UE NORMAS E RECOMENDAÇÕES PARA VOLTARMOS À VIDA

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Pedro Tradewind Salgueiro to COVID-19 Açores

Covid-19. Estes são os 3 critérios, os 3 princípios básicos, as 7 medidas complementares e as 9 recomendações para a vida voltar ao normal

Documento oficial da Comissão Europeia estabelece o caminho para a normalização da vida pública e a reabertura de escolas, lojas, restaurantes e festivais e demais atividades. Ponto fundamental: a ação deve basear-se na ciência.
São três critérios, três princípios básicos, sete medidas complementares e nove recomendações. O Roteiro Europeu Conjunto para o levantamento das medidas de contenção da covid-19 foi apresentado esta quarta-feira pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel. O documento, cuja versão integral pode ser consultada aqui, alerta que o roteiro não significa que as medidas devam ser levantadas imediatamente, pretendendo fornecer um enquadramento para assegurar uma coordenação ao nível da União Europeia (UE) e transfronteiriça.
Reconhecendo a especificidade de cada Estado-membro, o documento foi elaborado com base no conhecimento e recomendações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e do painel consultivo da Comissão sobre a covid-19, e teve em conta a perspetiva de vários Estados-membros da UE e as diretrizes da Organização Mundial de Saúde.
O roteiro recorda que todos os Estados-membros proibiram concentrações públicas, fecharam total ou parcialmente as escolas e introduziram restrições de viagem ou nas fronteiras. Mais de metade dos Estados-membros declarou estado de emergência. Tendo em conta o caráter transversal das medidas de contenção aplicadas, o seu levantamento deve obedecer a um conjunto de diretrizes que a seguir se detalham.

TRÊS CRITÉRIOS RELEVANTES

1. O critério epidemiológico que mostre que a propagação da doença diminuiu significativamente e estabilizou durante um período sustentado de tempo. Isto pode ser indicado, por exemplo, por uma redução sustentada do número de novas infeções, de hospitalizações e de pacientes nos cuidados intensivos;
2. Uma suficiente capacidade do sistema de saúde, ao nível da taxa de ocupação das unidades de cuidados intensivos, número adequado de camas de hospital, acesso a produtos farmacêuticos necessários nos cuidados intensivos, a reconstituição dos stocks de equipamento, acesso a cuidados particularmente pelos grupos mais vulneráveis, etc.;
3. Uma capacidade apropriada de monitorização, incluindo uma capacidade de teste em larga escala para detetar e rastrear a propagação do vírus, combinada com a reconstituição dos contactos e a possibilidade de isolar no caso de ressurgimento da doença e de propagação adicional de infeções.

TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS

1. A ação deve basear-se na ciência e ter a saúde pública no centro da decisão. Acabar com as medidas restritivas é uma decisão política multidimensional, que envolve o equilíbrio entre os benefícios para a saúde pública e outros impactos sociais e económicos;
2. A ação deve ser coordenada entre os Estados-membros. Uma falta de coordenação no levantamento das medidas restritivas apresenta o risco de ter efeitos negativos para todos os Estados-membros e de criar fricção política;
3. O respeito e a solidariedade entre Estados-membros continuam a ser essenciais. Um fator-chave de sucesso nesta fase passa pelo desenvolvimento dos pontos fortes de cada um. Nem todos os sistemas de saúde estão sob a mesma pressão, pelo que o conhecimento deve ser partilhado entre profissionais e Estados-membros, sendo que a assistência mútua em tempos de crise é fundamental.

SETE MEDIDAS COMPLEMENTARES

1. Reunir dados e desenvolver um sistema robusto para reportar casos. A reunião e partilha de informação ao nível nacional e subnacional pelas autoridades de saúde pública de uma forma harmonizada sobre a propagação do vírus, as características das pessoas infetadas e recuperadas e os seus potenciais contactos diretos são essenciais para uma melhor gestão do levantamento de medidas;
2. Criar uma estrutura para o rastreio dos contactos e a emissão de avisos sobre riscos acrescidos, através de aplicações móveis que respeitem a privacidade dos dados. O uso destas aplicações deve ser voluntário e basear-se no consentimento dos utilizadores, respeitando totalmente as regras de proteção dos dados pessoais. A monitorização móvel e as aplicações emissoras de aviso devem respeitar requisitos de transparência, ser desativadas assim que a crise pandémica terminar e todos os dados apagados;
3. Expandir a capacidade de testar e harmonizar as metodologias de teste. Na ausência de uma vacina, a população tem de ser protegida tanto quanto possível da infeção. A disponibilidade de testes em larga escala, que possam fornecer resultados rápidos e fiáveis, é fundamental para enfrentar a pandemia, além de constituir uma pré-condição para o levantamento de medidas de distanciamento social no futuro;
4. Aumentar a capacidade e a resiliência dos sistemas de saúde, uma vez que o levantamento gradual de certas medidas de confinamento levará inevitavelmente a novas infeções. Torna-se, por isso, essencial que os novos pacientes possam ser tratados adequadamente pelos sistemas de saúde;
5. Continuar a aumentar a capacidade de fornecimento de equipamento médico e pessoal de proteção;
6. Desenvolver e introduzir rapidamente uma vacina segura e eficiente, o que, nas previsões da Comissão, pode demorar um ano;
7. Desenvolver tratamentos e fármacos seguros e eficientes, incluindo a aplicação de medicamentos autorizados para outras doenças ou condições.

NOVE RECOMENDAÇÕES

1. A ação deve ser gradual e as medidas devem ser levantadas em diferentes passos, com um intervalo de tempo entre elas (por exemplo, um mês), já que o efeito do seu levantamento só pode ser avaliado com o tempo;
2. As medidas gerais devem ser progressivamente substituídas por medidas direcionadas, o que permitirá que as sociedades regressem gradualmente à normalidade, ao mesmo tempo que se continua a proteger a população da UE da ameaça do vírus. Exemplos: os grupos mais vulneráveis devem ser protegidos durante mais tempo; as pessoas diagnosticadas e aquelas com sintomas ligeiros devem continuar em quarentena e ser tratadas adequadamente, o que ajudará a quebrar as correntes de transmissão e a limitar a propagação da doença; alternativas seguras devem substituir medidas proibitivas genéricas em vigor, o que permitirá identificar fontes de risco e facilitar o regresso gradual de atividades económicas necessárias; estados de emergência, que dão aos governos poderes excecionais, devem ser substituídos por intervenções mais direcionadas em linha com os respetivos textos constitucionais e no estrito respeito do Estado de Direito;
3. O levantamento de medidas deve começar por aquelas que têm um impacto local e ser gradualmente aplicado a medidas com uma cobertura geográfica mais ampla, o que não exclui uma eventual reimposição de restrições se necessário, incluindo a introdução de um cordão sanitário num local que registe um número elevado de novos casos;
4. É necessária uma abordagem faseada à abertura das fronteiras internas e externas, restaurando eventualmente o normal funcionamento do Espaço Schengen. Os controlos fronteiriços internos devem ser levantados de uma forma coordenada, enquanto a reabertura das fronteiras externas e o acesso à UE de residentes de fora do espaço comunitário devem acontecer numa segunda fase e ter em consideração a propagação do vírus fora da UE e os perigos da sua reintrodução;
5. Também o reinício da atividade económica deve ser faseada e devem ser considerados fatores como o baixo contacto interpessoal no desempenho das funções laborais, a adequação ao teletrabalho, a relevância económica e os turnos. Um ponto fundamental: a população não deve voltar para os seus locais de trabalho toda ao mesmo tempo. O foco inicial deve ser em grupos menos vulneráveis e em sectores essenciais para alavancar a atividade económica, como os transportes. O distanciamento social, a saúde ocupacional e as regras de segurança impostas pela crise pandémica devem continuar a vigorar no local de trabalho;
6. As aglomerações de pessoas devem ser permitidas de forma progressiva, sendo esta a sequência sugerida pela Comissão para a reabertura das atividades:
a) escolas e universidades (com medidas específicas como tempos diferenciados de almoço, limpeza reforçada, turmas mais reduzidas e recurso ao ensino à distância);
b) atividade comercial (com medidas gradativas como a fixação de um número máximo de pessoas autorizado);
c) atividade social, incluindo restaurantes e cafés (com medidas gradativas como horários mais reduzidos e limitação do número de pessoas);
d) aglomerações em massa, como festivais ou concertos;
7. O transporte individualizado em carros privados, que representa um risco menor, deve ser permitido o mais cedo possível. Já os meios coletivos de transporte devem obedecer a uma gradação, observando-se as necessárias medidas de saúde, como a redução da densidade de passageiros nos veículos, uma maior frequência do serviço, a disponibilização de equipamento de proteção para condutor e/ou passageiros, o uso de barreiras protetoras ou a disponibilização de gel desinfetante nos terminais e nos próprios veículos;
8. Os esforços para impedir a propagação do vírus devem ser sustentados, pelo que se apela à continuação das campanhas de sensibilização para a adoção de melhores práticas de higiene, as diretrizes de distanciamento social e a recomendação do uso de máscaras (sobretudo em espaços movimentados e confinados). As máscaras feitas de pano também devem ser consideradas para a população em geral, priorizando o pessoal médico no uso de máscaras cirúrgicas;
9. A ação deve ser continuamente monitorizada e afinado o grau de preparação para um eventual regresso a medidas mais restritivas se necessário, no caso de uma subida excessiva nas taxas de infeção, incluindo a evolução da propagação a nível internacional.
O roteiro da Comissão Europeia conclui sublinhando que o aconselhamento científico, a coordenação e a solidariedade na UE são princípios fundamentais para um levantamento bem-sucedido das medidas de confinamento em vigor nos Estados-membros.
Expresso

AÇORES, A 2ª MAIOR TAXA DE LETALIDADE

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Açores têm a segunda maior taxa de letalidade
De acordo com os últimos dados oficiais da Direcção-Geral da Saúde, a taxa de letalidade do novo coronavírus na região Centro chega aos 5%, a maior em todo o país e o dobro da registada em Lisboa (2,5%), segundo a Renascença.
O arquipélago dos Açores segue-se na lista, com 4,3%.
Este indicador corresponde à proporção entre o número de mortes por uma doença e o número total de pessoas que sofrem dessa doença, num determinado período de tempo – ao contrário da taxa de mortalidade, um índice demográfico que reflecte o total de óbitos causados por determinada doença.
O Algarve regista uma taxa de letalidade que ronda os 3,2%, seguida da região Norte com 3%. Alentejo e Madeira continuam sem registo de mortes causadas pela Covid-19.
“Há de facto pequenas variações regionais que podem refletir três circunstâncias especiais. Uma delas é a distribuição demográfica da população, uma vez que sabemos que a taxa de letalidade aumenta, de facto, com a idade”, explicou Graça Freitas na conferência de imprensa desta segunda-feira.
“Outra questão muito importante é a densidade populacional, nas regiões onde há focos de doença, e a outra questão diz respeito à concentração de pessoas vulneráveis em instituições”, acrescentou a directora da DGS.
A seguir ao Alentejo, a região Centro é aquela que apresenta o maior índice de envelhecimento a nível nacional – 197 idosos por cada 100 jovens.
O Alentejo apresenta o mais baixo número de pessoas por quilómetro quadrado (22,4) e a região Centro soma mais do triplo deste valor (78,9).
A taxa de letalidade a nível nacional continua a aumentar e chegou esta segunda-feira aos 3,2%, o valor mais alto até ao momento.
Dos 16.934 casos confirmados com o novo coronavírus em Portugal, 535 acabaram por morrer.
Este valor está acima das estimativas globais que apontam para uma taxa de letalidade a nível mundial de 1,4%.
Desde 1870

DIARIODOSACORES.PT
Desde 1870
Desde 1870
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poema do amigo MANUEL JORGE LOBÃO

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Manuel Jorge Lobão
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FOI TEMPO

foi tempo
em que o tempo era um navio
um fio
um corredor de águas claras
fluindo por mim

era o meu tempo
de que me pensava dono
e que exibia qual ave emplumada
branca e brilhante
na perfeita arrogância
da minha juventude

tão meu era o tempo
que com ele me confundi
domina-me agora por dentro
e o tempo sou eu

Manuel Jorge Lobão

PORQUE PORTUGAL ESPERA PARA COPIAR?Governo francês vai dar até 1500€ de bónus aos profissionais de saúde

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Numa altura em que os profissionais de saúde os principais guerreiros na linha da frente de combate ao novo coronavírus, o governo francês decidiu dar-lhes um bónus pelo empenho nesta luta. De acordo com o jornal “Le Figaro”, o primeiro-ministro, Édouard Phillipe, disse esta quarta-feira, 15 de abril, à saída do Conselho de Ministros, que … Continued

Source: Governo francês vai dar até 1500€ de bónus aos profissionais de saúde

ciganos recusam testes

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Carlos Mendes
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A Autoridade de Saúde de Moura e o presidente da Câmara fizeram-se acompanhar da GNR, mas não conseguiram convencer a comunidade que vive no acampamento a realizar os testes, apesar de quem lá vive ter sido considerado como “de alto risco”.
Os CIGANOS gostam de ser mesmo “diferentes” … aqui, pelas piores razões!

A Autoridade de Saúde do concelho de Moura esteve num acampamento cigano onde vive uma mulher infetada, mas não conseguiu fazer nenhum teste. – Portugal , Sábado.

A Autoridade de Saúde do concelho de Moura esteve num acampamento cigano onde vive uma mulher infetada, mas não conseguiu fazer nenhum teste. – Portugal , Sábado.
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  • Carlos Sobral Se eu mandasse era assim: Recusavam, ficavam no acampamento e não saíam de lá até ao fim disto tudo. Ou pior, obrigava-os nem que fosse à força. Se eu mandasse, a ciganada não fazia o que faz.

covid confirma-se abrandamento de infeções

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Comprova-se o abrandamento!
Estamos “à espera da sigmóide” como quem espera Godot.
A sigmóide (verde) que os diz que estabilizará o número de casos totais, que diminuirá consequentemente o número de infetados ativos.
A sigmóide (verde) aumenta a cada dia, o Excel havia de me deixar pintá-la de arco-íris.
Mas os limites também são assim. Como no paradoxo de Zenão, os corredores nunca saem do sítio? Nunca chegam ao destino? Saem, claro. Chegam, claro. Há um momento de patamar (a menos que isto descambe mas isso são outros quinhentos).
Então agora estou à procura dele não só de baixo para cima, com a sigmóide verde a fugir, mas de cima para baixo.
Atualizei a sigmóide assimétrica (azul) em relação à linha de 13 de abril. Parece que não é muito, mas olhem para a diferença do tracejado (gerada a 13 de abril) com a azul atual (gerada hoje): são menos 10.000 infetados no final de maio em previsão. E devem ser ainda menos (façamos figas). E isto significa que os óbitos também vão diminuir de ritmo mais ainda do que já estão a diminuir.
O número de ativos estimados mantém-se plano. Temos o mesmo número de infetados no terreno, temos o mesmo risco de nos contagiarmos. Vamos continuar a observar o que se passa e a manter as medidas de segurança.

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  • Joao Paulo Maia Estabilizado sim. Vamos esperar é que os maus exemplos não deitem tudo a perder.

Estrategizando | Covid-19 Portugal, a 20.04 e as comemorações do 25 de abril

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É também pelos dados abaixo que podemos constatar da total viabilidade em realizarem-se as Comemorações do 25 de Abril e do 1.o de Maio em Lisboa, basta ana

Source: Estrategizando | Covid-19 Portugal, a 20.04 e as comemorações do 25 de abril

s mig + 3 casos + 1 óbito

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AÇORES com + 3 (TRÊS) casos, todos em São Miguel, e + 1 Óbito a lamentar do LPI do Nordeste

“A Autoridade de Saúde Regional informa que, decorrentes das 454 análises realizadas nos dois laboratórios de referência dos Açores nas últimas 24 horas, foram diagnosticados três casos positivos de COVID-19 na ilha de São Miguel.

Os casos diagnosticados na ilha de São Miguel reportam-se a dois indivíduos do sexo feminino, com 56 e 84 anos de idade, e um indivíduo do sexo masculino, com 49 anos de idade.

Um dos casos foi internado domingo no Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada proveniente do Lar da Santa Casa da Misericórdia do Nordeste e os restantes encontravam-se em unidade hoteleira estando a ser acompanhados pela Delegação de Saúde Concelhia, encontrando-se em curso os procedimentos definidos para caso confirmado e de vigilância de contactos próximos.

De registar a ocorrência de um óbito de uma utente de 86 anos de idade, a cuja família se expressam sentidas condolências, internada no Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, proveniente da Estrutura Residencial para Idosos da Santa Casa da Misericórdia do Nordeste.

Até ao momento, já foram detetados na Região um total de 131 casos, verificando-se 15 recuperados, sete óbitos e 109 casos positivos ativos para infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 que causa a doença COVID-19, sendo 82 em São Miguel, cinco na ilha Terceira, cinco na Graciosa, três em São Jorge, nove no Pico e cinco no Faial”.

Marcelo M. Sousa to COVIDANIA

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COVID-19 AÇORES
MAIS 3 CASOS POSITIVOS E UM ÓBITO EM SÃO MIGUEL

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Marcelo M. Sousa

ATUALIZAÇÃO
COVID-19 AÇORES
20 de abril de 2020

MAIS TRÊS CASOS POSITIVOS E UM ÓBITO EM SÃO MIGUEL

131 casos confirmados desde o início do surto na Região (+2,34% em relação a ontem):
– 454 análises realizadas nas últimas 24 horas
+ 3 casos positivos ilha de São Miguel (duas mulheres, de 56 e 84 anos, e um homem de 49 anos)
+ 1 óbito (São Miguel, mulher de 86 anos, que estava internada no HDES e que tinha sido transferida do Lar do Nordeste

Totalizam-se:
– 7 óbitos (todos em SMi)
– 15 recuperados (4 SMi, 6 Ter, 4 SJ, 1 Pic)

Sobe para 109 casos ativos positivos na região, distribuídos da seguinte forma:
82 SMi, 5 Ter, 5 Gra, 3 SJ, 9 Pic, 5 Fai

Comunicado ASR: http://www.azores.gov.pt/…/Comunicado+da+Autoridade+de+Sa%c…

Informações atualizadas às 16 horas, em conferência de imprensa da A

já se sabia EUA receberam informações da OMS sobre o coronavírus’

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Carlos Fino
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AFINAL, OS EUA SABIAM DO VÍRUS ATRAVÉS DA OMS

Um artigo publicado pelo jornal The Washington Post e reproduzido por outros veículos de informação apontou que mais de uma dúzia de pesquisadores, médicos e especialistas em saúde pública dos Estados Unidos trabalhavam em período integral na sede da OMS em Genebra, Suíça, quando o coronav…

BRASIL247.COM
Um artigo publicado pelo jornal The Washington Post e reproduzido por outros veículos de informação apontou que mais de uma dúzia de pesquisadores, médicos e especialistas em saúde pública dos Estados Unidos trabalhavam em período integral na sede da OMS em Genebra, Suíça, quando o coronav…

estou indignada com as primeiras aulas a que assisti, no âmbito do Estudo em Casa,

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INDIGNAÇÃO
Como docente da Universidade dos Açores, com responsabilidades na formação de futuros professores/as, estou indignada com as primeiras aulas a que assisti, no âmbito do Estudo em Casa, oferecidas na RTP Memória, da responsabilidade do Ministério da Educação de Portugal.

Resumidamente:

1ª aula do Estudo em Casa do 3º e 4º ano.
1º conteúdo – Texto Informativo – Leitura de Horários.
1º exemplo de texto – Um Horário de Comboios
1ª atividade prática – Elaboração do horário do Estudo em Casa sem uma única referência à diferença horária entre os Açores e Portugal Continental e Madeira.

Não vos parece o ensino das décadas de 70 e 80 em que o país era Lisboa e a maior elevação de Portugal era a Serra da Estrela?

Nos Açores e Madeira, onde não há comboios, as crianças do 3º e 4º ano já analisaram, hoje de manhã, no Estudo em Casa, um horário deste tipo de transporte. O primeiro exemplo não podia ser um horário de autocarro, para começo de conversa, e para aproximar o ensino das vivências das crianças?

E que horas devem as crianças dos Açores registar no horário que as mesmas elaboraram por sugestão das professoras do Estudo em Casa? Por que motivo deixaram as crianças dos Açores confusas quanto às horas a registar? Aliás, a própria RTP e os responsáveis pelo Ministério da Educação, nos anúncios prévios do “Estudo em Casa”, nunca referiram que nos Açores tudo tem de começar uma hora antes. Por que motivo desperdiçaram a oportunidade de ensinar às crianças do país que existe uma diferença horária entre os Açores e o resto do país?

Enquanto escrevia este texto, fui ouvindo outra aula: a 1ª aula da Hora da Leitura do 1º e 2º anos. Apresentou-se uma senhora (professora????) que leu sem qualquer expressividade quatro livros infantis. Relativamente a um deles disse que o desconhecia, nem sabia do que tratava a história. Abordagem inédita e corajosa quando se sabe que qualquer docente ou promotor do gosto pela leitura tem de conhecer muito bem as obras mais que não seja para perceber se as mesmas têm ou não interesse para as crianças. Como se isso não bastasse, depois de lidos excertos do último livro, referiu para o auditório nacional:

“Eu não tenho muito jeito para contar histórias, mas dei o meu melhor”.

Não sei se RIA! Não sei se CHORE! O Ministério da Educação conseguiu dar início à Hora da Leitura para o 1º e 2º Anos, cujo objetivo é motivar para a leitura e para o livro, com uma pessoa que demonstrou e teve a ousadia de verbalizar não ter jeito para contar histórias?

A bem da verdade nem tem jeito nem para as contar nem para as ler sequer, pois foi o que fez. Esta senhora não sabe a diferença entre ler uma história e contar? Tudo isto num país onde há centenas de contadores/as de histórias profissionais e professores/as com talentos mil para leituras expressivas, dramatizadas e para contar histórias.

Assistimos a um momento “mágico” de incentivo à leitura, sem dúvida. Uma salva de palmas para esta afronta e mediocridade que atingiu o auge quando a mesma pessoa pediu às crianças para procurarem na estante de livros da sua casa por outros livros sobre animais. Esta foi de mestre! Quantos milhares de lares existem pelo país fora sem um único livro infantil?

E o pior de tudo: pedi aos meus alunos/as da Universidade, futuros/as profissionais de ensino, para assistirem religiosamente à programação do Estudo em Casa.

Por este andar, matéria para refletir não irá faltar.

Haja Paciência!!!

Graça Borges Castanho
Docente da Universidade dos Açores

Canadá em choque após abandono de idosos em lar infetado – Açoriano Oriental

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O abandono de vários idosos num lar infetado com covid-19, no oeste de Montreal, está a indignar o Canadá, com responsáveis políticos a pedirem responsabilidades.

Source: Canadá em choque após abandono de idosos em lar infetado – Açoriano Oriental

em frança há vírus até na água não-potável

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Carlos Fino
tSp2onlsnoas minonsredt

RFI

VÍRUS EM TODO O LADO

A prefeitura de Paris anunciou neste domingo (19) que traços do coronavírus foram detectados na água não potável da capital francesa. Em comunicado, as autoridades afirmaram que não há “nenhum risco”…