. Pode-se argumentar que esta crise é diferente, pois uma parte do problema está nas limitações à produção e não na escassez de procura. Isto tornaria menos grave a tentativa de obter recursos por via do aumento dos impostos e/ou da redução da despesa. Mas esta conclusão é apressada.

A generalidade dos salários e das pensões ainda não recuperou dos cortes de há uma década, o que torna difícil reduzi-los ainda mais. O mesmo acontece com os impostos, que se mantêm elevados por comparação com outros períodos e países. No que respeita aos serviços públicos, a resposta à pandemia tenderá a exigir mais – e não menos – financiamento. Isto acontece não apenas nos hospitais e centros de saúde mas também nas escolas, nos tribunais, nas prisões e noutros serviços, nem que seja pela necessidade de proteger os inúmeros funcionários que pertencem a grupos de risco (lembremo-nos da média etária elevada dos funcionários públicos).

Além disso, o volume dos recursos necessários é ainda maior do que há uma década. Em meados de Março o governo previa que as medidas de apoio às famílias e às empresas teriam um impacto de 2 mil milhões de euros por mês, o que representa cerca de 1% do PIB. Desde então foram anunciadas novas medidas, muitas delas com um impacto orçamental relevante. Outras se seguirão, com certeza. Não seria surpreendente, por isso, que os custos totais do combate aos efeitos económicos da crise de saúde pública atingissem dois dígitos do PIB. A tentativa de compensar este buraco orçamental através do aumento de impostos e/ou do corte da despesa seria inaudito.

As consequências seriam ainda mais graves se tivermos em conta as condições em que a economia portuguesa sairá do estado de emergência. Centenas de milhares de pessoas terão perdido o emprego e/ou visto reduzir de forma abrupta os seus rendimentos. Dezenas de milhares de empresas não irão recuperar tão cedo os seus negócios. Todos os sectores da economia privada – famílias, empresas e bancos – estarão mais endividados. Nesse contexto, a tentativa de responder à crise através da consolidação orçamental seria ainda mais grave do que há dez anos.

A alternativa à austeridade é a obtenção de recursos por outras vias. Em teoria, haveria três possibilidades: o financiamento directo pelo banco central (solução adoptada no Reino Unido, mas impedida pelos Tratados no contexto da UE); transferências orçamentais de uns países para outros (o que já acontece no contexto da europeu mas em dimensões quase irrisórias, não sendo o seu aumento aceite pelos países mais ricos); ou pedindo dinheiro emprestado, o que faz crescer a dívida dos Estados. Esta última foi a solução encontrada pelas instituições europeias para lidar com a crise.

Há dois problemas potenciais no financiamento dos Estados por via do endividamento. O primeiro são os custos envolvidos. Dívidas públicas muito elevadas tendem a ser encaradas como um risco para os investidores e isso reflecte-se em taxas de juro maiores, ou até na perda de acesso aos mercados. A UE procurou minimizar estes problemas no imediato por três vias principais: a adopção de um novo programa de compra de activos pelo BCE, a facilitação do acesso a fundos do Mecanismo Europeu de Estabilidade e a criação de uma linha para refinanciar os sistemas nacionais de apoio ao emprego. Estas medidas permitem que os Estados se endividem a custos controlados nos próximos meses. Mas não há garantias de que essas condições permaneçam nos anos seguintes.

Com as soluções encontradas, o rácio da dívida dos Estados em percentagem do PIB vai subir muito. No caso português, a dívida irá aumentar dos cerca de 116% registados em 2019 para valores próximos ou superiores a 150% do PIB. A questão é: quais as implicações disto?

Seriam necessários três tipos de medidas para que os governos nacionais pudessem dar as respostas que a situação exige, sem recearem consequências ainda piores no futuro. Primeiro, haveria que garantir que as actuais condições de acesso a financiamento se manteriam durante vários anos. Segundo, as regras orçamentais da UE deveriam ser alteradas, aliviando a pressão para a descida rápida da dívida dos Estados financeiramente mais frágeis. Por fim, teria de haver um compromisso para o lançamento conjunto de um programa de retoma, caso se confirme um cenário de recuperação lenta das economias europeias após a emergência de saúde pública.

Da reunião do Eurogrupo do passado dia 9 de Abril não saiu nada disto. O melhor que se conseguiu foi a disponibilidade para ponderar um eventual programa de relançamento económico, sem compromissos quanto a volumes ou origem dos fundos. Sobre as condições de financiamento dos Estados no pós-covid, ou sobre as pressões futuras para a redução das dívidas, nenhuma palavra.

Não admira por isso que os investidores tenham permanecido indiferentes às conclusões do Eurogrupo, como revela a estabilidade das taxas de juro dos países periféricos nos mercados secundários. Não admira também que os governos nacionais hesitem em tomar as medidas necessárias para minimizar os impactos económicos do combate à pandemia. Não porque essas medidas não sejam necessárias. Mas porque muitos governos têm medo do que vem a seguir.»

RICARDO PAES MAMEDE

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CONTROLAUTO- AÇORES – Prorrogada por cinco meses a validade da inspeção a veículo com data de matrícula entre 13 de março e 30 de junho – Tribuna das Ilhas

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Num comunicado enviado às redações, a Controauto Açores responsável pelas inspeções técnica a veículos nas ilhas do Grupo Central, no âmbito do Decreto-Lei n.º 10-C/2020 de 23 de março e a Portaria nº 90/2020, de 09 de abril, que estabelece medidas excecionais e temporárias de resposta à epidemia SARS – CoV -2 para as inspeções […]

Source: CONTROLAUTO- AÇORES – Prorrogada por cinco meses a validade da inspeção a veículo com data de matrícula entre 13 de março e 30 de junho – Tribuna das Ilhas

MAIS 32 MORTOS TAXA DE LETALIDADE A SUBIR

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COVID-19 PORTUGAL
ATUALIZAÇÃO
14 de abril de 2020

17448 casos confirmados:
+ 514 casos positivos (+3,04%)
+ 70 recuperados (no total de 347)
+ 32 óbitos (no total de 567)
16534 casos ativos

A taxa de crescimento média dos últimos 5 dias situa-se nos 4,61%.

A taxa de letalidade subiu de 3.16% para 3.25%.
A taxa de recuperação também subiu, de 1.64% para 3.25%.

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HOJE NÃO HÁ NOVOS CASOS NOS AÇORES

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ILHAS SEM CASOS HÁ ALGUNS DIAS, SÃO JORGE HÁ 23 E FAIAL HÁ 16.

À exceção da ilha de São Miguel, que tem tido um grande número de casos comparativamente com o restante arquipélago, sendo que nos últimos 20 dias registou casos em 14 desses dias, note-se a ausência de casos positivos nas restantes ilhas, nomeadamente:
– ilha de São Jorge: sem novos casos há 23 dias;
– ilha do Faial: sem novos casos há 16 dias;
– ilha Terceira: sem novos casos há 12 dias (e com 4 recuperados);
– ilha do Pico: sem novos casos há 7 dias;
– ilha Graciosa: sem novos casos há 6 dias;
– ilha de Santa Maria, Flores e Corvo: sem casos.

No entanto, tal como diz o comunicado da Autoridade de Saúde Regional, “as medidas de prevenção e contenção da pandemia devem ser mantidas e reforçadas, sempre que possível, por cidadãos e organizações públicas, privadas e do setor social”.

Fiquem em casa, estamos no bom caminho. Mas o trabalho ainda está longe de estar feito.

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QUANDO ISTO PASSAR REGRESSAREMOS AO BELMONTE SINAI

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Belmonte Sinai Hotel

1 hr

Sorrisos @ Belmonte Sinai Hotel ! Quando isto passar, regresse a Belmonte! #belmonte #belmontesinaihotel #alegria

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