AÇORES MAIS UM INFETADO HO HDESAntena 1

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COVID-19 || Diagnosticado 1 novo caso positivo em São Miguel

Foi diagnosticado 1 caso positivo de COVID-19 na ilha de São Miguel, nas últimas 24 horas, decorrente das 148 análises realizadas nos dois laboratórios de referência dos Açores.

O caso diagnosticado reporta-se a 1 indivíduo do sexo masculino com 56 anos de idade, que se encontra internado no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada.

Até ao momento, já foram detetados na Região um total de 106 casos, verificando-se 14 recuperados, 5 óbitos e 87 casos positivos ativos para infeção pelo novo coronavírus – sendo 60 em São Miguel, 5 na ilha Terceira, 4 na Graciosa, 4 em São Jorge, 9 no Pico e 5 no Faial.

A informação sobre a pandemia de COVID-19 será atualizada esta tarde, às 16h00 – na RTP Açores.

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Expresso | Açores: mais de 60% dos produtores estão falidos

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Governo regional, produtores e indústria dos Açores são unânimes a afirmar que três anos após o fim das quotas leiteiras o cenário é negro: mais de 60% dos 2.132 produtores de leite da região estão falidos

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Expresso | OMS: “Há cada vez mais jovens nos cuidados intensivos e que estão a morrer”

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“Há cada vez mais pessoas dos grupos etários mais jovens, nas faixas dos 30, 40 ou 50 anos, que estão nos cuidados intensivos e que estão a morrer”, afirmou em conferência de imprensa na sede da organização, em Genebra, a diretora do programa de emergências sanitárias da OMS, Maria Van Kerkhove

Source: Expresso | OMS: “Há cada vez mais jovens nos cuidados intensivos e que estão a morrer”

ISABEL REI GUITARRA DA GALIZA

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Queria gravar de novo dous vídeos com música de autores galegos para guitarra, mas o cartão SD diz que está “full” e só deu para um. Telefonei à tenda/loja de informática e dizem que estão abertos. Saio agora, depois de 3 semanas, para fazer a compra e o cartão do som.
Este é o único Prelúdio que nos chegou, até ao momento, dos cinco (no mínimo) que compôs o barbeiro, guitarrista, maestro e compositor ourensano Ramón Gutiérrez Parada (Ourense, 1874-1945). Singelo e formoso como uma peça breve de Francisco Tárrega, guitarrista que com certeza inspirou Gutiérrez Parada.

Dedicado ao guitarrista Alfredo López Fernández, possivelmente de Vigo, a partitura do Prelúdio está assinada pelo autor em Ourense, em 15 de agosto de 1934….
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MACAU, O NOME DO SANTO NOME

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URBANIDADES


O NOME DO SANTO NOME

Posted: 16 Apr 2020 12:34 AM PDT

Todas as coisas querem nome, de todas uma inominável, apenas duas se não explicam. Deus e o da Cidade do seu nome santo. Cidade nomeada, explicada em étimos de ilusão erudita, venha a deusa A-Ma e com Deus converse, os dois sorrindo da verdade dos homens, quantificadas em métricas de razão equívoca, história prolongada dos tempos da Babel, fabulosa origem dos desencontros.
Esteve a verdade sempre tão à tona, mas não a direi, porque o pouco que sei aprendi, e cada um que aprenda, aprende-se não se ensina, encontre-se na perdição das fábulas da vida e distinga-se delas o joio do trigo. Coma o homem pão de joio antes de provar o trigo, saiba encontrar a ordem natural das coisas, todo o caos é ordem e o inverso também, equívocos não.
Pela memória das ruas antigas povoadas de deuses mascarados de homens anónimos, quanto mais humildes mais deuses, salpicam o caminho altares tão humildes que mais valera serem baixares, tão próxima é a natureza dos manes ocultos pelo fumegar do incenso, deuses olhando deuses, fantasmas cheirando a poéticas de nostalgias diferentes, sons inaudíveis musicando o compasso do tempo dos pregões. De que terra és tu que não falas à minha, o meu pregão é outro, não compro nem tampouco vendo, apenas olho entre o belo e o horrendo, e assisto da janela dos nomes à procissão do tempo deslizando pela cidade, dois préstitos e um caminho, todos passando, obra de deuses para quem todos os becos são saídas de onde remanesce a fragrância indescritível de odores que dão à alma o que o corpo precisa, não há nariz ou palavra que descreva, apenas se suspeita ou adivinha.
Também António de Lisboa, Pádua e Macau é nome de santo, em tempos de desespero lembrado e lá vai mais um ai meu Deus e, quando passa, lá ficaram Deus e o santo para os outros que a vida continua e o resto pode esperar.
Transforma-se a cidade na cadência do minuto, mas não o dia hoje como ontem igual, apenas nós diferentes, uns para igual outros crescendo, cada um em si mandando, alguns obedecendo, futuro não é do que se constrói, antes daquele que dispõe o que o homem põe, seja ovo seja calhau, diga-se assim e já não é mau.
Tem a escrita a cidade que suscita, lugar ritmado de cidadania, utopia que não é mania, apenas matéria concreta do amanhã. Mas quem saberá senão nós, que esta história antiga de que não falo, é fio retalhado, nodulado, amarrado, sugado e consentido, abandonado e pressentido, dorido e ressentido, a factura está pronta, alguém terá de ficar, ficam os homens, e os últimos que paguem a conta.
Não vai ninguém abaixo, homens são como árvores, morrem de pé à maneira de Goya, perdoe-se aos crucificadores que cravos não ferem alma que não tem corpo, apenas corpo tem alma, e firam mais que por cada cravo cravado dez se irão cravar, assim diz Alá e não sei se existe, heterónimo dos deuses todos, um só da eternidade vindo, cada um crê no que quer. Incrédulo é o que vê, sem se chamar Tomé, a história que corre.
Quisesse o homem ser fraterno e encontraria o irmão, que mando e poder são inverdades patenteadas, ontem disse, hoje não disse ontem. Mais fácil é julgar que amar, que julguem e odeiem, dói o ódio a quem odeia, perdido entre ser anás ou caifás, venha o diabo e escolha. Não te distraio que estás distraído, como se fosses o centro de um quadrado.
Quadrado é raíz de cidade, módulo de passados antepassados, cidade velha, cidade nova, mas que é isto de arqueologia, a tua voz é de cá? Apenas existo vivendo, fingindo que escrevo escrevendo, escrevo assim e depois? Não me sabes ler assim ou queres que seja outro? Sou eu apenas, mero grão de arrozal, não enche o papo a galinha assim, cada grão outro e não felizmente igual, como cidadãos em dias de festa.
Festas de faço minha cidade, pena que sejam festas contadas, contas breves de dias, fossem festa os anos e não dias, e talvez um querubim viesse e mudasse o tempo, e desse aos homens a suprema esperança do desafectado afecto, e estes à natureza se dessem, e transformasse por ordem do Supremo, que de onde está em lugar que não é, em tudo e todos mandando segundo a lei de Moisés, Buda e Pessoa, sabendo construír os dias em noites de vigília, porque já tudo está escrito muito antes de ser dito e nada se apaga , analfabetos somos da eternidade, desencontrados na festa, perdidos da fraternidade, mando de Deus e da sua natureza.
Fraternidade, afectos apressadamente suprimidos em lugar interior, trocados pelo fácies social, pacto, tacto, olfacto, contacto, não me toques nem aqui nem ali, nem hoje nem ontem, amanhã não estou. Sou contrato de trato maltrato e… como está, contente-se e é muito. Não sabe o homem que hoje é já seu passado e outro dia se passará, rosário finito de diversas finitudes. Olhe-se o compósito propósito de restar o que resta. Só eu sei o que presta, hã? que dizes ó ponto, fala alto! um momento. Não ouço, estão-me a ouvir, repete depressa, onde foste ponto? ah que te pesponto!
Máscaras e biombos, teatros de vidas consabidas na monotonia de uma pobre nota que não é sol, quando muito ré fingindo de lá para aqui.
De novo se foram o santo, o dia e a festa, e uma solidão tremenda paira sobre os homens, esvaziados de cheios de nada, clepsidra quase vazia, fumegando memórias e aromas de ópio e de fantasmas de homens e mulheres daqui contemplando tudo na sua translucência sem tempo, equador às voltas no eixo, as horas a dar e a cobrar. Dobra-se também o fazedor de dobragens que sempre há montanha maior, e todas as verdades já eram mentiras antes de serem novas verdades.
Olhe-se para dentro, onde reside o divino espezinhado, enclausurado e amordaçado, e invoquemos o santo nome do Nome, e, se tempo tiver que tem, mesmo de longe e de toda a parte, perdoar e abençoar os nossos atalhos de barro e, com a vontade de um pensamento, transformar de novo o barro em homens.

NA AMÉRICA É ASSIM

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Newsletter diária • 17 abr 2020

Na América é assim

Edição por Rute Sousa Vasco

Tentar comparar a realidade americana e a europeia é tentador, mas esbarra com vários obstáculos reais. O primeiro é o facto de se comparar um país com um governo próprio com 27 países com 27 governos e um acordo transnacional. O segundo é o facto de esse país ser governado por Donald Trump – vale para quem o admira e para quem o detesta – com todas as ilações daí resultantes e, já agora, em ano de eleições.

A meio da semana provavelmente mais caótica de conferências de imprensa protagonizadas por Donald Trump, milhões de norte-americanos começaram a receber as transferências diretas de dinheiro, que integram o pacote de estímulo económico aprovado pelo Congresso, para amortizar o impacto da pandemia do novo coronavírus.

São 1200 dólares por pessoas, o equivalente a cerca de 1.100 euros, para todos os que têm rendimentos anuais inferiores a 75 mil dólares (2.440 dólares no caso de casais casados, acrescidos de 500 dólares por filho menor de 17 anos).

A maior parte das pessoas vai receber o dinheiro direto na conta bancária, mas Finanças dos EUA também vão enviar cheques, tendo sido divulgado que o Tesouro ordenou que os mesmos incluíssem a assinatura do Presidente norte-americano, Donald Trump. A decisão inédita – nunca um inquilino da Casa Branca tinha assinado cheques neste tipo de reembolsos por parte do Governo – motivou uma forte polémica.

Cerca de 17 milhões de pessoas perderam o emprego em apenas três semanas São números que assustam qualquer governo, com ou sem eleições à vista. E Trump está com os olhos postos na reabertura da economia, mesmo que os números de infetados e de vítimas de covid-19 estejam longe de dar tranquilidade.

Enquanto isso, pela Europa vive-se ainda tempo de vésperas, à espera da reunião de dia 23 de abril em que se decidirá sobre os vínculos dos apoios concedidos – ou, em linguagem mais conhecida, o quanto vão impor medidas futuras de austeridade aos Estados. Bruxelas quer ter versões simplificadas dos programas de estabilidade: a Comissão Europeia espera que, apesar do contexto de “elevada incerteza”, os Estados-membros enviem até final de abril os programas de estabilidade e convergência, mas admite documentos simplificados centrados nas políticas orçamentais adotadas em resposta à pandemia covid-19.

Por cá, António Costa espera que esta seja a última vez que parlamento aprova estado de emergência. “Espero sinceramente que esta seja a última vez na nossa vida que estejamos aqui [no parlamento] a debater o decretar do estado de emergência”, declarou António Costa no discurso que encerrou o debate sobre o pedido de autorização do Presidente da República para a prorrogação por mais 15 dias, até 02 de maio, do estado de emergência em Portugal.

Empresas e Emprego

1 . Mário Centeno diz que apoios à sociedade podem superar os 20 mil milhões de euros

2 . TAP já fez pedido de auxílio ao Estado

  1. Bertrand entra em ‘lay-off’ e está a negociar rendas das livrarias
  2. Bancos dão moratórias para crédito à habitação e consumo a clientes com quebra de rendimento de 20%
  3. 10 milhões de euros. Foi isto que o alojamento local em Lisboa e no Porto perdeu em março devido à Covid-19
  4. Setores têxtil, mobiliário, automóvel e imobiliário estimam quebras de faturação de 50%
  5. Beneficiários de apoios associados ao covid-19 têm de guardar comprovativos durante três anos
  6. EasyJet tem liquidez para aguentar até nove meses de paragem

É útil saber

Eurobonds. O que são, como funcionam e porque voltam a estar em discussão?

O eurodeputado Pedro Silva Pereira responde em diretoCom o país fechado em casa, empresas e escritórios encerrados devido ao Estado de Emergência, o Grupo Bel reinventou alguns dos negócios de um portfólio onde cabem cerca de 40 empresas, do imobiliário, tecnologia à indústria aeroespacial. A mudança partiu de uma plataforma online – “Entregamos em Casa” – desenvolvida para a tabacaria Costa & Diogo, uma “Loja com História”, em Lisboa, e alastrou-se para o universo empresarial liderado por Marco Galinha, empresário e investidor.

Super Bock cria plataforma para clientes ajudarem restaurantes e bares encerrados

Para quem, quando tudo isto terminar, quiser brindar, a Super Bock propõe é que pague já essa ‘rodada’ para ajudar os bares e restaurantes que estão encerrados e sem receitas devido aos condicionamentos legais do estado de emergência e da atual situação de saúde púbica.

Perguntas frequentes sobre os programas Startup Voucher e Startup Visa

Durante a pandemia que se vive atualmente, verificou-se um aumento do número de contactos recebidos pela Startup Portugal, com especial incidência nos programas Startup Voucher e Startup Visa. Neste artigo, respondemos a algumas das questões que nos têm sido colocadas.

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