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Palavras dum médico


CORONAVIRUS DIZ:
Partam-me a cremalheira ( os dentes), que já é pouca, mas não gozem comigo!…vou vestir o meu fato de banho e, de imediato, apanhar sol na praia…
Não me façam mais testes, se não tiver sintomas, porque os exames pedem-se para confirmar um diagnóstico e, por acaso, posso dar positivo apenas porque um segmento do meu RN foi detetado e replicado, mas não infeto ninguém.
Juro-vos que sem quebrar a regras ( que já todos estamos fartos de as conhecer) eu vou para o futebol, para as festas e romarias, para as feiras e centros comerciais…e juro-vos que vou usar máscara, se necessário.
Não vou tossir, espirrar ou tossir para cima de seja quem fôr…
Se tiver tosse ou febre…juro-vos que não saio de casa…mas deixem-me em paz!…deixem-me trabalhar porque já nem sequer ganho para pão e àgua…
Mandem os meus filhos para a escola…
Não me digam mais que eu sou o responsável por todas as mortes quando eu sei que, hoje,matei 6 pessoas que não podiam com uma gata pelo rabo e que de outras doenças, hoje, morreram 300 pessoas…
Façam de mim uma doença igual, para melhor, que muitas outras…
Como pode haver tantos doentes de teste quando o número de óbitos diminui?…
No início, compreensível porque pouco se sabia, acagaçaram-me com cartazes de “ vida ou morte” e com as cenas do prof. MARCELO…
Agora acagaçam-me com os testes ( a quem interessará tal coisa quando vemos que o vírus, existindo, partiu pela espinha…)…
Eu vi!…vi um teste positivo, numa instituição, que impediu a efetuação de um tratamento…
O utente repetiu o teste, de imediato e deu negativo…
Repetiu novamente, para tirar teimas, e deu novamente negativo ( sempre esteve assintomático)…
Entretanto aquele teatro do isolamento!…a mãe velhinha que coabitava com o utente, posta em desassossego…
Os contactos todos acagaçados…
Passados 15 dias nada aconteceu e tudo deu em águas de bacalhau, tal como tantos outros deram…e tantos pobres se fizeram….e tantas inimizades se criaram…e tantos avós morreram de saudades pelos netos…
NÃO TENHAM MEDO!…MANDEM FODER O VÍRUS…
NÃO QUEBREM AS REGRAS PORQUE ISSO SERÁ O SUFICIENTE PARA QUE A PANDEMIA VIRICA SEJA CONTROLADA SEM DEIXAR ATRÁS UMA PANDEMIA MUITO PIOR…a pandemia da pobreza, a pandemia do descalabro da mona e a pandemia dos sociopatas…
…vou terminar com uma tristeza do carago!…não é que puseram o PROF MARCELO a fazer a conferência, COVID, de hoje ?…
Lembrem-se que hoje morreram 6 de COVID, numa idade igual à média da esperança de vida, e morreram +- 300 de outras doenças, algumas esquecidas…
A história, um dia, me absolverá…
A história me absolverá mas não ressuscitará os que morreram sem ter que morrer…
…é a vida!…
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Opção da Secretaria da Educação comunicada já ao Sindicato dos Professores da Região Açores

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Copiado dum mural no FB
Janeiro: o vírus é na China. Nem se transmite a humanos.
Fevereiro: lol, Portugal tem zero casos.
Março: esta merda tá feia. Vamos ficar todos bem desde que não usemos máscara.
Abril: FICAR EM CASA, FICAR EM CASA, FICAR EM CASA.
Maio: é importante ficar em casa, mas ir à rua. Cuidado com o 5G que altera os genes do Bill Gates que transporta o vírus (qq coisa desse tipo) ponham máscara, mas só se tiverem que meter. Trabalhem, mas sem ir pro trabalho. Crianças em casa a não ser que não possam. O vírus é mentira inventada pelo lobby farmacêutico (mês do crlh…!)
Junho: IR PRA RUA IR PRA RUA. PRAIA e SHOPPINGS. Yey.
Julho: turismo, semáforos de praia, amontoados, cerca sanitária a Lisboa, chegada de aliens.
Agosto: AVECs por todo o lado. Vírus em altas mas que se fod@. Bares abertos, festas aos montes. Descoberta de segunda lua, 3 unicórnios e a Maddie viva.
Setembro: ninguém vai à escola com medo do vírus (agora da jeito ter medo). Fecho de fronteiras, quarentena em cima da malta. Tudo em casa a curtir a telescola. Gatos começam a dominar o planeta.
Outubro: descoberta de cura para o covid fumando as tirinhas da banana.
Novembro: listas de espera nos psicólogos de 350 anos. Aliens concorrem a presidente nos EUA e ganham as eleições. D. Sebastião finalmente aparece.
Dezembro: finalmente..o meteorito. Acaba o papel higiénico dos supermercados. 😜👍🔝
Booom diiiaaaa!!!!
In L.P.
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O Código de Trabalho é claro no que respeita às despesas do teletrabalho. O trabalhador não tem obrigação de ter ou ceder os seus equipamentos para a realização do teletrabalho. Como até hoj…
Source: As despesas do E@D são por conta do estado, não do professor – Blog DeAr Lindo
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EUA – UMA POLÍCIA PERIGOSA
Dados de diferentes estudos comprovam que a polícia norte-americana dispara, mata e aprisiona mais vezes por comparação com outros países. Em 2018, mais de mil pessoas morreram às mãos da polícia nos EUA, enquanto no Reino Unido há a registar apenas três vítimas. Para além disso, os afro-americanos têm três vezes mais probabilidade de serem vítimas de violência policial nos EUA e representam um terço da população prisional do país.
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Vergonha!!
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LÁGRIMA DE PRETA
Escreve José Silva Pinto no seu portal:
·
Nesta hora de protesto contra o racismo (melhor: contra todos os racismos!), trago aqui este belo poema de António Gedeão (por acaso também o meu saudoso professor de Física e Química, Rómulo de Carvalho, no Liceu Pedro Nunes, há mais de sessenta anos).
Fiquem, então, com o poema – que é o que importa!
Lágrima de preta
Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
ANTÓNIO GEDEÃO, in LÁGRIMA DE PRETA

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UMA VERDADE INCONVENIENTE
Diário do Povo, online. Pequim 04.06.2020 14h46
“Quanto tempo ainda vai durar o crime de Fort Detrick?
Em setembro de 1971, considerando a assustadora ameaça das armas biológicas e bacteriológicas à sociedade humana e ao meio ambiente, 12 países apresentaram à 26ª Assembleia Geral das Nações Unidas o projeto de Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas. O texto da Convenção foi aberto para assinatura em abril de 1972 e entrou em vigor em março de 1975, contando com 183 Estados-partes até agora. A Convenção proíbe a utilização e exige a destruição de todas as armas bacteriológicas (biológicas) e toxinas. Dado que a Convenção carece de um mecanismo de verificação, a comunidade internacional trabalha há décadas para negociar um protocolo de verificação. No entanto, esta negociação tão importante está bloqueada unilateralmente pelos EUA, sob o pretexto de ser uma “ameaça à segurança nacional americana”. Por que os EUA fazem isso? Será que os EUA implementarão de boa-fé a Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas e abandonarão o programa de armas biológicas que eles vêm perseguindo há muitos anos? Em várias ocasiões, foi revelado pelas Forças Armadas e agências de inteligência da Rússia e de outros países que os EUA estabeleceram mais de 200 laboratórios biológicos de uso militar e civil no mundo inteiro em nome do combate ao terrorismo bioquímico, e que não pode ser excluída a possibilidade de que esses laboratórios estejam desenvolvendo armas biológicas.Os pecados de Fort Detrick vão muito além disso. Entre julho e agosto de 2019, Fort Detrick, onde tinha acontecido vazamentos de vírus antes, teve mais dois vazamentos, e foi fechado após avaliação do Centro para Controle e Prevenção das Doenças (CDC) dos EUA. Logo depois, uma “pneumonia desconhecida” apareceu no Estado de Maryland, seguida por um nível sem precedentes de atividade de influenza em todo o país, na qual havia, de fato, muitos casos confirmados de Covid-19. O governo dos EUA censurou rapidamente as notícias e reportagens sobre os vazamentos e o fechamento do laboratório. Atualmente, há cada vez mais pessoas que suspeitam da ligação estreita entre a pandemia de Covid-19 e o Laboratório Bioquímico de Fort Detrick, e exigem fortemente uma investigação internacional ao laboratório, que foi recusada pelos EUA.
Carregando sobre si pecados históricos hediondos, e enfrentando a preocupação real da comunidade internacional com a Covid-19, Fort Detrick deve ao mundo uma explicação !”
Li Yang
Cônsul-geral da China no Rio de Janeiro

Diário do Povo, online. Pequim 04.06.2020 14h46
“Quanto tempo ainda vai durar o crime de Fort Detrick?
Em setembro de 1971, considerando a assustadora ameaça das armas biológicas e bacteriológicas à sociedade humana e ao meio ambiente, 12 países apresentaram à 26ª Assembleia Geral das Nações Unidas o projeto de Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas. O texto da Convenção foi aberto para assinatura em abril de 1972 e entrou em vigor em março de 1975, contando com 183 Estados-partes até agora. A Convenção proíbe a utilização e exige a destruição de todas as armas bacteriológicas (biológicas) e toxinas. Dado que a Convenção carece de um mecanismo de verificação, a comunidade internacional trabalha há décadas para negociar um protocolo de verificação. No entanto, esta negociação tão importante está bloqueada unilateralmente pelos EUA, sob o pretexto de ser uma “ameaça à segurança nacional americana”. Por que os EUA fazem isso? Será que os EUA implementarão de boa-fé a Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas e abandonarão o programa de armas biológicas que eles vêm perseguindo há muitos anos? Em várias ocasiões, foi revelado pelas Forças Armadas e agências de inteligência da Rússia e de outros países que os EUA estabeleceram mais de 200 laboratórios biológicos de uso militar e civil no mundo inteiro em nome do combate ao terrorismo bioquímico, e que não pode ser excluída a possibilidade de que esses laboratórios estejam desenvolvendo armas biológicas.Os pecados de Fort Detrick vão muito além disso. Entre julho e agosto de 2019, Fort Detrick, onde tinha acontecido vazamentos de vírus antes, teve mais dois vazamentos, e foi fechado após avaliação do Centro para Controle e Prevenção das Doenças (CDC) dos EUA. Logo depois, uma “pneumonia desconhecida” apareceu no Estado de Maryland, seguida por um nível sem precedentes de atividade de influenza em todo o país, na qual havia, de fato, muitos casos confirmados de Covid-19. O governo dos EUA censurou rapidamente as notícias e reportagens sobre os vazamentos e o fechamento do laboratório. Atualmente, há cada vez mais pessoas que suspeitam da ligação estreita entre a pandemia de Covid-19 e o Laboratório Bioquímico de Fort Detrick, e exigem fortemente uma investigação internacional ao laboratório, que foi recusada pelos EUA.
Carregando sobre si pecados históricos hediondos, e enfrentando a preocupação real da comunidade internacional com a Covid-19, Fort Detrick deve ao mundo uma explicação !”
Li Yang
Cônsul-geral da China no Rio de Janeiro
(a foto é de pesquisa minha no Google e vem de “Vermelho – A esquerda bem informada”)
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Pacientes deixam de infetar os outros após 11 dias com a doença, mesmo que teste continue a dar positivo.
Um novo estudo de Singapura concluiu que os pacientes, depois de 11 dias do diagnóstico da Covid-19, já não infetam outras pessoas, mesmo que testem positivo.
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Uma pessoa infetada com o Sars-CoV-2pode contagiar outras cerca de dois dias antes do aparecimento dos primeiros sintomas e, a partir daí, mantém esse potencial infeccioso durante sete a dez dias. A partir daí não pode transmitir a doença, mesmo que os testes continuem a dar positivo. Esta foi a conclusão de um grupo de cientistas do Centro Nacional de Doenças Infecciosas e da Academia de Medicina de Singapura, num estudo recém-publicado.
No documento, os investigadores mencionam vários estudos já realizados. “Com base nos dados e estudos desde o início da pandemia de Covid-19, o período infeccioso [do coronavírus] em indivíduos sintomáticos pode começar cerca de dois dias antes do início dos sintomas e persistir de sete a dez dias após o início”.
Os investigadores examinaram a carga viral de 73 pacientes com coronavírus para verificar esta teoria e comprovaram que mesmo com testes positivos e até em pacientes sintomáticos, após o 11º dia, a carga viral não é suficiente para transmitir o vírus a outra pessoa.
Os investigadores acrescentam ainda que “a replicação viral ativa diminui rapidamente após a primeira semana e o vírus viável não foi encontrado depois da segunda semana da doença”, realçando que estes novos dados permitem aprofundar o conhecimento sobre a Covid-19.
Os cientistas esperam ainda que esta pesquisa possa ajudar os hospitais a ter um maior controlo sobre o momento de dar alta aos pacientes internados. Segundo o The Straits Times, o Ministério da Saúde já foi informado dos resultados deste estudo. Se estes novos dados forem considerados seguros, mais de 80% dos pacientes poderão voltar para casa após 11 dias de doença.
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