Portugal: o país perigoso onde todos querem estar

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Deste artigo, destaco:
“(…) eu gostaria de perguntar aos habitantes de Nova Iorque, Istambul e São Paulo onde é que preferiam estar, neste momento. Assumo que darão a mesma resposta que eu dei, já que Portugal é o país onde eu, a minha mulher e o nosso bebé de oito meses estamos e queremos continuar porque, embora alguns números possam ser alvo de visões mais pessimistas, sei que, por cá, temos camas e ventiladores disponíveis. Mais importante ainda, temos profissionais de saúde cuja dedicação e profissionalismo são elogiados por todo o planeta, nomeadamente pelo primeiro ministro britânico, que lhes queria fechar a porta e esteve perto de entrar para as estatísticas mais terminais desta crise.”

O João Correia, o autor, é um Bom Homem. Alia a competência que tem ao amor que difunde e à empatia que demonstra. Um exemplo a seguir. Para além disso, tenho a enorme sorte de lhe poder chamar, em simultâneo, colega e amigo.

Mesmo sendo um país pequeno estamos a conseguir que esta tempestade passe por nós sem deixar o rasto de destruição que deixou em muitos outros países….

OMS WHO QUER RETIRAR PESSOAS DE CASA…

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  • De facto, vivemos tempos estranhos…
    Surpreendo-me, p.ex., com a quantidade de gente que considerava sensata e que agora anda pelo fb a apelar à violência contra os cidadãos. Também na forma de encarar a pandemia as desigualdades sociais são enormes e alguns dos que ficam felizes em partilhar imagens de polícias indianos a espancarem cidadãos com paus nas ruas esquecem que para muitos pobres os filhos a passarem fome são a primeira e mais urgente preocupação, a brutalidade policial vem só depois, e a Covid 19 só muito mais para a frente na lista de prioridades.
    E é estranha a forma como uma coisa inaceitável há alguns meses se tornou “normal”: que as pessoas deixem os seus entes queridos, avós, pais, às vezes filhos, irem morrer sozinhos, como antigamente em Molokai e noutras leprosarias pelo mundo, agora como então, com medo do contágio. Tempos de trevas.

A EXTREMA DIREITA CONTRA O LOCKDOWN

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AnaBela Terceira and 2 others shared a link.
Entre slogans pró-Trump e armamento pesado, milhares de manifestantes sairam à rua no Michigan, onde já morreram mais de 1900 pessoas devido à covid-19.

açores a crise política 1926-39 sergio resendes

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“[…] De 1926 a 1939 foram presas, por motivos políticos, pelo menos cerca de 12.000 pessoas, entre militares e civis de todas as correntes políticas. Mas a manifesta subestimação do cálculo permite-nos, sem grande erro, elevar o número para cerca de 15.000 (cerca de 1.150 pessoas por ano) […]”, António de Oliveira Marques. Imagem: Fontes: ANTT, Cadastro Político 5127; RGP/19. [João Esteves]

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Comments
  • Carlos Melo Bento Mas Portugal escapou ao inferno da guerra civil de Espanha para onde muitos dos presos nos queriam arrastar…
    • Sérgio Rezendes Carlos Melo Bento, é um período muito anárquico no que concerne à oposição, onde havia um pouco de tudo. E nós aqui, fomos sempre levando com eles até 1936, mas a bem dizer, e de forma consistente, até 1945. A existência de unidades aliadas nas ilhas, inclusive NATO, coloca-nos na mira internacional, fazendo o estado afastá-los daqui.

mais um ator que se vai

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Eunice Brito
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BREAKING: Actor Brian Dennehy dies at age 81, his family says.

“Larger than life, generous to a fault, a proud and devoted father and grandfather, he will be missed by his wife Jennifer, family and many friends,” his daughter said.