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ActiveCarlos FinoExtraordinário episódio, que me fez reviver a minha passagem a salto, justamente na fronteira de Chaves, em 1971, fugido à PIDE e às guerras na sequência das greves estudantis desse ano e da entrada dos “gorilas” na Faculdade de Direito. Na noite anter…See more
YOUTUBE.COMLa poesía es un arma cargada de futuro – Paco Ibañez26
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Lucila MeiraPensava que passadores e GNR eram amigos e colaboravam entre si? A minha irmã mais velha também se tramou em Coimbra. Não pode terminar o curso. Foi para Angola com marido delegado do ministério público que teve que fazer lá a tropa. E ela terminou o …See more-
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Jose Guilherme Anjos PiresTambém em 1968 fugi por S.Gregório em Melgaço perseguidos pela gnr e depois por 2 pides conseguimos a tempo ficar escondidos em Espanha algum tempo , até rumar a Paris em Maio-
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Carlos TorresMuito bom sou um fã do Senhor Carlos Fino desde muito jovem,posso partilhar,melhor eu jà partilhei desculpe mas não resisti abraço amigo força sempre.-
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BEST British Choirs on Britain’s Got Talent | Got Talent Global – YouTube
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Tango Flashmob – Munich Hofbräuhaus – Quadro Nuevo – La Cumparsita – YouTube
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Argentine tango flash mob – Budapest, with bandoneon & dancing – YouTube
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Amália Rodrigues – Grândola, Vila Morena – YouTube
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MUY MOTIVADOR!!! No te detengas -WALT WITHMAN – Voz FENETÉ – YouTube
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REVISTA DE ESTUDOS LUSÓFONOS, LÍNGUA E LITERATURA, dos COLÓQUIOS DA LUSOFONIA – #5, ANO 2020-2021
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Subject:
novidade dos CADERNOS AÇORIANOS |
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From:
“lusofonias@lusofonias.net” <lusofonias@lusofonias.net> |
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Date:
23/01/2022, 17:31 |
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To:
aicl socios <aicl.socios@lusofonias.net> |
A AICL teve dois anos difíceis mas continua a pugnar pela divulgação dos autores de matriz açoriana. Um dos seus grandes sucessos na área educacional têm sido os CADERNOS DE ESTUDOS AÇORIANOS e os seus suplementos, usados por escolas, politécnicos e universidades e por todos os que pretendem ter acesso à obra dos autores açorianos.
Assim, para facilitar mais esse acesso compilam-se todos os Cadernos de 2010 a 2021 no último número da
REVISTA DE ESTUDOS LUSÓFONOS, LÍNGUA E LITERATURA,
dos COLÓQUIOS DA LUSOFONIA – #5,
ANO 2020-2021
disponível em https://www.lusofonias.net/documentos/revistas.html
NewsAvia | Lufthansa e EasyJet terão voos para a ilha do Porto Santo neste Verão
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As companhias Lufthansa e EasyJet vão anunciar nos próximos dias novas rotas sazonais (durante os meses do Verão deste ano) para a ilha do Porto Santo, no arquipélago português da Madeira, no Ocean…
Source: NewsAvia | Lufthansa e EasyJet terão voos para a ilha do Porto Santo neste Verão
DA NOITE DA MAIORIA ÀS NOITES DOS AÇORES E DO ALASCA
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- DA NOITE DA MAIORIA ÀS NOITES DOS AÇORES E DO ALASCA
Mais uma eleição legislativa em Portugal em que finalmente houve vencedores claros e muitos vencidos, pela segunda vez o PS com maioria absoluta para distribuir as prebendas (como bem entender) do PPR, e se for inteligente, esvaziar os 7% de salvadores da pátria com cheiro a mofo salazarento e os liberais que desde 1832 sempre perderam todas as batalhas. A nível regional a “caranguejola” bem pode estremecer com estes resultados e se tiverem inteligência limpam os secretários e diretores regionais impostos pela coligação e que tão mal têm feito à governação. O CDS só sobrevive nas “ilhas adjacentes” com uma representação desproporcionada à vontade popular e o PSD regional tem de tomar decisões dolorosas para completar a legislatura.
Como ninguém na campanha se preocupou com os dois maiores problemas destas ilhas é melhor eu lembrar a quem nos governa que as medidas avulsas para combater a perda demográfica são meros paliativos que não combatem nem resolvem esse cancro. Como sempre escrevi, os açorianos votam com os pés, emigrando e numa terra de salários de miséria e de empresários sem tarelo, o trabalho mal remunerado e sem perspetivas futuras só pode levar a maior desertificação humana das ilhas mais pequenas incrementando a macrocefalia económica de São Miguel. O outro problema que ninguém debateu é mais preocupante que a sangria demográfica: 33507 pessoas (14.2%) da população açoriana não têm escolaridade. Uns adicionais 53 mil (22,4% dos 236440 habitantes) apenas têm o ensino básico. Como também venho escrevendo desde 2005 não há massa crítica nas ilhas nem material humano pensante capaz de promover o desenvolvimento económico e tirar-nos desta letargia de desenvolvimento, tradicionalmente assente em monoculturas (agora passamos da vacaria para o turismo). Investir na educação e formação contínua é essencial e já tarda depois de milhões esbanjados em empresas públicas e parapúblicas altamente deficitárias. Quem souber resolver o problema que ouse fazê-lo antes que sejamos absolutamente redundantes.

E porque cito o Alasca no título? Por ver várias séries (The last Alaskans, The last frontiier da KIlcher Family Homestead, e outras) em que as pessoas vivem em condições extremas por opção, livre escolha, desígnio ou tradição, em que têm de trabalhar arduamente para garantir o seu sustento animal (caça e pesca) e económico (venda de peles ou gado), vivendo sem a maioria dos confortos a que nos habituamos (eletricidade, casas de banho, água, distantes centenas de quilómetros da cidade ou vila mais próxima, dezenas de quilómetros sem vivalma), e tendo acesso exclusivo em avioneta nalgumas épocas do ano, rios traiçoeiros no verão ou gelados no inverno, cheios de ursos pardos ou pretos, alcateias de lobos e outros predadores em que o homem só está no topo da cadeia alimentar se tiver armas e pontaria afinada. Mas o ponto que queria ressalvar para o nosso caso é que muitos deles são licenciados, e quase todos têm, pelo menos a escolaridade, com uma cultura geral que me surpreende, além de que estão bem equipados para sobreviver a invernos nucleares e outros cenários apocalíticos. Nós aqui nestas nove ilhas, mal deflagre uma nova guerra ou uma grande crise, ficaremos isolados e famintos, sem importarmos tudo o que necessitamos e sem produzirmos a maior parte dos víveres essenciais. Outra coisa que não me surpreendeu e me fez inveja nesses habitantes do Alasca, em locais remotos sem vivalma, cumprem as quotas de pesca (seja halibute ou salmão) e de caça (alce, caribu, etc.) e não matam as fêmeas com crias para manter o equilíbrio ecológico. Ninguém os vigia, não há PSP, GNR, ASAE ou quejandos, mas não excedem as quotas por seu livre arbítrio. Exemplos que gostaria de ver aqui, e lá voltamos ao mesmo, eles são educados e instruídos e nós continuamos analfabetos e impreparados. Basta analisar o registo cultural, cientifico e linguístico deles e compará-lo com o das nossas nove ilhas e é nesses momentos que gostaria que fossemos do Alasca.
Chrys Chrystello, drchryschrystello@journalist.comJornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713[Australian Journalists’ Association – MEEA]Diário dos Açores (desde 2018)Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)Tribuna das Ilhas (desde 2019)Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)Jornal do Pico (desde 2021) |
poesia açoriana a RAFAEL CARVALHO por Chrys C
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