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Sao Jorge 2016 xvid – YouTube
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Enquanto aguardamos a resposta da Direção Regional da Cultura à contraproposta por nós apresentada, há cerca de quatro meses, respeitante ao protocolo a celebrar entre a entidade proprietária da “Espalamaca” e a nossa Associação, eis o ponto da situação do projeto “Espalamaca a navegar”, elaborado pela pena Dr. José Lourenço, nosso ilustre associado, publicado na edição de hoje do “Diário Insular”.
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Uma bruxa italiana dança na praça principal de Salento (Itália) durante a quarentena para afastar e exorcizar as forças maléficas do coronavírus
A dançarina é chamada de a “Strega Pizzica” (Bruxa Dançarina) e queria banir o mal do Covid-19 de sua terra com a sua dança, sua arte.
No dia 17 de abril por volta das 19:00 na Piazza Sant’Oronzo, veio uma esplêndida melodia de Salento que de repente quebrou um silêncio surreal. Na praça uma cena fantástica, uma dançarina vestida de preto dançou a pizzica bem no mosaico da famosa “Lupa di Lecce”, símbolo da cidade. Talvez este seja o símbolo de Pizzica, exorcizando esse período triste com a dança, dançando freneticamente ao pôr do sol na praça central de Sant ‘Oronzo, acreditando que amanhã tudo acabará e que voltaremos a abraçar todos nós novamente, com o calor que distingue o povo Salentino.
Pizzica é uma dança folclórica italiana popular , originária da península de Salento na Apúlia e depois se espalhou por todo o resto da Apúlia e pelas regiões da Calábria e da Basilicata oriental.
A Pizzica é uma dança capaz de falar sobre sentimentos vida e esperanças antigas. Ele está relacionado à Pizzica o fenómeno da “tarantismo”, entendida como exageros de opressão, ansiedade e medo. O tarantismo, como ritual, tem raízes nos antigos mitos gregos. Alegadamente, as vítimas que desmaiavam ou estavam em convulsão começavam a dançar com a música apropriada e eram revividas como se uma tarântula as tivesse mordido. A música usada para tratar a mania da dança parece ser semelhante à usada no caso do tarantismo, embora pouco se saiba sobre eles.
Um relato sobre a tarantela (dança típica italiana) que provém a Pizzica:
“Uma convulsão enfureceu a estrutura humana […]. Comunidades inteiras de pessoas se uniam, dançavam, pulavam, gritavam e tremiam por horas […]. A música parecia ser o único meio de combater a estranha epidemia […] animada e estridente, tocada em trompetes e quinze, animando os dançarinos; harmonias suaves e calmas, graduadas de rápida a lenta, de alta a baixa, provam ser eficazes para a cura.”

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Uma Autonomia ferida
Parece cada vez mais consensual que a Autonomia Política que temos não é aquela que todos almejamos.
A constituição de uma CEVERA – a preguiçosa comissão parlamentar para produzir uma reforma da Autonomia – é o exemplo desse descontentamento a nível dos agentes políticos, mas foi preciso uma pandemia para que o povo percebesse que, afinal, quando queremos impor regras cá dentro, em defesa da nossa saúde, o Terreiro do Paço não deixa, alegando a “continuidade territorial” e os travões que a Constituição consagra.
Temos, portanto, uma Autonomia ferida, senão mesmo incompleta, apesar da sua implementação que se confunde com os 16.500 dias de Liberdade, desde Abril de 74.
O mais curioso é que reagimos contra o centralismo conforme os maus humores dos nossos governantes.
Na primeira fase da Autonomia tivemos o protesto original dos “óculos escuros e gravatas pretas”, que depois resultou numa troca de palmadas nas costas e ficou tudo esquecido.
Nesta segunda fase temos uns arrufos e uns recados inflamados, mas depois voltam todos à tradicional submissão a Lisboa e às suas lideranças nacionais.
Faz agora quatro anos Vasco Cordeiro alertou os açorianos para estarem “vigilantes e prontos para os inimigos da Autonomia”, revelando grande preocupação com os “autonomistas de fachada de cá” e pedindo que os açorianos se mantivessem “vigilantes e prontos face aos antiautonomistas confessos de lá”, defendendo, intransigentemente, “a nossa capacidade e o nosso direito de sermos nós, açorianos, os senhores do nosso destino”.
Daí para cá, porque a cor do governo mudou, palmadinhas nas costas…
Nos últimos meses fomos violentamente agredidos na nossa dignidade de escolha perante as provocações de António Costa, Marcelo e o ministro mimado Pedro Nuno Santos.
A submissão com que reagimos a estas atitudes “políticas firmes” diz bem do grau de Autonomia que temos, por mais alertas para estarmos “vigililantes” e sermos “os senhores do nosso destino”.
O Dia dos Açores que assinalamos amanhã nunca foi tão cruelmente representativo como vai acontecer com as cerimónias oficiais, confinadas a uma participação virtual.
Uma Autonomia virtual, que nos vai embalando com o derramar de pacotes de subsídios do Estado e da Comissão Europeia, como vai acontecer mais uma vez, para amolecer os “açorianos vigilantes”.
Até quando não vamos ser senhores do nosso destino?
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 31.05.2020)
— with Osvaldo José Vieira Cabral.

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Opinião de Carlos Morais José, no jornal Hoje Macau de 29 de Maio de 2020.
Até que enfim.
Os constantes pedidos de independência para Hong Kong por parte dos activistas, bem como as deslocações de delegações a Washington e outros países, no sentido de motivar uma intervenção internacional na ex-colónia britânica são mais do que motivos para justificar a aprovação da lei de segurança nacional para Hong Kong por parte da Assembleia Popular Nacional.
Assim, Pequim está a garantir a integridade territorial da China que se encontra explicitamente ameaçada pelas reivindicações exibidas nos protestos de Hong Kong.
Logo, trata-se de um assunto de defesa nacional, uma atribuição do país consagrada na Lei Básica, portanto de uma acção legal e não ilegal, como alguns iluminados consideram.
Claro que se chegou a este ponto depois da RAEHK se ver paralisada durante vários meses e a violência emergir regularmente por parte dos activistas, tendo encontrado uma reacção tímida do lado da polícia local.
Sendo regulamentada a lei, o governo de Hong Kong tem finalmente dentes para acabar com esta situação, altamente prejudicial para as suas gentes e estabelecer um clima pacífico que permita o regresso da normalidade, ao abrigo do segundo sistema, isto é, garantindo os direitos cívicos e políticos expressos na Lei Básica.
Até que enfim.

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Informação – Praia da Viola
Informamos que a partir do mês de Junho, e com a abertura da época balnear no concelho da Ribeira Grande, a praia da Viola será vigiada por um nadador salvador aos fins-de-semana e feriados.
