libertem CASAMANSA

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O conflito dura há já 34 anos.
Conflitualidade na Casamança preocupa sociedade civil da Guiné-Bissau
RFI.FR | BY RFI PORTUGUÊS
Conflitualidade na Casamança preocupa sociedade civil da Guiné-Bissau
A situação de guerra na região senegalesa de Casamança envolvendo as Forças Armadas do Senegal e os rebeldes do MFDC preocupa as organizações da sociedade civil guineense. Hoje, um grupo de organizaç…
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(4) Mulher POEMA – Posts | Facebook

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Pandemia de Poesia
Pena que a pandemia
Não é de poesia
E não nos infectaram com versos
E quadras
E palavras
Estrofes
Poemas
Com altas cargas de alegria…
Pena que a pandemia
Não é de harmonia
E sossego
Que pudéssemos nos isolar
Num abraço, num aconchego…
Pena que a pandemia
Não é de empatia
E as dores pudessem diminuir
Se partilhadas
Seriamos todos menos sós
E a solidão que é tão pandémica
Tão atroz
Seria erradicada
E as pessoas que andam neste mundo
Embrenhadas num vazio profundo
Saberiam na verdade
Que a maior felicidade
É serem amadas…
Sandra Fernandes
* Foto retidara da net
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impacto psicológico, a fatura oculta

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A CAUSA DAS COISAS
O actual confinamento, decretado a 15 de Janeiro, assemelha-se em quase tudo ao primeiro, que teve início em Março do ano passado, mas as crianças e adolescentes estão agora mais ansiosos. Os resultados preliminares do estudo que o Centro de Investigação do Bem-Estar Psicológico, Familiar e Social da Universidade Católica (CRC-W) está a realizar sobre o impacto psicológico do confinamento nestas faixas etárias assim o mostram.
Segundo o estudo, cujos dados estão a ser recolhidos desde o primeiro dia do atual confinamento, os níveis de ansiedade nas crian­ças e adolescentes com idades entre os 3 e os 18 anos são mais elevados (valor médio de 6,43, a comparar com 5,94, numa escala de 0 a 24). Foram reportadas “mais alterações nos sintomas associados à ansiedade”, de que se destaca “o estar ansioso, agitado e perguntar sobre a morte”. Em geral, crianças e adolescentes estão “mais zangados” (34,1%, quando no primeiro confinamento essa percentagem era de 27,3%) e “choram com mais facilidade” (24,1% vs 19,6%). Os níveis de depressão são, contudo, inferiores, e as crianças e adolescentes também se sentem menos sozinhos e menos aborrecidos do que se sentiam em Março.
Crianças e adolescentes foram identificados pelos especialistas como grupos vulneráveis desde o início da pandemia de covid-19. Os resultados do estudo da Universidade Católica acabam por justificar essa preo­cupação. Mais de metade (50,9%) dos participantes estão mais preocupados comparativamente ao período antes da pandemia; também estão mais ansio­sos, nervosos, agitados e tristes. Quase metade tem medo do vírus (45,7%) e cerca de um quarto pergunta mais vezes sobre a morte (24,6%). Uma percentagem significativa destas crianças e adolescentes sente-se frustrada (37,1%) e, segundo os seus pais, “discutem mais com o resto da família” e têm mais dificuldades em se concentrar, sobretudo as crianças mais velhas.
Destaca-se ainda outro dado: mais de um terço (38%) dos participantes está “muito mais” dependente de dispositivos eletrónicos, como o telemóvel e o computador. Há diferenças entre raparigas e rapazes, com as primeiras a manifestarem maior ansiedade. A depressão afeta-os, contudo, de forma semelhante.
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hospital privado é que é bom????

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A CAUSA DAS COISAS
Esta história ensina tudo aquilo que precisamos de saber sobre as vantagens da saúde privada.
Uma senhora caiu nas instalações de um hospital privado. Foram socorrê-la, mas, antes disso, tiveram o bom senso de lhe perguntar se tinha seguro de saúde. Como não tinha, indicaram-lhe que o custo da assistência seria 600€. Teve, por isso, de ser transportada das instalações desse hospital para um hospital público.
Tenho de elogiar o sangue frio da administração deste hospital que colocou o seu negócio à frente dos princípios. Seria muito fácil e humano assistirem a senhora de forma gratuita. Já que caiu num hospital parece absurdo que tenha de ser transportada para outro hospital para receber assistência. Mas nós não vivemos numa república soviética. Se uma pessoa está dentro de um restaurante e lhe dá a fomeca, o restaurante não é obrigado a servi-la gratuitamente.
Isto mostra que um profissional de saúde isolado não serve para nada. Um médico vê uma pessoa a sofrer e quer ajudar a aliviar esse sofrimento. É por isso que precisa de um gestor ao lado com distanciamento e um terminal de MB que lhe mostre que essa pessoa é o equivalente a um cheque de 600€. Alguém tem de lhes lembrar que eles não estão lá para salvar vidas, estão lã para criar valor para a organização através dos seus skills. É esta simbiose entre profissionais de saúde e gestores que alimenta o negócio de saúde. Os médicos estão lá para salvar vidas, os gestores estão lá para dizer “dentro das possibilidades.”
O juramento de Dr. Hpiócrates é socialista, já que não tem em conta a existência de seguros de saúde. A saúde do doente é a primeira preocupação, desde que tenha Médis ou ADSE. Caso contrário pode sofrer no chão enquanto espera por transporte para outro estabelecimento. E se o Dr. Hipócrates não concorda que vá para Cuba ou para a Venezuela.
Se o hospital a assistisse gratuitamente estaria a abrir um precedente muito grave. Estaria a incentivar que pessoas se deslocassem a este hospital para terem acidentes, só para poderem usufruir de cuidados de saúde de excelência. Assim, as pessoas sabem que podem ter acidentes em hospitais privados, desde que tenham seguro.
Por outro lado, esta situação também revela oportunidades. Por exemplo, abre a possibilidade de se colocarem armadilhas nestes hospitais, no sentido de angariar clientes. Se as pessoas souberem que circular no corredor de um hospital privado pode ser o mesmo que fazer uma prova dos Jogos Sem Fronteiras, garantem que não entram lá sem seguro de saúde.
May be an image of text that says "Alfena Cai dentro de hospital privado e recusam-lhe socorro MEIN Trofa Saúde em Alfena, Valongo Foto: Rui Oliveira Global Imagens Arquivo Trofa Saúde de Alfena exigiu 600 euros a Fernanda Teixeira para lhe tratar os ferimentos."
Esta história ensina tudo aquilo que precisamos de saber sobre as vantagens da saúde privada.
Uma senhora caiu nas instalações de um hospital privado. Foram s…

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Artur Arêde and 2 others

racismo no mercado de Benfica

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Racismo etc. Hoje no mercado de Benfica, a senhora negra a quem perguntei se tinha lulas pequenas, apontou-me para uma banca mais ao lado — é a segunda vez que o faz —, onde senhora branca de mais idade, e creio que cega do olho direito, tinha muito menos peixe do que ela, mas lulas tinha. Esperei um pouco porque estava a preparar linguados para alguém e nem se deu conta do novo cliente. Quando me pôde atender, a amiga — verdadeira amiga — veio por fora da banca recolher o que eu tinha escolhido e ofereceu-se para limpar e preparar tudo, pois a outra peixeira estava ainda com serviço em mãos. Levou tudo para a banca dela e esteve um bom bocado de tempo a facilitar-me a vida. No fim dei-lhe umas boas moedas e disse-lhe que tinha gostado muito do gesto dela. Sorriu e gargalhou. — Escrevo isto porque estas pequenas coisas nunca são notícia, parece que não existem. E no entanto…
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  • Essas coisas concretas, com pessoas concretas, não constam dos manuais e das cartilhas.
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    • 1 m

a guitarra na galiza

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A Academia de Belas Artes da Corunha acolhe na próxima terça-feira, 20h, uma apresentação da tese A guitarra na Galiza. Ali estaremos para tocar música dos fundos guitarrísticos galegos e explicar por que a história deste instrumento galego tem sido esquecida, depois de ter sido tão empregado em todos os momentos da nossa história, por todo tipo de gentes e em todas as circunstâncias. O evento está organizado em colaboração com a Irmandade da Música Galega, novo lugar de encontro d@s músic@s galeg@s com vontades de impulsar a difusão e o estudo da nossa música em todos os âmbitos. Agradeço especialmente à Margarita Viso, pianista, compositora e sócia irmandinha, e Juan Durán, académico e compositor, a oportunidade e vontade de dar a conhecer a história da guitarra galega.
A Real Academia Galega de Belas Artes retoma a secuencia dos “Martes das Artes”, actividades para este día da semana, na que se prosegue coa conferencia-concert…

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UM POVO QUE NÃO PRESERvA O PATRIMÓNIO MERECE O OLVIDO

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João Silveira

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Ilha Terceira: Casa da Salga. Um lugar histórico.
Onde Brianda Pereira defrontou… Miguel de Cervantes.
Casa da Salga
Vila de São Sebastião
Dia 16 de fevereiro de 2021
Fotografias de Manuel Meneses Martins
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NOVO LIVRO DE ALEXANDRE BORGES

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Há muita coisa a dizer sobre este livro e o que me aborrece mesmo é ter o mundo interrompido e não vo-lo poder dizer ao vivo, entre copos, abraços e gargalhadas bem sonoras. Vamos falando deste assunto ao longo das próximas semanas, mas, para já, fica o essencial: tenho livro novo, é de poesia e é o melhor que consigo escrever ao dia de hoje, seja isso muito ou pouco. Dia 12 de Março, à noite, há lançamento digital e conto convosco todos, a acompanhar por aqui e, portanto, qu…

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Atenção ao Intervalo entre o Caos e o Comboio
LETRASLAVADAS.PT
Atenção ao Intervalo entre o Caos e o Comboio
Atenção ao Intervalo entre o Caos e o Comboio. Alexandre Borges é um escritor e argumentista. Este é o seu segundo livro de poesia.
You, Pedro Almeida Maia, Urbano Bettencourt and 135 others
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novo livro de JOAQUIM FERNANDES APOCALIPSES

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VÊM AÍ OS “APOCALIPSES”:
OU OS “FINS DO MUNDO”
NA HISTÓRIA DE PORTUGAL
Está no prelo o meu “filho mais novo”…em papel e tinta…, dedicado ao meu neto mais novo. Com a pandemia da COVID 19 como pano de fundo, esta antologia de desastres anunciados faz o histórico dos nossos medos, temores e terrores associados às mais diversas ameaças externas: cometas, auroras boreais, sismos, fomes, pragas, invasões e pandemias – 7 Cavaleiros do Apocalipse. Desde a pré-nacionalidade até aos nossos dias, uma história das reações de pânico coletivo mas também de festa, de “carpem die” ante os “Últimos Dias”. Ontem e hoje. Muito em breve nas livrarias com a chancela da Editora Contraponto.
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José Barbosa Machado and 46 others
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  • Muito curioso! 🙂
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    • 5 h
    • Miguel Gonçalves

      a previsão do último e real “fim do mundo” não é lá muito feliz. Parece-se mais com a história do lobo que acaba mesmo por aparecer. Esse “lobo”, como a Astrofísica sugere, dessa vez chama-se Sol. Mas como ainda faltam uns “tempinhos” carpem die!

      1
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      • 1 h
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    • estou astronomicamente entusiasmado com essa estória 🙂
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      • 1 h
    • Miguel Gonçalves

      e eu de ter o livrinho na mão e de lho entregar pessoalmente.😃

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      • 1 h
    • Acho que como ainda faltam alguns mil milhões de anos até ao “Último Ato” posso garantir-lhe que o livro sai mesmo queira a Pandemia fazer esse favor. Um ano de atraso já foi um Purgatório….
      2
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      • 1 h
    • mais uma bela aposta editorial do

      Rui Couceiro

      ! 🙂

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      • 1 h
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os liliputianos do Irão

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In August 2005, a tiny mummified body was found in the ancient Persian village of Makhunik in what is now Iran. The discovery caused an international sensation when researchers reported that the remains belonged to an adolescent dwarf and that excavations of the ancient town revealed architecture that suggested it was a city of little people. Here we explore whether an ancient city of dwarfs really existed, or whether it is all just media sensation.
Was Makhunik an Ancient Iranian Lilliput?
ANCIENT-ORIGINS.NET
Was Makhunik an Ancient Iranian Lilliput?
In August 2005, a tiny mummified body was found in the ancient Persian village of Makhunik in what is now Iran.
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