AÇORES, TESTES EM LARES DE IDOSOS (peca por tardia…)

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Governo dos Açores reforça testes em Lares de Idosos e Unidades de Cuidados Continuados Integrados da Região

O Governo dos Açores, em articulação com a Autoridade de Saúde Regional, está a reforçar as condições de segurança das Estruturas Residenciais para Idosos e nas Unidades de Cuidados Continuados Integrados de toda a Região, nomeadamente através da realização de testes de despiste à infeção por COVID-19 aos funcionários e aos utentes das ERPI e UCCI.
Nesse sentido, na semana passada já foi testada a equipa de trabalhadores que presta serviço no Lar do Bom Jesus da Casa do Povo de Rabo de Peixe e que iniciou funções a 20 de abril, após 14 dias de isolamento, estando previsto testar nos próximos dias os utentes desta instituição.
Este procedimento será alargado às várias estruturas residenciais para idosos da Região, em alinhamento com o momento em que as equipas de trabalho se rendem, uma vez que muitas instituições reforçaram os seus planos de contingência, iniciando já um processo de trabalho em “espelho”, com uma equipa a trabalhar e outra em casa em isolamento durante 14 dias.
Nos próximos dias serão realizados os testes aos colaboradores e utentes do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia do Divino Espírito Santo da Maia e da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, em São Miguel, seguindo-se um conjunto de instituições na ilha Terceira, nomeadamente a Santa Casa da Misericórdia dos Altares, o Centro Social e Paroquial da Nossa Senhora do Pilar das Cinco Ribeiras e a Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo.
Esta iniciativa visa reforçar um conjunto de medidas já implementadas pelas instituições no sentido da prevenção e controlo de infeção por COVID-19, de que são exemplo a suspensão das visitas dos familiares às instalações dos lares, a separação das equipas e de espaços de trabalho, o reforço dos procedimentos de higienização e do uso de equipamentos de proteção individual, entre outras.
GaCS/SRSS
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Cientistas: Nenhuma evidência de que o COVID-19 forme imunidade coletiva

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Cientistas:
Nenhuma evidência de que o COVID-19 forme imunidade colectiva
21 de abril

A falta de dados inequívocos põe em dúvida muitas ideias de combate a uma pandemia, desde a formação da imunidade colectiva até o uso de testes de anticorpos com remoção parcial da quarentena. Os cientistas pedem que não confie na imunidade ao COVID-19 e que não abandone medidas restritivas até que uma vacina seja desenvolvida.

Apesar de o coronavírus SARS-CoV-2 ter sido foco de atenção de milhares de pesquisadores, eles ainda não têm resposta para a pergunta simples: é possível obter o COVID-19 novamente. Comoobserva Science Alert, os vírus transferidos geralmente dão imunidade a novas infecções – às vezes por toda a vida, como no caso do sarampo.
No entanto, os vírus RNA, que incluem o novo coronavírus, formam uma imunidade mais fraca.
Geralmente dura apenas alguns meses.

No caso do COVID-19, a imunidade não pode ser formada. Isso é indicado por numerosos casos na Coreia do Sul, quando pacientes que apresentaram resultados negativos nos testes de coronavírus durante a alta adoeceram novamente.
No entanto, isso não significa necessariamente reinfecção – talvez a doença simplesmente não tenha sido tratada e permaneceu inactiva.

A publicação de especialistas de Xangai, que analisaram a concentração de anticorpos em 175 pacientes que se recuperaram do COVID-19, atraiu grande atenção.
O nível de moléculas protectoras neles variou bastante e alguns anticorpos não se formaram.
No entanto, mesmo a presença de anticorpos não indica necessariamente imunidade ao coronavírus.

Por outro lado, experimentos com macacos mostraram que animais doentes com SARS-CoV-2 não são infectados pela exposição repetida ao vírus por pelo menos um mês.
E o parente mais próximo do coronavírus actual – o agente causador do SARS-CoV SARS – deu imunidade por uma média de três anos.

Assim, os dados sobre imunidade ao COVID-19 permanecem muito controversos.
Isso põe em questão o uso de anticorpos contra a infecção como marcador diagnóstico e tratamento.
É provável que os anticorpos para o novo coronavírus exacerbem o curso da doença, uma vez que os sintomas mais graves aparecem após o desenvolvimento.
Além disso, não está claro quais anticorpos dos pacientes combatem com mais eficiência o COVID-19 – aqueles que estavam à beira da morte e sobreviveram ou aqueles que tiveram a doença facilmente.

Enquanto isso, as autoridades de alguns países já começaram a falar sobre testes em massa de anticorpos, o que destacará os pacientes que se recuperaram.
E na Alemanha eles estão discutindo a introdução de “passaportes imunes”, que permitirá que as pessoas que se recuperaram do COVID-19 retornem ao trabalho.
No entanto especialistas alertam que sabemos muito pouco sobre o vírus para correr esse risco.
Além disso, os testes de anticorpos não são precisos o suficiente.

De acordo com a Harvard epidemiologista William Henedzha, o pressuposto sobre o pico iminente de uma pandemia é uma ilusão perigosa.
Na realidade, não existem pré-requisitos para melhorar a situação, mas a crise está apenas começando.

Отсутствие однозначных данных ставит под сомнение многие идеи борьбы с пандемией, от формирования коллективного иммунитета до использования тестов на антитела п….

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Отсутствие однозначных данных ставит под сомнение многие идеи борьбы с пандемией, от формирования коллективного иммунитета до использования тестов на антитела п….

ATLANTICOLINE SUSPENDE OPERAÇÕES SAZONAIS

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OPERAÇÃO SAZONAL DA ATLANTICOLINE PARA O VERÃO 2020 CANCELADA

“Foi, por isso, deliberado pelo Conselho do Governo, e após parecer da Autoridade de Saúde Regional, suspender, em 2020, a operação sazonal, dita ‘operação de verão’, de transporte marítimo de passageiros e viaturas entre as ilhas da Região.

Essa operação será retomada em 2021.

Recordo que, neste momento, encontram-se suspensas as ligações marítimas regulares de transporte marítimo de passageiros e viaturas entre as ilhas do Faial, Pico e São Jorge, exceto o transporte de carga e casos de força maior, desde que devidamente autorizados pela Autoridade de Saúde Regional.

A nossa expetativa é que, assim que for levantada a suspensão das ligações marítimas regulares, as mesmas possam ser retomadas e, de acordo com o horário de verão da Atlânticoline e recorrendo à sua frota própria, se possa realizar a operação entre as ilhas do Faial, Pico, S. Jorge e Terceira, bem como a operação entre as ilhas das Flores e Corvo.”

Texto completo: http://www.azores.gov.pt/…/Interven%c3%a7%c3%a3o+da+Secret%…

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teatro morreu Antonio Tarantino

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Morreu ontem em Turim, aos 82 anos, o dramaturgo italiano Antonio Tarantino, cuja obra Stabat Mater foi representada em Portugal por Maria João Luís, numa encenação de Jorge Silva Melo.

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  • Jorge Máximo Heitor Quem o desejar conhecer poderá ir aos Livrinhos de Teatro, editados pelos Artistas Unidos, na cidade de Lisboa.
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  • Jorge Máximo Heitor È morto a Torino, per arresto cardiaco, Antonio Tarantino, scrittore e drammaturgo. Aveva 82 anni. Era caduto tempo fa a casa, ricoverato in ospedale è morto nell’isolamento forzato per l’emergenza sanitaria, solo. Un po’ come aveva vissuto. (La Repubblica)
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COVID19 PACIENTES SEM SINTOMAS ATÉ SER DEMASIADO TARDE

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Luís Aguiar-Conraria
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“Even patients without respiratory complaints had Covid pneumonia. The patient stabbed in the shoulder, whom we X-rayed because we worried he had a collapsed lung, actually had Covid pneumonia. In patients on whom we did CT scans because they were injured in falls, we coincidentally found Covid pneumonia. Elderly patients who had passed out for unknown reasons and a number of diabetic patients were found to have it.
And here is what really surprised us: These patients did not report any sensation of breathing problems, even though their chest X-rays showed diffuse pneumonia and their oxygen was below normal. How could this be?
We are just beginning to recognize that Covid pneumonia initially causes a form of oxygen deprivation we call “silent hypoxia” — “silent” because of its insidious, hard-to-detect nature.
Pneumonia is an infection of the lungs in which the air sacs fill with fluid or pus. Normally, patients develop chest discomfort, pain with breathing and other breathing problems. But when Covid pneumonia first strikes, patients don’t feel short of breath, even as their oxygen levels fall. And by the time they do, they have alarmingly low oxygen levels and moderate-to-severe pneumonia (as seen on chest X-rays). Normal oxygen saturation for most persons at sea level is 94 percent to 100 percent; Covid pneumonia patients I saw had oxygen saturations as low as 50 percent.
To my amazement, most patients I saw said they had been sick for a week or so with fever, cough, upset stomach and fatigue, but they only became short of breath the day they came to the hospital. Their pneumonia had clearly been going on for days, but by the time they felt they had to go to the hospital, they were often already in critical condition.(…)A major reason this pandemic is straining our health system is the alarming severity of lung injury patients have when they arrive in emergency rooms. Covid-19 overwhelmingly kills through the lungs. And because so many patients are not going to the hospital until their pneumonia is already well advanced, many wind up on ventilators, causing shortages of the machines. And once on ventilators, many die.(…)There is a way we could identify more patients who have Covid pneumonia sooner and treat them more effectively — and it would not require waiting for a coronavirus test at a hospital or doctor’s office. It requires detecting silent hypoxia early through a common medical device that can be purchased without a prescription at most pharmacies: a pulse oximeter.
Pulse oximetry is no more complicated than using a thermometer. These small devices turn on with one button and are placed on a fingertip. In a few seconds, two numbers are displayed: oxygen saturation and pulse rate. Pulse oximeters are extremely reliable in detecting oxygenation problems and elevated heart rates.”

This is what I learned during 10 days of treating Covid pneumonia at Bellevue Hospital.

This is what I learned during 10 days of treating Covid pneumonia at Bellevue Hospital.
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  • Rosário Morujão Uma amiga médica com quem falei no início da pandemia aconselhou precisamente usar um desses aparelhinhos caso adoecesse, para monitorizar a oxigenação.
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  • João Pires da Cruz Lá vão as farmácias esgotar isso…

    Ana PintoAna Pinto replied

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  • Manolo Matos Pois! O facto de estarmos em casa em quarentena ajuda a disfarçar a “coisa”, 😠 . Ainda bem que tenho por hábito treinar uma hora na passadeira antes de começar o dia de trabalho. É impossível fazer exercício físico com oxigenações inferiores ao normal.
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Was Donald Trump bred in a Chinese laboratory to harm the United States?

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Aníbal C. Pires
tS8potns eoohrecradis

Não podia deixar de republicar.
Está um mimo.
😂😂😂😂😂😂😂😂

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David Eliah Michael Bollag

Was Donald Trump bred in a Chinese laboratory to harm the United States?
Der Postillon, April 20, 2020
Washington (dpo) – It sounds hard to believe – but, according to experts, it cannot be ruled out: More and more people suspect that Donald Trump may not have come into this world the natural way, but that he was bred in a Chinese laboratory to cause serious damage to the United States.
“The Chinese government is now acting as if it had nothing to do with the situation in the United States,” explains a user on the Facebook page Corona Truthers. “But is it really a coincidence that we now have a man in the White House who can hardly speak English and does everything possible to undermine a unified response to the crisis?”
Trump’s visual appearance is also fueling speculation: Some suspect that the US President’s unrealistic complexion and tangled hairstyle are due to the fact that Chinese scientists have no precise idea of what people from western cultures actually look like.
The first demands for compensation from China are already being made – demands that the People’s Republic has decidedly rejected.
Reputable scientists are rather cautious: “So far, we are assuming that Trump came into being naturally. However, we cannot completely rule out his creation in a Chinese laboratory,” explains biochemist Celine Smith-Garcia from the University of Washington .
Mutual blame is out of place anyway. “Currently, the most important task for the international community is to contain the consequences of Donald Trump as much as possible and to ensure that not too many people die because of him.”

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TIMOR PROFESSORES CONTAGIADOS

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O CASO DO CONTÁGIO DOS PROFESSORES – ALGUMAS NOTAS

O SARS-CoV-2, o vírus que causa a covid-19, é um coronavírus complicado, com muitas dúvidas ainda entre a comunidade científica sobre vários aspetos da sua natureza. Prazos de incubação, o facto de pessoas em contacto próximo não se contaminarem e a existência de um número indefinido de casos assintomáticos, eventualmente o principal vetor de risco, são algumas das questões que causam debates e suscitam dúvidas. Soma-se a isso teorias de conspiração, incertezas sobre condições de contágio, medos, ansiedades e demais e alguma falta de informação.

Daí que penso que seja oportuno detalhar alguns factos e eventuais questões adicionais no que toca ao caso dos docentes portugueses que estão infetados com a covid-19 em Timor-Leste. Este texto é feito com a informação disponível e tem por base dados anunciados oficialmente e outros confirmados ou desmentidos posteriormente.

A informação reconhece que a importação de casos e a existência de eventuais casos assintomáticos são, obviamente, os dois maiores fatores de risco. No caso das entradas, o processo de quarentena obrigatória a quem chega começou, na prática, a 22 de março, sendo que até lá – e mesmo alguns dias depois – entraram tanto por ar como por terra, tanto cidadãos nacionais como estrangeiros que não cumpriram a quarentena. Esse processo mais apertado só começou com o quase fecho das fronteiras aéreas e, posteriormente, terrestres. Desde aí quase 1550 pessoas concluíram a quarentena e cerca de 530 estão ainda em quarentena em locais do Governo ou confinamento obrigatório em casa.

COMEÇO PELOS FACTOS

1 – Timor-Leste tem atualmente 23 casos confirmados, dos quais 22 ativos e um recuperado. O recuperado é de um cidadão que chegou a Timor-Leste por via aérea. Os restantes são 20 de pessoas que entraram pela fronteira terrestre vindos da Indonésia e estavam de quarentena e dois são professores portugueses que estavam em Liquiçá.

2 – O Governo considera que, até ao momento, não há casos de contágio comunitário, mantendo apenas seis clusters – hotéis em Díli e o caso dos professores portugueses – ainda que não haja explicação, pelo menos para já, sobre as circunstâncias de contágio dos professores.

3 – Entre os portugueses, o primeiro caso é de uma professora que estava destacada em Liquiçá e que viajou para Portugal com mais de 200 portugueses e outros europeus num voo de repatriamento organizado para Portugal, onde chegou a 04 de abril. No dia seguinte sentiu alguns sintomas, a 05 de abril fez o teste e a 06 de abril o resultado positivo é confirmado.

4 – A confirmação do positivo foi dada a conhecer às autoridades timorenses por Portugal bem como aos quatro professores de Liquiçá que optaram por ficar (e o motorista que os acompanhava com mais proximidade), que já estavam a praticar medidas preventivas desde o encerramento das aulas, a 20 de março e que iniciaram um período de quarentena no mesmo dia, 06 de abril. Vários passageiros do voo indicam nunca terem sido contactados pela Direção Geral de Saúde em Portugal, mas vários outros, incluindo os cidadãos europeus, confirmam os contactos das autoridades portuguesas. De que haja conhecimento público não há até ao momento qualquer outro caso de pessoas infetadas entre os passageiros do voo.

5 – A 13 de abril os quatro professores e o motorista em Liquiçá são testados com todos a terem resultados negativos. A 19 de abril o Governo timorense anuncia que um deles está infetado e outro inconclusivo, depois de reanálise das amostras em Darwin e, finalmente a 21 de abril que o caso inconclusivo é afinal também positivo.

6 – Os dois professores infetados que estão atualmente em Vera Cruz, fizeram parte de um grupo de docentes que chegou a Timor-Leste a 28 de fevereiro, sendo distribuídos nos dias seguintes pelos vários municípios.

7 – A professora portuguesa que está infetada em Portugal chegou com um segundo grupo de docentes a Díli a 09 de março.

8 – Todo os docentes portugueses deram aulas até à decisão do fecho das escolas a partir de 20 de março. Essa informação foi confirmada por vários docentes.

9 – Alguns dos professores viajaram até Díli para reuniões e por outros motivos nas semanas antes do voo de repatriamento.

10 – As autoridades de saúde têm apertado a vigilância em Liquiçá, incluindo reforçando o rastreio nos postos médicos, e não há até agora qualquer indicio da presença comunitária da doença entre a população.

Estes são os factos. O resto, a partir daqui, é análise ou, eventualmente, conjetura.

Dada a distância entre as datas de chegada dos professores a Timor-Leste e a confirmação da sua infeção, a possibilidade de que os docentes tivessem trazido a doença consigo é remota. Nenhum manifestou sintomas e entre o grupo de docentes de Liquiçá há pessoas com contacto muito próximo com os docentes que continuam negativas. É improvável, mas, claro, não é impossível. O vírus comporta-se de forma estranha e pode demorar mais do que os 14 dias para se ‘mostrar’.

A ideia de que os casos da professora em Portugal e os dois docentes aqui não estão relacionados poderia ser uma infeliz coincidência, mas essa opção é, igualmente, pouco provável. Não é impossível, mas é claramente pouco provável.

Daí que o cenário mais provável seja de um contágio que ocorreu, eventualmente, entre algum dos docentes e uma pessoa assintomática em Díli. O risco de contágio assintomático é, claramente, o maior numa situação como Timor-Leste. Ainda que o país não seja um grande destino de turistas ou visitantes, a verdade é que nas semanas antes do fecho do país ao mundo houve muitos timorenses e alguns internacionais que viajaram para Díli. Muitos deles oriundos de países onde o vírus estava muito ativo e a utilizarem aeroportos que foram o principal centro de distribuidor da pandemia pelo planeta.

Seja como for e independentemente da origem, tentar ostracizar, estigmatizar, culpabilizar quem está infetado é estúpido e infantil. Aqui não há culpas. Quem está infetado não tem culpa de estar. Por isso é preciso o maior respeito a quem está a lutar com o facto de estar infetado como às centenas que ainda estão em quarentena ou preocupados com a doença. E, naturalmente, aos homens e mulheres que estão na linha da frente deste combate, especialmente em países como Timor-Leste onde as condições estão longe de serem as ideais.

A vigilância tem, por isso, que continuar. E as medidas preventivas também. É responsabilidade de todos.

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Há pelo menos 50 mil estudantes sem acesso a um computador com internet em casa

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Nem todos os alunos conseguem aprender a matéria escolar à distância. Em Portugal há pelo menos 50 mil estudantes sem acesso a um computador com internet em casa.

Source: Há pelo menos 50 mil estudantes sem acesso a um computador com internet em casa

DE JACARTA VEEM-SE OS MONTES

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Antonio Sampaio and Ann Turner shared a link.
Netizens have reported that Mount Gede Pangrango and Mount Salak, both in West Java, are visible from Jakarta weeks after calls for people to stay at home.

Netizens have reported that Mount Gede Pangrango and Mount Salak, both in West Java, are visible from Jakarta weeks after calls for people to stay at home.

osvaldo cabral dois mundos

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Osvaldo José Vieira Cabral
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Pierre Sousa Lima to Açores Global

DOIS MUNDOS

É cada vez mais evidente que o mundo dos políticos não é o mesmo dos cidadãos que os elegem.
Claro que nem todos são iguais, como em todas as actividades e profissões.
O problema está nos que assumem o topo dos cargos e agem, depois, em ruptura com o bom senso popular.
A polémica sobre as comemorações do 25 de Abril na Assembleia da República até poderia passar despercebida, quase como numa sessão normal do parlamento, não fosse a forma arrogante e exclusivamente com políticos como pretendem assinalá-la.
O Dia da Liberdade não é exclusivo dos políticos e muito menos da Assembleia da República e do seu presidente, que fez desta triste polémica mais um seu capricho político.
É um Dia do Povo, o tal “Povo unido que jamais será vencido”, e sem o Povo não é de bom senso apoderarem-se da data com os argumentos mais bolorentos de uma democracia madura.
Se o Povo não pode estar presente, se as recomendações são o do confinamento e se estamos a viver um momento crítico das nossas vidas, pretender levar por diante um acto cerimonioso apenas com políticos, não é só provocador, como um autêntico disparate, como muito bem afirma o socialista João Soares.
Há outras formas de celebrar a democracia, inclusivé, depois de passar esta crise sanitária, com uma grande festa popular.
Se até o Presidente da República já está a pensar em chamar os partidos políticos no sentido de os auscultar sobre um eventual adiamento das eleições nos Açores – o que não virá mal nenhum ao mundo, caso se mantenha o estado actual em que vivemos -, não se percebe esta ânsia em assinalar o Dia dos Cravos com o povo ausente.
São atitudes destas – estas sim – teimosas e autistas, que dão argumentos aos extremistas e populistas, alimentados pelos tiros nos pés de quem se espera uma faculdade de raciocínio mais clarividente, de acordo com o mundo real e não político.
São dois mundos distintos: um conspirador e outro inspirador. É só escolher.
25 de Abril sempre!

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RETORNO – Já todos se terão apercebido de que o retorno a uma total normalidade, nos próximos tempos, será impossível.
Mas é preciso ir preparando o futuro próximo, abrindo aquilo que é possível e regressando, de forma sempre ordenada e controlada, aquilo que for praticável na contingência.
Até porque ninguém sabe se vamos ser confrontados com uma segunda vaga de contágio, pelo que a forma gradual da abertura será sempre com muitas cautelas.
A preparação poderá começar pelo Hospital de Ponta Delgada, que se mostrou muito fragilizado na resposta a este surto em S. Miguel.
É preciso mais investimento e uma gestão hospitalar mais competente.
Os profissionais de saúde estiveram sempre no seu posto, com todo os sacrifícios conhecidos e com falta de material de protecção nos momentos iniciais, ao contrário dos seus administradores, que se remeteram, em casa, ao teletrabalho, em vez de estarem na frente da linha da frente.
Depois, nas portas de entrada e saída, nos aeroportos e nos voos da SATA, certamente que serão encontrados mecanismos de controlo apertado e seguro, exigindo-se a mesma segurança em instituições públicas, para que não aconteça este escândalo que foi a saída desordenada de reclusos, sem serem submetidos a testes.
Mais uma desorientação e desrespeito do Ministério da Justiça, com a estranha e habitual submissão regional, sem nenhum protesto ou reclamação.
Com a colaboração de todos, será possível respiramos mais um pouco.

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CORAGEM – O inquérito às empresas que o INE e o SREA revelaram esta semana é um exemplo motivador sobre a resiliência da classe empresarial açoriana.
Apesar do grave problema que estamos a enfrentar, 81% das empresas açorianas mantiveram-se em funcionamento (82% no continente) e apenas 19% decidiram encerrar, embora temporariamente (16% no continente) e nenhuma encerrou definitivamente.
É preciso uma grande dose de coragem empreendedora manter este cenário e, para que se prolongue, é preciso que o Governo Regional comece já a pensar em novas medidas para depois de Junho.
É imprescindível que se mantenham os postos de trabalho e se faça mais alguma coisa por aqueles que não estão totalmente protegidos, como os trabalhadores com contrato a termo certo ou os temporários sem contrato nenhum.
É preciso ouvir mais os parceiros sociais, empresários e trabalhadores, sob pena de ficarmos apenas pelas medidas desenhadas em gabinetes.
Os trabalhadores que estão em casa são os primeiros a serem atingidos pela nova austeridade, ao contrário do que diz o primeiro-ministro, pelo que devem ser, também, os primeiros a serem socorridos.
No meio de tantas histórias no empreendedorismo açoriano, ressalta a do empresário Vítor Câmara, verdadeiramente inspiradora, que encerrou temporariamente os seus quatro hotéis na costa norte de S. Miguel, que facturam anualmente 11 milhões de euros, com uma expectativa de facturar este ano apenas 500 mil euros, com 200 trabalhadores em lay-off e, mesmo assim, revelando-se optimista numa retoma do negócio quando voltarmos à normalidade, porque acredita que somos todos capazes.
Com gente assim, seguramente que os empresários açorianos vão continuar a gerar a riqueza de que é feita esta região.
Precisamos todos deles.

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85 ANOS – E no mundo empresarial há outra história que é justo valorizar.
Na passada segunda-feira, o Terra Nostra Garden Hotel, nas Furnas, um ícone do nosso turismo, assinalou 85 anos de existência
Relevo o tema porque, como já escrevi outrora, é neste início de Primavera que as Furnas se tornam no deslumbramento mais sublime, com a presença histórica e marcante do Terra Nostra.
Raul Brandão, no relato de “As Ilhas Desconhecidas”, dizia que “a verdadeira Primavera, aqui, é o Outono, em que cada árvore parece uma flor gigantesca e as Furnas tomam cores de outro mundo quimérico”.
Desfrutar este ambiente é um privilégio que já vem de longe, marcado por um americano chamado Thomas Hickling, então Consul dos EUA em S. Miguel, que construiu a sua residência de Verão, a “Yankee Hall”, no meio de 12,5 hectares de jardins, matas e lagos deslumbrantes, em 1775, hoje o Parque Terra Nostra, do Grupo Bensaúde.
Premiado internacionalmente, o Hotel Terra Nostra é outro orgulho que todos nós ostentamos como exemplo de uma escola histórica inigualável na nossa região, mantendo uma equipa de profissionais que honra qualquer povo.
É destas histórias de magia, mesmo num momento de confinamento, que também se faz a história da recuperação das adversidades da nossa região.
Parabéns Terra Nostra!

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 22/04/2020)

o comunicado da dir das prisões …e alguém mente

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pediram a …… sabiam da medida a……

Ponta Delgada, 21 de Abril de 2020

Esclarecimento do Governo dos Açores

Tendo em conta o teor da informação prestada pela Direção-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais à RTP/Açores, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, esta Direção-Geral havia recebido uma solicitação do Governo dos Açores para a realização de testes aos reclusos que são libertados no âmbito da situação provocada pela pandemia de COVID-19, o Governo dos Açores considera imprescindível tornar público o seguinte esclarecimento:

1. No dia 11 de abril, dia da entrada em vigor da lei que estabelece a libertação de reclusos no âmbito da pandemia COVID-19, a Secretária Regional da Saúde contactou telefonicamente os Diretores do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, solicitando-lhes que os reclusos a libertar nos Açores, ao abrigo dessa lei, apenas o fossem após a realização de teste de despistagem ao COVID-19.

Todos os procedimentos seriam realizados pelo Serviço Regional da Saúde.

2. No dia 12, endereçou uma mensagem de correio eletrónico aos dois Diretores dos EP situados na Região, fornecendo o contacto dos delegados de saúde concelhios de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada a fim de operacionalizarem a referida medida.

3. No mesmo dia 12, a Secretária Regional da Saúde recebeu uma mensagem de correio eletrónico do Diretor do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com conhecimento à Diretora do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, em que o mesmo informava que, após solicitar orientações ao Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais sobre o assunto, e o mesmo ter contactado a Diretora-Geral de Saúde, o entendimento era que “não se justificava a realização de testes aos reclusos”.

Na mesma mensagem, o mesmo Diretor, informava “que, caso V.Ex.ªs entendam pertinente, estou disponível para fornecer um contacto telefónico vosso aos reclusos que vierem a ser libertados, instruindo-os no sentido de, nos próximos dias, terem que obrigatoriamente contactar os vossos serviços, para os efeitos tidos por convenientes.”

4. Face a essa decisão, que impossibilitou o acesso aos estabelecimentos prisionais situados na Região Autónoma dos Açores para a recolha de amostras e realização de testes COVID-19 prévios à libertação, a Autoridade de Saúde Regional decidiu proceder à realização de testes aos ex-reclusos, uma vez estes postos em liberdade.

5. Face ao surgimento dos dois casos positivos de ex-reclusos provenientes do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, a Secretária Regional da Saúde insistiu no pedido de realização de testes ao COVID-19, pedido que foi aceite.

6. Assim, não corresponde à verdade a informação prestada à RTP/Açores pelo Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19.

7. O pedido do Governo dos Açores para esse efeito foi feito, pela primeira vez, telefonicamente, a 11 de abril, seguido de troca de mensagens de correio eletrónico, a 12 de abril.

Esse pedido foi recusado

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  • Eduardo Sarmento As competências do Governo Regional NÃO ABRANGEM esta àrea… NEM a das forças de segurança… NEM militares… NEM muitas outras, como se viu relativamente ao controlo das acessibilidades aéreas. “Dizer grosso”? seria como “uivar à lua numa noite de lSee more
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    • Eduardo Sarmento O GR não podia fazer nada para impedir a libertação… a não ser, talvez, ter logo “metido ao barulho” o “útil” Ministro da Republica e a própria Ministra da Justiça… e mesmo assim, apenas teria ficado com as “costas mais largas”. O GR não tem qualquSee more
  • Roberto Ávila Mas podia ter demonstrado oposição à medida… amen
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os reclusos nunca deveriam ter saído sem testes

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AUTONOMIA NO TERRENO

Na minha opinião, o Governo Regional nunca devia ter aceitado que os reclusos saíssem da cadeia de Angra do Heroísmo sem serem testados e devia também ter mexido de imediato os cordelinhos para que os testes fossem efetivamente feitos.

Este é um caso em que as coisas não podem ser tratadas com diplomacia.

O ministro da República não foi erradamente trazido à liça e o Governo Regional não entabulou prontamente contactos com o Governo da República para resolver o assunto, como era sua obrigação.

Dito de outra forma: em casa de alguém, alguém manda e o Governo Regional, mais uma vez, perdeu a oportunidade de demonstrar que a Autonomia se cumpre, mais do que na Constituição ou no Estado, na defesa, no terreno, do interesse dos açorianos.

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  • Constantino Silva Acabei de concluir que os estabelecimentos prisionais são “enclaves” portugueses nos Açores.
    Entreguem as chaves ao Catarino!
  • Carlos Costa Rita Souto Gonçalves, percebi que os reclusos foram testados ainda na prisão (Terceira), só se sabendo o resultado quando já estavam em S. Miguel. Consegues esclarecer?
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a dir ger de saude achou desnecessário fazer testes aos reclusos

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Quando a ” tia Gracinha” acha, estamos tramados!

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Víctor Alves

Cadeia de Angra: Polémica estalou e promete crispação entre Ponta Delgada e Lisboa.

DIRETORA GERAL DE SAÚDE ENTENDEU QUE NÃO ERA NECESSÁRIO FAZER TESTES AOS RECLUSOS LIBERTADOS NA TERCEIRA.

A DIREÇÃO-GERAL DE REINSERÇÃO E SERVIÇOS PRISIONAIS DIZ QUE SÓ HOJE RECEBEU SOLICITAÇÃO DO GOVERNO REGIONAL PARA FAZER TESTES AOS RECLUSOS, MAS O EXECUTIVO AÇORIANO DESMENTE E DIZ QUE PEDIU NOS DIAS 11 E 12 PARA QUE OS MESMOS FOSSEM TESTADOS.

O Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais afirmou esta noite à RTP/Açores que só hoje 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19. O governo de Vasco Cordeiro acaba de distribuir um comunicado em que garante ter contactado os estabelecimenrtos prisionais nos dias 11 e 12 do corrente e que recebeu como resposta que a Direção-Geral de Saúde, contactara a Diretora-Geral de Saúde sobre o assunto, e que esta entendeu que os testes aos reclusos não eram necessários.
Em comunicado distribuído esta noite, o governo de Vasco Cordeiro refere que “no dia 11 de abril, dia da entrada em vigor da lei que estabelece a libertação de reclusos no âmbito da pandemia COVID-19, a Secretária Regional da Saúde contactou telefonicamente os Diretores do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, solicitando-lhes que os reclusos a libertar nos Açores, ao abrigo dessa lei, apenas o fossem após a realização de teste de despistagem ao COVID-19.
1.Todos os procedimentos seriam realizados pelo Serviço Regional da Saúde.
2. No dia 12, endereçou uma mensagem de correio eletrónico aos dois Diretores dos EP situados na Região, fornecendo o contacto dos delegados de saúde concelhios de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada a fim de operacionalizarem a referida medida.
3. No mesmo dia 12, a Secretária Regional da Saúde recebeu uma mensagem de correio eletrónico do Diretor do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com conhecimento à Diretora do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, em que o mesmo informava que, após solicitar orientações ao Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais sobre o assunto, e o mesmo ter contactado a Diretora-Geral de Saúde, o entendimento era que “não se justificava a realização de testes aos reclusos”.
Na mesma mensagem, o mesmo Diretor, informava “que, caso V.Ex.ªs entendam pertinente, estou disponível para fornecer um contacto telefónico vosso aos reclusos que vierem a ser libertados, instruindo-os no sentido de, nos próximos dias, terem que obrigatoriamente contactar os vossos serviços, para os efeitos tidos por convenientes.”
4. Face a essa decisão, que impossibilitou o acesso aos estabelecimentos prisionais situados na Região Autónoma dos Açores para a recolha de amostras e realização de testes COVID-19 prévios à libertação, a Autoridade de Saúde Regional decidiu proceder à realização de testes aos ex-reclusos, uma vez estes postos em liberdade.
5. Face ao surgimento dos dois casos positivos de ex-reclusos provenientes do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, a Secretária Regional da Saúde insistiu no pedido de realização de testes ao COVID-19, pedido que foi aceite.
6. Assim, não corresponde à verdade a informação prestada à RTP/Açores pelo Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19.
7. O pedido do Governo dos Açores para esse efeito foi feito, pela primeira vez, telefonicamente, a 11 de abril, seguido de troca de mensagens de correio eletrónico, a 12 de abril. Esse pedido foi recusado”.

estão a fazer análises nas flores e corvo

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Porque estão a fazer analises nas Flores e Corvo e são considerados suspeitos? Alguém pergunta se são suspeitos ou se querem analise por outra razão.

Comments
  • Joao Tavares Por aquilo que me é dado a perceber, mesmo por aqui na zona onde vivo, basta um espirro, tossir mais um bocado, ter o nariz a pingar para começar a cisma. Correm logo para o hospital pedindo para serem testados. Deverá também estar a passar-se o mesmo por aí. Digo eu.
  • Ana Albuquerque Taveira depois do festival das sopas nos Mosteiros já fizeram testes à população ?
  • Joao Tavares Preparem-se para as domingas e festas do Espírito Santo. Vai ser uma coisa muito complicada.

Esclarecimento da Autoridade de Saúde Regional

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Esclarecimento da Autoridade de Saúde Regional

A Autoridade de Saúde Regional esclarece que os dois ex-reclusos que testaram positivo para COVID-19 saíram do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo e foram diretamente para o Aeroporto das Lajes para seguir para Ponta Delgada.

Chegados ao Aeroporto de Ponta Delgada, foram diretamente para a unidade hoteleira designada, em viatura indicada para esse efeito, onde foram testados e permanecem, desde essa altura, em confinamento obrigatório.

Este foi o único percurso efetuado por estes dois ex-reclusos desde o momento em que deixaram o Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo até ao momento em que deram entrada na referida unidade hoteleira em Ponta Delgada.

Sonia Borges de Sousa
Na sequência da situação verificada com dois ex-reclusos, que chegaram a Ponta Delgada provenientes de Lisboa e que foram autorizados pelo Delegado de Saúde de Ponta Delgada a deslocar-se ao concelho da Ribeira Grande, em incumprimento do confinamento obrigatório em unidade hoteleira a que tinham de estar sujeitos, a Secretária Regional da Saúde exonerou, com efeitos imediatos, o referido Delegado de Saúde, Eduardo Cunha Vaz.

Para este cargo, e com efeitos a partir de hoje, foi nomeada Larisa Shogenova, médica assistente de Saúde Pública na Unidade de Saúde da Ilha de São de Miguel desde 2018.

A nova Delegada de Saúde de Ponta Delgada fez o Curso de Especialização em Saúde Pública e o Mestrado em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa.

Colabora, desde 2014, na Formação dos Internos de Formação Geral.

O seu estágio de Investigação Epidemiológica em Saúde Pública foi dedicado ao surto de tosse convulsa na região de Lisboa e Vale do Tejo durante o ano de 2012.

Ao longo da sua carreira participou em diversos estudos de âmbito epidemiológico e liderou vários projetos de intervenção no âmbito da Saúde Pública.

Tem formação na área de Auditoria em Saúde Pública e Sanidade Internacional e Medicina de Viagens.

Larisa Shogenova é licenciada em Medicina pela Universidade Estatal de Kabardia-Balkária de H. M. Berbekov, Nalchik, na Rússia, em 2003.

Recorde-se que a Autoridade de Saúde Regional já esclareceu que, relativamente a outros dois ex-reclusos que testaram positivo para COVID-19, estes saíram do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo e foram diretamente para o Aeroporto das Lajes para seguir para Ponta Delgada.

Chegados ao Aeroporto de Ponta Delgada, foram diretamente para a unidade hoteleira designada, em viatura indicada para esse efeito, onde foram testados e permanecem, desde essa altura, em confinamento obrigatório.

Este foi o único percurso efetuado por estes dois ex-reclusos desde o momento em que deixaram o Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo até ao momento em que deram entrada na referida unidade hoteleira em Ponta Delgada.

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