TIMOR 19 CASOS 1 RECUPERADO

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Covid-19: Timor-Leste regista 19 casos, um recuperado

Díli, 19 abr 2020 (Lusa) – As autoridades de saúde timorenses anunciaram hoje mais um novo caso da covid-19, o que eleva para 19 o número total de infetados no país desde o início do surto, um dos quais já recuperado.
Odete Viegas, porta-voz do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC), disse no briefing diário na Sala de Situação que o novo caso é de um cidadão que estava em quarentena no Hotel Lecidere, em Díli e viajo

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A MENTIRA DA MINISTRA DA SAÚDE QUANTO AO PICO COVID

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Se a coisa já passou, talvez se possa levantar já o estado de emergência e irmos festejar o que muito bem nos apetecer. Tudo, afinal, não terá passado de um gigantesco equívoco. Com o pico da pandemia entre 23 e 25 de Março, isso significaria termos tido um estado de emergência de “tiro-e-queda”: decretado a 18 de Março, acertou violentamente na Covid, certeiro entre os olhos, uma semana depois apenas. Pimba! Decretar novo período do estado de emergência a 2 de Abril, já terá sido uma desnecessidade, agora evidente. E insistir num terceiro período a partir de 18 de Abril só pode entender-se como completo despautério.
Se for toda a gente para a rua celebrar a descompressão, temos de agradecer a quem nos traz notícias tão picantes.
Quando comunicamos em matérias complexas e sensíveis, é essencial não só entendermos bem aquilo que estamos a dizer, mas termos a certeza de as nossas palavras serem entendidas com o sentido rigoroso que têm. Quando a ministra fala de um máximo da incidência da doença em que “os dados de incidência estabelecem a relação entre a média de pessoas que podem ser infetadas por um caso positivo de covid-19”, é bom que esteja certa de que as pessoas conhecem esta matemática, a entendem e a dominam.
Para qualquer cidadão comum, quando alguém, seja um sábio, seja uma ministra, diz que “o máximo da incidência tenha fica no passado, entre 23 e 25 de março”, o que isto significa é… Ufa! Já passou!
Onde é a festa?

Durante a conferência de imprensa da DGS, Marta Temido estima que “máximo da incidência tenha ficado no passado”.

Durante a conferência de imprensa da DGS, Marta Temido estima que “máximo da incidência tenha ficado no passado”.
Comments
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  • Sofia Vale Por isso é que se registou o aumento que se registou ontem!!!! Continuem a dizer que já passou tudo e em Maio vai-se ver o pico!!!!
  • Henrique Silveira Caro Ribeiro e Castro, como matemático, tenho vergonha alheia de quem soprou à ministra que o “pico da incidência” foi entre os dias 23 e 25 de Março. O pico da incidência é quando o produto entre susceptíveis e infectados é máximo. Como a esmagadora maioria da população continua susceptível ao vírus (não está imune) esse pico só se atinge quase ao mesmo tempo do dia do pico de infectados activos. Nunca na vida na data dita pela ministra que mentiu descaradamente aos portugueses, toda contente, mas também completamente enganada por quem a devia assessorar. É triste.

    Luis Filipe Vieira LopesLuis Filipe Vieira Lopes replied

    1 reply 1h

  • Francisco Freire Gameiro incrível a irresponsabilidade e displicência com que é tratada a situação que parou o Mundo, ajoelhou os EUA, humilhou a China e dizimou milhares de vidas só em dois países da europa…incrível como o povo e os portugueses conseguiram adiantar-se e manSee more
  • Mafalda Lobo Machado Acebey Vergonhosa atuação da ministra…

AÇORES, MÁSCARAS E TESTES, OSVALDO CABRAL

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Normalidade?

Esteve muito bem o Presidente do Governo Regional dos Açores, esta semana, ao retirar o tapete ao Director Regional da Saúde.
Em apenas cinco dias o executivo açoriano contrariou o que tinha dito Tiago Lopes, mandando distribuir 270 mil máscaras pela população. Excelente medida.
Vai seguir-se, com toda a certeza, mais uma contrariedade à teimosia da Autoridade de Saúde: a massificação de testes.
A encomenda de 400 mil testes, anunciada pelo Presidente do Governo, é sinal de que Vasco Cordeiro pretende – e muito bem – realizar testes em larga escala.
Poderá começar por S. Miguel, onde a propagação está mais descontrolada. Daí que também tenha estado muito bem em prolongar as cercas sanitárias.
Há teimosias na Autoridade de Saúde que são incompreensíveis.
Dizer que nada falhou no Hospital de Ponta Delgada é viver num estado de negação completamente absurdo.
Está à vista de toda a gente que o Hospital de Ponta Delgada falhou, tornando-o num dos focos mais perigosos de contágio.
De tal modo que, só agora, é que estão a realizar testes a todos os profissionais de saúde que lá trabalham, tenham ou não sintomas.
É uma reacção que se louva, mas muito tardia.
O maior hospital da região teve e, pelos vistos, continua a ter, um problema grave: falta voz de comando. Não há liderança.
Parece ser gerido à distância, é tal a desorientação que se vive internamente.
Basta ouvir os relatos de quem lá trabalha e de quem está na linha da frente.
Se a Autoridade de Saúde acha que nada está a falhar, fale com essa gente. Ou então verifique no gabinete de gestão de risco do HDES a quantidade de notificações de risco, da autoria de vários profissionais de saúde, sem resposta.
Em resumo, há algumas decisões contraditórias e muitas com uma lentidão incompreensível.
Não é isso que vemos aqui mesmo ao lado, nos nossos vizinhos da Madeira, um caso exemplar na tomada de medidas atempadas. Talvez esteja aí o segredo para, numa ilha com quase o dobro da população de S. Miguel, ter apenas metade do número de infectados, nenhuma morte, nenhum lar infectado e nenhum hospital com o problema do nosso.
Temos copiado algumas das medidas, o que é sinal de humildade, mas devíamos ser mais rápidos e não esperar pelos outros.
Noutro plano, o discurso de Vasco Cordeiro, quinta-feira, foi de uma serenidade e ponderação assinaláveis, ao contrário da euforia tonta e desaconselhada do Presidente da República e do Primeiro-Ministro relativamente à retoma da normalidade.
Notou-se o seu desconforto em relação ao caso dos estudantes retidos no continente.
Se, inicialmente, o critério de os manter em Lisboa era o mais aconselhável, agora os estudantes e respectivas famílias têm razão para se sentirem revoltados com o critério adoptado para os presos, transportados em aviões da Força Aérea. São critérios das autoridades políticas que não se entendem.
S. Miguel ainda não tem condições para retomar alguma normalidade enquanto não se controlar, na totalidade, a propagação, mas já se devia pensar o contrário nas ilhas onde a doença não chegou ou mesmo nas outras que não registam há mais de duas semanas qualquer caso.
Claro que, seja qual for a forma da retoma da normalidade, terá de ser sempre controlada e nunca de forma desordenada.
Seria um bom sinal para as outras ilhas e para o exterior, como motivação e exemplo de esperança.
Que bem precisamos.

Osvaldo Cabral
(Editorial do Diário dos Açores 19-04-2020)

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PARABÉNS AO “NOSSO” URBANO

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Letras Lavadas

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Parabéns Urbano Bettencourt, o quarto dos 5 premiados com o 1º prémio literário Letras Lavadas. Com a colaboração PEN Açores

RIBEIRO E CASTRO OS MAPAS COVID DIA 17.4

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Volto aos indicadores “per capita” da pandemia Covid-19.
Este é o quadro de hoje (com dados da meia-noite de ontem, 17 de Abril) dos 25+ no número de casos e de mortes sobre a respectiva população: infectados/1M hab. e óbitos/1M hab.
Além dos valores médios da UE e da Europa, coloquei, agora, também os valores médios de todo o mundo.
Para cada um dos referentes, podemos ver quem faz melhor e pior do que a referência que tomemos em conta. Para nos situarmos, indico que a média mundial na mortalidade fica entre a 26.ª e a 27.ª posição da tabela, respectivamente Turquia e República Dominicana; e, no número de casos confirmados, fica entre as 48.ª e 49.ª posições, respectivamente Nova Zelândia e Austrália.
Apesar de estes valores já considerarem mais cerca de 1.300 mortes que a China não registara anteriormente, a sua posição continua muito baixa. O efeito principal desta correcção foi a subida dos valores do “paradigma de Hubei”, fazendo Portugal passar de novo para trás deste.
Portugal é, “per capita”, o 10º Estado, a nível mundial, quanto à incidência da pandemia e o 12º no tocante a mortalidade. Faz pior que a média europeia e que a da UE, no tocante ao número de casos; e faz melhor que a média europeia e que a da UE, no tocante à mortalidade.

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a crise no HDES Ponta Delgada

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Expresso dos Açores

Hospital de Ponta Delgada poderá rever plano de contingência se tiver mais casos

O responsável da Autoridade de Saúde Regional dos Açores admitiu a necessidade de rever o plano de contingência do hospital de Ponta Delgada, consoante o número de casos positivos de covid-19 que possam surgir nos próximos dias.

“Se no âmbito do trabalho que está a ser feito e noutros serviços em que os profissionais e utentes ainda não tenham sido testados, forem identificados novos casos positivos, aí sim, claro, temos de tomar outro tipo de medidas e rever o plano de contingência do hospital”, adiantou Tiago Lopes, em Angra do Heroísmo, no ponto de situação diário sobre o surto de covid-19 no arquipélago.

A Autoridade de Saúde Regional está ainda a aguardar os resultados de 521 análises a casos suspeitos, muitos deles relacionados com um rastreio a utentes e profissionais de saúde, que está a ser feito no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, onde foi detetada uma cadeia de transmissão local, que vai englobar mais de 1.000 pessoas.

Ontem foi detetado um novo caso positivo de infeção pelo novo coronavírus num utente do hospital, um homem com 56 anos, internado na unidade de saúde, que estará relacionado com a cadeia de transmissão, iniciada na Povoação, que envolve já mais de 30 pessoas.

“É um caso que está relacionado com a cadeia de transmissão secundária do Hospital do Divino Espírito Santo e que faz parte daqueles casos que já tinham sido testados e tiveram resultado negativo”, revelou Tiago Lopes.

No serviço de urgências, onde foi confirmado, na última quinta-feira, um caso positivo de covid-19 num profissional de saúde não relacionado com a cadeia de transmissão do hospital e cuja origem da infeção ainda não foi identificada, não foram detetados, até ao momento, novos casos.

“Os restantes elementos da equipa de profissionais de saúde que ali exercem e os utentes têm sido testados e não temos tido mais resultados positivos”, salientou o responsável da Autoridade de Saúde Regional.

Vários dos cerca de 200 profissionais de saúde do Hospital do Divino Espírito Santo que estavam em quarentena estão também já aptos a regressar ao trabalho, o que poderá fazer com que seja reaberto o serviço de medicina 1, o único na unidade de saúde que tinha sido encerrado.

Ao todo foram já detetados casos positivos de covid-19 em seis utentes e 13 profissionais de saúde do hospital, três dos quais na sequência de viagens ao exterior (dois deles entretanto recuperados).

Entre os casos suspeitos à espera de resultado, há 160 do Pico, Graciosa, São Jorge, Santa Maria e Flores, ilhas sem hospital, onde não há casos registados ou não existem novos casos há mais de uma semana.

Segundo Tiago Lopes, este maior volume de análises está relacionado com o rastreio, já que alguns doentes do hospital de Ponta Delgada regressaram entretanto à sua ilha de origem, e com o facto de os doentes oncológicos serem agora testados antes de iniciarem os seus tratamentos.

Ainda assim, o responsável da Autoridade de Saúde Regional reiterou que o facto de não se terem registado novos casos em várias ilhas, há algum tempo, “não significa que estará tudo efetivamente controlado”.

“Da parte da população, importa que não saia de casa de forma mais descansada, porque efetivamente não podemos dizer que já estamos numa fase descendente da curva, por mais plana que possa ser. Não podemos dizer que já ultrapassámos a fase pior do surto na região”, sublinhou.

Questionado sobre o facto de os Açores terem o dobro do número de casos registados na Madeira, Tiago Lopes disse que a região está “a testar num nível bastante acima da média”, tendo identificado desde o início do surto 3.125 casos suspeitos.

“Estamos a testar, a testar, a testar, conforme as orientações da OMS [Organização Mundial de Saúde]. Estamos ainda a ir para lá disso e a ir de encontro daquilo que o próprio Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças afirma, que é testar, pese embora não existam sinais ou sintomas de infeção”, apontou.

@Expresso dos Açores/Lusa

Estrategizando | Em Abril lembrar o antes do 25.74, com Vitor Lima (1)

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Em Abril lembrar o antes do 25.74, com Vitor Lima Uma prolongada entrevista do meu amigo e camarada de algumas lides Vitor Lima onde relata a sua vivencia enqua

Source: Estrategizando | Em Abril lembrar o antes do 25.74, com Vitor Lima (1)

um-25-de-abril-amordaçado-nesta-prisao-sem-grades25 abril 2020 crónica 333

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acorianas.htmlhttps://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2020/04/cronica-333-um-25-de-abril-amordaçado-nesta-prisao-sem-grades.pdf

 

 

COMENTÁRIO:

É neste abril de confinamento, de prisão sem grades… A Revolução dos Cravos no dia 25 de abril de 1974 continua viva, reverberando no tempo e no espaço… LIBERDADE! E foi a partir de um abraço dum oficial anticolonialista (Chrys Chrystello), que as coisas começariam a mudar… ao invés de utilizar armas, repressão, ódio e corrupção, Chrys se apropria da escrita poética reflexiva, com liberdade, arte e criatividade, para DESPERTAR mentes e corações.
Parabéns, Chrys!
Grande abraço, amigo.
Sérgio. sergioprosdocimo@gmail.com

esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-

MAIS 21 CASOS S MIG E 1 GRACIOSA…E A CONTAMINAÇÃO DO HDES PROSSEGUE???

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ATUALIZAÇÃO
COVID-19 AÇORES
18 de abril de 2020

NÚMERO RECORDE, 22 NOVOS CASOS POSITIVOS

128 casos confirmados (+20.75%):
– 401 análises realizadas nas últimas 24 horas
+ 21 ilha de São Miguel (16 mulheres, entre 25 e 99 anos, e 6 homens, entre 42 e 93 anos, relacionados com o Lar do Nordeste)
+ 1 ilha Graciosa (mulher de 57 anos)

Mantém-se:
– 5 óbitos (todos em SMi)
– 14 recuperados (4 SMi, 6 Ter, 3 SJ, 1 Pic)

Passam agora a ser 109 os casos ativos positivos na região, distribuídos da seguinte forma:
81 SMi, 5 Ter, 5 Gra, 4 SJ, 9 Pic, 5 Fai

Comunicado ASR: http://www.azores.gov.pt/…/Comunicado+da+Autoridade+de+Sa%c…

Informações atualizadas às 16 horas, em conferência de imprensa da ASR.

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Luciano Melo

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COVID-19 nos AÇORES + 22 (VINTE E DOIS) casos positivos; 21 em São Miguel e 1 na Graciosa.

” A Autoridade de Saúde Regional informa que, decorrentes das 401 análises realizadas nos dois laboratórios de referência dos Açores nas últimas 24 horas, foram diagnosticados 21 casos positivos de COVID-19 na ilha de São Miguel e um caso positivo na ilha Graciosa.

Os casos diagnosticados na ilha de São Miguel reportam-se a 16 indivíduos do sexo feminino, entre os 25 e 99 anos de idade, e cinco indivíduos do sexo masculino, entre os 42 e 93 anos de idade, relacionados com o Lar da Santa Casa da Misericórdia do Nordeste, estando a ser acompanhados pela Delegação de Saúde Concelhia e em curso os procedimentos com vista à sua transferência para o Centro de Saúde do Nordeste, Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada e isolamento em contexto domiciliário e/ou alojamento disponibilizado para o efeito.

O caso diagnosticado na ilha Graciosa reporta-se a um indivíduo do sexo feminino com 57 anos de idade, que se encontra em contexto domiciliário, estando a ser acompanhado pela Delegação de Saúde Concelhia e em curso os procedimentos definidos para caso confirmado e de vigilância de contactos próximos”.

Até à data, foram detectados na Região 128 casos positivos, sendo 89 em São Miguel, 11 na ilha Terceira, 5 na Graciosa, 7 em São Jorge, 10 no Pico e 5 no Faial. Já há 14 Recuperados e 5 Óbitos a lamentar.

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A PNEUMÓNICA NOS AÇORES

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Carro de transporte do rancho aos infeto-contagiosos em Santa Clara.
Tendo o surto se iniciado nesse hospital, atingindo rapidamente toda a equipa médica, ninguém se arriscava a ir cozinhar para os desafortunados doentes. Restava a imposição a dois pobres azarados, do transporte da alimentação a fornecer aos epidemiados de Pneumónica em 1918 (por exemplo).
A propósito…
“[…] Desde médicos a praças, todos foram colocados a combater a epidemia, provocando rasgados elogios desde o Alto-Comissário da República para os Açores aos órgãos de comunicação social. Os soldados vão auxiliar os serviços de saúde; fazer sopa e pão; cortar lenha e vender carne, preenchendo os cargos onde são mais necessário para que a sociedade se mantenha operacional no combate à intempérie viral.
(…) O panorama era de fome. O próprio “Açoriano Oriental” o afirma, a propósito de um furto de géneros no mercado da saudade. Não será pois de estranhar a existência de desaparecidas sopas da gastronomia micaelense, caso da sopa da Labaça da Ribeira, designada pelo dicionário “Houaiss” como planta “herbácea, pouco lenhosa”, hoje um conhecido infestante dos pastos micaelenses, cujo gado bovino nem lhe toca […]” in “A Grande Guerra nos Açores […]”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). Viatura: MCM.

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FELIX RODRIGUES E OS NÚMEROS DE DIA 17.4

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Andamos aos saltos diários com os números de infectados por SARS-CoV-2 em Portugal. Ontem descemos drasticamente, mas hoje, voltamos a subir drasticamente. Se ontem descemos 314% o número de casos relativamente ao dia anterior, hoje subimos 266% o número de casos em relação a ontem. Essas variações percentuais não nos dizem grande coisa e ainda não se percebeu muito bem porque oscilam tanto.
Hoje temos mais 663 infectados no país, totalizando 19 685 infectados, mesmo assim, menos do que o esperado (cerca de 33 casos a mais do que aqueles que tivemos hoje).
Os nossos possíveis foguetes de celebração de ontem foram exagerados. Essa variação só se justifica por se terem acumulado resultados de um dia para o outro (esperemos que alguém da DGS os justifique: Houve falhas no stock de testes anteontem?). A subida em termos de acumulado continua e temos assim hoje mais 3,36% de todos os casos somados até ontem. Isso é um crescimento da ordem de grandeza daquele que se está a verificar neste momento na Alemanha.
Hoje foram mais 30 mortes por Covid-19, ou seja, menos cinco mortes abaixo do número expectável. A letalidade subiu para os 3,49% e acumulam-se no país até hoje 687 mortes. Não há grandes sobressaltos na mortalidade, cujos dados são razoavelmente previsíveis.
Não há qualquer razão para dizermos que hoje estamos melhor do que estávamos a 4 de abril, daí que também não se preveja, com este comportamento oscilante, que se possa estar muito melhor no dia 25 de Abril.
Quando foram tornados públicos os resultados dos Açores, atualizarei o post.
E teremos liberdade para comemorar a liberdade no dia da liberdade? Quem nos representa acha que sim, que devem comemorar a liberdade em conjunto enquanto cada um de nós deve fazê-lo na intimidade.
Deixo-vos com um pensamento de Schopenhauer: “Um homem só pode ser ele mesmo enquanto estiver sozinho, e se ele não gosta de solidão, então não vai amar a liberdade, pois é somente quando se está sozinho, que se é realmente livre”.
Há quem proponha liberdade com frasquinhos de Remdesivir.

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os gangsters bolsocoiso e trampas

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José Mário Costa
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Bolsonaro concorre com Trump para ser «o pior criminoso do planeta»

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O linguista norte-americano Noam Chomsky o presidente brasileiro Jair Bolsonaro ao norte-americano Donald Trump , referindo nesta entrevista ao programa “Democracry Now!” que ambos estão a competir para ver «quem pode ser ser o pior criminoso do planeta».

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We continue our conversation with world-renowned political dissident, linguist and author Noam Chomsky. He responds to President Trump’s cuts to U.S. support for the World Health Organization and the surge in deaths in the United States to another record high, and discusses conditions in Gaza, the…

blogue de tudo e nada para mentes pensantes