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Madonna della Corona
historic mountainside church, circa 1625
Verona, Italy
For centuries, all the construction materials for it were brought up there by hand.
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Madonna della Corona
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Verona, Italy
For centuries, all the construction materials for it were brought up there by hand.
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“contraria ainda o argumento de António Costa de que Portugal apresenta mais casos positivos porque realiza mais testes”
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Félix Rodrigues
17 mins ·
O número diário de infectados por SARS-CoV-2 em Portugal continua a crescer. Hoje ultrapassamos a marca do 40 000 infectados (40134 casos), numa clara segunda vaga de infecção comunitária na Região de Lisboa e Vale do Tejo. Há a registar apenas 3 óbitos, pelo que a letalidade diária continua baixa (0,81%). A letalidade global do país situa-se nos 3,87% e tem vindo a baixar de forma sustentada. Totalizam-se hoje 1553 óbitos no país por Covid-19. Não nos parece que esteja a ocorrer um fenómeno de ocultação do número de mortes em Portugal à semelhança do que ocorreu em Espanha, uma vez que neste período não se está a registar um acréscimo da mortalidade geral relativamente a anos anteriores. O número de infectados na Grande Lisboa já ultrapassou o número de infectados no Grande Porto.
Por vezes achamos que a pandemia acaba como começou e talvez por isso se ache que a Champions poderá marcar esse ponto ou que podemos voltar ao ginásio sem precauções adicionais. É improvável que o mundo pós COVID-19 volte a ser o que era. Como nos estamos a preparar para ele? Apostando no mesmo que fazíamos antes? Penso que tal não será possível.
Muitas tendências já estão em andamento na economia global e estão a ser aceleradas pelo impacto da pandemia. Os casos diários a nível mundial continuam a acelerar (só ontem tivemos cerca de 165 mil novos casos), os Estados Unidos estão no início de uma nova vaga (já tem 2,3 milhões de infectados), o Brasil continua com a infecção acelerada (cerca de 1,2 milhões de infectados) e a Rússia, a India, o Reino Undo, o Perú e o Chile já tem mais infectados do que Espanha.
Tal como referia ontem, estimava-se que a Ucrânia passasse à frente de Portugal em número absoluto de infectados e de facto assim aconteceu (tinha ontem 39852 casos de infecção e 1061 óbitos com tendência crescente maior do de a portuguesa). Somos agora perseguidos pelo Iraque (com 38,43 milhões de habitantes) e uma acumulado de 34502 infectados e 1251 óbitos por Covid-19. Esta não é uma infecção do primeiro mundo, segundo ou terceiro, trata-se de uma infecção global que teima em não baixar porque somos incapazes de ter estratégias regionais, nacionais ou mesmo internacionais para combater o vírus. Assim, com cada um está a olhar para o seu umbigo, uns mais do que outros, será por aí que o vírus tenderá a entrar.
A nova ordem económica passará cada vez mais pela economia digital, pelo trabalho remoto, pela educação à distância, pela telemedicina e serviços de entrega ao domicílio. Essas são tendências que deveriam já estar a ser pensadas para se evitarem grandes impactos económicos em economias frágeis como a nossa. Haverá certamente mudanças estruturais nas sociedades e prevê-se que haja um grande incremento da regionalização das cadeias de distribuição. Enquanto pensamos em fechar-nos ou em quando voltamos a confraternizar como antes, devíamos estar a pensar no futuro. Estamos apenas a segurar as pontas daquilo que tenderá a rebentar.
O futuro do trabalho chegou mais cedo do que se pensava, conjuntamente com os seus novos desafios que exigem uma adaptação rápida dos trabalhadores e dos cidadãos às “transições ocupacionais”. A formação é cada vez mais importante, devíamos aproveitar esta “pausa” para revermos todo o “Estado da Arte” da tecnologia e das transições sustentáveis.
Qual é o país exemplo a seguir? Não temos nenhum. Cada um terá que se reinventar uma vez que somos incapazes de o fazer em conjunto.
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EUROSCUT AÇORES ESTRADA RIBEIRA GRANDE FURNAS já era tempo de desbastarem a frondosa vegetação que cresce desalmadamente nas bermas….
qualquer dia fica assim 
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Estas apps estão a ser indicadas pelas autoridades como uma ferramenta importante para conter a disseminação do vírus, e trabalham em conjunto com a identificação de contactos que já é feita pelos médicos em situações de contágio, permitindo identificar com mais fiabilidade as pessoas que estiveram a menos de 2 metros de distância, por mais de 15 minutos, durante os últimos 15 dias, mas sem revelar identidades nem localização geográfica, como tem sido por várias vezes sublinhado pelas entidades envolvidas.
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Com 248 mortos para uma população de quase 5 milhões e meio, a Noruega tem sido apontada como um caso de sucesso na luta contra a covid-19. E as autoridades estão empenhadas em que assim continue.
Source: Noruega, o país que recusa desconfinar. ″Isto é um pesadelo″ – DN
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aviaPierre Sousa Lima to Açores Global
42 mins ·
NOTICIASAOMINUTO.COM
“Ou temos financiamento rapidamente para a TAP ou ficamos sem TAP”
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Gente que se julga…
Encontrei, ao longo da vida, muita gente que sofria de complexos de inferioridade.
Ou porque eram efectivamente inferiores, em altura física. Ou porque se sentiam feios como a morte. Ou porque eram demasiado gordos, ou magros em excesso. Ou porque, apesar de altos e lindos, pareciam não ter cérebro. Ou porque até tinham miolo, mas não tinham ido “estudar para fora”… Ou até foram para a universidade, mas não conseguiram acabar os cursos. Ou acabaram mas depois não aguentaram as exigências da profissão decorrente das suas habilitações académicas.
Vergados sob o peso de insultos vários, que lhes curvou a espinha desde crianças e os tornou desconfiados e fugidios, foram ganhando idade, vociferando entre dentes “um dia vocês vão ver”. Obviamente, em relação a muitos casos, a gente não viu nada…
Há coisas em que os genes são soberanos. Um homem baixo só cresce até onde a natureza deixa. Se a natureza impõe um metro e meio, pode o baixinho munir-se de sapatos com tacões altos. Mas, descalço, voltará a ser um meia leca.
Alguém que nasce feio, ficará feio até os vermes lhe roerem a feiura. Claro que pode recorrer a operações plásticas, tirar uns centímetros ao nariz, aproximar lóbulos de orelha da nuca, engrossar as beiças. Mas muito dificilmente se tornará numa beldade. Ainda não inventaram plásticas para a alma. E a alma dos feios diz-lhes todos os dias que são feios, mesmo na escuridão dos seus quartos de dormir, tapados todos os espelhos da casa. Nos ouvidos, o eco dos amigos dos primeiros ciclos, com os bonitos a repetirem sem cessar “és feio como o demónio”, “és feio que mete medo”, “és feio como o pecado”, bonitos e feios sem saberem ainda na tenra idade que há pecados tão lindos…
Os magros podem encher-se de músculos mais tarde e os gordos fazerem dieta. Mas, muitas vezes, crescem subjugados pelos dichotes da pequenada colega, “tal albafar” ou “radiografia ambulante”. Isto quando não são amigos. Porque nesses casos rapidamente ganham a dimensão de “bucha e estica”.
Os “meio tolos”, assim chamados por não conseguirem desenvolver raciocínios simples, podem decorar os Lusíadas. Mas enfrentarão, ao longo da vida, uma legião de gozadores, ansiosos por lhes perguntarem se querem que lhes seja feito um desenho, ou para simplesmente lhes gritarem “daaaaa”, quando teimarem que a água ferve a noventa graus, muito a custo admitindo depois que o que ferve a tal temperatura é o ângulo recto…
Os que se ficaram pela escolaridade obrigatória, arranjaram os seus empregos, mas estão sempre prontos para dizerem aos amigos da primária que foram mais longe “tu tens a mania que és doutor…”.
Os que andaram na faculdade a pastar e a gastar o dinheiro dos pais, não completando os seus estudos superiores, mas que depois escrevem no curriculum que “frequentaram o curso x”. Como se eu pudesse escrever nos meus dados biográficos ter sido ponta de lança do Benfica por frequentar o Estádio da Luz.
Os que conseguiram a licenciatura, mas não abraçaram as profissões decorrentes. Advogados que suavam e engoliam o vómito na sala de audiências ao primeiro olhar de censura do juiz. Médicos que descobriram na primeira urgência que afinal não podem ver sangue. Ainda bem que se tornam simples juristas ou vão para uma secretaria qualquer mexer em papéis. Bem pior seria o cliente do advogado ir parar à cadeia por o seu defensor não pescar nada de Processo Penal, ou um pobre desgraçado ficar castrado, por um cirurgião confundir a pomba com o apêndice.
Nos últimos anos, temos vindo a notar que muitos dos que não sabem fazer nada na vida vão para a política. Mas estes, vamos analisá-los em próxima crónica.
Aos outros todos, um conselho: não se preocupem tanto. Aceitem o corpinho que Deus lhes deu, tentem tirar dele o máximo proveito. Não se sintam inseguros, nem desenvolvam complexos de inferioridade. E, sobretudo, se forem para a política, não usem o poder para se vingarem dos que vos gozaram no tempo dos calções curtos. Continuareis feios e gordos até à cova, mesmo que vos sintais muito importantes nos altos cargos que vos atribuíram.
Não sois nada importantes. Serdes governantes ou deputados tem de ser considerado um milagre. Mas, quanto ao resto, não os há…
António Bulcão
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