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Tem sido a pessoa mais próxima de Kim Jong-un desde que ele assumiu o poder em 2011. A menina que sonhava ser bailarina poderá em breve ser a nova líder da Coreia do Norte.
Source: Quem é Kim Yo-jong, a irmã mais nova do lider norte-coreano? – DN
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O JN apurou que os estudantes do 11.º e 12.º anos voltam às aulas presenciais a 18 de maio e as creches voltam a abrir a 1 de junho. O pequeno comércio local abre a 4 de maio e o grande reabre a 1 de junho.
Source: 11.º e 12.º anos voltam às aulas presenciais a 18 de maio e creches abrem a 1 de junho – JN
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A train thought to belong to Kim Jong-un has been spotted at his compound in a resort town on the country’s east coast, according to satellite images, amid conflicting reports about the North Korean leader’s health and whereabouts.
Images reviewed by 38 North, a Washington-based North Korea monitoring project 38, showed that the train had been parked at the “leadership station” in Wonsan since at least 21 April.
Citing an analysis of recent satellite photos of the area, 38 North said the 250m-long train was not present on 15 April but was seen on both 21 and 23 April. The site said the train appeared to have been repositioned for departure on the latter date, but added that there had been no indication of when it might leave. The station is reserved for the use of the Kim family, it added.
“The train’s presence does not prove the whereabouts of the North Korean leader or indicate anything about his health but it does lend weight to reports that Kim is staying at an elite area on the country’s eastern coast,” the 38 North report said. (The Guardian)

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Olhem só para a fotografia, o resto não interessa.
A pergunta é: Como se passa a garrafa de vinho?😉

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A similar pattern – rapid increase in infections to a peak in the sixth week, and decline from the eighth week – is common everywhere, regardless of response policies
Source: The end of exponential growth: The decline in the spread of coronavirus | The Times of Israel
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O QUE SOMOS E O QUE QUEREMOS DA EUROPA?
í é ã ?
Pedro Santos Guerreiro
Expresso, 25.04.2020
Nem mais nem menos Europa, nem ruturas nem renascimentos — a Europa desenha a resposta à pandemia para continuar a ser o que é. Não parecemos muito incomodados, no fundo queremos mesmo é mais dinheiro, nesta fantasia também portuguesa de que a UE é “o dinheiro de Bruxelas” em vez de um projeto político. Estamos bem um para os outros: mal uns com os outros.
A resposta da UE está a ser o que aqui supus há três semanas, com o otimismo de quem anseia alívio e sem a euforia de quem espera transformação: vamos salvar-nos da crise com medidas complexas que assim enganem as opiniões públicas quanto ao que verdadeiramente são e quanto à pulsão nacional de chamar vitórias ao que não são derrotas.
De zero a cinco, em que zero seria cada um por si e a destruição da União e cinco os eurobonds e a refundação da Europa, a resposta está hoje entre o 2 e 4: o estaleiro naval irá construir o maior cargueiro de sempre para biliões de euros, que mais não é do que a emissão conjunta de dívida que se reclamava mas como tal não é nomeada. Falta decidir o tamanho da carga, o custo de transporte, a rota, a duração da viagem. Mas o mais importante é se os Estados terão acesso a dinheiro sob a forma de empréstimos (mais baratos do que em mercado mas sobrecarregando a dívida pública), se como subvenções (a fundo perdido), ou se com as duas componentes (como parece provável).
Já temos mutualização do risco, portanto. Agora decide-se quem paga. Só que toda esta conversa sobre dinheiro ignora o mais importante, as opções políticas que lhe subjazem. Cuidado com o que desejas: queríamos eurobonds, por exemplo, sem perceber que isso implicaria na prática que a Alemanha assumisse o controlo da UE. Queremos subvenções em vez de empréstimos, e portanto um orçamento europeu maior do que este mindinho do pé, sem exigir que isso se transforme numa oportunidade para políticas económicas abrangentes e para impostos mais justos sobre grandes empresas, multinacionais, indústrias poluentes ou grandes fortunas que hoje se evadem facilmente para paraísos fiscais ou praças financeiras “ótimas” dentro da própria UE, na Holanda ou no Luxemburgo.
A Europa vai sobreviver à crise económica com uma “resposta conjunta”, com suporte no BCE, medidas do Eurogrupo (Mário Centeno teve uma vitória esta semana com a aprovação do seu plano), com reequilíbrios políticos (não é indiferente o Reino Unido estar agora de fora, assim deixando a Alemanha sem aliado poderoso contra a pressão da França, Itália e Espanha) e tratando os eleitores nacionais como tolos.
O que incomoda é continuarmos a pensar a UE como se fosse apenas a UEM, moeda comum em vez de política franca, como se ser europeu fosse disputar milhões e quinhões, desde que enviem envelopes nós construiremos e destruiremos as estratégias que o seu fastio decidir.
No poema ‘Morte ao Meio Dia’, sobre o português que “vende a vida e verga sob a enxada”, Ruy Belo conclui que “o meu país é o que o mar não quer”. Cinquenta anos depois desse poema em ditadura, pergunto-me perguntando-lhe se nesta vida à meia-noite somos o país que arrendou o desenho de futuro à UE sem sequer o influenciarmos ou nos encontrarmos nele, sem reivindicar mais do que dinheiro, sem oferecer menos do que a decisão do que seremos.
Somos melhores como povo do que fortes como sociedade. E a política, que é só todo o futuro, afadigou-se em ser suserana boa aluna da lição apressada que nem nos querem empenhadamente dar. Pergunto-me perguntando-lhe, pois, se o seu país é o que a Europa quer — ou pior, se o seu país é o que a Europa não quer.

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As the lockdown is just starting to relax in Spain, entrepreneurs are entering the business of transparent walls to separate customers and cameras that detect their fever.

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https://www.youtube.com/watch?v=wN7Pts3zTig
Scène surréaliste ce samedi soir à Montmartre (18e) : une trentaine de personnes se sont déhanchées au son de « Laissez-moi danser » de Dali
Source: Paris : ils s’auto-déconfinent au son de Dalida – Le Parisien
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“Supreme Leader Kim Jong Un died today (saturday) of complications from heart surgery that lead to cardiac arrest. Effective at 12:00 PM today I will assume the office of Supreme Leader and Chairman of the Workers’ Party of Korea”. Tweet colocado em nome de Kim Yo-jong. Uma verdade ou uma campanha de desinformação? Fake news?

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