Views: 0
Coronavirus Cases:2,553,435 Deaths:177,293 Recovered:688,639 ACTIVE CASES 1,687,503 Currently Infected Patients 1,630,262 (97%) in Mild Cond
Views: 0
Views: 2
ESCLARECIMENTO DO GOVERNO REGIONAL
DOS AÇORES SOBRE A POLÉMICA LIBERTAÇÃO
DOS RECLUSOS
Tendo em conta o teor da informação prestada pela Direção-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais à RTP/Açores, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, esta Direção-Geral havia recebido uma solicitação do Governo dos Açores para a realização de testes aos reclusos que são libertados no âmbito da situação provocada pela pandemia de COVID-19, o Governo dos Açores considera imprescindível tornar público o seguinte esclarecimento:
1. No dia 11 de abril, dia da entrada em vigor da lei que estabelece a libertação de reclusos no âmbito da pandemia COVID-19, a Secretária Regional da Saúde contactou telefonicamente os Diretores do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, solicitando-lhes que os reclusos a libertar nos Açores, ao abrigo dessa lei, apenas o fossem após a realização de teste de despistagem ao COVID-19.
Todos os procedimentos seriam realizados pelo Serviço Regional da Saúde.
2. No dia 12, endereçou uma mensagem de correio eletrónico aos dois Diretores dos EP situados na Região, fornecendo o contacto dos delegados de saúde concelhios de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada a fim de operacionalizarem a referida medida.
3. No mesmo dia 12, a Secretária Regional da Saúde recebeu uma mensagem de correio eletrónico do Diretor do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com conhecimento à Diretora do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, em que o mesmo informava que, após solicitar orientações ao Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais sobre o assunto, e o mesmo ter contactado a Diretora-Geral de Saúde, o entendimento era que “não se justificava a realização de testes aos reclusos”.
Na mesma mensagem, o mesmo Diretor, informava “que, caso V.Ex.ªs entendam pertinente, estou disponível para fornecer um contacto telefónico vosso aos reclusos que vierem a ser libertados, instruindo-os no sentido de, nos próximos dias, terem que obrigatoriamente contactar os vossos serviços, para os efeitos tidos por convenientes.”
4. Face a essa decisão, que impossibilitou o acesso aos estabelecimentos prisionais situados na Região Autónoma dos Açores para a recolha de amostras e realização de testes COVID-19 prévios à libertação, a Autoridade de Saúde Regional decidiu proceder à realização de testes aos ex-reclusos, uma vez estes postos em liberdade.
5. Face ao surgimento dos dois casos positivos de ex-reclusos provenientes do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, a Secretária Regional da Saúde insistiu no pedido de realização de testes ao COVID-19, pedido que foi aceite.
6. Assim, não corresponde à verdade a informação prestada à RTP/Açores pelo Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19.
7. O pedido do Governo dos Açores para esse efeito foi feito, pela primeira vez, telefonicamente, a 11 de abril, seguido de troca de mensagens de correio eletrónico, a 12 de abril.
Esse pedido foi recusado
Ponta Delgada, 21 de Abril de 2020
Views: 0
Em todo o mundo e também cá… Além das mortes oficiais por COVID-19, houve num mês mais 615 do que a média expectável e praticamente todos na faixa acima dos 75 anos (abaixo, a divergência da média é insignificante). E isto apesar de terem diminuído imenso os acidentes de viação (a principal “causa externa”). E o excesso não foi tão grande na primeira quinzena da abril, após quinze dias de isolamento social. Repare-se muitas mortes não terão tido análises a COVID-19 na medicina legal.

Views: 3
A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais «não teve recetividade» para que os presos a serem libertados fizessem testes antes de viajarem !? Eu não ouvi bem de certeza. Quem é que manda aqui? É este senhor Rómulo que está em Lisboa? Com base em que critério? Do colonialismo? Ainda? 🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬

DIREÇÃO GERAL DOS SERVIÇOS PRISIONAIS RECUSOU TESTAR NA CADEIA OS 23 RECLUSOS QUE FORAM LIBERTADOS
https://www.facebook.com/1641577042/posts/10219807008079268/?d=n

Cadeia de Angra
DIREÇÃO GERAL DOS SERVIÇOS PRISIONAIS RECUSOU TESTAR NA CADEIA OS 23 RECLUSOS QUE FORAM LIBERTADOS
Tiago Lopes foi claro esta tarde. A direção geral de serviços prisionais e reinserçao social recusou testes aos reclusos libertados. Mais disse o diretor regional da saúde que os reclusos libertados no continente e despachados para os Açores chegaram sem que os responsáveis de lá e de cá se entendenssem sobre os procedimentos a seguir. Está tudo dito. O resultado foi a deteção de dois casos positivos entre reclusos libertados na Terceira. Estes ex-reclusos, mais os atuais, bem como guardas e funcionários estão já a ser testados para se saber se há mais infetados. Permanece a hipótese de haver um foco de infeção na cadeia de Angra de onde foram libertados 23 reclusos.
Tiago Lopes foi também hoje mais claro noutro aspecto e dezfez as dúvidas sobre o local onde os reclusos infetados foram testados, confirmando que tinha sido em S. Miguel.
Views: 2
Sem medidas adicionais, uma em cada 10 empresas admite não ter condições para sobreviver mais um mês.
Source: Sem medidas adicionais, uma em cada 10 empresas não aguenta mais um mês
Views: 2
Source: ELMUNDO
https://www.elmundo.es/ciencia-y-salud/ciencia/2020/04/21/5e9de6f1fdddffb19a8b4668.html
Views: 1
O VÍRUS CHINÊS E OS MÍSSEIS STRELA DA GUINÉ
==================================================
O Vírus Chinês e os misseis Strela da Guiné
A Confissão de Impotência do Imperador
por Carlos Matos Gomes
No dia 23 de Março de 1973 o PAIGC disparou o primeiro míssil antiaéreo Strela contra um avião português. A 25 de Março foi abatido o primeiro avião, um Fiat G 91, sobre Guileje, no Sul, o piloto, tenente Pessoa, ejeta-se e salva-se. Três dias mais tarde, a 28 de Março, outro Fiat, desta vez pilotado pelo tenente-coronel Almeida Brito, também é abatido no sul da Guiné. O avião explode no ar provocando a morte do piloto. Na semana seguinte, a 6 de Abril, a Força Aérea perde ainda dois aviões ligeiros de transporte DO-27 e um avião de ataque ligeiro T-6G, com os respetivos pilotos, devido à ação do míssil. Para as tropas portuguesas é uma escalada na guerra com a qual não contavam e para a qual não estavam preparadas. Para o PAIGC foi a derradeira arma para vencer a guerra. A gravidade da situação é espelhada na informação que a delegação da DGS na Guiné envia para Lisboa, a 9 de Abril, sobre a perda de supremacia pela Força Aérea Portuguesa: “Não dispomos de meios aéreos que possam constituir uma força de dissuasão ou que nos permitam castigar duramente as bases de apoio, temos que encarar como muito possível que o PAIGC venha num muito curto prazo de tempo a estabelecer novas áreas libertadas, e dificultar ou impedir o tráfego aéreo e até mesmo a aniquilar algumas guarnições que agora passaram a não poder contar com o apoio aéreo para as defender, evacuar os feridos e reabastecer.”
A guerra estava militarmente perdida quando o primeiro caça português se despenhou. O contingente português na Guiné perdeu os céus. Os quartéis longínquos, junto às fronteiras, ficam isolados, abandonados e sujeitos a flagelações contínuas pela artilharia inimiga e, acima de tudo, pelo morteiro soviético de 120 mm e sem apoio aéreo eficaz, apesar dos esforços paliativos dos pilotos e tripulações e da sua coragem. O primeiro míssil é o momento de viragem que desequilibra a guerra. A nota da DGS é uma confissão de derrota. Portugal ficara à mercê de uma arma do inimigo. O império colonial estava a ruir.
A política de manipulação da opinião levada a cabo pelo regime americano da administração Trump, e dos seus “vozes do dono” pelo mundo, vide Paulo Portas em versão “Estado de Emergência” diariamente na TVI, ao atribuir à China a autoria do ataque com o vírus CODIV 19 à sua economia, à sua civilização, ao seu poder imperial e aos resultados devastadores que tem causado no CONUS (Continental United States), sem que o império americano tenha resposta, corresponde a uma confissão de derrota, como a da DGS da Guiné a comunicar para a sede que o império e as suas legiões africanas estavam perdidos.
A última ação que um comandante, um chefe deve tomar é confessar a impotência perante o inimigo — os uniformes militares antigos procuravam agigantar os combatentes através de chapéus altos, ombreiras; os grandes chefes faziam circular informações mistificadoras sobre armas secretas que possuíam, multiplicar a imagem dos seus efetivos com plastrões, imitações de viaturas e armas — Trump apouca os seus, agacha-se e queixa-se. Mas fez mais, destruiu a credibilidade dos seus serviços de informações, que segundo ele, foram incapazes, como a modesta DGS portuguesa de 1973, de descobrir a arma secreta do inimigo. Destruiu a credibilidade do seu aparelho de defesa e segurança, o que inclui capacidade de obter informação e de encontrar contramedidas, incluindo para ações de guerra biológica, e ainda, expôs a fragilidade das defesas internas, incapazes de controlar o ataque e de mitigar os seus efeitos na sociedade.
A tentativa de Trump de encontrar na China, no inimigo, um bode expiatório para a sua incapacidade é a confissão de um imperador perdido no meio da batalha.
A História e a literatura, Shakespeare, principalmente, têm exposto as tragédias que os reis e imperadores loucos, perdidos nos momentos de convulsão, têm causado aos povos.
A teoria da conspiração chinesa é uma confissão de impotência. Tenho ouvido e lido indómitos militares e civis apoiá-la. Por mim, julgo que quem não se sente impotente deve lutar contra o vírus e contar com as suas forças. Chamar nomes às setas, ir contra moinhos de vento, alivia medos de Don Quixotes sem génio nem coragem, mas não vence batalhas, como Cervantes demonstrou pela voz de Sancho Pança.
Nota pessoal, para evitar rotulagens “à la minute” de antiamericanismos primários, a minha mãe era americana, manteve o passaporte americano até morrer e os meus avós foram para os Estados Unidos muito antes dos pais de Trump. Tive e tenho família por lá, em ambas as costas.

Views: 2
Views: 0
Já recebi nos últimos dias mais de 10 vezes, a pedirem-me opinião – até colegas! – o vídeo-mentira do André Dias, que claramente é das fraudes/asneiras mais perniciosas que por aí anda. Honra lhe seja feita, tem um dom de persuadir comparável ao dos vendedores de banha da cobra mais eficientes.
Não, meus senhores e minhas senhoras, o vídeo da “Autópsia de um equívoco” não é nada “credível” como parece ser. É uma grande quantidade de asneiras, de incongruências, de dados verdadeiros mal interpretados ou interpretados ao jeito que lhe dão, misturados com mentiras das cabeludas.
Aqui está quem teve pachorra para estar a desmontá-lo.

Views: 2
Historiadores Doutores Duarte Melo,Carlos Melo Bento, Sérgio Rezendes e José De Almeida Mello
Os Teatros
Divino Espirito Santo.
Os mais antigos de Ilha de São Miguel Açores.
A primeira foto Ramalho com uma pedra no canto F. Q.
O segundo em São Roque com uma pedra C.I. T. Seus patronos.No Ramalho durante anos com o patrocino da Senhora Gabriela Franco que o dito está na propriedade desta generosa Senhora.Em 1560 no livro Saudades da Terra em na Vila de Nordeste ” dois irmãos saíram para lutar para um Império do D.E. S. Na Vila de Ribeira Grande:A esposa do Conde Da Vila Franca do Campo em que as freiras do Convento de São Francisco confidentes desta Senhora Dona Maria de Mendonça com não tinha filhos pediu em preces ao Divino Espirito Santo tendo nascido um ano depois o futuro Conde de Ribeira Grande daí em diante é na Ribeira Grande quase até ao século XVIII que tem grande impacto estas Festas do Divino Espirito Santo e em toda a ilha de São Miguel Açores. Curiosidades: A família do grande poeta Antero de Quental viveu onde existe e Teatro que ao fundo tem a Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso.Será que as iniciais de F. Q. Fernando de Quental? As outras no Pico das Canas Carlos Inácio Tavares será?








Os Teatros
Divino Espirito Santo.
Os mais antigos de Ilha de São Miguel Açores.
A primeira foto Ramalho com uma pedra no canto F. Q.
O segundo em São Roque com uma pedra C.I. T. Seus patronos.No Ramalho durante anos com o patrocino da Senhora Gabriela Franco que o dito está na propriedade desta generosa Senhora.Em 1560 no livro Saudades da Terra em na Vila de Nordeste ” dois irmãos saíram para lutar para um Império do D.E. S. Na Vila de Ribeira Grande:A esposa do Conde Da Vila Franca do Campo em que as freiras do Convento de São Francisco confidentes desta Senhora Dona Maria de Mendonça com não tinha filhos pediu em preces ao Divino Espirito Santo tendo nascido um ano depois o futuro Conde de Ribeira Grande daí em diante é na Ribeira Grande quase até ao século XVIII que tem grande impacto estas Festas do Divino Espirito Santo e em toda a ilha de São Miguel Açores. Curiosidades: A família do grande poeta Antero de Quental viveu onde existe e Teatro que ao fundo tem a Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso.Será que as iniciais de F. Q. Fernando de Quental? As outras no Pico das Canas Carlos Inácio Tavares será?
Views: 3
VIETNAM – EXEMPLO DE COMBATE À PANDEMIA
Como não tinha meios de realizar testes massivos na população, diferentemente da Coreia do Sul, o governo aplicou uma estratégia que alguns descreveram como “low cost” (baixo custo), isto é, o país priorizou o isolamento dos doentes e a localização das pessoas com as quais os infectados entraram em contato, direta ou indiretamente.

Views: 1
DADOS NACIONAIS
MAIS 307 RECUPERADOS!




COVID-19 PORTUGAL
ATUALIZAÇÃO
21 de abril de 2020
PORTUGAL PASSA A TER MAIS RECUPERADOS QUE ÓBITOS!
21.379 casos confirmados:
+ 516 casos positivos (+2.47%)
+ 27 mortes (no total de 762)
+ 307 recuperados (no total de 917)
19.700 casos ativos
A taxa de crescimento diária nos últimos 5 dias tem sido, em média, de 2,56%.
A taxa de recuperação SUBIU de 2.92% para 4,29%.
A taxa de letalidade SUBIU para 3,56%.
Views: 3
Queridas e queridos amigos
Ando com o “bicho carpinteiro” por via dessa maldita pandemia… Por isso gostaria de partilhar convosco o link abaixo assinalado. Trata-se de uma breve “cantoria” de “Velhas” – uma brincadeira que, à distância, o Chico Ávila e eu fizemos – ele na Califórnia e eu aqui na Horta.
Quando tudo isto acabar, convido-vos a tomar um gin no “Peter”. Estão de acordo?
Até lá, fiquem com o meu abraço de mar
Victor Rui Dores